Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Ataque norte-americano na Venezuela terá matado cerca 75 pessoas, avançam fontes norte-americanas
- Trump diz que "autoridades interinas da Venezuela vão entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade" aos EUA
- Gronelândia e Dinamarca pediram reunião com Marco Rubio para discutir declarações de Trump
- Trump planeia comprar e não invadir a Gronelândia, diz Rubio aos congressistas
- "Nenhum agente externo governa a Venezuela", reitera Presidente interina
- Administração norte-americana "discute leque de opções" para obter Gronelândia — "utilizar o Exército é sempre uma opção"
- "A operação em Caracas abre um precedente terrível", alerta Pedro Sanchéz
- Casa Branca insiste: "Os gronelandeses estariam mais bem servidos se forem protegidos pelos Estados Unidos"
- Luís Montenegro demonstra apoio de Portugal à declaração dos líderes europeus sobre a Gronelândia
- Muitos soldados cubanos mortos e Caracas sem eletricidade. Trump diz que operação foi "taticamente brilhante"
- Bloco de Esquerda apresenta resoluções no Parlamento para que Governo condene intervenção
- Chega da Madeira diz que “Portugal tem de agir” e região “não pode ficar calada”
- Após declarações de Trump, líderes europeus manifestaram apoio à Gronelândia e à Dinamarca
- "Ninguém vai lutar militarmente contra os Estados Unidos pelo futuro da Gronelândia", diz conselheiro de Trump
- Petro acusa Trump de querer transformar os países latino-americanos em colónias dos Estados Unidos
- "Nada justifica o recurso unilateral à força nem as ações agressivas". Colômbia condena ataque dos EUA à Venezuela
- ONU: intervenção dos EUA na Venezuela "minou o princípio fundamental do direito internacional"
- Trump e a "guerra contra as drogas". A Venezuela produz ou só é rota de saída? Políticos e militares facilitam e lucram com o tráfico?
- Relançar o petróleo na Venezuela vai custar muito, demorar anos e é de alto risco. Oito respostas sobre o que está em causa
- Moradores relataram "luzes vermelhas no céu" junto ao palácio presidencial de Caracas
- Disparos registados na noite de ontem em Caracas foram uma ação dissuasiva da polícia contra drones, diz fonte oficial venezuelana à AFP
- "Se eu achava que Trump merecia o Nobel [da Paz], imaginem agora. O que ele fez é histórico", diz Corina Machado
- Segundo ataque? "Estamos preparados para fazê-lo", diz Presidente dos Estados Unidos
- Trump quer empresas petrolíferas norte-americanas na Venezuela e avança que operações podem começar em menos de um ano e meio
- Donald Trump garante que os EUA não estão em guerra com a Venezuela, mas sim "com as pessoas que vendem droga"
- Rubio, Hegseth e Stephen Miller ficarão responsáveis pela transição na Venezuela, diz Trump
- Machado agradece a Trump captura de Maduro e diz que regressa em breve ao país
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, reiterou a sua determinação em adquirir a Gronelândia, considerando a ilha do Ártico uma prioridade de segurança nacional. A administração explora várias opções para alcançar este objetivo, com a possibilidade de uma intervenção militar a ser mencionada como uma opção viável por Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca. Esta intenção gerou tensões diplomáticas, com a Dinamarca e a Gronelândia a pedirem uma reunião com Marco Rubio, secretário de Estado. De igual modo, aliados europeus manifestaram apoio à Dinamarca e à Gronelândia, numa declaração conjunta que enfatiza a autonomia destes territórios no que diz respeito a questões internas.
- O ataque dos EUA em Caracas resultou em aproximadamente 75 mortes, incluindo soldados venezuelanos e civis, de acordo com fontes norte-americanas. Este ato foi amplamente condenado por líderes internacionais, incluindo Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol, que alertou para um “precedente terrível” no panorama global de segurança. As Nações Unidas e a Colômbia expressaram preocupações sobre o impacto da intervenção militar americana na soberania venezuelana e no direito internacional.
- Trump anunciou que as autoridades interinas da Venezuela vão entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos, com o controlo dos lucros a cargo do presidente norte-americano, visando beneficiar ambos os países.
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Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, respondeu às ameaças de Donald Trump, que prometeu que a líder iria pagar “um preço mais alto” que Maduro caso não colaborasse com os EUA. “Pessoalmente, a quem me ameaça: o meu destino não é decidido por ninguém além de Deus”, avisou.
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Bom dia.
Terminamos aqui a cobertura jornalística desta terça-feira sobre a situação na Venezuela.
Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta quarta-feira no liveblog que agora abrimos.
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Ataque norte-americano na Venezuela terá matado cerca 75 pessoas, avançam fontes norte-americanas
Cerca de 75 pessoas terão sido mortas pelas forças norte-americanas no ataque de sábado na Venezuela, avançaram responsáveis norte-americanos ao Washington Post. O número é apenas uma estimativa, já que uma das fontes declarou que 67 pessoas foram mortas, enquanto outras apontaram para 80 mortos.
Os números incluem soldados venezuelanos e cubanos e civis venezuelanos, sem diferenciar entre militares e civis. Do lado norte-americano, contabiliza-se menos de uma dezena de feridos — e apenas dois deles ainda estão internados, informou o Pentágono esta terça-feira.
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Administração Trump avisou antigo "braço-direito" de Maduro que será o próximo alvo caso não ceda às exigências dos EUA
A presidência de Donald Trump enviou um aviso a Diosdado Cabello, ministro da Administração Interna e “braço-direito” de Nicolás Maduro, que, se não ceder às exigências dos EUA, vai ser o próximo alvo das forças norte-americanas, noticiou a Reuters, citando três fontes próximas.
Uma da fontes indicou que Cabello é um dos líderes em que Trump decidiu apoiar-se para “manter a estabilidade durante um período de transição”. Porém, os EUA estão “especialmente preocupados” com o “historial de repressão” e de “rivalidade” com a Presidente interina, Delcy Rodríguez, algo que pode estragar os planos norte-americanos
Assim, notou uma fonte da agência, os EUA comunicaram a Cabello que, se desafiar Washington, pode ter um “destino parecido” ao de Maduro, que foi levado e vai ser julgado nos EUA.
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Trump diz que "autoridades interinas da Venezuela vão entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade" aos EUA
O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse que as “autoridades interinas da Venezuela” vão entregar “entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade sancionado” aos EUA, na rede social Truth Social.
“Este petróleo será vendido ao preço de mercado, e esse dinheiro será controlado por mim, como Presidente dos Estados Unidos da América, para garantir que seja usado em benefício do povo da Venezuela e dos Estados Unidos!”, apontou ainda.
“Solicitei ao Secretário de Energia, Chris Wright, que execute este plano imediatamente”, escreveu ainda, dizendo que “o petróleo será transportado por navios de armazenamento e levado diretamente para docas de descarga nos Estados Unidos”.
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Gronelândia e Dinamarca pediram reunião com Marco Rubio para discutir declarações de Trump
A ministra dos Negócios Estrangeiros da Gronelândia anunciou hoje que o território autónomo e a Dinamarca solicitaram uma reunião com os Estados Unidos para discutir as recentes declarações de Donald Trump e de membros da sua administração sobre a aquisição por parte de Washington da ilha do Ártico.
“O objetivo da reunião é discutir as declarações significativas dos EUA sobre a Gronelândia.
Até agora, não foi possível ao Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reunir-se com o Governo da Gronelândia. Isto apesar de o Governo da Gronelândia e o Governo dinamarquês terem solicitado regularmente, ao longo de 2025, uma reunião a nível de ministros dos Negócios Estrangeiros”, escreveu Vivian Motzfeldt numa publicação no Facebook. A reunião contaria com a presença de Rubio, Motzfeldt e o seu homólogo dinamarquês Lars Løkke Rasmussen. -
Trump planeia comprar e não invadir a Gronelândia, diz Rubio aos congressistas
Marco Rubio participou hoje numa audição com membros das comissões das Forças Armadas e de Política Externa do Congresso norte-americano, durante a qual garantiu que o plano de Donald Trump para a Gronelândia passa por comprar a ilha do Ártico e não por uma invasão. As declarações do secretário de Estado foram avançadas pelo New York Times que cita responsáveis norte-americanos com conhecimento das palavras de Rubio.
As mesmas fontes adiantam que Rubio não apresentou detalhes sobre o plano de compra, mas salientaram o passado de Trump e de um dos seus enviados mais próximos, Steve Witkoff, no ramo imobiliário. As declarações de Rubio surgem depois de outros membros da administração, incluindo a porta-voz da Casa Branca, terem declarado que o Presidente não exclui tomar a Gronelândia pela via militar.
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"Nenhum agente externo governa a Venezuela", reitera Presidente interina
Delcy Rodríguez, a Presidente interina da Venezuela, rejeitou as declarações de Donald Trump sobre uma possível gestão norte-americana do país. “Não há ninguém, nenhum agente externo a governar Venezuela. É a Venezuela. É o governo constitucional, o poder popular consolidado”, declarou Rodríguez numa intervenção, citada pela CNN Internacional.
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Administração norte-americana "discute leque de opções" para obter Gronelândia — "utilizar o Exército é sempre uma opção"
Donald Trump e os restantes membros da sua administração continuam a explorar opções para obter a Gronelândia — uma prioridade de política externa que marcou o primeiro ano do seu mandato. “O Presidente deixou claro que obter a Gronelândia é uma prioridade de segurança nacional dos Estados Unidos e que é vital para deter os nossos adversários na região do Ártico”, declarou a porta-voz da Casa Branca à CNN.
“O Presidente e a sua equipa estão a discutir um leque de opções para perseguir este objetivo importante de política externa e, claro, utilizar o Exército norte-americano é sempre uma opção à disposição do Comandante-em-Chefe”, acrescentou Karoline Leavitt. O interesse dos Estados Unidos em ocupar a Gronelândia — se necessário pela força — acentuou-se depois do ataque militar na Venezuela em que foram cumpridos os objetivos definidos por Washington.
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Delcy Rodríguez responde a Trump: "O meu destino não é decidido por ninguém além de Deus"
A Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, respondeu às ameaças de Donald Trump, que prometeu que a líder iria pagar “um preço mais alto” que Maduro caso não colaborasse com os EUA.
“Pessoalmente, a quem me ameaça: o meu destino não é decidido por ninguém além de Deus”, avisou Delcy Rodríguez, citada pela Europa Press enquanto falava no lançamento do Estado-Maior Agroalimentar, um órgão para “amenizar a crise alimentar gerada pela operação norte-americana”.
Segundo a Presidente interina, os venezuelanos cresceram “em força” e “espiritualmente para enfrentar os desafios, as agressões e as ameaças”.
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Ministro venezuelano acusa EUA de ter matado civis no ataque
Diosdado Cabello, ministro da Administração Interna da Venezuela, voltou a acusar os Estados Unidos de terem violado o Direito Internacional no ataque do passado sábado, acrescentando que vários civis foram mortos no mesmo. “Eles estavam a dormir e não tinham nada a ver com isto e uma bomba explodiu em cima deles”, declarou durante um comício, citado pelo New York Times. Nas mesmas declarações, Cabello disse que “as vozes do mundo se estão a levantar, mas mais importante as vozes da Venezuela estão a levantar-se e a exigir que Nicolás e Cilia nos sejam devolvidos”. “Com vocês, vamos à luta”, rematou.
Antes, o procurador-geral da Venezuela tinha anunciado a abertura de uma investigação à morte de “dezenas de baixas militares e de civis inocentes que ocorreram durante este crime de guerra”. Apesar das declarações dos dois rostos chavistas, o regime não avançou nenhum número oficial de mortos ou feridos no ataque.
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Gronelândia. Aliados europeus avisam “adversário” Trump
Portugal e outros países unem-se na defesa do território autónomo da Dinamarca para “dissuadir adversários”. E ainda o homem que vai liderar a transição na Venezuela. Análise de Bruno Cardoso Reis.
Ouça aqui o episódio na íntegra.
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IL apresenta resoluções para que Governo reconheça a ilegitimidade do regime
A Iniciativa Liberal vai apresentar no parlamento duas recomendações ao Governo para que reconheça a ilegitimidade do regime venezuelano e para que condene as declarações do Presidente norte-americano que “sugerem a anexação da Gronelândia”.
Os parlamentares da IL que subscrevem o projeto de resolução recomendam ao executivo que afirme de forma “clara e inequívoca” que a resolução da crise venezuelana deve “assentar numa transição democrática liderada por representantes legitimados pela vontade popular expressa nas eleições de 2024”.
O mesmo projeto de resolução recomenda que sejam condenadas as violações de direitos humanos praticadas pelo regime do ex-Presidente, Nicolás Maduro, a defesa nos fóruns internacionais da “libertação imediata e incondicional de todos os presos políticos”.
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Governo cubano revela identidades de 32 soldados mortos no ataque norte-americano
O Ministério das Forças Armadas de Cuba revelou hoje uma lista com as identidades dos 32 soldados cubanos mortos no ataque norte-americano contra a Venezuela, cita a CNN Venezuela. O Governo cubano classifica os mortos como vítimas de “agressão e terrorismo de Estado”, que “perderam as vidas em combate após resistência feroz”.
Tratam-se de 21 soldados do Ministério do Interior e outros onze que pertencem às Forças Armadas Revolucionárias. Os soldados mortos tinham entre 26 e 67 anos e várias patentes militares, incluindo dois coronéis, um tenente-coronel e quatro majores.
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"A operação em Caracas abre um precedente terrível", alerta Pedro Sanchéz
O primeiro-ministro espanhol voltou a criticar hoje a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela. “A operação em Caracas abre um precedente terrível que empurra o mundo para um cenário de insegurança”, argumentou Pedro Sanchéz, à saída da reunião da Coligação das Vontades em Paris. O líder espanhol expressou ainda vontade de se encontrar com Delcy Rodríguez para traçar um caminho na direção de eleições “limpas e livres” na Venezuela.
“Não nos vamos calar perante as violações que estão a acontecer e Espanha não vai ser cúmplice deste atropelo. Vamos apoiar os nossos aliados, estaremos do lado da lei e aplicaremos todos os recursos para reforçar o multilateralismo que hoje está debilitado”, elaborou Sanchéz.
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Casa Branca insiste: "Os gronelandeses estariam mais bem servidos se forem protegidos pelos Estados Unidos"
A Casa Branca respondeu à declaração conjunta subscrita por vários países europeus — incluindo Portugal — de apoio à Dinamarca e à Gronelândia, insistindo que os Estados Unidos devem controlar a maior ilha do mundo. “O Presidente Trump acredita que a Gronelândia é uma localização estrategicamente importante que é essencial do ponto de vista da segurança nacional e ele está confiante que os gronelandeses estariam mais bem servidos se forem protegidos pelos Estados Unidos das ameaças modernas na região do Ártico”, afirmou a presidência norte-americana.
“O Presidente está comprometido em estabelecer uma paz a longo prazo em casa e no exterior”, acrescentou a porta-voz da Casa Branca, em resposta à CNN Internacional.
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Procurador-geral da Venezuela exige libertação de Maduro que diz ter "imunidade diplomática"
Os principais rostos do regime chavista fizeram hoje uma declaração pública de apoio ao Presidente deposto Nicolás Maduro e apelaram à cooperação entre as várias instituições nacionais para apoiar o governo interino de Delcy Rodríguez. Entre os apoiantes de Maduro conta-se Tarek William Saab, procurador-geral da Venezuela, que apelou à sua libertação.
Saab dirigiu-se ao juiz norte-americano responsável pelo caso de Maduro e pediu-lhe que “respeite o Direito Internacional e reconheça a falta de jurisdição do seu tribunal para julgar o líder de uma nação soberana, como a nação venezuelana, que é protegido pela imunidade diplomática como chefe de Estado”. Além disso, o procurador apelou ao fim “de todas as violações de direitos humanos contra o Presidente, a sua mulher e obviamente contra o povo venezuelano”, cita a CNN Internacional.
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Luís Montenegro demonstra apoio de Portugal à declaração dos líderes europeus sobre a Gronelândia
O primeiro-ministro português recorreu às redes sociais para partilhar a declaração publicada esta manhã pelos líderes de França, Alemanha, Itália, Polónia, Espanha e Reino Unido de apoio à Gronelândia e à Dinamarca, na sequência das declarações da administração norte-americana sobre a possível ocupação da ilha do Ártico pelos Estados Unidos.
“Em conjunto com os seus parceiros europeus Portugal subscreve a seguinte declaração sobre a Gronelândia”, escreveu Luís Montenegro. O chefe do Executivo partilhou a mensagem em português e inglês, onde se pode ler: “A Gronelândia pertence ao seu povo. Cabe à Dinamarca e à Gronelândia, e apenas a elas, decidir sobre questões relativas à Dinamarca e à Gronelândia”.
Em conjunto com os seus parceiros europeus Portugal subscreve a seguinte declaração sobre a Gronelândia:
A segurança no Ártico continua a ser uma prioridade fundamental para a Europa e é crucial para a segurança internacional e transatlântica.A @NATO deixou claro que a região…
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) January 6, 2026
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Líder da Câmara dos Representantes não espera envio de tropas dos EUA
O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos da América afirmou não esperar envio de tropas norte-americanas para a Venezuela, citando declarações do secretário de Estado, Marco Rubio.
Após uma reunião entre os líderes no Congresso e Rubio, Mike Johnson afirmou não esperar o envio de tropas norte-americanas para a Venezuela, sublinhando que as ações em curso “não são uma operação de mudança de regime”.
Os democratas saíram da sessão sem respostas concretas sobre os planos da Casa Branca, com o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, a considerar que o encontro “levantou muito mais perguntas do que respostas”.
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Primeiro-ministro francês considera ilegal operação militar dos EUA na Venezuela
O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, classificou hoje a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela como ilegal, enquanto o Presidente Emmanuel Macron afirmou não aprovar o método usado para prender Nicolás Maduro, após críticas à falta de condenação.
“Tudo neste caso é ilegal. O regime de Nicolás Maduro, o ciclo eleitoral de 2024, a operação militar dos EUA que viola a Carta das Nações Unidas”, declarou Lecornu perante a Assembleia Nacional, apelando a uma “transição democrática” liderada por Edmundo González Urrutia, o líder da oposição que a França considera eleito presidente do país em 2024.
O chefe de Estado francês afirmou, contudo, que Maduro era “um ditador” e que a sua saída era “uma boa notícia” para os venezuelanos.