1230,3kWh poupados 1230,3 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

"Trump prejudicou a credibilidade do dólar com as suas medidas agressivas em matéria de direitos aduaneiros", diz ministro francês - como aconteceu

Trump atingiu a credibilidade do dólar com as medidas em matéria de taxas aduaneiras, e se demitir o presidente da Fed ainda mais prejuízo causará, considera o ministro francês das Finanças.

epa11946596 French Minister of Economy, Finance and Industrial and Digital Sovereignty Eric Lombard gives a speech during the presentation of the 'Ukraine Fund' about French investments in Ukraine at the Ministry of Economy in Paris, France, 07 March 2025.  EPA/TERESA SUAREZ
i

TERESA SUAREZ/EPA

TERESA SUAREZ/EPA

Histórico de atualizações
  • Boa tarde, encerramos aqui este artigo em direto, mas continuamos a acompanhar o tema das taxas alfandegárias no nosso jornal e na nossa rádio.

    Obrigada por nos acompanhar, até já.

  • Euro dispara 1,44% para máximo desde novembro de 2021

    O euro subiu esta segunda-feira 1,44%, para 1,1557 dólares, um máximo desde novembro de 2021, no mercado de câmbios de Frankfurt depois das críticas do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao presidente da Reserva Federal (Fed), Jerome Powell.

    Às 09h50 em Lisboa, o euro era negociado a 1,1557 dólares, um máximo desde 9 de novembro de 2021, contra 1,1351 dólares na quinta-feira.

    O Banco Central Europeu (BCE) fixou a taxa de câmbio de referência para a moeda comum em 1,1360 dólares na quinta-feira.

  • EUA. "Pete Hegseth é um desastre completo"

    Francisco Pereira Coutinho admite que cessar fogo de Putin na altura da Páscoa foi uma surpresa. O especialista em Direito Internacional diz que o Secretário da defesa dos EUA é um desastre completo.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    EUA. “Pete Hegseth é um desastre completo”

  • DHL suspende envio de encomendas acima de 800 dólares para EUA

    A partir de 21 de abril, segunda-feira, a DHL Express vai suspender “temporariamente” o envio e a recolha de encomendas B2C (para os consumidores) de valor superior a 800 dólares nos Estados Unidos.

    Em comunicado no site, a DHL diz que esta medida foi determinada em face das mais recentes medidas para as alfândegas norte-americanas.

    As encomendas abaixo dos 800 dólares não serão afetadas, indica ainda a DHL.

  • Milhares de pessoas saíram à rua em Nova Iorque em protesto ‘anti-Trump’

    Milhares de pessoas saíram ontem à rua em Nova Iorque e noutras grandes cidades dos Estados Unidos no segundo dia de protestos ‘anti-Trump’ no espaço de duas semanas, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

    Nos cartazes empunhados pelos manifestantes em Nova Iorque liam-se frases como “Nenhum rei na América” e “Resista à tirania”, ao lado de imagens do Presidente norte-americano, Donald Trump, com bigode ao estilo do que usava o líder nazi Adolf Hitler.

    “A democracia corre grande perigo”, disse à AFP uma descendente de sobreviventes do Holocausto, Kathy Vali, de 73 anos, defendendo que o que os pais lhe contaram sobre a ascensão do nazismo na Europa na década de 1930 “está a acontecer [nos Estados Unidos]”.

    Para esta norte-americana, “a diferença com os outros fascistas (…) é que Trump é demasiado estúpido para ser eficaz, e a sua equipa está dividida”.

    Os manifestantes focaram-se particularmente na política anti-imigração da administração Trump, numa altura em que o Supremo Tribunal suspendeu as expulsões de imigrantes baseadas numa lei de 1798 sobre “os inimigos estrangeiros”.

    “Os imigrantes são bem-vindos aqui” foi uma das frases entoadas pelos manifestantes em Nova Iorque.

    Outra das cidades norte-americanas que foram hoje palco de manifestações ‘anti-Trump’ foi a capital do país, Washington D.C., onde se situa a Casa Branca, a residência e gabinete do presidente norte-americano.

    Os protestos foram organizadas pelo grupo 50501, número que representa as 50 manifestações nos 50 estados do país e que resultou num movimento único de oposição ao multimilionário republicano.

  • Japão pondera flexibilizar normas de segurança automóvel nas negociações tarifárias com EUA

    O Japão está a ponderar flexibilizar as suas normas de segurança automóvel e abrir as estradas aos automóveis norte-americanos, no contexto das negociações de um acordo comercial com a Administração Trump, informou hoje o jornal económico japonês Nikkei.

    A informação surge depois de o negociador-chefe do Japão, o ministro para a Revitalização Económica, Ryosei Akazawa, ter iniciado as discussões sobre tarifas com os seus homólogos norte-americanos em Washington na semana passada e quando estão em curso os preparativos para uma segunda ronda de negociações.

    Os construtores de automóveis norte-americanos há muito que se queixam da existência de barreiras não alfandegárias que bloqueiam o acesso ao mercado japonês, incluindo normas de segurança rigorosas.

    No mês passado, um relatório do Representante para o Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, citava a não-aceitação pelo Japão da certificação das normas de segurança dos Estados Unidos, por entender que não garante um nível de proteção proporcional ao das normas e protocolos de ensaio japoneses únicos, constituindo-se desta forma como obstáculos ao estabelecimento de redes de distribuição e de serviços por parte da indústria automóvel norte-americana.

    O governo do primeiro-ministro Shigeru Ishiba acredita que há espaço para flexibilizar alguns dos critérios de segurança do país, como os regulamentos relativos aos testes de segurança contra acidentes, informou hoje o Nikkei.

    O Japão está a fazer por identificar que moedas de troca pode utilizar nas conversações com Washington para reverter a taxa de direitos aduaneiros generalizada de 24% anunciada pelo Presidente Donald Trump, temporariamente reduzida para 10%.

  • Ministro francês das Finanças diz que Trump arrisca credibilidade do dólar se mexer na Fed

    O ministro francês das Finanças, Eric Lombard, considera que o Presidente norte-americano, Donald Trump, colocaria em risco a credibilidade do dólar e desestabilizaria a economia dos EUA se demitisse o presidente da Reserva Federal (Fed), Jerome Powell.

    “Donald Trump prejudicou a credibilidade do dólar com as suas medidas agressivas em matéria de direitos aduaneiros – durante muito tempo”, afirmou Lombard numa entrevista publicada no jornal La Tribune Dimanche, citada pela Bloomberg.

    Se o presidente do banco central norte-americano for afastado, “esta credibilidade será ainda mais afetada, com a evolução do mercado obrigacionista”.

    O resultado seria um aumento dos custos do serviço da dívida e “uma profunda desorganização da economia do país”, afirmou Lombard, acrescentando que as consequências levariam os Estados Unidos, mais cedo ou mais tarde, a negociações para acabar com as tensões.

    Segundo mandato, nova ameaça. Trump estuda meio de despedir “falcão” da Fed

  • Entre tarifas e custos do cacau, subida dos preços do chocolate gera preocupação

    Os custos do cacau têm estado a “disparar” nos últimos tempos, e isto, conjugado com o efeito das tarifas impostas por Donald Trump, deverá manter os preços dos chocolates altos, escreve o The Guardian.

    Durante o último ano, o preço do cacau tem estado a subir, repercutindo-se no preço do chocolate. Como o jornal conta, desde 2023 que os agricultores do oeste africano (onde 70% do cacau mundial é cultivado) têm estado a enfrentar problemas como cheias e plantas doentes, efeitos da crise climática, o que afetou a produção de cacau, que estará a passar por um défice de mais de 400 mil toneladas.

    Isto significa que se o preço do cacau por tonelada se mantinha à volta dos dois mil dólares nas últimas décadas, em 2024 atingiu um pico de 12 mil dólares, o que se reflete nos preços apresentados ao consumidor.

    Com as tarifas de Trump, o preço do chocolate deverá agora voltar a subir — o Yale Budget Lab estima um aumento de preço de 3% em todos os bens. No caso do chocolate, é mesmo impossível seguir o conselho de Donald Trump e mudar toda a produção para o interior dos EUA, uma vez que o cacau cresce em climas tropicais (só se verifica no Havai e Porto Rico, no caso dos norte-americanos); o resto é importado.

  • EDP diz que já tinha reconfigurado cadeia de fornecimento nos EUA

    Miguel Stilwell d’Andrade, presidente da EDP, assume à CNN e ao Eco que a empresa, que tem um negócio grande nos Estados Unidos, já há dois anos tinha reconfigurado a cadeia de fornecimento para comprar equipamentos feitos nos EUA.

    “Desse ponto de vista estamos bastante defendidos nesta guerra comercial”, acrescenta.

    Para o gestor, já durante a Presidência de Biden tinha ficado claro que “os Estados Unidos não queriam ficar dependentes nem da China nem de outro país na energia”. Já então tornaram “impossível ou muito difícil importar equipamentos da China ou do Sudoeste asiático”, declarando que já antes a EDP teve dificuldade em importar para os EUA painéis solares.

    “Tivemos de reconfigurar a cadeia de fornecimento e passámos a comprar aos Estados Unidos”, por isso, “já tinha antecipado”.

    O contexto é mais incerto, assume, no entanto. “Nos EUA estamos bem protegidos e continua a ser um dos nossos motores de crescimento”. E a incerteza é o pior.

  • Reino Unido em negociações na próxima semana com EUA

    Rachel Reeves, ministra das Finanças do Reino Unido, deverá na próxima semana ter negociações com os Estados Unidos por causa das taxas alfandegárias impostas por Trump.

    O Reino Unido enfrenta taxas de 10%.

    Rachel Reeves diz, no entanto, que seria um disparate deixar de ter relações com a China. “A China é a segunda maior economia no mundo, e seria um disparate não termos relações”.

  • Boeing recusados por companhias aéreas chinesas voltam aos EUA

    Os aviões Boeing 737 Max recusados por companhias aéreas chinesas já começaram a voltar aos Estados Unidos, num momento em que se agrava a guerra comercial entre as duas maiores economias mundiais.

    Um aparelho do gigante aeronáutico norte-americano, que se encontrava no centro de acabamento da Boeing em Zhoushan, na China, e que se destinava à companhia aérea Xiamen Air, voou de Zhoushan para Guam, numa primeira etapa do percurso pelo Pacífico, segundo dados do FlightRadar24, revelados hoje pela Bloomberg.

    O aparelho voou de Seattle para Zhoushan via Havai e Guam no mês passado, segundo os dados. Há, pelo menos, dois outros aviões em Zhoushan à espera de ser devolvidos, de acordo com dados do Aviation Flights Group.

    A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, iniciada pela imposição de tarifas aduaneiras por parte da Administração de Donald Trump, apanhou a Boeing no meio. A Bloomberg havia já noticiado esta semana que a China tinha dado instruções às suas companhias aéreas para deixarem de receber aparelhos Boeing.

    A gigante norte-americana da aeronáutica declinou fazer comentários e a Xiamen Air não respondeu em tempo útilo aos pedidos de comentário.

  • Segundo mandato, nova ameaça. Trump estuda meio de despedir "falcão" da Fed

    Trump 2.0 usa os mesmos ataques a Powell de Trump 1.0. O presidente da Fed tem mandato até maio de 2026, mas Trump estará a ver de que forma o pode demitir.

    Segundo mandato, nova ameaça. Trump estuda meio de despedir “falcão” da Fed

  • Ford parou envio de encomendas para a China

    A Ford parou de enviar camionetas, SUV e alguns carros desportivos para a China, por causa das taxas alfandegárias impostas, avança o Wall Street Journal, citando fontes anónimas.

    Assim, a Ford deixou de comercializar para a China os modelos F-150 Raptors, Mustang, Bronco SUV, construídos no Michigan, e o Lincoln Navigators, produzido em Kentucky.

    A China elevou as taxas para esses veículos para 150%.

    “Ajustámos as exportações dos Estados Unidos para a China devido às taxas atuais”, declarou um porta-voz da Ford, sem indicar os modelos.

  • Turistas estrangeiros nos Estados Unidos já estão a ser menos

    Os Estados Unidos estão a registar uma queda de turistas estrangeiros. Segundo o Washington Post, em março entraram menos 12% de visitantes do exterior, em termos homólogos.

    Os dados da agência de comércio externo mostram, ainda, que já em fevereiro tinha havido uma queda de 2% em termos homólogos.

    Em março, a queda dos visitantes da Europa Ocidental atingiu os 17%, da América central 24% e 26% das caraíbas, em comparação com o ano passado.

    Os dados ainda são preliminares, porque ainda não há dados referentes ao México e Canadá.

  • EUA querem cobrar taxas a navios construídos na China que cheguem aos portos norte-americanos

    A partir de 14 de outubro, as embarcações de construção chinesa ou de pavilhão chinês vão ter de pagar 50 dólares por tonelada de mercadoria, numa taxa que deverá aumentar 30 dólares anualmente.

    EUA querem cobrar taxas a navios construídos na China que cheguem aos portos norte-americanos

  • Starmer e Trump discutem relação comercial entre EUA e Reino Unido

    Keir Starmer e Donald Trump discutiram a relação comercial entre os Estados Unidos da América e o Reino Unido através de uma chamada telefónica, avança a imprensa britânica.

    “O primeiro ministro [Starmer] reiterou o seu compromisso para proteger o interesse nacional e o comércio livre”, lê-se no comunicado emitido.

  • China interrompe importações de gás liquefeito dos EUA

    As importações chinesas de gás natural liquefeito (GNL) provenientes dos EUA foram completamente interrompidas há mais de dez semanas, indicando que a guerra comercial entre Pequim e Washington se estendeu também à cooperação energética.

    Desde que um navio-tanque com 69.000 toneladas de GNL, oriundo de Corpus Christi, no Texas, chegou à província de Fujian, no sudeste da China, em 6 de fevereiro, não se registaram mais carregamentos entre os dois países, segundo uma análise do jornal Financial Times a dados do transporte marítimo.

    Um segundo navio-tanque foi redirecionado para o Bangladesh, depois de não ter chegado ao destino, pouco antes de a China impor uma tarifa de 15% sobre o gás norte-americano, a 10 de fevereiro.

    Desde então, as taxas alfandegárias aumentaram para 49%, tornando o GNL dos EUA economicamente inviável para os compradores chineses.

  • Trump tenta levar para tribunal em Nova Iorque oposição legal da Califórnia às tarifas

    A Administração Trump está a tentar transferir a contestação legal do governador da Califórnia, Gavin Newsom, ao regime tarifário dos Estados Unidos do tribunal federal de São Francisco para o Tribunal de Comércio Internacional de Nova Iorque.

    Esta quinta-feira, os advogados do Departamento de Justiça apresentaram um pedido de transferência do caso do território governado por Newsom, argumentando que o tribunal de comércio em Nova Iorque tem “jurisdição exclusiva” sobre disputas relacionadas com tarifas.

    O governador democrata do estado mais populoso do país, visto como um possível candidato presidencial em 2028, juntou-se ao procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, para processar o Presidente norte-americano na quarta-feira, numa tentativa de travar o uso de poderes de emergência por parte de Trump para impor tarifas alargadas ao México, China e Canadá.

    Newsom e Bonta alegam que a imposição de tarifas está a provocar danos colaterais a consumidores e empresas na Califórnia, estado que tem a quinta maior economia do mundo.

  • "Não quero que as tarifas subam mais", afirma Donald Trump

    O Presidente norte-americano mostrou-se disponível para pôr fim às tarifas de retaliação com a China. Os dois países têm respondido à imposição de tarifas e os valores escalaram acima dos 100% tanto em Pequim como em Washington.

    “Não quero que subam mais porque a um certo ponto faz com que as pessoas deixem de comprar. Portanto, posso não querer ir mais alto ou passar um certo nível e posso querer que desçam porque queremos que as pessoas comprem”, justificou Donald Trump em declarações ontem à noite, a partir da Sala Oval, citadas pela Reuters.

    Pequim já tinha afirmado, na altura em que impôs tarifas de 125%, que não voltaria a responder a uma nova imposição de tarifas em Washington, numa tentativa de também evitar esta escalada.

  • Bem vindo ao liveblog do Observador sobre as tarifas, em que acompanhamos os impactos das taxas alfandegárias impostas por Donald Trump e as reações e respostas internacionais.

    Pode conferir tudo o que aconteceu na quinta-feira neste outro artigo em direto, que agora encerramos.

    Senador republicano Mitch McConnell “ainda não está convencido” que tarifas são “o melhor caminho”

1 de 1

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.