Histórico de atualizações
  • Marques Mendes, conselheiro de Estado, em Lagos. Gouveia e Melo, ex-CEMA, em Lisboa

    Chega agora à cerimónia o conselheiro de Estado e candidato presidencial Marques Mendes. Ao mesmo tempo entravam no espaço das comemorações o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, e o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes.

    Pouco depois chegou o ministro da Defesa, Nuno Melo.

    Já o antigo Chefe do Estado-Maior da Armada, Gouveia e Melo, vai participar num outro evento, ao meio-dia (uma cerimónia de homenagem aos Combatentes em Lisboa) quando ainda decorre a cerimónia do 10 de Junho em Lagos.

  • Encerramos aqui este liveblog, mas poderá acontecer as cerimónias do 10 de junho no novo liveblog que abrimos para acompanhar a atualidade política nesta terça-feira.

    Marcelo faz o seu último discurso no Dia de Portugal

    Obrigada por ter estado connosco.

  • Primeiro-ministro deverá visitar a China em setembro com passagem por Macau

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afastou hoje um regresso seu a Macau, mas anunciou que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, deverá passar por essa Região Administrativa Especial durante uma visita à China, em setembro.

    O chefe de Estado falava aos jornalistas em Lagos, no distrito de Faro, onde chegou hoje para as celebrações do 10 de Junho, que segundo o programa original iriam prosseguir em Macau, deslocação que foi entretanto cancelada.

    “Estava previsto para Macau. Mas não se podia ir a Macau porque temos que estar dia 12 [de junho] a comemorar a entrada na Europa. Como é que íamos a Macau? Enfim, era impossível”, justificou o Presidente da República.

    Interrogado se ainda irá a Macau neste seu segundo e último mandato presidencial, que terminará em 9 de março do próximo ano, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu: “Não. Vai o senhor primeiro-ministro, se puder, mas lá mais para diante, em setembro”.

  • Frente Comum critica criação do Ministério da Reforma do Estado

    A Frente Comum criticou hoje a criação do Ministério da Reforma do Estado, antecipando que “a orientação não será a de defender e dignificar os serviços públicos”.

    Em comunicado, a Frente Comum manifesta a sua preocupação com “a criação de um novo ministério – o da Reforma do Estado”, o qual considera que “já se pronuncia que a orientação não será a de defender e dignificar os serviços públicos e as funções sociais do Estado”.

    A federação liderada por Sebastião Santana diz-se ainda preocupada com “a necessidade de alterar as políticas que têm promovido a desvalorização do trabalho público e a degradação dos serviços públicos”, reafirmando que vai mobilizar os trabalhadores “para a luta por melhores condições de vida e de trabalho”.

  • Montenegro destaca que Portugal foi primeiro país a suspender a mineração em mar profundo

    À margem da Conferência dos Oceanos em Nice, o primeiro-ministro sublinhou que Portugal foi o primeiro país com uma moratória a proibir a mineração em mar profundo. Luís Montenegro explica que a suspensão desse tipo de atividades dará ao país mais “conhecimento científico mais aprofundado”.

    Montenegro comprometeu-se ainda com a tentativa de “acelerar o cumprimento das metas” para a proteção ambiental, acrescentando que a condição para essa antecipação é “que tudo seja feito com equilíbrio, diálogo e com a adesão de todos os interessados”.

  • Na Conferência dos Oceanos da ONU, Montenegro diz "é tempo de transformar ciência em ação" para a proteção ambiental

    Luís Montenegro discursou esta tarde, na Conferência dos Oceanos em Nice, onde afirmou que “é tempo de transformar ciência em ação”, considerando que o conhecimento científico em que Portugal aposta é “o alicerce das decisões políticas” para proteção ambiental”.

    O primeiro-ministro listou algumas decisões recentes do Governo português na área da proteção ambiental, nomeadamente aprovação do plano de ação de lixo marinho, o investimento na observação oceânica e a liderança da aplicação da zona de controlo de emissões de embarcações no Atlântico nordeste.

    “O oceano não pode esperar, a humanidade não pode esperar. É tempo de agir”, concluiu.

  • José Luís Carneiro: "Economia precisa de um choque de competitividade"

    José Luís Carneiro disse numa visita à Universidade do Minho que “a economia [portuguesa] precisa de um choque de competitividade” algo que acredita que só acontecerá com “um choque de tecnologia”. O candidato à liderança do PS afirmou que o investimento em ciência e em inovação deve culminar numa “transferência do conhecimento para o tecido produtivo” nacional.

    Foi nesse sentido que visitou a Universidade do Minho, onde pode ser informado sobre como os centros de investigação académica estabelecem uma a relação com “algumas das maiores empresas do país”. Essa ligação pode criar riqueza e contribuir para “remunerar melhor os profissionais do setor científico”, disse.

    Carneiro afirmou que o conhecimento produzido na Universidade do Minho “pode ser aplicado em várias áreas do Estado”, dando o exemplo dos setores da energia e das comunicações.

    Questionado diretamente sobre o SIRESP e as suas fragilidades, o antigo governante assumiu, de modo genérico, que o conhecimento científico produzido pode também dar “maior resiliência às nossas infraestruturas críticas”. Sobre o apagão de 28 de abril, Carneiro afirmou julgar que “nos próximos tempos haverá informações sobre o assunto”.

  • Marcelo sobre sucessor: “Portugueses têm de escolher se querem gastronomia forte ou gastronomia mais suave"

    Marcelo Rebelo de Sousa não quis comentar a sua sucessão, mas acabou por fazê-lo quando questionado sobre como seria o 10 de junho do próximo Presidente. Enquanto apontou para bolas de atum, atirou: “Os portugueses têm de escolher entre gente com gastronomia forte ou gastronomia mais suave”.

  • Marcelo define-se como o “polivalente” e lembra episódio de Cavaco com o bolo-rei

    Marcelo faz uma sessão de degustação numa exposição padeira do exército. “Há 20 anos não se comia em frente às câmara. Criticou-se um Presidente [Cavaco Silva] injustamente, que até tinha bom gosto, que era bolo-rei. Com este [o próprio Marcelo], tornou-se um hábito presidencial”.

    Evoluindo para a análise de todos os Presidentes, Marcelo diz que “teve de ser polivalente, com os incêndios e a pandemia”.

  • Marcelo diz que contas feitas de outra forma ajudam Portugal a chegar aos 2% do investimento em Defesa

    Marcelo diz que “não é preciso orçamento retificativo” para gastar 2% do PIB em Defesa, uma vez que Portugal é “prejudicado” pela forma como faz as contas dos gastos em Defesa. Assim, basta contabilizar de outra forma, que o País consegue atingir esse valor. Mesmo que haja mais investimento, o Presidente garante que há margem para acomodar no atual Orçamento. “Coisa diferente é quando for os tais 3,5% do PIB”, admite Marcelo.

    JOAO PORFIRIO/OBSERVADOR

  • Marcelo não toma partido na guerra Montenegro-Centeno: “Os dois têm razão”

    Sobre a guerra de declarações Montenegro-Centeno, Marcelo diz que “os dois têm razão” é que “estão a falar de coisas diferentes.” O governador do Banco de Portugal, diz o Presidente, “tem razão, quando diz que o que se passa no mundo, de imprevisão, depois diz que se reflete na economia portuguesa. No primeiro trimestre refletiu-se, porque as pessoas poupam mais e investem menos. Se há tarifas ou não, isso são dúvidas que retraem o investimento.”

    Já o primeiro-ministro tem o dever de puxar pela economia e acreditar em perspetivas mais otimistas.

  • Marcelo elogia aposta do novo governo na digitalização do Estado e a ligação da economia à coesão — até porque “PRR está a patinar”

    Marcelo Rebelo de Sousa, que fala pela primeira vez sobre a nova composição do Governo, elogia o novo ministério da Reforma do Estado, lembrando o problema de excesso de burocracia e dando o exemplo de que “há ministérios que têm dezenas, se não centenas de sistemas de digitalização diferentes com contratos diferentes isto não pode ser […] em termos de economia de custos e de coordenação”, até porque aumenta os custos económicos e reduz a eficiência.

    E, em vez de destacar o ministro, opta por destacar o papel que pode ter o secretário de Estado Bernardo Correia: “É fundamental a entrada de um especialista da Google”.

    A propósito da junção das pastas da Economia à Coesão, Marcelo acredita que também pode ser útil para conseguir aproveitar os fundos comunitários a favor da pujança económica e evitar não aproveitamento de fundos. “O PRR está a patinar em muitos casos, a demorar muito tempo, porque é uma burocracia tal que nós, em vez de estarmos a gastar por semana 200 milhões de euros no terreno, estamos em 100, 60, 80, 70. Isto, ao fim de anos, significa muito por gastar.

  • Marcelo deu boleia a Montenegro de Falcon até Nice, o que o fez dormir menos. “Saiu-me do lombo”, comentou

    Marcelo confirma que dormiu pouco para conseguir estar nas comemorações do 10 de junho em Lagos.
    Ainda para mais, confessa, deu boleia de Falcon ao primeiro-ministro até Nice. É altamente desaconselhado — embora a lei não o proíba — o chefe de Estado e o chefe de Governo viajarem no mesmo avião. Antes que fosse notícia, Marcelo antecipou-se e contou ele o sucedido — que aliás já tinha acontecido quando ele e Costa viajaram de helicóptero. Admitiu que dar boleia a Montenegro lhe roubou horas de descanso: “Saiu-me do lombo”.

  • Marcelo conta a “festa rija” no balneário onde a nova ministra do Desporto “não entrou”

    O Presidente da República revelou, durante a vista à exposição das Forças Armadas, que foi ao balneário ter com os jogadores da seleção. “A senhora ministra não entrou porque os jogadores estavam [semi-despidos] nos balneários”, comentou.

    Marcelo diz que lembrou aos jogadores as conquistas “nas outras finais” de 2016 e 2019, uma vez que “já são poucos” os que viveram isso.

    Diz que assistiu a “festa rija” e garante: “Nunca vi a seleção tão feliz”. Marcelo abordou o facto de a seleção portuguesa ter juntado jogadores mais velhos e mais novos, ao invés dos espanhóis que “são apenas novos e mandaram embora os mais velhos”.

  • Marcelo participa na primeira cerimónia do penúltimo dia de comemorações do 10 de junho

    Marcelo Rebelo de Sousa chega agora à Praça Infante Dom Henrique para assistir ao hastear da bandeira. Logo de seguida, o Presidente da República visita a exposição que as Forças Armadas têm sempre nas localidades que acolhem as comemorações do 10 de junho, neste caso Lagos.

  • PS/Açores defende que sistema político da região tem de se reinventar

    O deputado do PS nos Açores Marco Martins defendeu hoje que o sistema político regional tem de se reinventar e que a política tem de ser um compromisso com o bem comum e a escuta ativa.

    “Defendemos que o nosso sistema político tem de se reinventar, que nós próprios, agentes e decisores políticos, temos de nos reinventar. A política não pode ser um exercício de distância ou de cálculo. Tem de ser um espaço de serviço público genuíno, de compromisso com o bem comum e de escuta ativa”, afirmou o deputado socialista, na sessão solene do Dia dos Açores, na Praia da Vitória.

    Marco Martins vincou que o PS não abdicará da sua “capacidade de apresentar propostas em diversas e distintas áreas da governação”, nem desistirá de “procurar e propor consensos, apelando ao diálogo com todos os partidos e Governo Regional”.

    “Os políticos, todos, sem exceção, têm o dever de falar verdade, de ouvir, de respeitar as diferenças, de encontrar no diálogo a base de um entendimento possível e desejável”, apontou.

    “A divergência ideológica não pode ser pretexto para a desconsideração pessoal ou para a erosão das instituições”, acrescentou.

    O deputado socialista defendeu que a autonomia é “uma construção inacabada” e que exige “renovação, participação e compromisso contínuo”.

    “Não se esgota em diplomas ou decretos: cumpre-se todos os dias, quando há justiça social, oportunidades reais e dignidade para todos”, sublinhou.

  • CDS-PP/Açores afirma que deputados têm obrigação de dignificar a autonomia

    O deputado do CDS-PP nos Açores Pedro Pinto disse hoje que a autonomia não deve ser apenas celebrada, mas cumprida, acrescentando que os deputados têm obrigação de a defender e dignificar.

    “A Autonomia não se esgota nesta celebração, nem neste dia. Deve ser vivida todos os dias, nas escolas, nas empresas, nas famílias, nos serviços públicos. E cabe-nos a nós, enquanto representantes eleitos, a obrigação de a respeitar, de a defender e, sobretudo, de a dignificar”, afirmou, na sessão solene do Dia dos Açores, na Praia da Vitória.

    O deputado centrista salientou que a autonomia dos Açores “não foi um presente”, mas uma conquista de quem se recusou a ver as ilhas esquecidas e “teve coragem de lutar por voz própria e por respeito”.

    “É essa autonomia, feita de liberdade, responsabilidade e exigência, que hoje celebramos. Mas não basta celebrar, é preciso cumprir. Autonomia é usar os nossos poderes para transformar vidas”, vincou.

    Pedro Pinto alertou, no entanto, que “há quem queira reduzir a política a gritaria”, num tempo em que “a velocidade da informação é vertiginosa, desafiando a profundidade do pensamento” e “em que a espuma do momento ofusca o essencial”.

    “Numa era de mensagens rápidas e descartáveis, é imperativo que tenhamos políticas que perdurem e que resistam à desinformação. O CDS-PP está aqui não para alimentar o ruído, mas para construir soluções”, apontou.

    O deputado centrista disse que o partido construiu pontes “mesmo quando o mais fácil seria optar pela crítica vazia ou pela oposição estéril” e foi “o garante da estabilidade”, em tempos de incerteza.

    “Defendemos políticas com visão, com consistência e que não cedam à tentação do aplauso fácil, mas que resistam ao tempo e mudem verdadeiramente a vida dos açorianos, de todos os açorianos. Fomos, somos e continuaremos a ser um partido responsável”, reforçou.

  • PRR. Pedro Dominguinhos: "Sente-se a insegurança na passagem de pastas"

    O presidente da Comissão de Acompanhamento do PRR lamenta a insegurança refletida na transição entre Governos e sublinha a urgência de incorporar o território na tomada de decisões a nível nacional.

    Ouça aqui a “Comissão de Inquérito”

    PRR. Pedro Dominguinhos: “Sente-se a insegurança na passagem de pastas”

  • José Vieira da Silva: "António José Seguro não tem o perfil desejável para ser apoiado pelo PS"

    José Vieira da Silva, antigo ministro socialista, não refere nomes, mas afirma que há outras pessoas com melhor perfil. Ainda a futura liderança do PS e as críticas ao Governo da AD.

    Ouça aqui o Explicador

    José Vieira da Silva: “António José Seguro não tem o perfil desejável para ser apoiado pelo PS”

  • Candidato do PS à Câmara de Esposende abandonou a corrida

    O até aqui candidato do PS à Câmara de Esposende, Pedro Durães Leite, desistiu da corrida, na sequência dos resultados das Legislativas de 18 de maio, anunciou o próprio.

    Em nota publicada na página de Facebook do PS/Esposende, Pedro Durães Leite dá conta de que abandonou também a liderança da Concelhia socialista.

    Durães Leite sublinha que, nas Legislativas de 18 de maio, o PS “perdeu a confiança de 925 eleitores em Esposende”, passando de segunda para terceira força no concelho, atrás da AD e do Chega.

    “Este é um sinal claro e inequívoco de que o projeto político que lideramos não está, neste momento, a corresponder às expectativas dos esposendenses”, refere.

    Acrescenta que se trata de “uma quebra de confiança que é necessário compreender com humildade e coragem política”.

    “A política exige não só a coragem de liderar quando somos chamados, mas também a coragem de sair quando é tempo de dar lugar a outras ideias, outras vozes e novas energias”, lê-se ainda na nota.

    Por isso, Durães Leite apresentou, com efeitos imediatos, a renúncia à presidência da concelhia e à candidatura autárquica.

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