Histórico de atualizações
  • O que está a acontecer na guerra na Ucrânia

    • O Presidente dos EUA, Donald Trump, está a considerar, pela primeira vez desde o início do seu mandato, autorizar o envio de fundos adicionais para a Ucrânia. Uma hipótese em cima da mesa é fornecer assistência urgente através do Presidential Drawdown Authority, permitindo transferências diretas de equipamento militar dos arsenais dos EUA. Esta possibilidade surge numa altura em que Trump se prepara para fazer um anúncio importante sobre a guerra na Ucrânia, previsto para esta segunda-feira.
    • O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, revelou que a Rússia lançou mais de 1.800 drones e diversas bombas e mísseis contra a Ucrânia na última semana. Esta ofensiva intensificada visa sobrecarregar os sistemas de defesa aérea ucraniana, mas Zelensky destacou a eficácia dos drones intercetores ucranianos e solicitou apoio reforçado dos aliados internacionais para neutralizar essas ameaças.
    • O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, encontra-se em visita aos EUA para discutir com a administração Trump a contribuição dos países membros da aliança e a crise na Ucrânia. A visita acontece num contexto de tensão, após Trump expressar descontentamento com a falta de progresso para um cessar-fogo por parte da Rússia, e antes do seu anúncio importante sobre o conflito.
    • O líder norte-coreano, Kim Jong Un, assegurou ao chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, o apoio “incondicional” da Coreia do Norte à Rússia na guerra contra a Ucrânia, considerando certa a vitória de Moscovo. A Coreia do Norte e a Rússia têm fortalecido os seus laços diplomáticos e militares, com Pyongyang a fornecer projéteis e mísseis a Moscovo, além de enviar tropas para apoiar na frente de batalha.

  • Bom dia!

    Encerramos aqui este artigo em direto sobre a guerra na Ucrânia. Pode acompanhar neste outro artigo já publicado as novidades sobre o conflito na Rússia — que esta segunda-feira terá um anúncio de Donald Trump.

    Zelensky está “grato” a Trump e insiste: “Esta guerra continua apenas por causa da Rússia”

  • Zelensky diz que ofensiva russa do verão ficou "aquém das expectativas" do Kremlin

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse este domingo na sua conta do Telegram que a ofensiva russa deste verão não atingiu as expectativas do Kremlin.

    “Vemos as intenções dos inimigos e as suas tentativas de avanço, e é importante que cada uma destas tentativas esteja a ser combatida graças à resiliência das nossas unidades e da nossa Defesa. O exército russo ficou aquém das expectativas do seu comando para este verão”.

    A mais recente ofensiva russa começou no início de maio.

  • A "guerra do futuro". Os ataques terrestres só com robôs que mudam o campo de batalha na Ucrânia

    Ucrânia diz que robôs e drones capturaram soldados pela primeira vez. A guerra terrestre à distância pode mesmo vir a ser aposta do governo, que quer compensar a diferença de efetivos face a Moscovo.

    A “guerra do futuro”. Os ataques terrestres só com robôs que mudam o campo de batalha na Ucrânia

  • Acordos alcançados pela Ucrânia na Conferência da Recuperação ascendem a 3,55 mil milhões de euros

    Os acordos alcançados pela Ucrânia na Conferência de Recuperação, realizada em Roma entre quinta e sexta-feira, representam uma angariação de fundos de cerca de 3,55 mil milhões de euros, revelou hoje o Ministério do Desenvolvimento das Comunidades e Territórios da Ucrânia.

    “Recebemos uma mensagem clara dos amigos e parceiros da Ucrânia: estão dispostos a investir na nossa recuperação”, declarou Oleksii Kuleba, Vice-Primeiro-Ministro para a Restauração da Ucrânia e Ministro do Desenvolvimento das Comunidades e dos Territórios, citado num comunicado, continuando: “Os acordos, memorandos e declarações totalizam mais de 3,5 mil milhões de euros”.

  • Rússia e China conversaram sobre as relações com os EUA e o conflito na Ucrânia

    Os chefes das diplomacias russa e chinesa, Serguei Lavrov e Wang Yi, respetivamente, debateram hoje as relações dos seus países com os Estados Unidos, a situação na Ucrânia e outras questões de interesse internacional, divulgou a diplomacia russa.

    “As partes discutiram as relações com os Estados Unidos e a possibilidade de resolver a crise ucraniana de acordo com os princípios da Carta das Nações Unidas (…) Foram discutidas outras questões ‘quentes’, incluindo o conflito israelo-iraniano e a situação na península coreana”, lê-se num comunicado distribuído pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.

    O ministro russo chegou hoje a Pequim, vindo da Coreia do Norte, no âmbito de uma visita a vários países asiáticos para participar no Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da Organização de Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês), previsto para terça-feira.

    Lavrov e Wang procederam a “uma troca de pontos de vista aprofundada” sobre questões de interação no âmbito da SCO e “dedicaram especial atenção ao conteúdo da próxima reunião do conselho de chefes de Estado da SCO e das reuniões de alto nível no formato SCO+”, prossegue-se no comunicado.

    Os chefes das duas diplomacias “expressaram a sua satisfação com a dinâmica positiva da interação global russo-chinesa e discutiram em profundidade a agenda bilateral com as prioridades definidas para a cimeira de maio em Moscovo”.

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos dois países “confirmaram o firme apoio mútuo em questões relativas aos principais interesses de cada uma das partes, incluindo a defesa da soberania, da integridade territorial e da unidade do Estado com base na sua diversidade regional e étnica”.

    “As conversações foram construtivas e baseadas na confiança inerente às relações russo-chinesas”, concluiu a diplomacia russa.

  • Ataque russo com drone provoca "apagão" parcial em Sumy

    Um drone russo atingiu uma infraestrutura crítica na cidade de Sumy, no nordeste da Ucrânia, provocando um “apagão” elétrico parcial. A informação foi confirmada pelo chefe da administração militar regional, Oleh Klymenko, através do Telegram.

    “Ao longo do dia, foi registada atividade de drones russos em Sumy e nas imediações. Uma das aeronaves não-tripuladas atingiu uma infraestrutura crítica,” declarou Klymenko, citado pelo portal noticioso Ukrinform.

    Parte da cidade ficou temporariamente sem eletricidade, e várias instituições essenciais foram transferidas para geradores de emergência. Equipas técnicas estão no terreno a trabalhar para tentar restabelecer o fornecimento normal.

    No mesmo dia, outro ataque com drones na localidade de Samar, na região de Dnipropetrovsk, causou danos numa escola e em vários edifícios residenciais, segundo fontes oficiais.

  • Novo bombardeamento russo em Sloviansk fere duas pessoas, incluindo uma criança

    As forças russas voltaram a bombardear a cidade de Sloviansk, no leste da Ucrânia, ferindo duas pessoas, entre elas um rapaz de 13 anos. A informação foi dada pela administração militar local, citada pela agência Ukrinform.

    O ataque ocorreu por volta das 11h00 (hora local), na zona residencial de Lisnyi, onde edifícios de apartamentos e casas particulares sofreram danos significativos.

    “Registou-se mais um bombardeamento inimigo no bairro de Lisnyi. Foram danificados edifícios residenciais e habitações privadas. Até ao momento, duas pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança,” declarou Vadym Liakh, chefe da Administração Militar de Sloviansk.

    Este é mais um episódio numa série de ataques contínuos à cidade. Num ataque anterior, drones Geran-2, de fabrico iraniano, atingiram um hospital e um jardim de infância, aumentando a pressão sobre a infraestrutura civil e médica da região.

  • Rutte em Washington para reunir-se com Trump, Hegseth e Rubio

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, inicia na segunda-feira uma visita de dois dias aos Estados Unidos para debater com a administração Trump as contribuições dos países membros da organização e a crise na Ucrânia, anunciou hoje a organização.

    Rute, que se reunirá com Donald Trump e os secretários de Estado e da Defesa, Pete Hegseth e Marco Rubio, respetivamente, e ainda com membros do Congresso dos EUA, visitou Washington no final de abril para preparar a cimeira de Haia.

    Para além da questão das quotas, recorde-se que Trump anunciou esta semana que vai fazer “uma declaração importante” sobre a Rússia na próxima segunda-feira, depois de semanas a manifestar o seu desencanto com a falta de vontade do seu homólogo russo, Vladimir Putin, em tentar chegar a um cessar-fogo com a Ucrânia.

  • Zelensky pede apoio a aliados para neutralizar drones russos

    O Presidente da Ucrânia pediu hoje a todos os seus aliados que ajudem Kiev a neutralizar os drones russos, depois de contabilizar mais de 1.800 daquelas aeronaves não tripuladas lançadas por Moscovo na última semana.

    “Sete dias de ataques russos de grande escala contra a Ucrânia: mais de 1.800 drones, mais de 1.200 bombas aéreas guiadas e 83 mísseis de diversos tipos. Os russos estão a intensificar o terror contra cidades e comunidades para intimidar cada vez mais o nosso povo”, afirmou Volodymyr Zelensky, na sua conta na rede social X (antigo Twitter).

    Apesar disso, o Presidente ucraniano afirmou que os sistemas antiaéreos têm tido “bons resultados” contra as aeronaves não tripuladas lançadas pela Rússia, especialmente drones usados para interceção desses ataques.

    Na publicação, Zelensky afirmou que Kiev irá tentar escalar o uso desta tecnologia, face ao sucesso desses drones intercetores na defesa ucraniana contra as investidas de Moscovo.

    Apesar de “grato” por todo o apoio dado, o Presidente ucraniano considerou que é preciso um reforço da defesa ucraniana, esperando “decisões fortes dos Estados Unidos, Europa, G7” e todos os aliados de Kiev.

  • Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) elimina agentes russos acusados de assassinar coronel em Kiev

    O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) anunciou neste sábado que eliminou os alegados assassinos do coronel Ivan Voronych, um militar que foi morto há poucos dias em Kiev. Esse coronel foi morto num ataque associado a agentes ao serviço da FSB, a agência de inteligência russa.

    Segundo o SBU, os suspeitos — um homem e uma mulher — foram mortos durante uma troca de tiros com forças especiais ucranianas, durante uma operação de detenção na região de Kiev.

    “Esta manhã, as nossas forças realizaram uma operação para deter o grupo da FSB, enviado previamente para a Ucrânia e que, há três dias, assassinou o nosso camarada Ivan Voronych,” declarou o diretor do SBU, tenente-general Vasyl Maliuk, num vídeo oficial.

    Imagem difundida pelo serviço de segurança da Ucrânia, veiculada pelo jornal Kyiv Independent.

  • "Campanha suja". Kremlin nega que Putin tenha convencido Irão a não enriquecer urânio

    O Kremlin nega categoricamente que, tal como foi noticiado neste sábado, o Presidente russo, Vladimir Putin, tenha convencido o Irão a interromper os planos de enriquecimento de urânio.

    Notícias como essa fazem parte de uma “campanha suja”, afirmou fonte oficial do regime de Moscovo, neste domingo. “Não há réstia de verdade” nessas notícias, frisou-se.

  • Trump pondera, pela primeira vez desde que assumiu o cargo, enviar novos fundos para a Ucrânia

    O Presidente norte-americano Donald Trump está, pela primeira vez desde o início do seu mandato, a considerar autorizar o envio de fundos adicionais para a Ucrânia, revelou a CBS News citando várias fontes conhecedoras do processo. A notícia surge horas antes de Donald Trump fazer um “anúncio de grande importância” acerca da guerra na Ucrânia, previsto para esta segunda-feira.

    A notícia surge, também, pouco depois de a Reuters ter avançado que Trump planeia autorizar novos envios de armas para a Ucrânia ao abrigo do Presidential Drawdown Authority (PDA) — um mecanismo que permite transferir equipamento militar dos arsenais dos EUA diretamente para aliados em situação de urgência. Esta decisão representaria uma mudança significativa na política da administração Trump relativamente à ajuda a Kiev na guerra contra a Rússia.

    Ainda não é claro de onde viriam esses novos fundos, mas fontes da Casa Branca apontam duas hipóteses: cerca de 3,85 mil milhões de dólares ainda disponíveis no âmbito do PDA, herdados da administração Biden, e a possibilidade de confiscar ativos russos congelados, no valor de até 5 mil milhões de dólares, para os canalizar para a Ucrânia — uma prerrogativa que nenhum Presidente norte-americano exerceu até agora.

  • Kim Jong Un promete à Rússia apoio incondicional na guerra

    O líder norte-coreano, Kim Jong Un, garantiu no sábado à noite ao chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, o seu apoio “incondicional” na guerra contra a Ucrânia, considerando “certa” a vitória de Moscovo, de acordo com a agência estatal KCNA.

    Kim recebeu Lavrov “numa atmosfera de confiança e camaradagem calorosa”, numa altura em que a Coreia do Norte e a Rússia estão a reforçar os seus laços diplomáticos e militares, adianta a KCNA.

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo publicou um vídeo dos dois homens a apertarem as mãos e a abraçarem-se no Telegram.

    Moscovo e Pyongyang assinaram um pacto de defesa mútua no ano passado e a Coreia do Norte enviou milhares de soldados para ajudar a recapturar a região de Kursk, que foi tomada pelo exército ucraniano no verão de 2024. A Coreia do Norte também fornece projéteis e mísseis à Rússia.

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com a guerra na Ucrânia, ao longo deste domingo.

    Rússia intensifica ataques a cidades do oeste da Ucrânia pelo terceiro dia consecutivo

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, sábado, que terminou com a informação de que a Rússia intensificou os bombardeamentos nas cidades do oeste ucraniano.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

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