Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou o posicionamento de submarinos nucleares perto da Rússia em resposta a declarações ameaçadoras de Dmitry Medvedev, ex-Presidente russo e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia. Trump justificou esta ação como necessária para garantir a segurança do povo norte-americano, destacando que palavras impróprias podem ter consequências indesejáveis.
    • As tensões entre os Estados Unidos e a Rússia aumentaram devido às críticas de Trump à guerra na Ucrânia, que considera ter sido desnecessariamente prolongada devido às políticas do seu antecessor, Joe Biden. Trump destacou que quase 20 mil soldados russos morreram em julho e reiterou o seu compromisso em tentar parar a guerra.
    • O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de tentar ganhar tempo para prolongar a guerra e apelou à comunidade internacional para aumentar a pressão sobre Moscovo através de sanções mais rigorosas. Zelensky expressou gratidão pelo apoio dos Estados Unidos e da Europa, e condenou um ataque russo recente a Kiev que resultou em 31 mortos.
    • A NATO e os Estados Unidos estão a desenvolver um novo mecanismo de financiamento para transferir mais armas para a Ucrânia. Esta iniciativa surge num contexto em que as tensões estão a crescer devido à intensificação dos ataques com drones por parte da Rússia, e aos apelos do Ocidente por sanções reforçadas contra Moscovo.

    [Horas depois do crime, a polícia vai encontrar o assassino de Issam Sartawi, o dirigente palestiniano morto no átrio de um hotel de Albufeira. Mas, também vai descobrir que ele não é quem diz ser. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o segundo episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro aqui]

  • Bom dia,

    Obrigado por nos ter acompanhado. Pode seguir todos os desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia do dia de hoje neste link.

    Trump confirma que submarinos nucleares estarão “perto da Rússia” e diz que Putin “talvez queira controlar toda a Ucrânia”

  • Trump diz que "ouviu falar" que a Índia ia parar de comprar petróleo russo

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira que tinha “ouvido falar” que a Índia tinha parado de comprar petróleo à Rússia, depois das ameaças feitas de uma penalização acima das tarifas.

    “Não sei se está certo ou não. Mas é um bom passo. Vamos ver o que acontece”, acrescentou.

  • Trump diz que posicionou submarinos nucleares pela "segurança" do povo norte-americano face a uma "ameaça" de Medvedev

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que lançou os submarinos nucleares para garantir “a segurança” do povo do seu país.

    “Tivemos de o fazer. Temos só de ter cuidado”, acrescentou, sublinhando que uma “ameaça foi feita” e não acharam “que fosse apropriada”.

    “Uma ameaça foi feita por um ex-Presidente da Rússia e vamos proteger o nosso povo”, disse ainda Trump, atacando novamente Dmitry Medvedev.

  • EUA e NATO estão a trabalhar para encontrar uma nova forma para entregar mais armas à Ucrânia

    Os Estados Unidos da América (EUA) e NATO estão a trabalhar numa abordagem nova para providenciar mais armas à Ucrânia.

    Tal como acontece atualmente, os fundos dos países da NATO seriam usados para comprar ou transferir armas dos Estados Unidos para território ucraniano, avança a Reuters.

    Esta nova cooperação ocorre num momento em que Donald Trump tem deixado várias críticas à Rússia.

  • Zelensky acusa Rússia de apenas "ganhar tempo" para continuar guerra e pede "pressão" da comunidade internacional

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, denunciou, no seu discurso diário, que a Rússia está apenas a “tentar ganhar tempo” para continuar a guerra e espalhar o “terror”.

    “É muito importante que a perspetiva de novas sanções, fortes sanções, comecem a pôr pressão na Rússia. Todas as finanças russas, todos os esquemas que enchem os bolsos russos devem ser sancionados”, disse Volodymyr Zelensky.

    Para o líder ucraniano, “apenas isto” vai convencer Moscovo “a trabalhar pela paz”: “A Ucrânia está grata aos Estados Unidos, grata à Europa e a todos os amigos em todo o mundo”.

  • Senador avisa que Rússia está a "exceder-se": "Trump não deixa que brinquem com ele"

    O senador republicano norte-americano, Lindsey Graham, um dos maiores aliados de Donald Trump, avisou que a Rússia se está “a exceder” — e isso motivou uma resposta do Presidente norte-americano.

    No X, Lindsey Graham disse que o Presidente norte-americano “procura paz e não guerra”. Contudo, avisou que Donald Trump “não é Obama, não é Biden”, não “deixando que brinquem com ele”.

  • Conselheiro de Zelensky ridiculariza Medvedev: "Vodka nunca acaba bem"

    O conselheiro de Volodymyr Zelensky, Andriy Yermak, atirou-se hoje ao vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter mobilizado dois submarinos nucleares para as redondezas da Rússia.

    Numa referência aos problemas de alcoolismo de Dmitry Medvedev, Andriy Yermak escreveu no X que parece o antigo Presidente russo “ainda não acredita que o vodka nunca acaba bem”.

    “Paz através da força”, escreveu ainda o conselheiro.

  • Zelensky visita local de ataque russo em Kiev. "É impossível justificar o que a Rússia está a fazer"

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, visitou hoje o local de um ataque russo em Kiev, que resultou em 31 vítimas mortais e 179 feridos.

    “É impossível justificar o que a Rússia está a fazer. Nós nunca esqueceremos a matança do nosso povo, esses ataques brutais”, criticou Volodymyr Zelensky, no X.

    O Presidente da Ucrânia enviou condolências às famílias. “Este foi um dos ataques mais brutais na capital”, disse.

    “Hoje, no local, falei com a população. O Estado vai definitivamente ajudar e apoiar todos os afetados”, assegurou Volodymyr Zelensky.

  • Por causa das "declarações provocadoras" de Medvedev, Trump coloca submarinos nucleares perto da Rússia

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a reagir às “declarações altamente provocadoras” do antigo chefe de Estado russo, Dmitry Medvedev, que atualmente ocupa o cargo de vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia.

    Donald Trump ordenou que “dois submarinos nucleares sejam posicionados em regiões apropriadas”, caso as “declarações tontas e inflamatórias” de Dmitry Medvedev se repitam — e “forem mais do que aparentam”.

    “Cuidado com as palavras.” Trump diz que economia russa é “decadente” e ataca “falhado” Medvedev, que responde à “reação nervosa” dos EUA

    “As palavras são muito importantes e podem levar a consequências indesejadas”, alertou Donald Trump numa publicação na Truth Social, esperando que “não seja uma destas situações”.

  • Lavrov concorda com Rubio: "Nunca poderá haver confronto militar direto entre os EUA e Rússia"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, disse hoje concordar com o seu homólogo norte-americano, Marco Rubio.

    “Os europeus estão histericamente a exigir que a Ucrânia seja arrastada para a NATO, mas Marco Rubio confirmou recentemente que adota uma abordagem responsável, afirmando que um conflito militar direto entre EUA e Rússia não deve ser permitido. Concordamos plenamente com isso”, disse Sergei Lavrov, numa nota do site do MNE russo.

    O ministro sublinhou que as conversas entre os Estados Unidos e a Rússia “estão a ter progressos”. “Os nossos colegas norte-americanos, ao contrários dos europeus, estão cientes as realidades atuais e estão a levar em consideração as causas profundas da guerra”, disse ainda.

  • Trump denuncia que morreram em julho quase "20 mil soldados russos" na guerra "ridícula" com a Ucrânia

    O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, foi informado que “quase 20 mil soldados russos morreram” em julho na “guerra ridícula com a Ucrânia”.

    “A Rússia perdeu 112.500 soldados desde o início da guerra. São muitas mortes desnecessárias”, criticou Donald Trump, numa publicação da Truth Social.

    O Presidente norte-americano também deu conta de que a Ucrânia “tem sofrido bastante”: “Perderam oito mil soldados desde 1 de janeiro de 2025 e esse número não inclui os desaparecidos. A Ucrânia também perdeu civis, mas em menor número, enquanto mísseis russos caem em Kiev e outros locais ucranianos”.

    Donald Trump insistiu depois que esta é uma “guerra que nunca deveria ter começado” e que é uma “guerra” do antecessor, Joe Biden. “Estou aqui a ver se consigo pará-la.”

  • Trump está desiludido? Putin diz que isso vem "de expectativas elevadas"

    Vladimir Putin reagiu ainda ao facto de o Presidente norte-americano estar “desiludido” como a Rússia está a levar a cabo a guerra na Ucrânia.

    “Qualquer desilusão sentida por alguém, toda a desilusão, vem de expectativas elevadas. É uma regra de senso comum”, assinalou Vladimir Putin.

    Para o líder russo, acabar com a guerra na Ucrânia exige “discussões sérias” — e não “em público”, mas “calmamente”, algo que exige um “processo negocial”.

  • Putin e Lukashenko visitaram mosteiro na ilha de Valaam

    O Presidente da Rússia e da Bielorrússia, Vladimir Putin e Alexander Lukashenko, visitaram um mosteiro na ilha de Valaam, na visita oficial que o líder bielorrusso está a fazer na Rússia.

    GettyImages-2227279512 POOL/AFP via Getty Images

  • Lukashenko perguntou a Putin "por que motivo" a Rússia não avança mais rápido no campo de batalha. "É por pena das pessoas"

    O líder bielorrusso, sobre a guerra, reiterou que a Rússia “está a avançar” na linha da frente.

    Alexander Lukashenko recordou que perguntou a Vladimir Putin o motivo pelo qual não avança mais rápido no campo de batalha. “Sinto pena das pessoas” foi a resposta do líder russo, segundo o Presidente bielorrusso: “Devagar, mas com confiança”.

    Sobre o Ocidente, o Presidente da Bielorrússia repetiu as críticas do seu homólogo russo. “Os norte-americanos têm interesse em enfraquecer a UE como centro de poder”, avisou Alexander Lukashenko.

  • Ao lado de Putin, Lukashenko atira-se a Trump: "Se quer a paz, não deve ditá-la"

    Na mesma conferência de imprensa, o Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, atirou-se ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump: “Se quer a paz, deve envolver-se no processo de paz e não deve ditá-la”.

    O líder bielorrusso, citado pela RIA, acusou a Ucrânia de “querer o impossível”. “Para que a Ucrânia tenha uma reunião com Putin, precisa primeiro de preparar terreno”, disse.

    “Ninguém conseguirá colocar Minsk e Moscovo de joelhos. Estamos determinados a defender os nossos interesses”, assegurou Alexander Lukashenko.

  • Putin critica União Europeia pela "perda de soberania e independência económica"

    Sobre o Ocidente, Vladimir Putin disse que “quer impedir o avanço da Rússia”. “Fortalecer a soberania da Rússia é um dos objetivos da operação militar especial”, afirmou.

    Na conferência de imprensa, o líder russo esclareceu que a “soberania desempenha um papel fundamental no mundo moderno, inclusive para o desenvolvimento económico”.

    “A União Europeia não tem isso hoje”, lamentou, relacionando esta “perda de soberania política” com a “perda de independência económica”.

    “Está claro que hoje a União Europeia não tem tanta soberania. Tornou-se óbvio que isso não existe”, vincou Vladimir Putin.

  • Putin confirma controlo de Chasiv Yav pela Rússia e diz que liderança ucraniana "está mal informada"

    O Presidente da Rússia confirmou, na conferência de imprensa, que a cidade de Chasiv Yar, na província de Donestsk, foi controlada pelas tropas do país.

    “Foi libertada há alguns dias, não ontem”, especificou Vladimir Putin, confirmando, no entanto, que a Ucrânia está a “tentar contra-atacar” na região.

    A Ucrânia nega que a Rússia tenha controlado Chasiv Yar, mas Vladimir Putin respondeu à “liderança ucraniana”: “Está mal informada sobre a situação”.

    Vladimir Putin assinalou que as “tropas russas estão a avançar ao longo de toda a linha da frente”.

  • Ao lado de Lukashenko num banco de jardim, Putin ataca Ucrânia: é "humilhante" perda da soberania e corrupção "é galopante"

    É uma conferência de imprensa inusual. Num um banco de jardim em São Petersburgo, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, prestou declarações à imprensa, ao lado de Alexander Lukashenko, o chefe de Estado da Bielorrússia.

    GettyImages-2227279260 POOL/AFP via Getty Images

    Citado pela agência RIA, Vladimir Putin atacou a Ucrânia pela “falta de soberania”: “É humilhante”. Para o líder russo, Kiev está completamente dependente da ajuda externa europeia e norte-americana.

    Sobre corrupção, Vladimir Putin frisou que é “característica de quase todos os países”: “A questão é se a sociedade está pronta para combatê-la”.

    Vladimir Putin acusou a Ucrânia ser um país com corrupção “galopante”, indicando que as agências anticorrupção ucranianas — que estiveram na origem de vários protestos contra a presidência — nunca foram eficazes.

  • Zelensky reage às declarações de Putin e pede ao Kremlin que passe das "declarações" para as "negociações entre líderes"

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reagiu às declarações do seu homólogo russo, Vladimir Putin, sobre a “forma positiva” como vê as negociações com a Ucrânia.

    Numa publicação na rede social X, Zelensky afirmou que “se estes forem sinais de uma vontade genuína de terminar a guerra com dignidade e estabelecer uma paz verdadeiramente duradoura — e não apenas uma tentativa de ganhar mais tempo para a guerra ou atrasar sanções — então a Ucrânia reafirma mais uma vez a sua prontidão para se reunir ao nível dos líderes a qualquer momento“.

    “A Ucrânia pede que se vá além da troca de declarações e das reuniões de nível técnico para negociações entre líderes”, sublinhou o líder ucraniano, acrescentando que “o que é necessário é a prontidão da Rússia”.

1 de 2