Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Hamas apelou à mobilização global em protestos contra os crimes de ocupação em Gaza e Jerusalém, pedindo às nações árabes, islâmicas e aos povos livres que participem em manifestações planejadas para sexta-feira, sábado e domingo.
    • Num telefonema entre o líder dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foram discutidos esforços para um cessar-fogo em Gaza, numa altura em que Israel retomou a ofensiva militar.
    • As Forças de Defesa de Israel (IDF) conduziram ataques aéreos nas bases sirias de Palmira e T-4 com o objetivo de destruir as capacidades militares restantes nessas instalações. Estas ações fazem parte de uma série contínua de operações militares justificadas pelas IDF como medidas para remover ameaças aos cidadãos israelitas.
    • O Parlamento israelita aprovou o Orçamento do Estado, fortalecendo a coligação governamental liderada por Benjamin Netanyahu e proporcionando estabilidade política durante a crise em Gaza. A aprovação foi vista como um teste crucial para a coligação, que inclui partidos ultranacionalistas e ultraortodoxos.

  • Fica por aqui este liveblog que acompanhou, ao longo de terça-feira, a atualidade do conflito no Médio Oriente.

    Siga este liveblog para ficar a par das novidades mais recentes da guerra, esta quarta-feira.

    Serviço de Inteligência dos EUA acredita que Hamas continua a ser uma ameaça

  • Estados Unidos discutem cessar-fogo em Gaza com Emirados Árabes Unidos

    O Presidente dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiram os esforços para alcançar um cessar-fogo em Gaza durante uma chamada telefónica.

    A informação é avançada pela agência noticiosa estatal dos Emirados Árabes Unidos, WAM, numa altura em que Israel retomou a ofensiva militar no enclave.

  • Hamas apela à realização de protestos pelo mundo no próximo fim-de-semana

    O Hamas apelou a uma mobilização geral na próxima sexta-feira, sábado e domingo, em nome das massas populares, das nações árabes e islâmicas e dos povos livres do mundo.

    O comunicado, citado pela Al Jazeera, apela aos protestos “em defesa da população em Gaza e Jerusalém, em apoio à firmeza do nosso povo e em rejeição dos crimes da ocupação e dos seus apoiantes”.

  • Iémen é atacado pelos Estados Unidos

    De acordo com a Al Jazeera, a televisão Al Masirah — afiliada aos Houthis do Iémen — noticiou que foram realizados dois ataques aéreos norte-americanos que tinham como alvo o distrito de Sahar, em Saada, no noroeste do Iémen.

  • Houthis garantem que as ameças de Trump não impedem apoio à Faixa de Gaza

    Mahdi al-Mashat, chefe do Conselho Político Supremo Houthi, afirmou que os ataques dos Estados Unidos e as ameaças de Trump não vão conseguir impedir os ataques do grupo iemenita contra Israel. “A nossa posição de apoio a Gaza não mudará até que os ataques parem e o cerco seja levantado. Não nos importamos com as repercussões”, afirmou.

    O governo norte-americano intensificou os ataques contra o Iémen, numa tentativa de impedir as operações militares dos Houthis. Al-Mashat garantiu que o grupo está pronto para enfrentar a “guerra de Trump”.

  • Netanyahu começa a entrevistar candidatos ao cargo de diretor do Shin Bet amanhã

    O primeiro-ministro israelita começa a entrevistar os candidatos a diretor do Serviço de Segurança Interno amanhã, informou o porta-voz de Netanyahu, Omer Dostri, em comunicado, citado pela Al Jazeera.

    “O primeiro-ministro começará a entrevistar candidatos para o cargo já amanhã”, afirmou Dostri.

  • Forças israelitas vão realizar exercício de larga escala na fronteira com o Líbano a partir de amanhã

    Vão ser realizados exercícios de larga escala pré-planeados pelos militares israelitas ao longo da fronteira com o Líbano a partir de amanhã de manhã.

    O exercício, que simula vários cenários defensivos e respostas a ameaças, vai durar até quinta-feira, de acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês).

    Haverá uma presença maior de aeronaves, embarcações da Marinha e forças na área, afirmam os militares.

  • Amnistia Internacional critica ataque israelita a jornalistas

    A Organização Não Governamental que defende os direitos humanos reagiu à morte dos dois jornalistas palestinianos na Faixa de Gaza.

    “Silenciar aqueles que trabalham incansavelmente para que as vozes palestinianas sejam ouvidas faz parte da forma como Israel mantém o seu sistema de apartheid e a impunidade do genocídio contra os palestinianos em Gaza”, afirmou o grupo na rede social X.

  • Pelo menos 37 palestinianos mortos esta terça-feira em ataques israelitas

    O número de mortos em ataques israelitas, desde a madrugada desta terça-feira, subiu para 37, de acordo com a Al Jazeera.

  • Hezbollah empenhado no cessar-fogo com Israel

    Hussein al-Nimr, um dos responsáveis do Hezbollah, apelou ao Líbano para que enfrente as violações israelitas do cessar-fogo que entrou em vigor em novembro do ano passado.

    “Estamos empenhados no cessar-fogo com o inimigo israelita numa posição de sabedoria, não numa posição de fraqueza”, afirmou al-Nimr, segundo a Al Jazeera.

    Na semana passada, Israel lançou ataques aéreos no Líbano, matando pelo menos oito pessoas, em resposta ao lançamento de um foguete contra a cidade israelita de Metula. O Hezbollah negou o seu envolvimento no ataque.

    “O lançamento suspeito de foguetes deu ao inimigo israelita uma desculpa para atacar o Líbano”, garantiu al-Nimr.

  • Pelo menos 16 mortos em ataques israelitas desde a madrugada

    Pelo menos 16 palestinianos foram mortos nos ataques israelitas em curso na Faixa de Gaza, desde o início desta terça-feira, informou a Al Jazeera.

  • Dezenas de moradores do norte da Faixa de Gaza em protesto a apelar ao fim da guerra

    Na última hora, vários habitantes de Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, realizaram um protesto com o objetivo de apelar ao fim da guerra.

    Os manifestantes tinham cartazes com as palavras “parem a guerra” e “as crianças da Palestina querem viver”. Nos vídeos, é possível ouvir os locais a gritarem “sim à paz, não à guerra em curso” e “Hamas fora”.

  • Supremo Tribunal mantém suspensão da demissão do diretor do Shin Bet e permite que Netanyahu faça entrevistas para o cargo

    O Supremo Tribunal de Justiça prolongou a suspensão da demissão do diretor do Shin Bet, Ronen Bar, mas passou a permitir que Benjamin Netanyahu entrevistasse potenciais substitutos, de acordo com o Times of Israel.

    O governo israelita demitiu Ronen Bar na última quinta-feira por recomendação de Netanyahu — que afirmou ter perdido a confiança do diretor do Serviço de Segurança Interna.

    Entretanto, o Supremo Tribunal de Israel “congelou” a decisão de demitir Ronen Bar. A procuradora-geral, Gali Baharav-Miara, afirmou que o governo estava legalmente proibido de nomear um novo diretor ou de realizar entrevistas para o cargo.

  • Autoridades de Gaza exigem libertação das equipas de defesa civil em Rafah

    O Gabinete de Comunicação de Gaza acusou Israel de “raptar 15 elementos das equipas de emergência e de defesa civil em Rafah”, depois de terem partido para efetuar operações de salvamento no sul da Faixa de Gaza.

    “Exigimos a libertação imediata. Este crime hediondo constitui uma violação flagrante do Direito Internacional através do desaparecimento forçado deliberado de pessoal humanitário que está protegido pelas Convenções de Genebra”, declarou em comunicado, citado pelo Al Jazeera.

    Antes disto, o Crescente Vermelho Palestiniano afirmou que nove dos seus funcionários estavam desaparecidos pelo terceiro dia consecutivo, depois de não terem regressado de uma missão de resgate em Rafah.

  • Casa Branca discutiu ataque militar no Signal. Plataforma é segura?

    O serviço de mensagens encriptado está a dar que falar depois de um jornalista ter sido incluído numa conversa secreta da Casa Branca. Mas o serviço é seguro para ser usado desta forma?

    Casa Branca discutiu ataque militar no Signal. Plataforma é segura?

  • Vai ser libertado o cineasta acusado de atirar pedras a israelitas

    Vai ser libertado o cineasta palestiniano que Israel acusa de ter atirado pedras a israelitas. A notícia da iminente libertação de Hamdan Ballal foi dada pela imprensa israelita com base numa informação transmitida pelo advogado.

    Realizador palestiniano vencedor de um Óscar atacado por colonos judeus, preso e depois libertado. IDF dizem que atirou pedras a israelitas

    Colonos israelitas agrediram, nesta segunda-feira, Hamdan Ballal, um dos realizadores palestinianos do filme vencedor de um Óscar “No Other Land”, na Cisjordânia ocupada. O cineasta foi detido por militares israelitas, avançaram ativistas no local.

    As Forças de Defesa de Israel (IDF), em comunicado enviado às redações pela embaixada do país, contam uma história diferente: Hamdan Bilal é suspeito de atirar pedras às forças de segurança.

  • "Signalgate". Trump desvaloriza polémica em torno de jornalista "desprezível"

    Na mesma entrevista à NBC em que disse que Donald Trump o seu conselheiro nacional de segurança Mike Waltz “aprendeu uma lição” e “é um bom homem”, o Presidente dos EUA desvalorizou o caso das mensagens sensíveis trocadas através da app Signal – num grupo de conversação onde um jornalista da The Atlantic foi inadvertidamente adicionado.

    O caso “não tem qualquer impacto“, disse Trump, salientando que este foi “o único lapso em dois meses de governação, e acabou por ser um lapso sem gravidade“.

    Trump voltou, também, a referir-se ao jornalista da revista The Atlantic que foi protagonista do caso, Jeffrey Goldberg. Para Trump, este é um “jornalista desprezível” mas, acrescentou, “provavelmente Waltz tinha lá o número dele e adicionou-o” sem querer.

  • Parlamento israelita aprova Orçamento do Estado e reforça Governo de Netanyahu

    O Parlamento israelita aprovou esta terça-feira o Orçamento do Estado, uma medida que reforça a coligação governamental do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e dá ao líder em apuros a oportunidade de ter meses de estabilidade política.

    A aprovação do OE pelo Parlamento dá também a Netanyahu maior apoio mesmo com a pressão pública a aumentar devido à guerra em Gaza.

    A votação do orçamento foi vista como um “teste chave” para a coligação de Netanyahu, composta por partidos ultranacionalistas e ultraortodoxos que exigiram e receberam somas avultadas dos seus eleitores.

    Por lei, o Governo cairia e seriam convocadas eleições se o orçamento não fosse aprovado até 31 deste mês.

    Com a aprovação do orçamento, Netanyahu ganha um ano de tranquilidade política que poderá levar o seu governo até ao fim do mandato, em finais de 2026, o que é raro na política fraturante de Israel.

  • Trump diz que "Mike Waltz aprendeu uma lição, é um bom homem"

    Donald Trump afirma que o seu conselheiro nacional de segurança Mike Waltz “aprendeu uma lição” e “é um bom homem”. Os comentários, feitos pelo Presidente dos EUA à NBC, surgem horas depois de o jornal Politico noticiar que Waltz poderia ser demitido (ou convidado a demitir-se) do cargo que ocupa.

    Apesar destas declarações de Trump, a Casa Branca reiterou há momentos que “nenhuma informação classificada” foi partilhada através do Signal, um plataforma de comunicações semelhante ao Whatsapp e ao Telegram.

1 de 2