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Histórico de atualizações
  • A lista completa dos 43 secretários de Estado

    Veja aqui a lista completa dos 43 secretários de Estado, mais dois do que no anterior Executivo.

    MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

    Secretária de Estado dos Assuntos Europeus
    Inês Domingos

    Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação
    Ana Isabel Xavier

    Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas
    Emídio Sousa

    MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

    Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento
    José Maria Brandão de Brito

    Secretária de Estado dos Assuntos Fiscais
    Cláudia Reis Duarte

    Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças
    João Silva Lopes

    Secretária de Estado da Administração Pública
    Marisa Garrido

    MINISTÉRIO DA PRESIDÊNCIA

    Secretário de Estado Adjunto da Presidência e Imigração
    Rui Armindo de Freitas

    Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
    Tiago Macieirinha

    Secretário de Estado da Presidência
    João Valle e Azevedo

    MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA COESÃO TERRITORIAL

    Secretário de Estado da Economia
    João Rui Ferreira

    Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional
    Hélder Reis

    Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território
    Silvério Regalado

    Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços
    Pedro Machado

    MINISTÉRIO DA REFORMA DO ESTADO

    Secretário de Estado para a Digitalização
    Bernardo Correia

    Secretário de Estado para a Simplificação
    Paulo Magro da Luz

    MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL

    Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
    Álvaro Castelo Branco

    Secretário de Estado Adjunto da Política da Defesa Nacional
    Nuno Pinheiro Torres

    MINISTÉRIO DAS INFRAESTRUTURAS E HABITAÇÃO

    Secretário de Estado das Infraestruturas
    Hugo Espírito Santos

    Secretária de Estado da Mobilidade
    Cristina Pinto Dias

    Secretária de Estado da Habitação
    Patrícia Machado dos Santos

    MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

    Secretário de Estado Adjunto e da Justiça
    Gonçalo Pires

    Secretária de Estado da Justiça
    Ana Luísa Machado

    MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA

    Secretário de Estado Adjunto da Administração Interna
    Paulo Simões Ribeiro

    Secretário de Estado da Administração Interna
    Telmo Correia

    Secretário de Estado da Proteção Civil
    Rui Rocha

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E INOVAÇÃO

    Secretário de Estado Adjunto e da Educação
    Alexandre Homem Cristo

    Secretária de Estado da Administração Escolar
    Maria Luísa Oliveira

    Secretária de Estado da Ciência e Inovação
    Helena Canhão

    Secretária de Estado do Ensino Superior
    Cláudia Sarrico

    MINISTÉRIO DA SAÚDE

    Secretária de Estado da Saúde
    Ana Povo

    Secretário de Estado da Gestão da Saúde
    Francisco Gonçalves

    MINISTÉRIO DO TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL

    Secretário de Estado da Segurança Social
    Susana Lima

    Secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão
    Clara Marques Mendes

    Secretário de Estado do Trabalho
    Adriano Rafael Moreira

    MINISTÉRIO DO AMBIENTE E ENERGIA

    Secretário de Estado do Ambiente
    João Manuel Esteves

    Secretário de Estado da Energia
    Jean Barroca

    MINISTÉRIO DA CULTURA, JUVENTUDE E DESPORTO

    Secretária de Estado Adjunta da Juventude e da Igualdade
    Carla Rodrigues

    Secretário de Estado da Cultura
    Alberto Santos

    Secretário de Estado do Desporto
    Pedro Dias

    MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E MAR

    Secretário de Estado das Pescas e do Mar
    Salvador Malheiro

    Secretário de Estado da Agricultura
    João Moura

    Secretário de Estado das Florestas
    Rui Ladeira

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    43 secretários de Estado do XXV Governo tomam posse no Palácio da Ajuda

  • Dez saídas. Cristina Vaz Tomé não resistiu na Saúde. Justiça muda tudo. Rangel recruta dentro do Governo

    São dez os secretários de Estado do primeiro governo de Luís Montenegro que não repetem a sua presença no elenco governativo.

    Dez saídas. Cristina Vaz Tomé não resistiu na Saúde. Justiça muda tudo. Rangel recruta dentro do Governo

  • Salvador Malheiro, diretor da Google Portugal e o estreante na saúde. As novidades nas secretarias de Estado

    Há 15 mexidas entre trocas de pasta e novidades e passam a existir 43 secretarias de Estado, mais duas do que no Governo anterior. Eis as novidades no Executivo.

    Salvador Malheiro, diretor da Google Portugal e o estreante na saúde. As novidades nas secretarias de Estado

  • Mariana Leitão defende revisão da Constituição — é um assunto "urgente"

    Para Mariana Leitão, a revisão constitucional é um assunto “urgente”, mais que não seja para levar avante as reformas propostas pelo governo da AD.

    Sobre a carta enviada pelo Chega para a revisão Constitucional, Mariana Leitão disse apenas que “cada partido pode propor uma”. E deixou no ar que os liberais vão avançar com uma, mesmo que Luís Montenegro tenha dito que não é “para já”.

    Em relação às eleições autárquicas, Marianas Leitão sinalizou que é um “processo em curso” e que estará fechado em breve.

  • Mariana Leitão considera que campanha eleitoral dos liberais "correu francamente bem" e elogia Rui Rocha

    A candidata à presidência da Iniciativa Liberal elogiou o trabalho de Rui Rocha enquanto presidente do partido. Sobre o resultado eleitoral, Mariana Leitão lembrou que “algumas das ideias” entraram no espaço público.

    Recusando que o resultado nas eleições legislativas sejam o “máximo” que a que o partido pode chegar, Mariana Leitão frisou que as ideias como o crescimento económico, os baixos impostos, as reformas do Estado entraram “definitivamente na agenda política” — e esse é fruto do trabalho dos liberais.

    Questionada sobre o baixo crescimento da IL face a outros partidos de direita, Mariana Leitão lembrou as “circunstâncias”. E recordou que há “certos partidos adversos à mudança” e outros que “prometem tudo”.

    “A campanha correu francamente bem”, salientou Mariana Leitão, acrescentando que os liberais “conseguiram falar para as pessoas” e transmitir as ideias do partido. “Umas melhores, outras com mais dificuldades”, reconheceu.

    Recusando colocar uma meta eleitoral, Mariana Leitão sublinhou que, desde a formação do partido, se teve a perceção de que o crescimento “seria gradual”. “Os meus objetivos consistem em conseguir inspirar as pessoas e fazer chegar as mensagens para o país ser muito melhor.”

  • Mariana Leitão retira candidatura à Presidência da República: "Serei mais útil a focar-me na luta da liderança da IL"

    Mariana Leitão, candidata à liderança da Iniciativa Liberal (IL), anunciou hoje que se vai retirar da corrida à Belém.

    Em entrevista à CNN Portugal, Mariana Leitão justificou com o “ciclo político” que se alterou. “Tomei a decisão para me dedicar com toda a energia e empenho na liderança da Iniciativa Liberal.”

    Mariana Leitão disse ter tido o “apoio das bases do partido”. “Acho que seria mais útil focar-me na luta pela liderança da Iniciativa Liberal”, reiterou.

  • Montenegro descobriu poço de petróleo?

    Que contabilidade criativa terá governo para antecipar meta de 2% de investimento em defesa já este ano? Reforma do Estado: PM sobe parada da responsabilização. Marcelo ainda não aceitou que vai sair.

    Ouça aqui E o Vencedor é…

    Montenegro descobriu poço de petróleo?

  • António José Seguro apresenta candidatura dia 15 de junho nas Caldas da Rainha

    António José Seguro assegurou que a sua candidatura vai defender os “valores que defende” — como a “liberdade, a igualdade de oportunidades e uma cultura política focada em resolver problemas das pessoas”.

    Além disso, António José Seguro divulgou que vai apresentar a candidatura no próximo dia 15 de junho, domingo, no Centro Cultural da Caldas da Rainha, onde “vive” e educou os seus filhos.

  • António José Seguro garante: "Tenho muita gente comigo dentro do PS"

    O candidato presidencial António José Seguro fez hoje o último comentário no espaço de comentário “Liberdade” transmitido pela CNN Portugal.

    O ex-secretário-geral socialista indicou que avançou com a candidatura, após ter falado com várias pessoas e ter reunido vários apoios. “Senti que havia um dever da minha parte, um dever cívico”, expôs António José Seguro.

    António José Seguro avançou como um “homem livre” e “sem amarras”: “Está é uma eleição em que as pessoas expressam a sua convicção, as suas ideias e a sua visão do país. Eu não tinha de esperar por ninguém”.

    Questionado sobre o apoio do PS à sua candidatura, António José Seguro garantiu que tem muitos socialistas consigo — e também simpatizantes doutros partidos.

    “O PS decidirá”, disse António José Seguro, recordando que o partido não está “numa situação fácil”. “O que posso dizer é que sinto que nos eleitores, nos militantes, nos autarcas, nos presidentes de câmara simpatia e a satisfação com a disponibilidade da minha candidatura”, garantiu.

    O ex-secretário-geral assinalou ainda que “tem recebido centenas de mensagens” de apoio — e “muito voto solto, muito voto livre”.

  • A tomada de posse do governo de Luís Montenegro em 50 fotografias

    Tomou posse hoje à tarde o primeiro-ministro e os ministros do XXV Governo Constitucional. Do elenco do ano passado apenas houve três alterações ministeriais. Veja as melhores imagens.

    A tomada de posse do governo de Luís Montenegro em 50 fotografias

  • Social-democrata Francisco Figueira é o novo porta-voz da conferência de líderes parlamentares

    O deputado social-democrata Francisco Figueira, que encabeçou a lista da AD — coligação PSD/CDS pelo círculo de Évora nas últimas eleições, vai ser o porta-voz da conferência de líderes parlamentares na presente Legislatura.

    Na terça-feira passada, na primeira sessão plenária da Assembleia da República da nova Legislatura, Francisco Figueira foi proposto pelo Grupo Parlamentar do PSD para o lugar de primeiro secretário na mesa da Assembleia da República. E logo na primeira votação conseguiu obter a maioria absoluta de votos (116 em 230) necessária para ser eleito. Como porta-voz da conferência de líderes, vai substituir Jorge Paulo Oliveira, social-democrata que nas eleições de 18 de maio passado não foi eleito deputado. Na anterior Legislatura, Francisco Figueira desempenhou as funções de chefe de gabinete do presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Hugo Soares, funções essas que agora cabem a Jorge Paulo Oliveira.

  • Nova ministra da Administração Interna admite não ter pasta fácil. "Vou estudar os dossiês"

    À saída, a ministra estreante Maria Lúcia Amaral foi a única governante a parar à porta do Palácio da Ajuda para prestar declarações.

    A nova responsável máxima pela Administração Interna disse que “esta não é uma pasta fácil”, mas, tando acabado de tomar posse, admitiu ainda não estar “em condições de responder ao que quer que seja”. “Vou estudar os dossiês”, rematou.

  • "Já está tudo tratado. Mais tarde saberão". Montenegro sobre nomeação de secretários de Estado

    Sobre os nomes de aqueles que amanhã vão tomar posse como secretários de Estado do novo Governo, o primeiro-ministro disse, à saída do Palácio da Ajuda, que “já está tudo tratado”. “Mais tarde saberão”, acrescentou, indiciando o anúncio dos nomes ainda para hoje.

  • IL ouviu "bandeiras liberais" no discurso de Montenegro mas quer que primeiro-ministro "passe das palavras aos atos"

    A vice-presidente da Iniciativa Liberal, Angélique da Teresa, afirmou aos jornalistas que o discurso de Luís Montenegro continha várias “bandeiras” defendidas pelo partido. No entanto, os liberais esperam “que não seja apenas uma mera propaganda e uma mera ação cosmética”.

    “Falou da criação de riqueza, falou de democracia, falou em reformar o estado. Portanto ficamos muito satisfeitos a ouvir estas bandeiras liberais”, disse a vice-presidente, que disse esperar agora que se “passe das palavras aos atos” e as ideias sejam “efetivamente” implementadas.

    “Porque Portugal precisa de virar para o século XXI e precisa de evoluir”, acrescentou Angélique da Teresa, que concluiu apelando a “uma reforma efetiva do estado” para “por o Estado a funcionar para que não falhamos na área que são de soberania”.

  • Isabel Mendes Lopes lamenta que Montenegro apenas queira falar com os grandes partidos sobre defesa

    Isabel Mendes Lopes diz que o valor anúncio do primeiro-ministro quanto à Defesa “depende se o investimento é produtivo” e “inovador”. A co-porta-voz do Livre lamenta que Luís Montenegro tenha assinalado querer apenas discutir o assunto com os maiores partidos da oposição. “Gostaríamos de participar na discussão”, afirma.

    A também líder parlamentar do Livre assinala que no discurso de Montenegro “não houve menção à habitação e saúde”, temas que considera centrais para o futuro do país.

  • Ventura dá o "benefício da dúvida" ao novo Governo e mostra-se disponível para reformas "a sério"

    O líder do Chega, André Ventura, disse que o seu partido ia dar “o benefício da dúvida” ao novo Governo hoje empossado.

    Reforçando que este é um executivo de “continuidade” e que há uma visão “com alguma desconfiança”, Ventura pede para a Montenegro para que “desta vez cumpra” e que faça reformas “por uma vez na vida”.

    “O lema agora é ‘trabalhar, trabalhar, trabalhar’. Se for esse o objetivo do PM, temos trabalho e caminho conjunto”, sublinhou, abrindo a porta para a participação do Chega nas mudanças.

    “O Chega nunca esteve fora de nenhuma reforma, se forem a sério. Se houver reformas a fazer na justiça contra a corrupção, cá estamos. Se houver reformas a fazer para limitar a imigração e controlá-la, cá estamos. Se houver reformas a fazer, como disse o primeiro-ministro hoje, para reduzir a burocracia e os impostos, cá estamos”, garantiu André Ventura.

    “Se não queremos ser os líderes do ‘bota-abaixo’ e da destruição devemos dizer: ‘Cá estaremos para ver, espero que cumpra aquilo que prometeu’”, disse ainda.

  • Núncio destaca 10º presença do CDS em governos e sexta vez em que é empossado um ministro da Defesa centrista

    Paulo Núncio destaca a recondução de “um Governo são e competente” e que o CDS participa no 10º Governo na história da democracia portuguesa, indicando também pela sexta vez um ministro da Defesa.

    O líder parlamentar dos centristas destaca a “prioridade da AD na reforma do Estado e o combate intransigente à burocracia”, referida no discurso do primeiro-ministro. Núncio também menciona os “desafios geopolíticos” que Portugal enfrenta e garante que o Governo “terá capacidade de diálogo com todos os partidos”.

  • Carlos César: "Concordamos com a prioridade que deve ser dada à reforma do Estado"

    Carlos César disse em reação ao discurso do primeiro-ministro para dizer que o PS concorda com a “prioridade que deve ser dada à reforma do Estado”.

    O outro aspeto que destaca do discurso de Montenegro é a o aumento do gasto em Defesa. O Presidente socialista diz que o primeiro-ministro diz que a questão foi colocada de forma ligeiramente diferente em relação à campanha eleitoral, mas admite que a realidade internacional também mudou.

    César propõe uma reanálise do assunto ao centro. “É fundamental que PS e PSD saibam reunir para dar uma resposta.”

  • Montenegro promete ter "coragem de execução" e afasta "querelas menores e polémicas palacianas"

    O primeiro-ministro diz concluir o discurso num “registo de portugalidade”, lembrando que em 2028 começarão as celebrações dos 900 anos da independência de Portugal, com a evocação da Batalha de São Mamede.

    “Ao longo desta história singular que nos moldou enquanto país e povo, Portugal e os portugueses superaram desafios extraordinários”, recorda. “Muitos questionam: como foi possível? Como é que poucos foram tão longe e fizeram tanto?”.

    Mais uma citação, agora do Padre António Vieira: “Todos os que na matéria de Portugal se governaram pelo discurso, erraram e se perderam.” Por isso, afasta “querelas menores e polémicas palacianas” neste segundo mandato e diz querer apostar na “visão, com capacidade de compromisso, com coragem de decisão e de execução”.

    “Para isso, convoco todos: dos partidos aos parceiros sociais, das autarquias às instituições sociais, das ordens profissionais a cada português”, acrescenta. “Vamos ao trabalho!”.

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