Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Zelensky: "Temos de fazer do próximo ano o 'ano da paz'"

    Em sessão especial no Parlamento Europeu para demonstrar apoio comunitário à Ucrânia no milésimo dia de conflito com a Rússia, a presidente Roberta Metsola assegurou que os eurodeputados vão apoiar a Ucrânia “até que esta alcance a liberdade e a paz efetiva, durante o tempo que for necessário”, cita o European Pravda.

    Por videoconferência, Volodymyr Zelensky agradeceu o apoio inabalável da União Europeia ao longo dos últimos 1000 dias e pediu sanções mais rigorosas contra a Rússia. “Temos de fazer tudo o que conseguirmos para acabar com esta guerra de uma forma justa. Temos de fazer do próximo ano o ‘ano da paz’”, refere o Presidente da Ucrânia.

    No parlamento ucraniano umas horas antes, Zelensky dirigiu-se aos seus deputados e defendeu que “a Ucrânia deve ter o processo de adesão à UE mais rápido”. De acordo com o Comissário para o Alargamento da UE, a Ucrânia poderá entrar em 2029 se conseguir adotar todas as reformas necessárias, noticia o The Kyiv Independent.

  • Bom dia,

    Este liveblog fica por aqui.

    Continue a acompanhar toda a atualidade sobre a guerra na Ucrânia neste novo liveblog, que agora abrimos.

    Rangel admite que embaixada portuguesa em Kiev pode reabrir amanhã

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia: "Não pode haver um empate"

    “Na Ucrânia sabemos que, numa situação de luta existencial pela vida, não há meias soluções. As meias medidas só trazem meios resultados. E em situações de vida ou morte, uma meia solução é a morte, não a vida”. Andrii Sybiha, em Washington, sublinhou que a situação na Ucrânia não é um conflito entre dois países, mas sim uma agressão de um Estado contra outro, na qual “não pode haver um empate”.

    Citado pela Ukrinform na reunião da Comissão norte-americana para a Segurança e Cooperação na Europa, o chefe da diplomacia ucraniana reforça a necessidade de adotar a “Fórmula da Paz”. “A Ucrânia não vai aceitar qualquer iniciativa que sugira um compromisso da soberania ou integridade territorial”.

    Sybiha defende que entregar territórios à Rússia não vai “restaurar a paz”, mas sim provocar uma “agressão adicional” — “isto é apaziguamento, não a paz”.

  • Portugal entre dezenas de países que reafirmam na ONU apoio a Kiev

    Dezenas de países, incluindo Portugal, reafirmaram hoje na sede das Nações Unidas (ONU) o seu apoio à “soberania, independência e unidade da Ucrânia” e exigiram a retirada imediata das forças russas do território ucraniano.

    “Esta guerra tem de parar”, instou o embaixador ucraniano na ONU, Sergiy Kyslytsya, ao ler um comunicado em nome de cerca de cinquenta Estados e que assinalava o milésimo dia da invasão da Ucrânia pela Rússia.

    “Reafirmamos o nosso apoio à soberania, independência, unidade e integridade territorial da Ucrânia”, frisou o diplomata, rodeado por representantes de vários aliados de Kiev, incluindo dos Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, França, Japão, Austrália, Canadá, Suíça, Argentina, Coreia do Sul ou da União Europeia.

  • EUA não veem indícios de que Rússia vá usar armamento nuclear no conflito na Ucrânia

    Os Estados Unidos indicaram hoje não ter qualquer indicação de que a Rússia esteja a preparar-se para usar armas nucleares dentro da Ucrânia, reiterando que a atualização da doutrina nuclear russa faz parte de uma “retórica irresponsável”.

    “Não estamos surpreendidos com a atualização da doutrina nuclear da Rússia. É algo que nas últimas semanas eles têm indicado que pretendem fazer. É a mesma retórica irresponsável que francamente vimos antes nos últimos dois anos”, disse a vice-porta-voz do Pentágono, Sabrina Singh.

    A representante do Departamento de Defesa sublinhou que embora os Estados Unidos tencionem monitorizar as atividades russas, não têm “nenhuma indicação de que a Rússia esteja a preparar-se para usar uma arma nuclear dentro da Ucrânia” e que não acreditam que qualquer mudança na postura nuclear deva ser feita nos EUA.

  • EUA afirmam não representar "qualquer ameaça" à Rússia

    “Apesar do que diz a Rússia, nem os Estados Unidos da América nem a NATO representam qualquer ameaça à Rússia”, afirma o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano em conferência de imprensa, citado pela Reuters.

    No dia em que o conflito chega aos 1000 dias e a Ucrânia atacou alvos russos pela primeira vez com recurso a mísseis de longo alcance dos EUA, Moscovo alterou a sua doutrina nuclear e, segundo Matthew Miller, os norte-americanos “não ficaram surpreendidos”.

    “Desde o início da agressão, procurou coagir e intimidar tanto a Ucrânia como outros países do mundo através de uma retórica e um comportamento nuclear irresponsável”, reitera Miller, acusando a Rússia de “sublinhar a sua hipocrisia” com esta medida.

    Adicionalmente, o Departamento de Estado aprovou a venda de equipamento e serviços militares à Ucrânia, num negócio que pode atingir os 100 milhões de dólares (94.377 euros). Segundo o comunicado citado pela Reuters, Kiev procura o recondicionamento dos veículos de combate, assistência técnica, formação e outros elementos logísticos e de apoio.

  • Embaixador da Rússia em Portugal acusa o Ocidente de tomar "decisões irresponsáveis" que irão começar "terceira guerra mundial"

    No milésimo dia de guerra na Ucrânia, o embaixador da Rússia em Portugal afirma que “é lamentável que este tema seja coberto parcialmente” na imprensa portuguesa, “de maneira russófoba e sem pontos de vista alternativos”.

    Numa publicação na página da embaixada, Mikhail Kamynin refere o “golpe de Estado antidemocrático de 2014, a política discriminatória praticada pelos nazistas que tinham usurpado o poder contra as populações do Donbass e da Novorossiya, e a militarização da Ucrânia pelos membros da NATO”, como sendo as razões para o início do conflito.

    “Há dois anos era possível encontrar uma solução diplomática para a crise, mas o Ocidente coletivo fez descarrilar o processo de paz”. Para o embaixador, esta nova autorização concedida aos ucranianos por Washington “levaram a participação ocidental no conflito ao nível seguinte”, e responsabiliza as “decisões tão irresponsáveis” por uma eventual “escalada” do conflito.

    Kamynin realça os esforços diplomáticos do Kremlin para atingir uma resolução do conflito, mencionando as negociações em Istambul e Minsk, que indica terem sido utilizados pelo Ocidente “como cobertura para reforçar as capacidades militares da Ucrânia”.

    Apesar da abertura de Vladimir Putin às negociações com Kiev, o embaixador acusa as “elites políticas americanas e europeias” de serem “incapazes de compreender” o estado atual do conflito, que irá “abrir a porta à terceira guerra mundial”.

  • Paulo Portas: "Armas nucleares têm servido como dissuasão"

    Paulo Portas considera que Vladimir Putin só responde perante a força, mas lembra que, nas últimas décadas, as armas nucleares têm servido como forma de dissuasão.

    Ouça aqui a entrevista na íntegra.

    Paulo Portas: “Armas nucleares têm servido como dissuasão”

  • Paulo Portas: atualização da doutrina nuclear é "mais uma política de comunicação agressiva e atrevida para causar alarme no Ocidente"

    Em entrevista à Rádio Observador, o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas afirma que a Rússia não conseguiu cumprir os seus objetivos iniciais para o conflito, devido à resistência da Ucrânia, a liderança de Zelensky e o apoio prestado pelo Ocidente.

    O plano idealizado por Moscovo via as tropas russas a marchar por Kiev ao fim de uma semana da invasão, com a expectativa de serem bem recebidos pela população ucraniana, relembra Paulo Portas. “Se os russos não foram recebidos e aclamados, é porque estão em terra que não é deles”, indica o ex-líder do CDS-PP, referindo que a causa “certa e justa” da resistência ucraniana conseguiu prevalecer sobre as tentativas de ocupação russa.

    Para Paulo Portas, os Estados Unidos autorizaram a Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance contra território russo, devido à presença “muitíssimo preocupante” de soldados norte-coreanos em Kursk.

    O ex-vice primeiro-ministro de Portugal descreveu a atualização da doutrina nuclear da Rússia como “mais uma política de comunicação agressiva e atrevida para causar alarme no Ocidente”, mas não crê que seja uma medida eficiente.

    Paulo Portas refere também que, sob a administração de Donald Trump, “não é de excluir” o risco de cedência de territórios da Ucrânia num acordo proposto pelo Presidente eleito. O antigo chefe da diplomacia portuguesa sublinha que as condições para uma negociação de paz não podem ser semelhantes às de uma rendição. “Não é só uma questão de forças e territórios”, acrescenta, indicando que a Rússia quer impedir a adesão da Ucrânia à NATO e à UE, forçando a sua neutralidade.

    Deu nota ainda sobre a incursão ucraniana em Kursk, “importante para negociações diplomáticas”, mas admite que Kiev ainda não recuperou o que precisa de recuperar para ter uma negociação equilibrada.

    Paulo Portas: “Armas nucleares têm servido como dissuasão”

  • Marcelo não vê uma "escalada do conflito" e afirma que "não é a primeira vez" que Rússia ameaça com armas nucleares

    “É evidente que é um momento psicologicamente importante, mil dias de sofrimento do povo ucraniano, estamos a meses de um novo Presidente dos EUA e de um novo ciclo europeu”. O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações transmitidas pela RTP3, expressou a sua solidariedade com a Ucrânia no milésimo dia de conflito com a Rússia.

    O chefe de Estado português afirma que não vê a “luz verde” dos EUA para a utilização ucraniana de mísseis de longo alcance na Rússia como uma “escalada do conflito”, como indica o chefe da diplomacia russa, mas admite que deve existir uma preocupação da Europa e das autoridades norte-americanas para não haver “escaladas incontroláveis”.

    Sobre a alteração de Vladimir Putin à doutrina nuclear russa, Marcelo Rebelo de Sousa refere que “não é a primeira vez” que a Rússia utiliza esta “terminologia tradicional” com ameaças de utilização de armamento nuclear e de responsabilização do Ocidente para “inverter aquilo que aconteceu”. Adicionalmente, o Presidente acrescenta que mesmo quando agora começam a surgir contraofensivas ucranianas, Moscovo tem de ter presente que “há patamares que não pode ultrapassar”.

    “Os valores devem ser defendidos, mas há sempre uma ideia subjacente a tudo: afirmar esses valores, mas sempre construindo a paz”, sublinha.

  • Líder do PS defende que Portugal deve manter "papel importante" na discussão sobre defesa da Europa

    Pedro Nuno Santos defendeu esta terça-feira que um eventual uso de armas nucleares pela Rússia é “motivo de preocupação” e que Portugal deve ter um papel importante na defesa da Europa.

    “É motivo de preocupação e é um tema sobre qual nesta matéria há um consenso importante nacional e Portugal deve continuar a ter um papel importante na discussão europeia sobre a defesa do espaço europeu e da Europa. Acho que temos esse dever para proteger todos os cidadãos europeus”, afirmou, em declarações transmitidas pela RTP3.

  • Erdoğan afirma que Rússia tem o direito de se defender

    Desde o início do conflito que a Turquia tem sido um mediador nas conversas de paz entre a Rússia e a Ucrânia. Mil dias depois e com o primeiro ataque ucraniano com mísseis de longo alcance em solo russo, Recep Tayyip Erdoğan afirma que a Rússia tem o direito de se defender, apesar de apoiar “todos os eforços para uma resolução pacífica”.

    “A Rússia deve ter, e tem, a capacidade de se defender”, indicou o Presidente da Turquia, em conferência de imprensa a partir da reunião do G20 no Brasil. Relativamente à atualização da doutrina nuclear russa, Erdoğan refere que é uma “medida retaliatória” e que a NATO deve refletir sobre o assunto, cita a agência TASS.

    Para o chefe de Estado turco, a utilização de mísseis de longo alcance da Ucrânia aumenta os riscos de um conflito nuclear, o que “não é positivo”. Por isto, defende que a Turquia deve manter uma boa relação com ambos os lados e que continuará a apelar à paz.

  • Zelensky não confirma ataque em Bryansk, mas afirma que vai usar "todo" o armamento de longo alcance

    Não reivindica o ataque com seis mísseis ATACMS em Bryansk, na Rússia, mas Volodymyr Zelensky afirma que irá utilizar todo o armamento de longo alcance que tem ao seu dispor, avança a CNN Internacional.

    O Presidente da Ucrânia menciona a produzção de drones de longo alcance e mísseis cruzeiro Neptune, juntamente com a reserva de ATACMS fornecidos pelos EUA, presentes no arsenal ucraniano. “Vamos usá-los todos”, sublinha Zelensky.

  • 1000 dias de Guerra: "Ucrânia mantém a soberania e isso já é vitória"

    Aos 1000 dias de guerra na Ucrânia, não há paz, mas não restam dúvidas: Putin não conseguiu tomar Kiev em 48h. Vítor Gabriel Oliveira sublinha: afinal, e até então, Vlodimir Zelensky venceu.

    Ouça aqui o novo episódio de “Gabinete da Guerra” da Rádio Observador.

    1000 dias de Guerra: “Ucrânia mantém a soberania e isso já é vitória”

  • Montenegro espera que autorização de Putin às nucleares seja apenas "ameaças de retórica e nunca operações no terreno"

    Luís Montenegro, que está no Brasil para a reunião do G20, falou sobre os mil dias de guerra na Ucrânia e desejou que as ameaças das últimas horas, nomeadamente pelo facto de Putin ter autorizado o uso alargado de armas nucleares, não passem de palavras.

    “O nosso desejo é que não se vá mais longe do que já se foi, que ameaças que põem em causa não apenas a integralidade do território ucraniano, mas valores muito altos de ofensa à dignidade humana e direitos fundamentais, possam ser apenas e só ameaças de retórica e nunca operações no terreno”, disse o primeiro-ministro.

    Luís Montenegro voltou a fazer uma “condenação veemente” da guerra em território ucraniano depois de “mil dias de guerra à democracia, aos direitos humanos, aos valores e princípios que Portugal defende no contexto internacional”.

    Neste seguimento, o chefe de Governo prometeu ainda “concentrar a contribuição em poder ajudar a que se criem condições para se evitar qualquer escalada do conflito e para cessar-fogo, a operação militar, e se possa dar primazia à diplomacia”.

    Montenegro frisou ainda que, por estes dias, terá “ocasião de dirigir uma mensagem ao Presidente Zelensky a propósito de preservarmos a capacidade de continuarmos a abastecer o globo e a Europa com produtos agrícola provindos da Ucrânia”.

  • Dinamarca anuncia novo pacote de apoio de 130 milhões de euros para a Ucrânia

    A Dinamarca anunciou um novo pacote de apoio à Ucrânia com cerca de 130 milhões de euros para o setor da Defesa ucraniana, confirma a primeira-ministra Mette Frederiksen, em Kiev.

    “É importante que a nossa indústria, não só na Dinamarca mas em todos os países vizinhos, possa visitar a Ucrânia e aprender com a experiência e a habilidade de expandir e desenvolver as linhas de produção”, afirmou Frederiksen, ao lado de Volodymyr Zelensky, numa fábrica de drones.

    O Presidente da Ucrânia, na rede social X, agradece a ajuda dinamarquesa, que “se foca principalmente nas capacidades de combate de longo alcance”.

  • Países da UE estão prontos para aumentar apoio militar e financeiro à Ucrânia

    No milésimo dia de guerra, os chefes da diplomacia da Polónia, Alemanha, França e Itália reuniram-se em Varsóvia em “solidariedade e união para com o povo ucraniano”, e sublinharam que a cooperação entre a Europa e os EUA é um “fator chave para a segurança e prosperidade da comunidade Euro-Atlântica”.

    Com isto, o Ukrinform avança que o grupo que irá preparar uma “mensagem conjunta” à administração de Donald Trump, com o objetivo de transmitir a mensagem que as “relações transatlânticas aumentam a influência política, económica e militar”, sendo por isso mutuamente benéficas.

    No contexto de um possível decréscimo no apoio norte-americano à Ucrânia, Radosław Sikorski, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, revela que “regista, com agrado, a disponibilidade dos maiores membros da União Europeia para assumirem um maior encargo de apoio militar e financeiro a Kiev”.

    “Não temos ilusões de que a Rússia de Putin continuará a ser uma das mais graves ameaças à segurança, não só da Europa, mas também da ordem mundial”, referiu ainda Sikorski. “O seu objetivo continua a ser a destruição definitiva da arquitetura de segurança europeia. Por conseguinte, é necessário opormo-nos resolutamente às ambições imperiais da Rússia”. Mas, no entanto, o chefe da diplomacia polaca reitera que os cenários para a resolução do conflito têm de ser obrigatoriamente discutidos em cooperação com a Ucrânia, mantendo o apoio financeiro e militar.

  • Zelensky diz que "está na hora" de a Alemanha apoiar a decisão dos EUA

    “Depois de declarações sobre armas nucleares, está na hora de a Alemanha apoiar decisões correspondentes”, afirmou Volodymyr Zelensky, em Kiev, ao lado da primeira-ministra da Dinamarca, cita a Reuters.

    Após a “luz verde” dos Estados Unidos da América para a Ucrânia poder atingir alvos em território russo com mísseis de longo alcance, Olaf Scholz manteve a sua posição de não disponibilizar os “seus” Taurus para o mesmo efeito. Agora, com Vladimir Putin a alterar a doutrina nuclear da Rússia, o Presidente da Ucrânia insta ao chanceler alemão para seguir a corrente de ação dos seus aliados.

  • Parlamento ucraniano aprova orçamento 2025 com 60% da despesa para defesa e segurança

    O parlamento ucraniano aprovou esta terça-feira o orçamento para 2025, no qual 60% da despesa (50 mil milhões de euros) serão consagrados à defesa e à segurança nacional, para combater a invasão russa e suas consequências, anunciou o Governo.

    “O orçamento para 2025 foi aprovado”, anunciou o primeiro-ministro, Denys Shmygal, na plataforma digital Telegram.

    A verba de cerca de 50 mil milhões de euros destinada à defesa e à segurança representam mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o Ministério das Finanças ucraniano. Orçamento é de cerca de 82 mil milhões de euros no total.

  • Ataque russo contra região ucraniana de Sumy fez oito mortos e 12 feridos

    Ataque com drones em edifício residencial, na região de Sumy, fez oito mortos e 12 feridos. Vlodomir Zelensky condenou o ataque e revelou que uma das vítimas mortais era uma criança.

    Ataque russo contra região ucraniana de Sumy fez oito mortos e 12 feridos

1 de 3