Momentos-chave
- O que aconteceu até agora
- Representantes dos EUA negam hipótese de acordo para tomar conta de centrais nucleares ucranianas
- Zelensky diz que Trump devia visitar a Ucrânia
- Costa elogia resultado "positivo" do telefonema entre Zelensky e Trump
- Prioridade já não é acordo de minerais, mas cessar-fogo, diz Casa Branca
- Casa Branca diz que telefonema entre Zelensky e Trump foi "fantástico". EUA vão ajudar Ucrânia a encontrar mais sistemas de defesa
- O que aconteceu até agora
- Zelensky elogiou conversa com Donald Trump, cuja "liderança" pode trazer uma "paz duradoura este ano"
- Já terminou o telefonema entre Trump e Zelensky. Presidente dos EUA diz que conversa durou uma hora e foi "muito boa"
- Montenegro alerta para a necessidade de a Europa poder "ombrear com outros blocos comerciais"
- É "provável" que Trump e Putin se encontrem "a certo ponto", diz enviado especial dos EUA
- Chamada entre Trump e Zelensky está a decorrer
- Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA confirma planos para encontro com delegação russa em Riade
- "Hoje é mais um dia em que a Ucrânia traz o seu povo de volta", diz Zelensky sobre troca de prisioneiros com a Rússia
- Rússia e Ucrânia já trocaram prisioneiros de guerra
- Casa Branca confirma conversa entre Trump e Zelensky. Telefonema previsto para as 14h
- Marcelo diz que telefonema entre Trump e Putin não trouxe boas notícias
- Ucrânia revela que outro hospital foi atingido nos ataques russos a Sumy
- Bruxelas quer que 65% das componentes de armamento compradas venham da Europa e Ucrânia
- EUA suspendem alguns esforços para combater sabotagem russa
- Costa alerta que Rússia representa uma ameaça a toda a Europa
- Putin anuncia que tropas russas estão prestes a "derrotar" por completo ucranianos em Kursk
- Kremlin acusa Ucrânia de sabotar pausa nos ataques a infraestruturas energéticas
- Ucrânia denuncia ataque russo que provocou três feridos em Donetsk
- Stubb pede equipa de negociação europeia e elogia Trump experiência de Trump
- Stubb defende aumentar apoio a Kiev e pressão a Moscovo se Putin recusar cessar-fogo
- Zelensky rejeita exigência russa sobre o fim de apoio militar e partilha de informações secretas
- Zelensky anuncia que vai falar com Trump esta quarta-feira
- Zelensky acredita que a guerra pode acabar este ano, mas pede garantias de segurança
- Alemanha acusa Rússia de "jogar" com a Ucrânia e diz que exigências de Putin são "inaceitáveis"
- Kallas diz que Rússia não está disposta a fazer concessões
- China oferece-se para ajudar à Ucrânia na reconstrução do país
- Negociações entre EUA e Rússia vão ser retomadas na Arábia Saudita a 23 de março
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora
- O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o Presidente dos EUA, Donald Trump, tiveram uma conversa telefónica que Zelensky descreveu como “positiva, muito substantiva e franca”. Durante a chamada, concordaram em continuar a trabalhar juntos para alcançar um verdadeiro fim da guerra e uma paz duradoura. Zelensky sublinhou que a liderança dos EUA, sob Trump, pode ser crucial para atingir uma paz sustentável neste ano.
- Os Estados Unidos e a Rússia estão envolvidos em negociações sobre um cessar-fogo parcial que incide sobre infraestruturas energéticas. A troca de prisioneiros entre Rússia e Ucrânia foi completada, com ambos os lados libertando 175 pessoas, e a mediação esteve a cargo dos Emirados Árabes Unidos, num sinal de progresso nas negociações de paz.
- A Casa Branca comunicou que, durante a chamada com Zelensky, Trump enfatizou o empenho dos Estados Unidos na resolução da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Trump também manifestou disponibilidade para ajudar a Ucrânia com sistemas adicionais de defesa aérea, nomeadamente mísseis Patriot, para proteger os civis ucranianos.
- Algumas instituições norte-americanas suspenderam esforços previamente implementados para combater atividades de sabotagem, desinformação e ataques informáticos vindos da Rússia. Estas suspensões ocorreram apesar da relação reforçada entre o governo de Trump e Moscovo, refletindo mudanças na política de segurança dos EUA.
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Bom dia,
Encerramos agora este liveblog que acompanhou as últimas notícias sobre a guerra na Ucrânia. Pode continuar a nossa cobertura sobre o conflito nesta nova ligação.
“Têm um valor tremendo”. Trump diz que acordo de terras raras será assinado “muito em breve”
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Inclusão de "infraestruturas civis" no cessar-fogo está em discussão, segundo Zelensky
Volodymyr Zelensky contou que a inclusão de “infraestruturas civis” no cessar-fogo energético estava a ser discutida entre EUA, Rússia e Ucrânia, sem afirmar que infraestruturas seriam incluídas.
“Recebemos sinais do lado americano de que estamos muito provavelmente a falar do cessar-fogo das instalações energéticas, de não atacar as instalações energéticas de ambos os países e as infraestruturas energéticas”, afirmou Zelensky na conferência de imprensa, citada pela CNN.
Segundo o Presidente, ele e Trump chegaram a “um acordo segundo o qual faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para preparar uma lista de objetos que consideramos prioritários e que consideramos como infraestruturas civis”.
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Representantes dos EUA negam hipótese de acordo para tomar conta de centrais nucleares ucranianas
O secretário da Energia dos EUA, Chris Wright, negou que haja negociações para os norte-americanos tomarem o controlo das centrais nucleares ucranianas como forma de garantia de segurança, apesar disso ter sido mencionado no resumo da chamada revelado pela Casa Branca.
“A propriedade americana dessas centrais seria a melhor proteção para essa infraestrutura e o apoio à infraestrutura energética ucraniana”, lia-se no resumo citado pela CNN.
“Não, não há discussão sobre isso neste momento”, afirmou Wright aos jornalistas, acrescentando que o foco neste momento está em “mais energia produzida, preferencialmente, nos Estados Unidos”.
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Zelensky diz que Trump devia visitar a Ucrânia
Numa conferência de imprensa citada pela Sky News, Volodymyr Zelensky convidou Donald Trump a visitar a Ucrânia, no mesmo dia em que teve “provavelmente” a conversa “mais substantiva” que já tinha tido com o Presidente norte-americano.
“Quero ser franco, muito franco. Hoje não senti qualquer pressão por parte de Trump, não houve nenhuma. E isto é um facto. Vocês sabem que eu sou uma pessoa aberta. Se assim fosse, ter-vos-ia dito com toda a franqueza”, afirmou Zelensky, citado pela AFP.
Na conferência, o Presidente da Ucrânia avisou também que a Ucrânia responderia na mesma moeda caso a Rússia violasse um eventual cessar-fogo energético.
As negociações, de acordo com Zelensky, deverão continuar no fim-de-semana, com o Presidente a esperar que a sua equipa se reuna com a comitiva dos EUA entre sexta-feira e domingo.
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Costa elogia resultado "positivo" do telefonema entre Zelensky e Trump
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, elogiou esta quarta-feira o resultado “positivo” da conversa telefónica entre Zelensky e Trump, dizendo-se “encorajado” pelo conteúdo “substancial” da conversa.
“Parar os ataques contra infraestruturas de energia e outras infraestruturas civis seria um importante primeiro passo real rumo ao fim da guerra”, assinalou Costa no Twitter.
“Vamos continuar as nossas discussões com o Presidente Zelensky amanhã no Conselho Europeu”, acrescentou Costa.
Positive conversation with President @ZelenskyyUA. I am encouraged by his substantive phone call with @POTUS Donald Trump.
Halting strikes on energy and other civilian infrastructure would be an important and first real step towards ending the war.
We will continue our…
— António Costa (@eucopresident) March 19, 2025
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Prioridade já não é acordo de minerais, mas cessar-fogo, diz Casa Branca
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou esta quarta-feira que os EUA vão continuar a partilhar com a Ucrânia informações de segurança necessárias à defesa do país — e revelou também que a discussão entre os dois países está neste momento focada no cessar-fogo, tendo ido “além do acordo económico sobre minerais”.
Neste momento, apesar de o acordo de minerais continuar em cima da mesa, a prioridade para Washington é “um cessar-fogo parcial” com vista a um “cessar-fogo total e uma paz duradoura neste conflito”.
Questionada mais diretamente sobre o acordo de minerais, Leavitt confirmou que esse foi o foco do debate numa fase anterior, quando Zelensky ainda “não estava a falar de um acordo de paz maior”.
“Estamos agora numa fase em que estamos a falar disso”, afirmou. “Fomos além do quadro de apenas um acordo económico de minerais e estamos a olhar para um cessar-fogo duradouro, neste momento um cessar-fogo parcial.”
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Casa Branca diz que telefonema entre Zelensky e Trump foi "fantástico". EUA vão ajudar Ucrânia a encontrar mais sistemas de defesa
A Casa Branca divulgou esta tarde uma descrição mais alargada do telefonema entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky, enfatizando várias vezes que o Presidente ucraniano terá aproveitado a chamada para agradecer a Trump o empenho na resolução da guerra entre Rússia e Ucrânia — e para pedir mais apoio aéreo.
De acordo com o texto divulgado pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, o telefonema entre Trump e Zelensky foi “fantástico” e, durante a conversa, Zelensky agradeceu a Trump pelo “início produtivo do trabalho entre as equipas ucranianas e americanas em Jeddah em 11 de março”.
“A reunião entre os responsáveis séniores de ambas as nações ajudou significativamente no sentido de se chegar ao fim da guerra”, diz a Casa Branca, que revela que Trump informou Zelensky do conteúdo da sua conversa com Putin, na terça-feira.
“Ambos os líderes concordaram que a Ucrânia e os EUA vão continuar a trabalhar em conjunto no sentido de se alcançar um verdadeiro fim para a guerra e que uma paz duradoura pode ser alcançada sob a liderança do Presidente Trump”, considera a Casa Branca.
De acordo com o comunicado, Zelensky pediu “sistemas adicionais de defesa aérea para proteger os seus civis, particularmente sistemas de mísseis Patriot, e o Presidente Trump concordou em trabalhar com ele para perceber o que está disponível, particularmente na Europa”.
“Os dois líderes também concordaram com um cessar-fogo parcial em relação à energia” e delegações dos dois países vão reunir-se na Arábia Saudita “nos próximos dias para discutir alargar o cessar-fogo ao Mar Negro, rumo a um cessar-fogo completo”.
Trump e Zelensky também discutiram a possibilidade de os EUA ajudarem a Ucrânia na exploração de centrais nucleares.
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O que aconteceu até agora
- A Ucrânia expressou apoio ao cessar-fogo energético proposto pelos Estados Unidos, confirmando a disposição do país em implementá-lo. Durante uma conversa com Donald Trump, Volodymyr Zelensky afirmou que um cessar-fogo incondicional na linha da frente também foi aceite e que ambos os países pretendem trabalhar em conjunto para alcançar um fim duradouro para a guerra em 2025.
- A troca de prisioneiros entre a Rússia e a Ucrânia foi concluída, com ambas as partes a libertarem 175 pessoas. Adicionalmente, a Rússia libertou 22 prisioneiros ucranianos que necessitam de cuidados de saúde urgentes. Esta troca foi mediada pelos Emirados Árabes Unidos.
- Steve Witkoff, enviado especial norte-americano, admitiu a possibilidade de o Presidente dos EUA se encontrar com o homólogo russo “a certo ponto”. “Não posso falar por eles, mas a minha aposta é que é provável que aconteça”, disse à Bloomberg.
- A comunidade internacional manifestou reações mistas em relação ao cessar-fogo parcial entre os Estados Unidos e a Rússia. Diversos líderes europeus expressaram a necessidade de um envolvimento mais alargado da União Europeia nas negociações, enquanto que o Presidente da República Portuguesa e oprimeiro-ministro sublinharam a relevância de garantir uma paz justa e duradoura que respeite a soberania ucraniana.
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Ucrânia apoia e "está pronta a implementar" cessar-fogo energético proposto por Trump a Putin, segundo Zelensky
Na conversa entre Trump e Zelensky, o Presidente ucraniano confirmou que o país está pronto para implementar o cessar-fogo energético proposto pelo líder norte-americano e discutido na conversa com Vladimir Putin.
“Um dos primeiros passos para acabar totalmente com a guerra poderia ser o fim dos ataques à energia e a outras infra-estruturas civis”, sublinhou o Presidente ucraniano, mostrando o seu apoio a propostas que vão mais além.
“A parte americana também propôs um cessar-fogo incondicional na linha da frente e a Ucrânia também aceitou esta proposta”, acrescentou Zelensky.
“Falámos sobre a situação na região de Kursk, abordámos a questão da libertação dos prisioneiros de guerra e do regresso das crianças ucranianas que foram levadas pelas forças russas”, contou ainda sobre a chamada com Trump, na qual o “o estado da defesa aérea da Ucrânia e a possibilidade de a reforçar para proteger vidas” foi também assunto.
As equipas dos dois países, afirma o Presidente, devem voltar a reunir-se na Arábia Saudita, para continuar a “coordenar os passos em direção à paz”.
“Agradeci ao Presidente Trump e ao povo americano pelo seu apoio. Salientei que os ucranianos querem a paz, razão pela qual a Ucrânia aceitou a proposta de um cessar-fogo incondicional”, contou ainda Zelensky, sublinhando também “a importância do conceito de ‘paz através da força’ defendido pelo Presidente dos EUA.
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Zelensky elogiou conversa com Donald Trump, cuja "liderança" pode trazer uma "paz duradoura este ano"
O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse ter tido uma “conversa positiva, muito substantiva e franca” com o Presidente dos EUA, Donald Trump, numa publicação na rede social X depois da chamada telefónica desta quarta-feira.
“Concordámos que a Ucrânia e os Estados Unidos devem continuar a trabalhar em conjunto para conseguir um verdadeiro fim da guerra e uma paz duradoura”, afirmou Zelensky sublinhando que “a liderança americana” pode trazer uma “paz duradoura este ano”.
I had a positive, very substantive, and frank conversation with President of the United States Donald Trump @POTUS. I thanked him for a good and productive start to the work of the Ukrainian and American teams in Jeddah on March 11—this meeting of the teams significantly helped… pic.twitter.com/JFBd5EeIkg
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) March 19, 2025
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Montenegro admite envio de militares portugueses mas diz que decisão é precoce
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu esta quarta-feira a possibilidade de Portugal enviar militares portugueses para a Ucrânia no âmbito de um processo de paz “com garantias de segurança” mas ressalvou que é cedo para tomar essa decisão.
“Não estamos ainda no tempo de o definir e decidir em concreto. É precoce estarmos hoje a tomar uma decisão sobre se vamos ter ou não militares das nossas Forças Armadas num hipotético teatro de operações na Ucrânia”, respondeu Luís Montenegro ao PS, no parlamento, durante o debate preparatório do Conselho Europeu.
O primeiro-ministro disse que, caso haja “um processo de paz, com garantias de segurança, não será a primeira nem a última vez” que Forças Armadas portugueses darão o seu contributo neste âmbito.
“Como contribuem hoje para assegurar a manutenção da paz, a salvaguarda de operações de dissuasão”, referiu, dando como exemplo a presença de militares portugueses em missões na Roménia, Eslováquia ou Lituânia.
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Montenegro considera "cessar-fogo parcial primeiro sinal positivo" longe do desejável
O primeiro-ministro português considerou esta quarta-feira que o “cessar fogo parcial” na Ucrânia acordado entre os Presidentes dos Estados Unidos e da Rússia “é um primeiro sinal positivo”, mas salientou “não sendo a situação desejável”.
Luís Montenegro falava na abertura no debate preparatório do Conselho Europeu, no último plenário da XVI legislatura, cerca de uma semana depois da demissão do Governo, provocada pelo chumbo de uma moção de confiança apresentada pelo executivo minoritário PSD/CDS-PP.
“Todos sabemos que estamos numa altura crítica, numa altura em que foi anunciado um cessar-fogo parcial aplicado às infraestruturas energéticas e que, não sendo a situação desejável, é ainda assim um primeiro sinal positivo”, afirmou.
Montenegro acrescentou que será necessário “aguardar para ver como evolui”, considerando ser ainda cedo “para tirar grandes ilações”.
“Não há dúvida também que há um consenso muito alargado no seio da União de que um processo de paz para a Ucrânia e para este conflito tem de envolver a Ucrânia, tem de envolver a União Europeia, para poder compaginar uma paz justa e duradoura no respeito pela soberania da Ucrânia e no respeito pela aplicação do direito internacional”, defendeu.
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Já terminou o telefonema entre Trump e Zelensky. Presidente dos EUA diz que conversa durou uma hora e foi "muito boa"
O Presidente dos EUA, Donald Trump, já terminou o telefonema com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Numa curta mensagem divulgada há minutos na rede Truth Social, Trump disse que terminou uma “muito boa chamada telefónica com o Presidente Zelensky da Ucrânia”.
“Durou aproximadamente uma hora”, revelou Trump.
“Muito da discussão foi baseada na chamada que tive ontem com o Presidente Putin, de forma a alinhar a Rússia e a Ucrânia no que toca aos seus pedidos e necessidades”, escreveu ainda o Presidente dos EUA.
“Estamos no caminho certo e vou pedir ao secretário de Estado Marco Rubio e com o conselheiro de Segurança Nacional Michael Waltz, para darem uma descrição precisa dos pontos discutidos”, disse Trump, dizendo que esse comunicado vai ser divulgado “em breve”.
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Parlamento levanta-se para aplaudir deputados ucranianos. PCP fica sentado
Após a intervenção do primeiro-ministro, o presidente da Assembleia da República em exercício, Rodrigo Saraiva, anunciou que estavam na sala deputados ucranianos e a embaixadora da Ucrânia em Portugal, Maryna Mykhailenko.
Todas as bancadas, à exceção do PCP, se levantaram para aplaudir durante longos minutos.
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Montenegro alerta para a necessidade de a Europa poder "ombrear com outros blocos comerciais"
Arranca o debate preparatório do Conselho Europeu, com a presença do primeiro-ministro, no Parlamento. Luís Montenegro explica, relativamente à Ucrânia, que serão “abordados desenvolvimentos mais recentes”.
“Todos sabemos que estamos numa altura crítica”, aponta, frisando que o cessar-fogo nas infraestruturas energéticas não é o “desejável”, mas “um primeiro sinal”. Ainda assim, considera “cedo para tirar grandes ilações”.
Montenegro recorda que há um “consenso alargado de que um processo de paz tem de envolver Ucrânia e UE para poder compaginar paz justa e duradoura”.
Foca-se agora no que é “nevrálgico”, dando destaque à ideia de que “é a partir da economia que se vai projetar desenvolvimento da área da defesa e dissuasão”. “A Europa não pode perder tempo, tem de ser rápida, eficiente e responder para ter políticas que promovam crescimento coeso e para se afirmar como bloco competitivo”, realça, com o intuito de “poder ombrear com outros blocos comerciais”.
Sobre as questões energéticas, disse que “a Europa não pode ficar a lamuriar-se de ter pouca autonomia e de ter custo energético superior e não fazer nada por isso”.
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Witkoff: drones russos atingiram Ucrânia antes de Putin ordenar fim dos ataques à infraestrutura energética
Na mesma entrevista à Bloomberg, o enviado especial Steve Witkoff sublinhou que a Rússia não quebrou o compromisso assumido perante o homólogo norte-americano de parar os ataques a infraestruturas energéticas ucranianas por 30 dias.
A Ucrânia acusou a Rússia de atacar alvos em várias regiões na sequência do telefonema entre Vladimir Putin e Donald Trump. No entanto, segundo Witkoff, os ataques já estavam em marcha antes do líder russo ter oportunidade de dar a ordem.
“O Presidente Putin emitiu uma ordem 10 minutos depois do telefonema com o Presidente [dos EUA] em que determinava que as forças russas não atacassem as infraestruturas energéticas”, revelou. Witkoff afirmou que quaisquer ataques que a Ucrânia tenha sofrido ontem à noite terão acontecido antes dessa ordem. “Tendo a acreditar que o Presidente Putin está a agir de boa fé.”
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É "provável" que Trump e Putin se encontrem "a certo ponto", diz enviado especial dos EUA
Steve Witkoff, enviado especial norte-americano, admitiu a possibilidade de o Presidente dos EUA se encontrar com o homólogo russo “a certo ponto”. “Não posso falar por eles, mas a minha aposta é que é provável que aconteça”, disse em entrevista à Bloomberg.
Witkoff destacou a boa relação entre Donald Trump e Vladimir Putin. Acrescentou que um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia poderá chegar em algumas semanas.
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Chamada entre Trump e Zelensky está a decorrer
A chamada entre os Presidentes da Ucrânia e dos EUA já está a acontecer.
Dan Scavino, assistente do Presidente dos EUA e vice-chefe de gabinete da Casa Branca, confirmou na rede social X que a chamada está a decorrer.
Happening Now—President Trump is in the Oval Office on a call with President Volodymyr Zelenskyy of Ukraine.
— Dan Scavino (@Scavino47) March 19, 2025
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Não haverá planos para que a Ucrânia participe nas conversações entre EUA e Rússia em Riade
Mykhailo Podolyak, um conselheiro do Presidente Zelensky, avançou ao jornal Guardian que a Ucrânia não deverá participar nas conversas entre EUA e Rússia em Riade, na Arábia Saudita.
Ainda assim, Podolyak admite que será preciso esperar pelos resultados do telefonema entre Trump e Zelensky.