Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se sabe sobre o conflito israelo-palestiniano?

    • O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, criticou o reconhecimento do Estado da Palestina por vários países, incluindo Portugal, descrevendo-o como uma “capitulação vergonhosa” face ao “terror palestiniano”. Reafirmou que “não haverá um estado palestiniano”, destacando que o reconhecimento não obriga Israel de forma alguma.
    • A cidade de Eilat, no sul de Israel, foi alvo de um ataque com drone proveniente do Iémen, reivindicado pelos Houthis, que resultou em 22 feridos. Este incidente foi amplamente condenado por líderes internacionais como Emmanuel Macron, Presidente de França, e Steffen Seibert, embaixador alemão em Israel, que afirmaram que o mundo não deve habituar-se a essas tentativas de matar civis israelitas.
    • A flotilha humanitária Sumud, que se dirige a Gaza, enfrenta tensões internacionais. Espanha e Itália anunciaram o envio de navios da Marinha para protegê-la, enquanto Catarina Martins e Mariana Mortágua apelam ao governo português para tomar medidas semelhantes. Esta iniciativa tem sido alvo de ataques que danificaram alguns navios, mas os participantes estão determinados em continuar.
    • O embaixador dos EUA, Steve Witkoff, apresentou um plano de 21 pontos para a paz no Médio Oriente durante uma reunião com líderes de países árabes e de maioria muçulmana. Donald Trump garantiu que a Cisjordânia não seria anexada por Israel, sublinhando o compromisso dos EUA em buscar uma solução negociada para a região.

  • Bom dia,

    Encerramos aqui o nosso liveblog desta quarta-feira sobre o conflito israelo-palestiniano. Pode acompanhar aqui o nosso novo artigo em direto para acompanhar a atualidade deste assunto esta quinta-feira.

    “Estamos perto de chegar a algum tipo de acordo” em Gaza, disse Trump

    Obrigado.

  • Israel acusa presidente da Autoridade Palestiniana de querer "apagar" estado israelita — e tudo se deve a um pin em forma de chave

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita acusou esta quarta-feira Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana, de sinalizar desejo de “apagar Israel” de forma subreptícia.

    Numa publicação na rede social X, a conta oficial deste ministério justifica a acusação com o facto de Abbas ter sido visto com um pin em forma de uma chave na sua lapela quando discursou por vídeo na Assembleia Geral das Nações Unidas decorrida esta segunda-feira, encarado como um “símbolo inequívoco do seu objetivo de apagar Israel”.

    Em causa está o significado político deste pin em forma de chave, usado por vezes por descendentes dos palestinianos que abandonaram as suas casas durante a Guerra da Independência de Israel, entre 1947 e 1949. A ideia é que esta é a “chave” para regressarem às suas casas.

    Este símbolo político corporiza uma discórdia antiga relacionada com o chamado “direito de retorno dos refugiados palestinianos”. Tal ideia é tida por Israel como uma ameaça à sua existência, considerando que o fluxo de palestinianos regressados ameaçaria o caráter judaico e democrático do seu Estado, explica o Times of Israel.

    É por isso que há muito que Israel exige aos filhos e netos dos palestinianos que fugiram do território fruto das guerras de 1948 e 1967 que prescindam de ser reconhecidos como refugiados.

    Pelo contrário, “já é mais do que tempo de os Estados árabes concederem cidadania aos descendentes daqueles que partiram em 1948”, lê-se na publicação do Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita. “A história é importante: em 1948, o mundo árabe declarou guerra a Israel, sendo que muitos mais judeus foram expulsos dos países árabes para Israel do que árabes que deixaram Israel”, argumenta ainda.

    Por estas razões, o Governo israelita acusa Abbas de “perigosa duplicidade”, classificando o seu plano como a criação de “dois Estados para um povo palestiniano e a destruição do Estado judeu”.

    Esta, no entanto, está longe de ser a primeira vez que Abbas usa a “chave” — o mesmo jornal israelita acima citado recorda que o líder da Autoridade Palestiniana tem usado este pin em quase todas as aparições públicas em que participa desde maio de 2023, quando a ONU assinalou os 75 anos da “Nakba”, termo dado pelos palestinianos à criação de Israel e à perda das suas casas e que significa “catástrofe”.

  • Imagens captadas em videovigilância mostram violência do ataque com recurso a um drone em Eilat

    A gravação capta o momento em que o drone — cujo lançamento a partir do Iémen foi reivindicado pelos Houthis — explode ao atingir um parque de estacionamento a poucos metros de uma calçada onde duas pessoas parecem estar a passear.

  • Ex-ministro israelita classifica reconhecimento da Palestina como ataque a Netanyahu que ignora segurança de Israel em artigo no NYT

    Benny Gantz, líder dos centristas do Partido da Resiliência de Israel, escreveu esta quarta-feira um artigo de opinião no The New York Times sobre a decisão de vários países ocidentais — onde se inclui Portugal — reconhecerem formalmente o Estado da Palestina.

    No artigo — intitulado “What the World Gets Wrong About Israel” (“O que o mundo não compreende quanto a Israel”) —, Gantz, que ocupou várias pastas ministeriais entre 2020 e 2024 e chegou a fazer parte do conselho de guerra israelita formado após o 7 de outubro, lamenta que o reconhecimento da Palestina tenha como objetivo repudiar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, já que, na realidade, tem como efeito a “rejeição do consenso bipartidário de Israel em matéria de segurança”.

    “Existem profundas divisões políticas e divergências em Israel. Eu próprio tenho sido um crítico ferrenho do Sr. Netanyahu. Mas os interesses centrais de segurança da nação não são propriedade partidária. Hoje, mais do que nunca, eles estão ancorados num consenso nacional que tem as suas raízes nas duras realidades da nossa região. A oposição ao reconhecimento do Estado palestiniano está no cerne desse consenso”, defende.

    “Qualquer caminho a seguir para uma autonomia civil palestiniana mais ampla deve primeiro incorporar um histórico comprovado de longo prazo de governação responsável, reformas abrangentes de desradicalização e uma repressão bem-sucedida aos elementos terroristas que têm como alvo os israelitas”, sublinha ainda.

  • Chefe do Estado-Maior israelita apela a rebelião em Gaza: "Levantem-se e rompam com o Hamas!"

    O chefe do Estado-Maior israelita, Eyal Zamir, apelou hoje, numa visita ao sul da Cidade de Gaza, para que aos residentes desta se rebelem contra o movimento islamita Hamas, “responsável pelo seu sofrimento”.

    “Apelo aos residentes de Gaza: levantem-se e rompam com o Hamas! Ele é responsável pelo seu sofrimento. A guerra e o sofrimento terminarão se o Hamas libertar os reféns e entregar as suas armas”, disse o tenente-general durante a sua visita à capital de Gaza, acompanhado por outros altos oficiais do exército.

    “Estamos a operar na Faixa de Gaza com um grande número de tropas, com o objetivo de atacar a Cidade de Gaza para criar as condições necessárias para a libertação dos reféns e a derrota final do Hamas”, acrescentou.

    Entre março e maio, diversos meios de comunicação social internacionais deram conta de protestos em vários pontos de Gaza contra o Hamas e Israel, que segundo um relatório da Amnistia Internacional (AI) originou “um padrão preocupante de ameaças, intimidação e assédio, incluindo interrogatórios e espancamentos por parte do Hamas contra manifestantes pacíficos”.

    Segundo a AI, os habitantes de Beit Lahia, no norte do enclave, organizaram desde 25 de março várias marchas exigindo o fim do genocídio e da deslocação ilegal por parte de Israel, que atraíram centenas, possivelmente milhares de palestinianos, que entoaram palavras de ordem e seguraram cartazes criticando as autoridades lideradas pelo Hamas em Gaza, com algumas pessoas a apelarem ao fim do governo do movimento.

    Protestos menores também ocorreram no campo de refugiados de Jabalia, Shuja’iya e Khan Younis, onde os manifestantes também entoaram palavras de ordem contra alguns líderes do Hamas, adiantou a mesma fonte.

  • Catarina Martins insta Estado português a seguir exemplos de Espanha e Itália e a enviar navio para proteger flotilha humanitária

    Depois de Espanha e Itália terem ambas anunciado o envio de um navio nacional para proteger a flotilha humanitária dirigida a Gaza, Catarina Martins recorreu à rede social X a pedir ao Governo português que siga o mesmo exemplo.

    “Itália e Espanha vão proteger a Flotilha Humanitária. Portugal tem a mesma obrigação. Há um barco com bandeira portuguesa e cidadãos nacionais a bordo. A ameaça de Israel, sabemos todos, é real. E o governo português tem de agir no quadro do direito internacional e humanitário”, escreveu a eurodeputada bloquista e candidata às presidenciais de 2026.

  • Mortágua apela a mobilização social para pressionar Governo a proteger flotilha

    “A vossa mobilização e capacidade de pressionar o governo português, que tem sido dos governos com as reações mais tímidas, mais vergonhosas até em relação à flotilha e à sua proteção, a vossa pressão é essencial para garantir a segurança desta flotilha, um corredor humanitário, e para contribuir para acabar com o genocídio”, apelou Mariana Mortágua, num vídeo divulgado na sua conta oficial de Instagram.

    “A operação de ontem a noite não visou apenas intimidar esta flotilha, não visou apenas uma estratégia de terror psicológico, visou mesmo atacar os barcos e danificá-los. Os mesmos dispositivos explosivos que danificaram os mastros e as velas de quatro barcos, poderiam facilmente ter matado ou ferido qualquer um das centenas de tripulantes destes barcos”, alertou.

    “Em Itália, onde houve mobilização com greves, o governo italiano condenou os ataques à flotilha de ontem e mandou um navio da Marinha para poder de alguma forma salvaguardar e acompanhar a flotilha. Em Espanha, o ministro dos Negócios Estrangeiros já criticou publicamente os ataques a esta flotilha e garantiu que haveria consequências”, exemplificou.

  • Trump tem um plano de 21 pontos para o Médio Oriente, revela enviado dos EUA, sem explicitar quais são

    Segundo o enviado norte-americano Steve Witkoff, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem um plano de 21 pontos dedicado à paz no Médio Oriente, noticiou a NBC News, sem elaborar quais seriam esses pontos.

    Este plano, explicou, foi apresentado aos líderes de países árabes e de maioria muçulmana na reunião de terça-feira, com quem Witkoff disse ter tido uma “reunião muito produtiva”.

    “Acho que isso responde às preocupações de Israel, bem como às preocupações de todos os vizinhos da região”, continuou o enviado, revelando que estão “confiantes” de que se possa anunciar “nos próximos dias” um “avanço”.

  • Netanyahu critica reconhecimento e insiste: "Não haverá um estado palestiniano"

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, criticou na rede social X o reconhecimento do Estado da Palestina por vários países, incluindo Portugal, como a “capitulação vergonhosa de alguns líderes” face ao “terror palestiniano”, avisando que isso não “obriga Israel de forma alguma”.

    “Não haverá um estado palestiniano”, avisou ainda.

  • Meloni diz que flotilha é ação “gratuita e perigosa” mas condena ataques com drones

    A primeira-ministra italiana criticou hoje a flotilha que pretende levar ajuda a Gaza, uma iniciativa que classificou de “gratuita, perigosa, irresponsável”, ao mesmo tempo que condenou os “ataques com drones” contra a frota humanitária.

    “Tudo isto é gratuito, perigoso, irresponsável”, afirmou hoje Giorgia Meloni.

    A Flotilha Global Sumud, atualmente ao largo da costa grega, denunciou que na noite de terça-feira foram ouvidas 11 “explosões intimidatórias”, que danificaram velas e mastros de alguns navios, mas sem registo de feridos.

    “Não se deve arriscar a própria segurança, não é necessário ir a um teatro de guerra para entregar ajuda a Gaza, que o Governo italiano e as autoridades competentes poderiam ter entregado em poucas horas”, acrescentou a líder do executivo à imprensa italiana em Nova Iorque, poucas horas antes de intervir na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    Meloni lançou um apelo “à responsabilidade de todos, especialmente dos parlamentares italianos” – quatro deputados italianos estão a bordo da flotilha.

  • Macron condena ataque houthi à cidade de Eilat

    O Presidente de França, Emmanuel Macron, condenou “com a maior veemência” o ataque com um “drone houthi” em Eilat, frisando que ocorreu em plena festa judaica de Rosh Hashanah.

    “Os meus pensamentos estão com os feridos, a quem desejo uma rápida recuperação, e com as suas famílias”, continuou, na rede social X.

    “Toda a minha solidariedade e a da França ao povo israelita face ao terrorismo”, concluiu.

  • Espanha vai enviar navio da Marinha para apoiar flotilha humanitária para Gaza

    Pedro Sánchez, primeiro-ministro de Espanha, anunciou que o país vai enviar um navio da Marinha para apoiar a flotilha humanitária Sumud, que navega em direção à Faixa de Gaza para entregar ajuda humanitária no enclave.

    “Amanhã mesmo partirá de Cartagena um navio de ação marítima equipado com todos os meios necessários para prestar assistência à frota e realizar algum resgate”, afirmou Sánchez, citado pelo El País, fazendo o anúncio em Nova Iorque onde participa na Assembleia Geral das Nações Unidas.

    Este apoio espanhol junta-se à participação de um navio italiano, cujo apoio tinha sido anunciado antes nesta quarta-feira. Segundo o jornal espanhol, o Ministério da Defesa de Espanha terá contactado o homólogo italiano para discutir uma eventual “ação coordenada” entre ambos.

  • Cultura envia carta ao Governo português para acesso de flotilha a Gaza

    Cento e setenta figuras da cultura nacional subscreveram hoje uma carta aberta ao Governo português instando-o a “fazer tudo ao seu alcance” para garantir que a Flotilha Global Sumud entregará em Gaza a ajuda humanitária que transporta.

    Na missiva, intitulada “Carta aberta ao Governo português pelo cumprimento do Direito Internacional”, os signatários destacam – de uma série de comunicados emitidos nos últimos dias pelo executivo israelita, dirigidos à flotilha – uma publicação na rede social X em que o ministro dos Negócios Estrangeiros, Gideon Saar, declara que irá deter a flotilha, impedindo-a de entregar a ajuda humanitária que transporta.

    “Com esta ameaça, o Governo de Israel procura intimidar os cidadãos que integram esta missão, bem como normalizar a possibilidade de uma intervenção violenta, que configuraria uma nova violação do Direito Internacional”, sustentam os subscritores do texto, encabeçados pelos três portugueses que seguem na flotilha.

  • Macron disse que um acordo nuclear com o Irão ainda era possível mas que restam "apenas algumas horas" para o atingir

    O Presidente francês, Emmanuel Macron, disse que um acordo nuclear com o Irão ainda era possível. Porém, restavam apenas “algumas horas” para o atingir e as exigências francesas tinham de ser atingidas.

    O líder tinha se encontrado esta quarta com o homólogo Masoud Pezeshkian, à margem da Assembleia da ONU. Na rede social X, Macron frisou novamente a sua posição de que “o Irão nunca deve adquirir armas nucleares”.

    “Mais uma vez, deixei claro ao presidente iraniano as exigências nas quais não vamos ceder”, continuou, listando-as como sendo o “acesso total dos inspetores da Associação Internacional de Energia Atómica ao Irão”, a “transparência em relação aos stocks de material enriquecido” e ainda a “retoma imediata das negociações”.

    A França, a Alemanha e o Reino Unido tinha reativado as sanções feitas ao Irão nas últimas semanas. Porém, o líder garantiu que “um acordo” ainda era “possível”.

    “Restam apenas algumas horas. Cabe ao Irão responder às condições legítimas que estabelecemos”, concluiu.

  • Número de feridos o ataque com drone em Eilat sobe para 22

    O número de feridos no ataque com drone à cidade israelita de Eilat subiu para 22, segundo as autoridade locais citadas pelo jornal Haaretz. Os feridos estão espalhados por várias zonas da cidade, informa ainda.

    O chefe do serviço de emergência Magen David Adom, Eli Bin, relatou ao Haaretz que as suas equipas no local “estão a relatar danos numa escala que não estamos habituados a ver”.

  • Flotilha determinada a chegar a Gaza apesar de explosões intimidatórias, diz ativista português Miguel Duarte

    O ativista português Miguel Duarte garantiu hoje que a flotilha de 51 navios que transporta ajuda humanitária para Gaza está determinada em chegar ao enclave, apesar das sucessivas tentativas para inviabilizar a missão, que atribui a Israel.

    Contactado telefonicamente pela agência Lusa, Miguel Duarte denunciou, a partir do navio em que se encontra, atualmente ao largo da ilha grega de Creta, que na noite de terça-feira foram ouvidas 11 “explosões intimidatórias”, que danificaram velas e mastros de alguns navios, mas que não se registaram feridos.

    Um dos navios afetados, adiantou, poderá mesmo abandonar a Flotilha Global Sumud — “estamos ainda a ver se terá de o fazer”, comentou –, composta ainda pelos restantes 50 navios, que partiram no início deste mês de Barcelona (Espanha) e de outros portos, nomeadamente de Itália, com ativistas, políticos, jornalistas e médicos de mais de 40 nacionalidades.

  • "O mundo não se deve habituar às tentativas dos houthis de matar civis israelitas". Embaixador alemão em Israel reage ao ataque a Eilat

    O embaixador da Alemanha em Israel, Steffen Seibert reagiu ao ataque dos houthis à cidade israelita de Eilat e afirmou que “o mundo não se deve habituar às tentativas dos houthis de matar civis israelitas”.

    “Um drone houthi atinge Eilat e fere várias pessoas — desejo a todos uma rápida recuperação. O mundo não se deve habituar às tentativas dos houthis de matar civis israelitas apenas porque dizem agir em nome do povo de Gaza. A quem, é claro, eles não ajudam em nada”, escreveu Seibert na rede social X.

  • Estados árabes e muçulmanos lançam comunicado conjunto sobre reunião com Trump, onde apelaram ao fim da "situação insuportável em Gaza"

    Os estados árabes e de maioria muçulmana que se reuniram com Donald Trump na terça-feira lançaram um comunicado conjunto em que “destacaram a situação insuportável na Faixa de Gaza” e reiteraram “a posição comum de rejeição à deslocação forçada” e de apoio ao direito de regresso.

    Em Gaza, os países sublinharam que está a ocorrer uma “catástrofe humanitária” com um “elevado número de vítimas” e que pode ter “graves consequências para a região e o impacto no mundo muçulmano como um todo”.

    “Os líderes enfatizaram a necessidade de pôr fim à guerra e alcançar um cessar-fogo imediato que garanta a libertação dos reféns e permita a entrada de ajuda humanitária suficiente como primeiro passo para uma paz justa e duradoura”, lê-se ainda no texto do comunicado, partilhado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita no seu site.

    Para o efeito, os oito países dizem ter reiterado “o seu compromisso de cooperar com o Presidente Trump” e “enfatizaram a importância da sua liderança para pôr fim à guerra”.

    O Politico tinha noticiado que o líder norte-americano prometeu que a Cisjordânia não seria anexada por Israel. Neste comunicado, os países árabes e muçulmanos exortaram a que fosse elaborado “um plano de estabilização” para o território palestiniano, assim como nos “locais sagrados de Jerusalém”.

    Sobre Gaza, os estados apelaram também a que se planeasse a reconstrução do enclave, “com assistência internacional apoiando a liderança palestiniana”.

  • Cidade israelita de Eilat alvo de ataque houthi com drone. Há 20 feridos, dois em estado grave

    A cidade israelita de Eilat, na costa sul no Mar Vermelho, foi alvo de um ataque com um drone esta quarta-feira, segundo as autoridades israelitas.

    O serviço de emergência Magen David Adom, citado pelo Times of Israel, diz que a queda do drone na cidade deixou 20 pessoas feridas, duas delas em estado grave. A maioria dos ferimentos foi causado pelos estilhaços do drone depois da queda, sublinham ainda.

    Segundo as IDF no Telegram, as defesas aéreas falharam a interceção de um drone vindo do Iémen e que caiu na cidade. Ao Times of Israel, os militares confirmaram que foi lançado pelos houthi, que governam boa parte do país.

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