Histórico de atualizações
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    Vamos continuar a seguir, neste link, toda a atualidade política. Fique connosco!

  • Moção A confirma José Manuel Pureza como escolha para suceder a Mortágua no Bloco

    Miguel Cardina, da moção A, a moção mais forte no Bloco de Esquerda, confirmou que José Manuel Pureza foi o escolhido por este grupo para novo coordenador do partido. O membro da moção A diz estar “muito confiante na escolha de José Manuel Pureza”, que considera ser a “escolha necessária nestes tempos que o Bloco agora enfrenta”.

    Cardina diz, no entanto, que é preciso respeitar a “democracia interna” no Bloco de Esquerda e que “existem cinco moções”, que estão a fazer os “seus debates, a fazer as suas listas, a eleger os seus delegados”.

  • Marta Temido lamenta não haver "outra constelação de candidatos" e garante que não vai apoiar Seguro

    Na mesma entrevista à CNN, Marta Temido falou de Presidenciais para lamentar que António Sampaio da Nóvoa não tenha avançado. A eurodeputada e ex-ministra sente uma mágoa por sentir que o país está “num momento muito importante das nossas vidas coletivas”. E acrescenat: “Se ficarmos todos a medir as nossas probabilidades de sucesso, ficamos presos e amarrados.”

    Marta Temido diz mesmo que “gostava que pudesse ter havido uma outra constelação de candidatos.” Questionado sobre se vai apoiar António José Seguro, recusa-se a fazê-lo: “Não irei apoiar nenhum dos candidatos. Vou votar, mas publicamente não irei a apoiar nenhum dos candidatos.”

  • Marta Temido diz que demissão de Ana Paula Martins "não ajudaria em nada"

    A antiga ministra da Saúde, Marta Temido, recusa-se a pedir diretamente a demissão de Ana Paula Martins, embora seja muito crítica da gestão na Saúde do atual Governo.

    Em entrevista à CNN Portugal, Marta Temido diz que na sua “experiência como ministra da Saúde, os portugueses habituaram-se a confiar em mim. E, quando senti que confiança estava em causa, entendi dar um sinal. Com outros titulares a avaliação pode ser diferente”.

    Marta Temido manifesta “repúdio” pelas declarações de Ana Paula Martins sobre as grávidas que não têm telemóvel, pois diz ser uma desresponsabilização. Questionada diretamente se defende a demissão da ex-ministra da Saúde, é clara: “Não me parece que ajude nada.”

    Diz até que “se olhasse para trás”, podia ter ajudado mais se não tivesse pedido a demissão. Lembra, no entanto, que “todo o PSD, desde Montenegro e Pinto Luz, dizia: ‘já vai tarde’.” Porém, explica, o “momento é muito mais grave e perturbador do que é apenas essa avaliação.”

    Marta Temido diz que os ministros da saúde sucessores de outros “não são ineptos nem tolos”, daí que haja “vantagem em existir continuidade de políticas”. E lamenta a “decapitação de chefias intermédias” que este Governo levou a cabo.

  • Cotrim visa Gouveia e Melo ao dizer que não está preso a "organizações secretas" e promete enfrentar "poderosos dos media"

    João Cotrim Figueiredo assume-se como o “candidato da liberdade”, “um candidato livre” que não está “preso a lógicas partidárias, nem interesses instalados, nem a aparelhos, a cálculos eleitorais, nem a organizações discretas ou secretas”.

    “Eu não tenho medo”, diz Cotrim Figueiredo. O liberal diz não ter “medo de enfrentar os poderosos da economia e dos media, mesmo quando eles ameaçam retaliar”.

  • Cotrim atira a Ventura: "Não sou candidato para ganhar mais tempo de antena para berrar nas televisões"

    João Cotrim Figueiredo diz que aposta em “três C’s: “Cultura, Conhecimento e o Crescimento”. Sobre o crescimento, diz que “não é um capricho dos economistas”, já que permite “melhores salários” e permite “subir na vida a trabalhar”.

    Cotrim exige o “bom funcionamento dos serviços públicos” e destaca a Saúde, que “não funciona”. “O Estado tem de garantir de uma vez por todas que a Saúde Funciona”, atira. Repete exatamente o mesmo na Educação.

    Na habitação, Cotrim acusa o Estado de falhar, já que “não agiliza oferta nem com terrenos, nem licenciamentos, nem devolutos”. E por isso, exige, que “de uma vez por todas” que o Estado crie condições “para se construirem mais casas em Portugal”.

    João Cotrim Figueiredo compara-se agora aos outros candidatos e diz ser “o único candidato da esperança, inconformismo, da energia e do futuro”.

    Atira depois aos adversários. “Ser Presidente da República não é para mim prémio de carreira, já fiz melhor”, diz atirando a Seguro e Mendes. “Não é para ser comentador, que nunca fui”, diz visando Marques Mendes. “Não é para ganhar mais tempo de antena para berrar nas televisões”, diz para atingir Ventura. Para Cotrim, ser Presidente é “assumir o mais alto cargo na Nação, para servir Portugal, servir os portugueses.

  • Cotrim ataca as "narrativas preguiçosas" dos "comentadores do sistema"

    João Cotrim Figueiredo atira agora à comunicação social que não quer ver que pode ir à segunda volta, Cotrim diz que são “narrativas preguiçosas” e criticando 0s “comentadores do sistema”.

    E questiona: “Há alguma coisa melhor do que surpreender aqueles que estão a dormir na forma?”

  • Cotrim diz que vai "contrariar os tristes do costume" e que vai à "segunda volta"

    João Cotrim Figueiredo começa a dizer que “este caminho só acaba no Palácio de Belém”. Diz ainda que foi uma “maldade” José Miguel Júdice compará-lo a Isaac Nader, uma vez que não consegue “correr sequer 100 metros”. Diz, no entanto, que se a família não se importar, utilizará a ideia de que é o Isaac Nader.

    O candidato liberal diz que sabe que “parte atrás” e que “os tristes do costume vão dizer que não dá”, mas o que esses “tristes” dizem é o que lhe dá força para continuar. Daí que queira dizer com “toda a clareza: eu vou à segunda volta”.

  • Júdice diz que "está tudo em aberto" e acredita que Cotrim passa à segunda volta. "Cotrim é Isaac Nader desta campanha"

    José Miguel Júdice dirige-se depois aos que “não acreditam que Cotrim passa à segunda volta”.

    O mandatário diz que “está tudo em aberto”, dando como exemplo, o que aconteceu com Giscard d’Estagne, em França, e com Mário Soares nas presidenciais de 1986. “E Cotrim nem precisa de 25% com Soares, só de cerca de 20% para passar à segunda volta”.

    Lembra depois a vitória de Isaac Nader nos 1500 metros, contra todas as expectativas e compara-o a Cotrim: “Quando não acreditarem, quando desmotivarem, lembrem-se: ‘Cotrim é o Isaac Nader desta campanha presidencial”.

  • Júdice diz que apoia "Cotrim porque sim" atira aos que apoiam outros candidatos por "resignação" ou "perigosas ilusões"

    José Miguel Júdice diz que “Cotrim, ao contrário de outros, é apoiado porque sim, enquanto outros muitas vezes são apoiados porque não.”

    O mandatário do liberal diz que há quem apoie outros candidatos por “resignação ou perigosas ilusões”.

  • Júdice: "Cotrim é por mérito absoluto e relativo em comparação com outros candidatos o melhor Presidente"

    O mandatário de João Cotrim Figueiredo, José Miguel Júdice, começa por referir-se ao candidato como “o próximo Presidente da República”.

    José Miguel Júdice diz que quer por mérito absoluto, quer por “mérito relativo comparado com os outros candidatos”, João Cotrim Figueiredo é o que mais merece ser Presidente da República.

    Júdice diz que o Presidente tem de ter três características: “ser otimista sobre os portugueses, ambicioso para Portugal e nisso e para isso ter uma visão para Portugal”. Cotrim, mais uma vez, “por mérito relativo ou absoluto” é melhor candidato

  • Sophie Wilmès: "Precisamos de genuinidade e convicção para fazer as coisas acontecer"

    A vice-presidente do Parlamento Europeu, Sophie Wilmès, diz que conheceu João Cotrim Figueiredo há pouco mais de um ano quando iniciaram o atual mandato no Parlamento Europeu. A liberal diz que o “João causou muito boa impressão e muito rapidamente”.

    Apesar da “muita diversidade” que existe dentro do grupo dos liberais no Paralmento Europeu, Sophie Wilmès destacou os vários pontos em comum com Cotrim Figueiredo como “liberalizar a economia” ou “baixar os impostos sobre as nossas empresas”.

    Além disso, reconhece que o português é “dos poucos que se interessa pelos resultados, quando muitos estão acomodados ao status quo”.

    A vice-presidente do Parlamento Europeu diz ainda que ambos são de “países médios da UE” (“há quem diga que somos pequenos, mas nós combatemos essa ideia”) e que por isso, é preciso ter “genuidade e convicção para fazer as coisas acontecer.” Características que diz que Cotrim tem.

    Sophie Wilmès diz que Cotrim Figueiredo é também a pessoa certa para combater o “crescimento da extrema-direita”.

  • Cotrim apresenta-se como candidato a Belém no CCB

    Começa a apresentação de João Cotrim Figueiredo à Presidência da República, na sala Almada Negreiros, no CCB, em Lisboa. A primeira intervenção é de Sophie Wilmès, a primeira primeira-ministra da história da Bélgica e atual eurodeputada e vice-presidente do Parlamento Europeu.

    Segue-se o mandatário da candidatura, José Miguel Júdice, e depois o próprio candidato, João Cotrim Figueiredo.

  • Pedro Duarte anuncia que vai criar pelouro da Segurança e que será o responsável da pasta

    O vencedor das eleições autárquicas de outubro no Porto, Pedro Duarte, anunciou que depois de tomar posse vai criar um pelouro da Segurança e que será o responsável por essa pasta. “será o presidente da Câmara a ficar responsável por esse pelouro, precisamente porque nós queremos colocar este tema na primeira linha da nossa intervenção política”, disse em entrevista ao Jornal de Notícias.

    Pedro Duarte, que tem vindo a sublinhar que quer aumentar a presença de polícias na rua, explicou que ambiciona ter “mais 100 polícias municipais e que a PSP acompanhe este número”. “Julgo que é uma meta razoável e que vai mudar o paradigma daquilo que é, pelo menos, uma percepção de segurança na cidade. Porque a presença, a proximidade na rua com visibilidade da polícia é muito importante a este respeito”, apontou.

    Na entrevista Pedro Duarte disse ainda que está excluída a hipótese de atribuir pelouros à oposição. “Está fora de questão porque não me parece que o Partido Socialista tenha abertura ou vontade nesse sentido. Depois, porque, e aí todos compreenderão, eu não estou disponível para negociar aquilo que é o meu projeto para a cidade”, sublinhou.

    “Com o Chega, por outras razões, e essas foram anunciadas durante a campanha, também não parece que seja viável um acordo”, acrescentou, apesar de não impor linhas vermelhas. “Para este tipo de acordo de governação, sim. Agora, isso não quer dizer, e que fique claro, que eu não respeito, do ponto de vista democrático, na íntegra, aquilo que é um eleito, um vereador que foi eleito nas listas do Chega. Ele merece não só do ponto de vista pessoal, mas do ponto de vista democrático, toda a consideração e, portanto, se vierem boas ideias do Chega, elas serão acolhidas, certamente. Não é por virem do Chega que vamos rejeitar uma boa ideia, não é?”, afirmou.

  • Excedente em 2026 depende de "escolha" do parlamento, diz Miranda Sarmento. Aumentar pensões seria "enorme irresponsabilidade"

    O ministro das Finanças volta a reforçar que o Governo “tudo fará” para manter o excedente em 2026 e avisa que aumentar as pensões seria uma “enorme responsabilidade”.

    Excedente em 2026 depende de “escolha” do parlamento, diz Miranda Sarmento. Aumentar pensões seria “enorme irresponsabilidade”

  • PR defende "maior consenso possível" em matérias como a Lei da Nacionalidade

    O Presidente da República defende que em matérias como a Lei da Nacionalidade deve haver o maior consenso possível, assim como na saúde, na educação, na habitação e na justiça, para que haja estabilidade de políticas.

    Marcelo Rebelo de Sousa falava à agência Lusa num hotel na província de Gizé, nos arredores da cidade do Cairo, depois de ter participado na cerimónia de inauguração do Grande Museu Egípcio, a convite do Presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi.

    Interrogado se lamenta que o PS tenha ficado fora da recente revisão da Lei da Nacionalidade, que foi aprovada no parlamento por PSD, Chega, IL, CDS-PP e JPP, e que há de chegar em breve ao Palácio de Belém, o chefe de Estado enquadrou essa legislação num conjunto de “matérias que são muito transversais”.

    “Nessas matérias, eu acho que quanto maior for o consenso a nível parlamentar, melhor. Porquê? Por uma razão muito simples: porque não há o risco de, quando muda o Governo, poder mudar a política e passar-se de política em política. Não há vantagem nisso. Há vantagem numa certa estabilidade”, defendeu.

    Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, o mesmo se aplica à saúde, à educação, à habitação e à justiça. “Na justiça, já tenho defendido isso muito. Se puder, ainda talvez fale nisso oportunamente”, referiu.

    “Ora, outras matérias onde é importante esse consenso é precisamente as que dizem a respeito a aspetos fundamentais do estatuto jurídico das pessoas, portugueses, estrangeiros. Enfim, de uma maneira geral tudo isso faz sentido ser o mais consensual possível”, acrescentou.

    O Presidente da República comentou que “isso depende da opção dos governos e da opção dos parlamentos” e que “há momentos em que é mais fácil, há momentos em que é mais difícil”.

  • Cotrim Figueiredo em livro: a vida interna que lhe levou "anos de vida", o acerto de contas com Carla Castro e a decisão da saída

    Cotrim recorda os tempos em que decidiu “ajudar a mudar alguma coisa” e entrar num partido. Conta no livro o convite de Guimarães Pinto, a “desavença” com Carla Castro até a campanha personalizada.

    Cotrim Figueiredo em livro: a vida interna que lhe levou “anos de vida”, o acerto de contas com Carla Castro e a decisão da saída

  • Bom dia. Abrimos este liveblog para acompanhar a atualidade política deste domingo, que ficará marcado pela apresentação da candidatura presidencial de João Cotrim de Figueiredo. Neste outro artigo em direto pode ver tudo o que se passou ontem. Obrigada por nos acompanhar.

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