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    Luís Montenegro foi o líder do PSD eleito com menos votos desde que há diretas

  • Alexandra Leitão diz que suspenderia mandato se fosse arguida, enquanto dois vereadores PS mantêm cargos

    Alexandra Leitão disse esta noite que se tivesse sido constituída arguida suspenderia o mandato de vereadora na CML. A socialista tem na sua equipa de vereação dois elementos que foram constituídos arguidos na Operação Imergente e nenhum pondera suspender funções.

    Dois vereadores do PS em Lisboa arguidos na Operação Imergente

    Sérgio Cintra e Carla Madeira foram constituídos arguidos depois das buscas de que foram alvo na semana passada. Mas no comentário desta noite na CNN Portugal, Leitão só falou de Miguel Coelho, o ex-presidente de Junta de Santa Maria Maior, o socialista Miguel Coelho, para o elogiar por ter suspendido o mandato de deputado municipal em Lisboa.

    “Se fosse um dia constituída arguida suspenderia também se tivesse um mandato público”. E explicou a sua posição de princípio: “A suspensão de um cargo político não tem a ver com a inocência ou culpabilidade, tem a ver com as circunstâncias políticas.”

    A vereadora socialista diz, no entanto, que devem ser os próprios que devem fazer a análise sobre se devem continuar em funções — sem nunca se referir diretamente a Sérgio Cintra ou a Carla Madeira.

    A socialista considerou ainda, no mesmo espaço de comentário, que esta é uma “situação complexa e grave quer para o PS, quer para a política em geral”. Ainda assim, criticou — tal como o presidente da Câmara do Porto, no mesmo programa — a dimensão da operação policial nas buscas da passada quinta-feira. “Houve um certo exagero, um show off policial”, considerou Alexandra Leitão.

  • PCP diz que Governo quer "apertar vida dos mais pobres" com Prestação Social Única

    Paulo Raimundo acusou o Governo de pretender “apertar a vida dos mais pobres” com a criação da Prestação Social Única (PSU), enquanto não tem coragem para enfrentar os poderosos.

    PCP diz que Governo quer “apertar vida dos mais pobres” com Prestação Social Única

  • Montenegro promete: "Não vamos defraudar as expectativas criadas sobre nós"

    Montenegro foi reeleito líder do PSD. Promete “trabalhar, trabalhar, trabalhar” para “não deixar ninguém para trás” e para fazer um “Portugal maior”. “Vamos assumir a nossa responsabilidade”, sublinha

    Montenegro promete: “Não vamos defraudar as expectativas criadas sobre nós”

  • Montenegro reeleito líder do PSD. Taxa de abstenção superior a 70%

    Luís Montenegro foi este sábado reeleito líder do PSD com 14.467 votos, num universo total de inscritos de 56.868, o que representa uma taxa de abstenção superior a 70%.

    Há dois anos, votaram nas eleições diretas 16.602 militantes num universo de 41.863 militantes com capacidade eleitoral (quando era obrigatório ter as quotas pagas no mês da eleição), uma taxa de abstenção de cerca de 60%. Nessa ocasião, registaram-se 326 votos brancos e 97 votos nulos.

  • PCP requer audição urgente do ministro da Agricultura no Parlamento

    O PCP anunciou este sábado que requereu a audição urgente do ministro da Agricultura na sequência de decisões sobre transferência de competências e de encargos das escolas profissionais agrícolas públicas e também pediu esclarecimentos ao Ministério da Educação.

    Em comunicado, o Grupo Parlamentar do PCP refere que, além de pretender ouvir o ministro José Manuel Fernandes, também solicitou a audição da Associação Nacional das Escolas Profissionais Agrícolas.

    Em paralelo com as audições parlamentares, a bancada comunista entregou também duas perguntas escritas ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação e ao Ministério da Agricultura e Mar sobre o futuro das Escolas Profissionais Agrícolas Públicas.

    Segundo o PCP, a recente decisão de transferir a coordenação das escolas profissionais agrícolas públicas, nomeadamente ao nível do planeamento da rede e oferta formativa, para as CCDR (…) veio introduzir problemas e colocar ameaças ao futuro de cada uma destas escolas, bem como à própria rede que o país construiu ao longo dos anos”.

  • CGTP acusa Governo de "desvirtuar" prestações sociais com Prestação Social Única

    A CGTP criticou este sábado o Governo por “desvirtuar” um conjunto de prestações sociais, “criadas com diferentes finalidades e regras”, acusando o executivo de tentar limitar o acesso a apoios sociais ao avançar com a Prestação Social Única (PSU).

    Em comunicado divulgado este sábado, a central sindical considera “inaceitável que, a pretexto de “aproveitar” fundos disponíveis no PRR, e cedendo às intenções da UE”, o Governo “tente desvirtuar por completo um conjunto de prestações sociais, criadas com diferentes finalidades e regras, com o intuito de responder objetivamente a quem mais precisa”, referiu. E deu como exemplo o subsídio social de desemprego, de velhice, de viuvez, de invalidez e o subsídio social parental.

    O Governo aprovou na sexta-feira uma “reforma das prestações sociais não contributivas”, criando uma PSU que agregará 13 apoios, anunciou o primeiro-ministro, no final da reunião de Conselho de Ministros.

    “Ao referir que o objetivo é promover maior justiça social e que a nova Prestação Social Única está vocacionada apenas para responder a situações extremas, a verdadeira intenção do Governo parece ser a de reduzir e limitar o acesso aos apoios sociais, desresponsabilizando-se completamente pelo agravamento da pobreza em Portugal e das causas que estão na sua origem”, argumenta a CGTP, referindo, contudo, que ainda falta conhecer o texto, que será remetido ao parlamento sob a forma de autorização legislativa.

  • Montenegro ignora Passos. "O PSD está imperturbável face a ruídos menores"

    Luís Montenegro, que este sábado será reeleito líder do PSD, defende que este “é o Governo mais reformista dos últimos 30 anos em Portugal”.

    Várias vezes desafiado a dizer o que pensava sobre as declarações de Pedro Passos Coelho, Luís Montenegro foi ignorando as perguntas concretas. “O PSD está muitíssimo bem e recomenda-se”, começou por dizer.

    A determinada altura, Montenegro foi confrontado com o facto de Pedro Passos Coelho não ir votar nestas eleições diretas. “Olhe, vou ter menos um voto. Mas é a vida”, atirou.

    Num terceiro momento, Montenegro não deixou de enviar um recado ao antigo primeiro-ministro, remetendo-o para a categoria da espuma dos dias, “epifenómenos”.

    “O partido está coeso, focado e imperturbável face a ruídos menores”, cortou.

  • Hugo Soares desafia Passos a ir ao Congresso do PSD

    Hugo Soares, secretário-geral, líder parlamentar e número dois de facto do PSD, desafia Pedro Passos Coelho a ir ao Congresso do partido, que se realiza a 20 e 21 de junho, em Anadia.

    “Eu talvez preferisse fazer no local próprio. No lugar de Pedro Passos Coelho, se fosse eu, se tivesse alguma coisa a dizer ao partido, fazia-o nesse momento”, atirou o social-democrata, no programa “Expresso da Meia-Noite”, da SIC Notícias.

  • Duarte Moral foi “suspenso” e “questão está resolvida”, diz José Luís Carneiro

    Questionado pelos jornalistas sobre se Duarte Moral vai fazer parte da comunicação do Partido Socialista, José Luís Carneiro responde: “A medida determinada pela juíza pela informação que recebemos é de que o suspendeu de funções”. “Essa questão está resolvida”, disse, procurando rematar o tema.

    Recorde-se que a “Operação Imergente” que abalou o Partido Socialista nos últimos dias, tem no centro Duarte Moral, assessor de José Luís Carneiro. Também a sua mulher e o seu sócio Rui Nascimento (ex-líder do PS/Oeiras) foram detidos. A empresa de Moral faturou 172 mil euros entre 2025 e 2026.

    Em Resende, José Luís Carneiro assumiu que “naturalmente estas informações prejudicam a imagem do partido”.

  • O líder do PS aproveitou também para pedir explicações ao Governo depois da notícia sobre o aumento das prestações do crédito à habitação e fala num “balde de água fria” para as famílias portuguesas.

    “Vão aumentar os custos com os empréstimos à habitação. O Governo tem de explicar ao país o que é que está a fazer” para responder às “dificuldades imensas” das famílias, disse José Luís Carneiro aos jornalistas.

  • Carneiro critica planos do Governo de exigir "trabalho social" a beneficiários da PSU e fala em "medida de correção de comportamentos"

    O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, reagiu às palavras de Pedro Passos Coelho sobre o facto de a Prestação Social Única (PSU), aprovada ontem em Conselho de Ministros, ter sido uma medida do PS.

    “O doutor Passos Coelho falou a verdade, de facto foi uma medida adotada nos Governos do PS, agora, os termos em que ela vai ser aplicada, aí é que há divergências“, disse o socialista aos jornalistas em Resende, de visita à Festa da Cereja.

    “Não podemos ver uma medida desta natureza, uma medida de correção de comportamentos individuais e sociais“, sublinhou, referindo-se ao facto de o Governo querer forçar beneficiários de Prestação Social Única a fazer “trabalho social”. A medida anunciada por Luís Montenegro e Maria do Rosário Palma Ramalho esta sexta-feira em São Bento não é igual, mas tem semelhanças com uma tentada por Passos em 2012.

  • Perto de 57 mil militantes do PSD podem votar hoje na reeleição de Montenegro para terceiro mandato

    Perto de 57 mil militantes do PSD podem votar hoje na reeleição de Luís Montenegro como presidente do partido, que é candidato único a novo mandato de dois anos.

    As eleições diretas para o presidente da Comissão Política Nacional do PSD decorrem em todo o país entre as 14h e as 19h.

    Num Conselho Nacional no início de março, o presidente do PSD e também primeiro-ministro surpreendeu o partido ao anunciar que iria propor a realização de diretas em maio (em vez de em setembro, como em 2024), de forma a coincidirem com os quatro anos da sua primeira eleição, a 28 de maio de 2022.

    Montenegro desafiou então quem tivesse um “caminho diferente e alternativo” a apresentar-se, no que foi interpretado como uma resposta a Pedro Passos Coelho, numa altura em que o antigo presidente social-democrata iniciava uma série de intervenções críticas para o Governo PSD/CDS-PP.

    Dois dias depois, Passos disse não ser “candidato a coisíssima nenhuma”, afirmando que, se um dia o vier a ser, será apenas por um “imperativo de consciência”.

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    Para recuperar os desenvolvimentos desta sexta-feira confira o liveblog de ontem.

    Montenegro e Carneiro estiveram nas negociações para TC e provedor de Justiça

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