Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador continua a acompanhar os desenvolvimentos do conflito no Médio Oriente. Pode segui-los aqui.

    Conselho de Segurança da ONU reúne-se de emergência após ataque de Israel contra o Qatar

  • Flotilha humanitária com destino a Gaza atacada novamente por um drone, relata Mariana Mortágua

    Mariana Mortágua relatou, na noite desta terça-feira, que a flotilha humanitária com destino a Gaza foi novamente atacada por um drone.

    “Estamos no nosso barco e um drone acabou de largar um novo dispositivo incendiário num barco mesmo à nossa frente”, disse a dirigente do Bloco de Esquerda na rede social Instagram.

    “Nós vimos o clarão e vimos o projétil a ser lançado”, sublinhou.

    Mortágua garante, no entanto, que “está tudo sob controlo”. “Mandámos um pequeno barco para ver o que se passava e para ajudar o barco”, que, segundo a bloquista, “parece ser o Alma”.

    “Partilhem a informação”, concluiu.

  • Exército israelita interceta míssil disparado do Iémen

    Os houthis reivindicaram o ataque e dizem ter atingido “vários alvos sensíveis em redor de Jerusalém” com um míssil balístico. O míssil foi intercetado depois das sirenes tocarem na capital israelita.

    Exército israelita interceta míssil disparado do Iémen

  • Argélia pede reunião do Conselho de Segurança da ONU após ataque em Doha

    Na sequência do ataque israelita à capital do Qatar a Argélia pediu que o Conselho de Segurança da ONU se reúna na quarta-feira. A informação é avançada pela Reuters, com base em diplomatas.

  • Exército israelita interceta míssil disparado do Iémen

    O exército israelita anunciou hoje a interceção de um míssil disparado do Iémen.

    O ataque foi reivindicado pelos rebeldes houthis, que controlam grandes áreas do Iémen.

    O míssil foi intercetado depois das sirenes de ataque aéreo tocarem na capital de Israel, Jerusalém, segundo a agência de notícias da Agence France-Press.

    Os rebeldes apoiados pelo Irão disseram que atingiram “vários alvos sensíveis em redor de Jerusalém” com um míssil balístico.

    Os houthis reportaram também ataques de drones contra o Aeroporto Ramon e a região de Eilat, no sul de Israel.

  • Eurodeputados apelam à “condenação” da UE a ataque a navio da flotilha em águas da Tunísia

    Quase 50 deputados do Parlamento Europeu, entre os quais vários portugueses, de diferentes partidos, assinaram hoje uma carta dirigida aos mais altos responsáveis da UE a apelar à “condenação” do ataque ao navio humanitário para Gaza, na Tunísia.

    Eurodeputados apelam à “condenação” da UE a ataque a navio da flotilha em águas da Tunísia

  • Primeiro-ministro do Qatar afirma que o país tem direito de responder ao ataque israelita, mas não suspende mediações

    O primeiro-ministro do Qatar, Tamim bin Hamad Al-Thani, afirmou que o país reserva o direito de responder ao ataque israelita desta terça-feira, que aconteceu num “momento crucial”.

    “O Qatar reserva-se ao direito de responder a este ataque flagrante. Acreditamos que hoje chegámos a um momento crucial. Deve haver uma resposta de toda a região a tais ações bárbaras”, sublinhou o Emir em conferência de imprensa citada pelo Times of Israel.

    Al-Thani afirmou, ainda, que apesar do ataque o Qatar vai continuar os esforços de mediação para chegar a um cessar-fogo e a um acordo sobre os reféns entre Israel e o Hamas. “Nada nos impedirá de continuar esta mediação na região”, garantiu.

  • Trump reconhece que aviso ao Qatar chegou demasiado tarde

    O Presidente norte-americano acaba de reagir ao ataque israelita ao Qatar através de uma publicação na rede social Truth Social. A mensagem, em que Donald Trump reconhece que o aviso dos EUA ao Qatar sobre a ofensiva de Telavive chegou tarde demais, é muito semelhante ao comunicado lido esta tarde pela porta-voz da Casa Branca numa conferência de imprensa.

    Como já tinha sido mencionado nessa nota, Trump diz que a sua administração foi notificada pelos militares norte-americanos de que o Israel estava a atacar o Hamas, uma operação que “infelizmente” estava a acontecer em Doha. “Esta decisão foi tomada pelo primeiro-ministro Netanyahu, não foi uma decisão tomada por mim”, garante.

    Na publicação repetem-se também as palavras do comunicado sobre o bombardeamento “unilateral” ao Qatar não avançar os objetivos de Israel ou dos EUA e a ressalva de que eliminar o Hamas é um “objetivo digno”.

    A principal diferença face à nota da porta-voz da Casa Branca é que Trump assume que, apesar de ter ordenado que o enviado especial Steve Witkoff informasse o Qatar do ataque, isso acontece “demasiado tarde para impedir o ataque”. “Vejo o Qatar como um forte aliado e amigo dos EUA e sinto-me muito mal com o local do ataque”, refere.

    O Presidente dos EUA acrescenta que quer o fim da guerra e a libertação de todos os reféns. Diz também que falou com o primeiro-ministro israelita e do Qatar, ao último assegurou que algo assim não voltará a acontecer. Também instruiu o secretário de Estado, Marco Rubio, a finalizar o Acordo para a Cooperação da Defesa do Qatar.

  • Canadá, Espanha e Itália também condenam ataque de Israel ao Qatar

    O primeiro-ministro do Canadá condenou os ataques de Israel ao Qatar, classificando-os como “uma expansão intolerável da violência”.

    Na rede social X, Mark Carney afirmou que estes ataques “representam um grave risco de escalada de conflitos em toda a região e colocam em risco direto os esforços para promover a paz e a segurança, garantir a libertação de todos os reféns e alcançar um cessar-fogo duradouro”.

    Também o Governo espanhol condenou o ataque israelita. Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros espanhol disse que “este ataque constitui uma violação da soberania territorial do Qatar e uma flagrante violação do direito internacional”. “Espanha reitera o seu apelo pela contenção e respeito ao direito internacional para preservar a estabilidade regional, o cessar imediato da violência e o regresso às negociações diplomáticas”, pode ler-se.

    Também a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, expressou uma “sincera proximidade ao Emir Tamim bin Hamad Al Thani e ao Qatar, reiterando o apoio de Itália a todos os esforços para pôr fim à guerra em Gaza”.

    Na rede social X, Meloni reiterou que Itália “continua a opor-se a qualquer forma de escalada que possa levar a um agravamento ainda maior da crise no Médio Oriente”.

  • Qatar garante à ONU que não vai tolerar "comportamento imprudente" de Israel

    A embaixadora do Qatar na Organização das Nações Unidas (ONU) transmitiu ao Conselho de Segurança que não vai tolerar o “comportamento imprudente de Israel nem a contínua perturbação da segurança regional”.

    Numa carta enviada por Alya Ahmed Saif Al-Thani, a que a Reuters teve acesso, lê-se que o Qatar “condena fortemente” o “ato criminoso” de Israel. Descreve a ofensiva como uma “violação flagrante das leis e normais internacionais”.

    A embaixadora indica também que já está a decorrer uma investigação ao ataque.

  • Emir do Qatar disse a Trump que país vai tomar medidas para assegurar segurança

    O emir do Qatar falou esta terça-feira com o Presidente norte-americano. Durante o telefonema Tamim bin Hamad Al-Thani garantiu a Donald Trump que o país vai tomar todas as medidas necessárias para proteger a sua segurança e preservar a sua soberania, lê-se num comunicado divulgado hoje.

  • Movimento estudantil defende programas de acolhimento de alunos e docentes palestinianos

    O movimento associativo estudantil do ensino superior propõe a criação de programas específicos de acolhimento e integração de estudantes, investigadores e professores palestinianos, condenando o caso do jovem sem visto para estudar em Portugal.

    A proposta, hoje divulgada numa nota de imprensa, foi aprovada no Encontro Nacional de Direções Associativas que decorreu no sábado e no domingo em Lisboa.

    A ordem de trabalhos do encontro começou com um voto de protesto contra a situação que envolve o palestiniano Tarek Al-Farra, 23 anos, inscrito num mestrado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, mas que não consegue obter visto para estudar em Portugal devido à guerra em Gaza.

  • Portugal condena ataque israelita a Doha

    O Governo português condenou hoje o ataque israelita em Doha, que considerou violar a soberania do Qatar e aumentar o “risco de escalada de violência na região”.

    “Reforçamos que a prioridade é o cessar-fogo imediato e a libertação dos reféns. A solução de dois Estados é essencial para uma paz estável”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros, numa publicação na rede social X.

    Outros países europeus, como França, Reino Unido, Alemanha e Espanha também condenaram hoje o bombardeamento em Doha, que provocou a morte de pelo menos seis pessoas, cinco das quais do Hamas e de um polícia do Qatar.

  • Bruxelas classifica evacuação de Gaza como "inaceitável"

    A comissária europeia para Ajuda Humanitária e Gestão de Crises, Hadja Lahbib, considerou hoje inaceitável a ordem de deslocação israelita aos habitantes da Cidade de Gaza, porque “não pode ser realizada com segurança ou dignidade”.

    “A ordem de deslocação hoje imposta por Israel obriga todos os habitantes da cidade de Gaza a deslocar-se para sul. Isso é inaceitável. A deslocação em massa num contexto de destruição e escassez não pode ser realizada com segurança nem dignidade”, sustentou a comissária belga nas redes sociais.

    Bruxelas classifica evacuação de Gaza como “inaceitável”

  • Qatar recebeu telefonema dos EUA sobre o ataque no momento em que se ouviam explosões em Doha

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar disse que as informações sobre o país ter sido informado com antecedência do ataque israelita a Doha “não têm fundamento”.

    “A chamada de um responsável norte-americano ocorreu durante o som das explosões provocadas pelo ataque israelita em Doha”, escreveu na rede social X.

  • Porta-voz da Casa Branca diz que Trump lamenta localização do ataque israelita

    A porta-voz da Casa Branca transmitiu durante uma conferência de imprensa a posição da administração de Donald Trump sobre o ataque levado a cabo esta terça-feira pelas Forças de Defesa de Israel. Segundo Karoline Leavitt, a administração foi avisada esta manhã pelo exército norte-americano de que Israel estava a atacar o Hamas, acrescentando que “infelizmente” a operação estava a decorrer no território do Qatar.

    “Bombardear unilateralmente o Qatar — uma nação soberana e um aliado próximo dos Estados Unidos que está a trabalhar muito e a tomar riscos corajosamente para connosco alcançar a paz — não promove os objetivos de Israel ou da América”, afirmou Leavitt, que lia perante os jornalistas um comunicado previamente preparado. “No entanto, eliminar o Hamas — que beneficiou da miséria daqueles que vivem em Gaza — é um objetivo digno”, acrescentou.

    Leavitt garantiu que o líder norte-americano ordenou “imediatamente” que o enviado especial Steve Witkoff avisasse o Qatar do ataque. Ressalvou que Donald Trump vê o país como um aliado e amigo e “sente-se muito mal pela localização do ataque”.

    Questionada por um jornalista, a porta-voz garantiu que quando o Presidente norte-americano alertou no sábado que tinha deixado um último aviso ao Hamas não se referia a este ataque.

    Karoline Leavitt explicou que na sequência do ataque Trump falou com o primeiro-ministro israelita, que lhe garantiu que quer alcançar paz na região rapidamente. “O Presidente Trump acredita que este acidente infeliz pode servir como uma oportunidade para a paz”.

    Trump também falou com o emir e o primeiro-ministro do Qatar, a quem garantiu que um ataque como este não voltará a acontecer.

  • Mais de 1,2 milhões de palestinianos recusam abandonar Cidade de Gaza

    Mais de “1,2 milhões” de pessoas permanecem na capital e noutras áreas no norte do enclave, “recusando-se categoricamente a ir para sul”, apesar da intensificação da ofensiva israelita, disseram hoje as autoridades de Gaza.

    O gabinete de imprensa das autoridades de Gaza, controladas pelo movimento islamita Hamas, disse que estas pessoas permanecem no norte da Faixa de Gaza, “apesar dos intensos bombardeamentos e genocídio cometidos pela ocupação israelita, que pretende cometer um crime de deslocação forçada, em violação de todas as leis internacionais”, de acordo com um comunicado publicado na plataforma Telegram.

    A mesma fonte indicou que as autoridades testemunharam nos últimos dias “uma deslocação forçada do sul para a Cidade de Gaza e para o norte” da Faixa de Gaza”.

    “Cerca de 35.000 residentes foram forçados a fugir sob bombardeamentos, embora mais de 12.000 tenham regressado às áreas de residência originais devido à falta de bens básicos no sul”, referiu.

    A este respeito, sublinhou que a área de Al-Mawasi, localizada perto de Khan Yunis e decretada como “segura” por Israel – que, no entanto, lançou dezenas de bombardeamentos contra esta área no sul do território — acolhe “aproximadamente 800.000 pessoas” e “carece das infraestruturas necessárias para a vida”.

  • Hamas confirma seis mortes no ataque a Doha, incluindo de cinco dos seus membros

    O grupo palestiniano confirmou que cinco dos seus membros morreram esta terça-feira no ataque israelita em Doha. Num comunicado, citado pela Reuters, referem que uma das vítimas, como já tinha sido noticiado por vários meios de comunicação, é o filho de Khalil Al-Hayya, um dos líderes do Hamas. Relatam ainda a morte de um elemento das forças de segurança do Qatar, como já tinha avançado o Ministério do Interior do país.

    O Hamas acrescentou que Telavive “falhou” na sua tentativa para matar os elementos que compunham a delegação de negociações do grupo. Apesar disso, considera que se trata de uma prova de que o Governo israelita não quer alcançar um cessar-fogo.

    No comunicado o grupo refere que também considera os EUA responsáveis pelo ataque desta terça-feira.

  • Hezbollah condena "crime cobarde" de Israel em Doha

    O Hezbollah descreveu o ataque israelita em Doha como um “crime cobarde”, sublinhando que “só prova a maldade e a falta de vergonha do regime sionista”. O grupo libanês considera que Israel está a mostrar ao mundo “um novo nível de criminalidade” e o seu “desrespeito por todas as leis e normas internacionais”.

    Segundo a Al Jazeera, o grupo apelou que os países árabes e muçulmanos pressionem os Estados Unidos a pôr fim ao seu apoio incondicional a Israel.

  • Portugueses residentes no Qatar encontram-se bem, diz Ministério dos Negócios Estrangeiros

    O Governo português disse hoje à agência Lusa estar a acompanhar de perto a situação no Qatar, após um ataque israelita em Doha, indicando que os cidadãos portugueses residentes na capital qatari se encontram bem.

    Fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros português indicou que estão registados no Qatar 1.134 cidadãos portugueses.

    Portugueses residentes no Qatar encontram-se bem, diz Ministérios dos Negócios Estrangeiros

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