Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui. Vamos continuar a acompanhar a atualidade política neste outro artigo em direto. Obrigada por nos ter acompanhado.

  • "Porque berra tanto?" André Ventura abandona entrevista na CNN após aparte de Pedro Costa

    André Ventura participou este sábado no programa da CNN Portugal “Verdade ou Consequência”, em que respondeu às perguntas do pivô, André Carvalho Ramos, e dos dois comentadores do espaço, Francisco Rodrigues dos Santos e Pedro Costa.

    O candidato presidencial foi-se queixando ao longo da entrevista que as perguntas eram “parciais”e “persecutórias”. Além disso, acusou os três entrevistadores de terem interesses escondidos, como é exemplo o facto de Francisco Rodrigues dos Santos ser apoiante de Gouveia e Melo e Pedro Costa ter uma “ligação familiar” ao PS, uma vez que é filho de António Costa.

    Depois de ter contestado o tom e registo da entrevista (chegou a dizer “isto não é uma entrevista, é uma perseguição”), André Ventura acabou por abandonar o estúdio de forma abrupta já na parte final do programa.

    A gota de água foi quando chegou à parte das perguntas dos telespectadores da CNN nas redes sociais. No ecrã apareceu a seguinte pergunta: “Se sempre disse que queria ser primeiro-ministro, porque se está a candidatar a Presidente?”.

    Ventura reclamou de imediato: “Aconteceu esta coisa engraçada que, depois de me terem feito este tempo todo esta pergunta, calhou esta. Não calhou mais nenhuma? Foi só esta?” O moderador disse: “Podemos ver a seguir todas as perguntas”. Já Pedro Costa, a sorrir, disse: “Se fosse eu a escolher, tinha escolhido outra: “Porque berra tanto?, que era outra das perguntas.”

    André Ventura levou de imediato a mão à lapela para retirar o microfone, enquanto dizia: “Porque berra tanto? Desculpe lá, estas perguntas, desculpe lá, para mim acabou”.

    Levantou-se e, antes de sair do estúdio, atirou: “Agradeço-vos muito, mas para estes ataques assim não estou disponível”.

  • Durão Barroso declara apoio a Marques Mendes. Destaca moderação do candidato "competente e leal"

    O ex-primeiro ministro e antigo presidente da Comissão Europeia Durão Barroso declarou este sábado apoio à candidatura de Luís Marques Mendes à Presidência da República.

    “Foi meu ministro, competente e leal e isso é que é muito importante. Sabemos que é alguém com experiência, alguém que tem sabedoria política, que sabe procurar equilíbrios, fazer consensos”, afirmou em declarações à RTP. Durão Barroso destacou ainda a moderação do candidato para uma função que deve ser “congregadora”: “Não nos reserva surpresas nem tendências para extremismos”.

    O antigo primeiro-ministro defendeu que o cargo de Presidente deve ser ocupado por alguém com historial na política. “Para se ser Presidente da República convém pelo menos ter passado pelo Governo, ter estado, como esteve o dr. Marques Mendes, a liderar um partido político, conhecer o Parlamento, conhecer as forças políticas”, apontou.

    “Os portugueses não não querem extremismos, sobretudo não na Presidência da República, e também não querem alguém que seja um salto no escuro”, acrescentou.

  • Rui Rio: "Não estaria bom do meu juízo se votasse em Marques Mendes"

    Mandatário de Gouveia e Melo acusou Marques Mendes de incoerência ao defender agora pactos de regime. Desvalorizou maçons, passado de Luís Bernardo com Sócrates e almoço entre o almirante e Ventura.

    Rui Rio: “Não estaria bom do meu juízo se votasse em Marques Mendes”

  • Jorge Pinto propõe um “pacto republicano” e afirma: “Este não é o funeral da República”

    Jorge Pinto propõe um pacto republicano, onde aborda áreas como a Saúde e a Habitação. O candidato apoiado pelo Livre deixa ainda uma promessa: “Esta será uma campanha alegre, de sorriso na cara. E sê-lo-á porque este não é o funeral da República. Nós não deixaremos que este seja o funeral da República. Por isso faremos a campanha de forma confiante e sorridente. Porque o futuro será o que dele fizermos.”

  • Jorge Pinto diz que dissolve a AR se a direita e a extrema-direita fizerem revisão da Constituição

    Jorge Pinto diz que o Presidente da República “tem de ser uma figura para quem os portugueses olhem e percebam que pode, caso a isso seja levado, tomar decisões firmes que garantam essa estabilidade.” O candidato apoiado pelo Livre diz que todos “sabem bem a fragilidade do “não é não” e de outras promessas que, a qualquer momento, se podem romper.” Daí que defenda que o Presidente da República para os próximos anos tenha de ser alguém “absolutamente claro naquilo que defende e naquilo que fará se confrontando com situações que possam colocar em risco a estabilidade democrática do nosso país.”

    O candidato do Livre diz que deixa um “compromisso claro: se houver a tentação da direita e da extrema direita de avançarem com um revisão drástica da Constituição, sem que isso tenha sido tema de debate ou tema durante a campanha eleitoral, eu, enquanto Presidente da República, voltarei a chamar os portugueses às urnas e para que digam se estão ou não dispostos a aceitar essa revisão.” O candidato apoiado pelo Livre diz que “é também essa a função de um Presidente da República: ser um contrapeso democrático que assegure a estabilidade do Regime perante quem o queira atacar. Também para isso, contem comigo.”

  • “Venho para esta campanha para ser eu quem marca a agenda”

    Em crescendo de confiança, Jorge Pinto diz que a candidatura “vai ser menos do mesmo” porque está “farto, farto, farto de andar a reboque de discussões que interessam pouco aos portugueses. Com franqueza, já não há paciência. Não vou contribuir para isso. Avanço para esta campanha para deixar de ser obrigado a acompanhar a agenda dos outros. Vou à luta para ser eu quem marca a agenda.”

  • Candidato do Livre é "orgulhosamente de esquerda" e diz que “fazia falta” uma candidatura “feminista”, “anti-racista”, da decência

    Jorge Pinto diz que “sabia que entraria em jogo com a carruagem já em andamento, que seria o menos conhecido dos candidatos e que teria de provar que esta candidatura faz sentido e que acrescenta.” Sabia que iam colocar questões como: ”O que teria, afinal, de novo e distintivo para trazer a debate?” E respondeu a si próprio que esta era “uma candidatura que fazia falta”. E que será “uma candidatura da esquerda democrática, ecologista, europeísta, regionalista e globalista; uma candidatura feminista, anti-racista, defensora intransigente dos Direitos Humanos, da dignidade e da decência.”

    O candidato do Livre diz que é “orgulhosamente de esquerda”, até porque “a esquerda não é uma gaveta, mas sim uma janela. Uma janela que nos abre ao mundo, da qual vemos o mundo e a partir de onde falamos com todas as pessoas.” Também se assume “convictamente europeísta”, uma vez que “é preciso quem à esquerda tenha uma visão crítica mas construtiva daquilo que deve ser o papel de Portugal na União Europeia e o papel da União Europeia no Mundo.”

  • Jorge Pinto diz que “o ideal” era haver um candidato “extra-partidário” que “agregasse as esquerdas”

    Depois de dizer que também se candidatava pela avó Carmo, Jorge Pinto lembrou que estava ao lado da sua “companheira” e do seu filho que, regista, “crescerá num país e num mundo que muda a ritmo acelerado.” E cita Hannah Arendt: “É a força do nascimento que nos permite reinventar o mundo. Agimos porque nascemos, não porque sabemos que a morte é insuperável.”

    Jorge Pinto diz que esta é “uma candidatura para todas as gerações”, para que “os mais velhos sejam reconhecidos e valorizados por tudo aquilo que fizeram pelo nosso país; uma candidatura pelos trabalhadores e trabalhadoras, pela dignidade do seu trabalho e pelo seu direito ao tempo; uma candidatura pelos jovens, para que os seus sonhos possam ser 3 realidade; uma candidatura pelos mais novos, pelo seu direito a viver em paz e segurança.”

    No discurso, Jorge Pinto confessa que duvidou “sobre o caminho a seguir” e que “houve momentos” em que se sentiu “como o Pobre Tolo de Teixeira de Pascoaes, parado no meio da ponte, sem saber para que lado andar.” Isto depois de lembrar que o próprio Teixeira de Pascoaes era de Amarante. Jorge Pinto reitera que “o ideal nestas eleições presidenciais teria sido a existência de uma candidatura extra-partidária, que agregasse as esquerdas e pudesse recuperar, ao fim de duas décadas, a Presidência da República. Essa candidatura, infelizmente, não surgiu, e outros candidatos, também à esquerda, foram surgindo. Tendo esperado até à 25ª hora, mesmo até à 25ª hora, estava perante uma decisão difícil: ir a jogo ou não”.

  • Jorge Pinto lança candidutra em Amarante e diz que se candidata pela avó Micas, de 99 anos

    Jorge Pinto, o candidato apoiado pelo Livre, começa o discurso a justificar o porquê de o fazer na sua terra, em Amarante. E começa por falar da família, contando que almoçou com os familiares para “celebrar os 99 anos da avó Micas”. “A minha avó nasceu poucos meses após o golpe de estado de 28 de maio de 1926 e só 48 anos depois, só quando tinha 48 anos de idade, pôde, finalmente, viver em Liberdade. Praticamente metade de uma longa vida vivida sob o medo, sob a limitação, sob o sacrifício. Uma longa vida em que criou nove filhos e onde nunca virou a cara ou baixou os braços perante nenhum desafio”, acrescentou.

    O candidato apoiado pelo Livre diz que é pela avó Micas que se candidata “para que ninguém tenha de esperar 48 anos para, finalmente, ser livre. Para que ninguém, nunca mais, tenha de viver novamente uma longa ditadura.”

  • Marques Mendes lamenta que emigrantes sejam tratados como “portugueses de segunda”

    O candidato presidencial Marques Mendes lamentou hoje que os emigrantes continuem a ser tratados como “portugueses de segunda” e acusou os partidos políticos de terem “medo do voto eletrónico”.

    Durante uma visita a Londres, o candidato qualificou de “injustamente redutor” o sistema de voto dos portugueses residentes no estrangeiro, que exige que o voto seja presencial nas eleições presidenciais e não permita o voto postal, como acontece nas legislativas.

    O resultado é o que chamou de “eleições de primeira e de segunda categoria” e disse que “os partidos são os responsáveis por esta situação, da direita à esquerda”.

    Em pré-campanha eleitoral, Marques Mendes revelou, em declarações aos jornalistas, o de desejo de introduzir “presidências abertas” no estrangeiro, caso seja eleito, para “ajudar a pôr um ponto final nesta matéria”.

    “Acho que um Presidente da República existe para ser firme, junto dos partidos, para corrigirem aquilo que está errado. Eu tenciono ter uma voz firme a dizer aos partidos, a todos eles, da direita à esquerda, o seguinte: os portugueses no estrangeiro não são portugueses de segunda”, afirmou aos jornalistas.

  • Catarina Martins critica Estado que falha “ao sabor de apetites gananciosos”

    A candidata presidencial Catarina Martins alertou hoje que o Estado está a falhar em áreas como a saúde, a educação ou a habitação, criticando políticas “contraditórias, ineficientes” e “ao sabor de apetites gananciosos”.

    “O Estado está a falhar-nos. Falha na habitação, na saúde, na educação. Falha nos cuidados, apesar do esforço monumental de quem cuida da saúde e da educação. As políticas são contraditórias, são ineficientes, estão demasiadas vezes ao sabor de apetites gananciosos. O Estado falha e não pode falhar”, alertou Catarina Martins.

    A antiga coordenadora do Bloco de Esquerda falava durante a apresentação da sua candidatura em Lisboa — depois da primeira ter decorrido no Porto, de onde é natural — num evento que contou com a participação dos fundadores Francisco Louçã, Luís Fazenda e Fernando Rosas, além de dirigentes como Fabian Figueiredo ou Jorge Costa, mas não da coordenadora bloquista, Mariana Mortágua.

    Na ótica da eurodeputada “políticas consistentes são garantia de que as condições mais importantes da vida são partilhadas, são democráticas” e respondem às necessidades.

    “Não quero continuar a ver urgências fechadas, grandes listas de espera, alunos sem aulas. O nosso país tem gente e sabedoria para resolver todas essas questões e isso sim é o regime da democracia que nos vai orgulhar”, defendeu.

  • Livre oficializa apoio a deputado Jorge Pinto para as presidenciais

    O Livre oficializou este sábado o apoio à candidatura presidencial do deputado Jorge Pinto, depois de uma consulta interna não vinculativa na qual o dirigente obteve 67% dos votos de militantes.

    De acordo com fonte oficial do partido, a decisão foi aprovada na Assembleia do Livre — órgão máximo entre congressos — na noite de sexta-feira, com apenas uma abstenção.

    Em comunicado, o Livre salienta que esta decisão foi tomada “após a consulta mais participada de sempre entre membros e apoiantes” do partido, na qual mais de dois terços dos votantes manifestaram apoio à candidatura de Jorge Pinto, enquanto 17,6% preferiam António José Seguro.

    Para o partido liderado por Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes, “a área política da esquerda deve ser reforçada nestas eleições presidenciais” e, “dado o impacto das candidaturas da extrema-direita e centro-direita, é urgente apoiar uma candidatura que viabilize um debate à esquerda”.

    “Entendemos igualmente que as candidaturas apresentadas até ao momento e identificadas como do campo da esquerda não representam a área política do Livre: progressista, ecologista e europeísta”, sustenta o partido, depois de à esquerda terem avançado nomes como António José Seguro, Catarina Martins ou António Filipe.

    O Livre argumenta que Jorge Pinto “tem provas dadas na representação dos valores e ideais do Livre” e a sua candidatura “permitirá ao espaço político representado pelo partido e a todas as pessoas que têm confiado nele, ter uma intervenção direta no debate presidencial, dando voz à nossa visão para uma presidência da república progressista e humanista”.

    Jorge Pinto, 38 anos, apresenta hoje à tarde a sua candidatura em Amarante, no Porto, concelho de onde é natural.

  • Seguro quer ser "menos presidente nos telejornais mas mais presidente a fazer aquilo que deve". Dissoluções só “em último recurso”

    António José Seguro diz que, caso seja eleito, quer ser um Presidente que esteja “menos nos telejornais” e garante que dissolver o parlamento só “em último recurso”.

    Seguro quer ser “menos presidente nos telejornais mas mais presidente a fazer aquilo que deve”. Dissoluções só “em último recurso”

  • Marcelo chega hoje ao Cairo para a inauguração do Grande Museu Egípcio

    Marcelo Rebelo de Sousa chega este sábado ao Cairo para participar na inauguração do Grande Museu Egípcio, a convite do Presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi.

    O megaprojeto, localizado junto às Pirâmides de Gizé, nos arredores da cidade do Cairo, considerado o maior museu arqueológico do mundo dedicado a uma civilização, vai ser inaugurado hoje, após cerca de duas décadas de construção, em dia declarado feriado.

    São esperadas na inauguração dezenas de líderes e dignitários estrangeiros, entre os quais os reis de Espanha e da Bélgica, os presidentes da Alemanha, de Portugal, da Croácia, da Sérvia, da Colômbia e da Palestina e os primeiros-ministros da Hungria, Grécia e Países Baixos, segundo informação da presidência do Egito.

    Constam também da lista de convidados, entre outros, os presidentes do Sudão e da República Democrática do Congo, os primeiros-ministros da Grécia, da Bélgica, do Luxemburgo e do Uganda, o príncipe do Mónaco, o grão-duque do Luxemburgo e as rainhas da Jordânia e da Dinamarca.

  • Pedro Mota Soares declara apoio a Marques Mendes nas presidenciais

    Pedro Mota Soares, antigo ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e militante do CDS, vai apoiar a candidatura presidencial de Luís Marques Mendes. Numa nota enviada este sábado aos jornalistas, Marques Mendes adianta que Mota Soares aceitou ainda integrar a sua a Comissão de Honra.

    “No seu percurso político, como deputado, líder parlamentar do CDS e Ministro, Pedro Mota Soares mostrou ser um político inteligente, preparado e com especial sensibilidade para as questões sociais. É um privilégio poder contar com a sua amizade. Fico muito grato com o seu apoio à minha candidatura a Presidente da República”, acrescenta a nota.

    O apoio público do antigo ministro do CDS a Marques Mendes surge na semana em que foi conhecido que Paulo Portas não mostrou disponibilidade para avançar com uma candidatura, como era vontade dos centristas.

    Sem Portas, CDS inclina-se para apoio pragmático a Marques Mendes

  • Bom dia. Abrimos este liveblog para acompanhar a atualidade política deste sábado. Pode ler neste artigo em direto o que se passou ontem. Obrigada por nos acompanhar.

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