Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Coligação compromete-se com garantias de segurança robustas a Kiev
- Em nome dos EUA, Witkoff e Kushner mostram vontade norte-americana de mediar e "parar a carnificina"
- Macron anunciou uma "célula de coordenação" para integrar forças da coligação das vontades, EUA e Ucrânia
- António Costa em Paris: "A UE apoiará a Ucrânia em cada passo do caminho para garantir a sua soberania"
- Zelensky reuniu-se com Macron em Paris para debater a defesa e o apoio que os aliados podem oferecer à Ucrânia
- Ucrânia lança ataques noturnos contra infraestruturas petrolíferas na Rússia
- Aliados da Ucrânia reúnem-se em Paris esta terça-feira. Objetivo é concretizar e deixar por escrito compromissos de segurança
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- Numa cimeira em Paris, os líderes da Coligação das Vontades, juntamente com os EUA, reafirmaram o compromisso com uma paz justa e duradoura na Ucrânia. A liderança norte-americana foi destacada como essencial para garantir mecanismos de vigilância de um eventual cessar-fogo. Além disso, foi acordado que uma “força multinacional” entre em preparativos para assegurar a paz no país.
- O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou ainda a criação de uma “força ucraniana” de 800 mil homens preparada para impedir qualquer nova agressão. Esta declaração também incluiu a colaboração dos Estados Unidos em fornecer garantias de segurança robustas à Ucrânia.
- O enviado dos EUA, Steve Witkoff, elogiou a iniciativa da cimeira e reforçou o desejo americano de mediar o processo de paz, afirmando que Donald Trump está decidido a acabar com a violência no conflito. O apoio inclui um potencial “acordo de prosperidade” para a reconstrução e revitalização económica da Ucrânia após o conflito.
- A Ucrânia continua a enfrentar desafios significativos no terreno, com 61 drones lançados pela Rússia, dos quais 53 foram abatidos pelas forças ucranianas. Este ataque reflete a contínua tensão e a guerra ativa, que persiste mesmo com os esforços diplomáticos em curso.
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Coligação compromete-se com garantias de segurança robustas a Kiev
A Coligação das Vontades, Kiev e os Estados Unidos reafirmaram hoje, em Paris, o compromisso com uma paz justa e duradoura na Ucrânia, defendendo que qualquer acordo de paz deverá ser sustentado por garantias de segurança robustas.
Numa declaração conjunta, alinhada com os princípios da Carta das Nações Unidas, os participantes sublinharam que a capacidade da Ucrânia para se defender é central para a segurança coletiva do país e da região euro-atlântica.
De acordo com o texto, as garantias de segurança deverão ser ativadas assim que entre em vigor um cessar-fogo credível e deverão complementar os acordos bilaterais de segurança já existentes, respeitando os enquadramentos legais e constitucionais de cada Estado.
Entre as medidas acordadas está a participação num mecanismo de monitorização e verificação do cessar-fogo liderado pelos EUA, com envolvimento internacional e representação da Coligação da boa vontade sobre a Ucrânia numa comissão especial destinada a analisar violações e atribuir responsabilidades.
A Coligação comprometeu-se ainda, com apoio norte-americano, a assegurar assistência militar e fornecimento de armamento, a longo prazo, às Forças Armadas da Ucrânia, incluindo financiamento, acesso a reservas de defesa, apoio técnico e cooperação no orçamento nacional ucraniano.
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Macron realçou papel dos EUA mas diz, sem elaborar, que posição norte-americana "mudou nas últimas semanas"
Sobre os Estados Unidos, o Presidente francês sublinhou serem “os únicos que têm a capacidade de oferecer certas garantias de segurança” que são de “importância chave”, noticiou a Sky News.
Porém, destacou o líder, “as últimas semanas demonstraram uma mudança” nas suas posições”.
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Em nome dos EUA, Witkoff e Kushner mostram vontade norte-americana de mediar e "parar a carnificina"
Também presentes na reunião em nome dos EUA estiveram os enviados do Presidente Donald Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner.
Falando na conferência de imprensa conjunta, Witkoff chamou “homem incrível” a Macron e afirmou que os norte-americanos estão dispostos a “mediar e ajudar no processo de paz” e pronto “a fazer tudo o que seja necessário para chegar a esse ponto”.
“O presidente Trump acredita firmemente e com fervor que essas mortes têm de acabar, que a carnificina tem de acabar”, continuou.
Para além disso, Washington também está próximo de chegar a um “acordo de prosperidade” para a Ucrânia, acrescentou o enviado.
Já Kushner, mais tarde, “sublinhou que a maior parte” ou mesmo todas as questões mais relevantes foram resolvidas e que esta terça-feira foi um “marco muito, muito grande” no processo, que ainda tem um caminho a percorrer.
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Starmer diz que que o "objetivo" da trégua está "mais próximo que nunca" mas que falta percorrer "caminho mais difícil"
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, sublinhou que a declaração da coligação das vontades colocou o objetivo da paz “mais próximo que nunca” mas avisou que falta percorrer “o caminho mais difícil”, na conferência de imprensa citada pela Sky News.
Putin, acrescentou o britânico, ainda não está “pronto para a paz”, tendo continuado os “ataques horríveis” à Ucrânia que cortaram a energia a “milhões de pessoa no meio do inverno”.
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Zelensky destaca declaração "concreta" da coligação das vontades e progresso nas negociações com os EUA
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, saudou a declaração da coligação das vontades atingida esta terça-feira, sublinhando que “ilustra a vontade da coligação e dos países europeus para trabalhar para a paz”.
“Queremos estar prontos para que, quando a diplomacia chegue a uma paz, possamos lançar as forças da coligação das vontades”, acrescentou Zelensky, apontando já ter detalhes sobre como cada país irá participar no acordo ecomo irão contribuir.
Já em relação aos EUA, o líder sublinhou o progresso conseguido nas discussões para que o país assuma o papel de monitorização da paz, sublinhando que se tem de trabalhar nas questões do território.
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Líderes chegam a uma "Declaração de Paris" que inclui criação de "força ucraniana de 800 mil homens" para parar "qualquer nova agressão"
As medidas anunciadas por Macron são parte de uma “Declaração de Paris”, assinada pelo Presidente francês, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
Para além das medidas antes mencionadas, esta prevê também a criação de uma “força ucraniana” de 800 mil homens que tenha “treino, capacidades e todos os recursos necessários para garantir que este exército possa deter qualquer nova agressão”.
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Mecanismo para garantir eventual cessar-fogo estará "sob liderança americana", diz Macron. "Força multinacional" está em "preparativos"
Caso um cessar-fogo na guerra na Ucrânia seja atingido com a Rússia, os “mecanismos de vigilância” dessa trégua “serão colocados sob liderança americana”, afirmou o Presidente de França, Emmanuel Macron, em conferência de imprensa, apontando que estes mecanismos terão “contribuições de vários Estados que manifestaram a sua disponibilidade”.
Sobre uma eventual “força multinacional” para o país, Macron acrescentou que está em “preparativos” para vigilar “no ar, no mar e em terra” e “para proporcionar uma forma de tranquilidade no dia seguinte ao cessar-fogo”.
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Macron anunciou uma "célula de coordenação" para integrar forças da coligação das vontades, EUA e Ucrânia
O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou a criação de uma “célula de coordenação” para integrar as forças armadas das três grandes partes nas negociações: a chamada Coligação das Vontades, os EUA e a Ucrânia, noticiou o Le Monde.
“Esta reunião sela um avanço considerável para uma paz sólida e duradoura”, continuou o francês, quer falou ao lado de Volodymyr Zelensky em conferência de imprensa, sublinhando que a reunião acabou com “uma convergência entre os 35 países da coligação de voluntários para construir garantias de segurança robustas”.
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Tal como Montenegro, Sánchez diz que contribuição espanhola na força na Ucrânia só virá depois do fim da guerra
O presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, anunciou que se vai reunir com “a maioria” dos partidos representados no parlamento do país para discutir a contribuição espanhola na Ucrânia. Porém, essa só virá após o fim da guerra, noticiou o ABC.
“Tanto a União Europeia como outros países, incluindo os Estados Unidos, estamos prontos para lançar um pacote de prosperidade para a Ucrânia que inclua ajudas, empréstimos, incentivos, mecanismos de apoio para reconstruir as suas infraestruturas e também para revitalizar a sua economia e lançar as bases para uma nova prosperidade na Ucrânia, quando a paz for alcançada” afirmou Sánchez, apontando que voltaram a ser discutidas “medidas de segurança” para Kiev.
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Líder dos Serviços de Segurança da Ucrânia confirma demissão
O chefe dos Serviços de Segurança da Ucrânia (SBU), Vasyl Malyuk, confirmou a sua demissão para assumir a chefia das operações especiais, anunciou o próprio numa mensagem publicada no Telegram dos serviços.
“Continuo no sistema da SBU para realizar operações especiais assimétricas de nível mundial, que continuarão a causar o máximo dano ao inimigo”, garantiu Malyuk, que teve o seu afastamento anunciado pelo Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na segunda-feira.
“Estou convencido de que um serviço especial forte e moderno é a garantia da segurança do nosso Estado”, continou, agradecendo a Zelensky pelas “mudanças” que “está a implementar na área da defesa”.
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Montenegro diz que presença de tropas portuguesas na Ucrânia está "fora de hipótese" enquanto "houver guerra"
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou aos jornalistas que está “fora de hipótese” a presença de “tropas portuguesas no território da Ucrânia enquanto houver guerra”.
Porém, assumiu ainda que, “no futuro”, haja a participação das forças armadas portuguesas “numa equipa que possa estar alocada numa missão de paz”. “Isso faz parte, naturalmente, dos nossos compromissos internacionais no seio da NATO e da UE”, acrescentou.
“Quando houver uma paz consolidada, com um cessar-fogo e condições para ter no terreno forças desta coligação, nós colocaremos essa questão”, avançou o primeiro-ministro, sublinhando que pode mesmo não ser necessário que aconteça.
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António Costa em Paris: "A UE apoiará a Ucrânia em cada passo do caminho para garantir a sua soberania"
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também está em Paris para marcar presença na reunião dos aliados de Kiev.
Na rede social X, o antigo primeiro-ministro português afirmou a União Europeia está pronta para “reafirmar o apoio à Ucrânia e a avançar com contribuições para garantias de segurança robustas”.
In Paris for a key meeting of the Coalition of the Willing to reaffirm our support for Ukraine and to advance contributions toward robust security guarantees.
These guarantees are a fundamental element of a solid and long-lasting peace.
The EU will stand with Ukraine every step…
— António Costa (@eucopresident) January 6, 2026
“Estas garantias são um elemento fundamental para uma paz sólida e duradoura. A UE apoiará a Ucrânia em cada passo do caminho para garantir a sua soberania, segurança e prosperidade”, sublinhou.
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Zelensky reuniu-se com Macron em Paris para debater a defesa e o apoio que os aliados podem oferecer à Ucrânia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reuniu-se com o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, antes da encontro da Coligação das Vontades, em Paris.
Segundo Zelensky, os dois líderes debateram novos fornecimentos de armas de defesa. “Cada entrega de mísseis de defesa aérea salva vidas e aumenta as hipóteses da diplomacia. É por isso que cada reunião deve produzir resultados concretos — novas decisões relativas à defesa aérea, novos pacotes de assistência e novas capacidades para proteger os céus”, escreveu na rede social X.
Diplomacy and real assistance must go hand in hand. Russia does not stop its strikes against our country, and right now we need to bolster air defense to protect our people, our communities, and critical infrastructure. Every delivery of air defense missiles saves lives and… pic.twitter.com/r88yCU6TUF
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) January 6, 2026
“Durante a nossa reunião com o Presidente Macron, foi exatamente isso que discutimos — as capacidades reais da Ucrânia para combater o terror russo, a nossa defesa e o apoio que pode fortalecer as nossas posições na diplomacia”.
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Rússia atacou Ucrânia com 61 drones e 53 foram neutralizados
A Rússia atacou hoje a Ucrânia com 61 drones dos quais 53 foram abatidos, anunciou a Força Aérea ucraniana, que registou impactos de oito aparelhos não tripulados daqueles em seis locais.
Em comunicado, a mesma fonte especificou que aquelas aeronaves teleguiadas usadas no ataque foram do tipo Shahed (cerca de 40) e Gerbera, lançadas de Milerov, Kursk, Oriol e do território ucraniano ocupado pela Federação Russa Donetsk.
As forças ucranianas dedicadas aos drones anunciaram também que destruíram um total de 4.071 objetivos russos só nos primeiros cinco dias do ano, acumulando 832 mil voos de combate daquele género e 168 mil objetivos inimigos, desde a sua criação, há sete meses.
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Ucrânia lança ataques noturnos contra infraestruturas petrolíferas na Rússia
As forças ucranianas lançaram esta noite um conjunto de ataques a várias regiões da Rússia, visando especialmente infraestruturas relacionadas com a produção de petróleo, diz o The Kyiv Independent, citando informações que estão a circular nos meios russos.
Um dos ataques ocorreu na cidade de Tver, onde pelo menos uma pessoa terá morrido e duas terão ficado feridas na sequência de um ataque com drones: um fragmento de um drone terá atingido um prédio no centro da cidade, provocando as vítimas.
Foram também registados ataques em Penza, Sterlitamak e Usman, onde os drones terão atingido uma refinaria de petróleo e provocado um incêndio.
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"Zelensky desapareceu dos radares e foco está na Gronelândia e na Venezuela”
Francisco Proença Garcia afirma que imprevisibilidade de Trump está apenas na forma de atuação. Garante que ameaças sobre a Gronelândia são para levar a sério e que isto poderá ser o fim da NATO.
“Zelensky desapareceu dos radares e foco está na Gronelândia e na Venezuela”
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Ex-ministra do Canadá nomeada conselheira económica de Zelensky
A ex-ministra canadiana Chrystia Freeland, de origem ucraniana, renunciou hoje aos cargos no seu país após ser nomeada conselheira do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Freeland desempenhava desde setembro as funções de representante especial do Canadá para a Reconstrução da Ucrânia após ter ocupado vários cargos ministeriais nos últimos anos.
“A Ucrânia está no centro da luta global pela democracia, e tenho o prazer de poder contribuir ‘pro bono’ como conselheira económica do Presidente Zelensky”, escreveu a ex-ministra canadiana no X.
“Ao aceitar este cargo não remunerado, deixarei a minha posição de representante especial do primeiro-ministro Mark Carney para a Reconstrução da Ucrânia. Nas próximas semanas, renunciarei também ao meu lugar no Parlamento”, acrescentou.
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Aliados da Ucrânia reúnem-se em Paris esta terça-feira. Objetivo é concretizar e deixar por escrito compromissos de segurança
Quase três dezenas de delegações, que incluem não só os líderes dos países europeus e da NATO como também os enviados especiais dos Estados Unidos, Steve Witkoff e Jared Kushner, reúnem-se esta terça-feira em Paris numa cimeira com Volodymyr Zelensky para discutir as garantias de segurança que o Ocidente dará à Ucrânia na sequência de um cessar-fogo entre Kiev e Moscovo.
De acordo com a Reuters, que cita um documento interno de preparação desta cimeira, o objetivo primordial da reunião é tornar concretos e deixar por escrito os compromissos que os vários países da chamada “coligação da boa-vontade” têm feito em relação a garantias de segurança na Ucrânia após um cessar-fogo.
Os aliados pretendem assumir em Paris compromissos mais robustos que possam ajudar Kiev a aceitar um acordo de cessar-fogo — um objetivo que, apesar das negociações mais intensas das últimas semanas, parece estagnado devido ao tema dos territórios no leste da Ucrânia que a Rússia reivindica e que Kiev rejeita ceder.
Por essa razão, diz a agência, estarão em Paris também representantes militares dos aliados e da Ucrânia, de modo a que os compromissos políticos estejam alinhados com as capacidades operacionais no terreno.
O gabinete do Presidente francês, Emmanuel Macron, que é o anfitrião desta cimeira, diz que já foi alcançado um primeiro acordo sobre os “detalhes operacionais das garantias de segurança” e que esses pormenores vão ser explicados no decurso da reunião desta terça-feira, na qual os líderes ocidentais vão também debater o apoio a dar à Ucrânia no futuro caso Moscovo não entre em negociações mais significativas.