Histórico de atualizações
  • Depósito de combustível russo atingido pela Ucrânia está a arder pelo quarto dia consecutivo

    Um depósito de combustível em Engels, cidade russa da região de Saratov, está a arder há quatro dias consecutivos, quando foi atingido por um ataque aéreo ucraniano, de acordo com o Ukrainska Pravda.

    O governador regional Roman Busargin afirmou que a área do fogo “diminuiu significativamente” e que os “serviços apropriados continuam no local”. Na noite de 13 de janeiro, a Ucrânia atingiu o depósito, alegando que este alimenta as unidades de bombardeiros da Força Aérea da Rússia sediadas na base aérea militar Engels-2. Uns dias antes, um incêndio resultante de um ataque semelhante a outro depósito em Engels tinha acabado de ser extinto, após cinco dias de combate às chamas.

  • Casa Branca revela que tem ajudado Ucrânia a desenvolver produção de drones

    A administração Biden revelou que ajudou a Ucrânia a começar e escalar a produção de drones, segundo o The New York Times. A assistência terá começado na primavera de 2022 quando os serviços norte-americanos compreenderam que as capacidades de resposta ucranianas por meios convencionais eram limitadas.

    Sobre uma questão que era até agora pouco clara, ficamos a saber que Washington investiu financeiramente em fabricantes de drones, a comprar partes destes veículos não tripulados a outros países e enviando especialistas norte-americanos para a Ucrânia. A ajuda militar dos EUA ao exército ucraniano ajudou a criar uma nova geração de drones e, de acordo com oficiais norte-americanos, transformou a maneira como as guerras modernas são travadas.

  • Petroleiros russos ainda em construção sob sanções dos EUA

    Seis navios petroleiros petroleiros russos entraram no pacote de sanções dos Estados Unidos imposto na semana passada, segundo a Reuters. Esta é a primeira vez que Washington aplica sanções a embarcações que nunca navegaram ou transportaram qualquer carga.

  • O ataque russo com míssil à cidade de Kryvyi Rih, na região de Dnipropetrovsk, fez quatro mortos e causou ferimentos a nove pessoas, cinco das quais estão hospitalizadas.

    As operações de resgate dos serviços de emergência ucranianos já acabaram, afirma o governador regional do exército Serhii Lysak no Telegram. Quatro prédios, 17 habitações e 12 carros ficaram danificados. Lysak partilhou algumas fotos do local, tiradas pela administração militar que lidera:

    Ataque a Kryvyi Rih

    Ataque a Kryvyi Rih

    Ataque a Kryvyi Rih

  • 12 indianos morreram a combater pela Rússia

    Pelos menos 12 indianos morreram a combater pelo exército russo na Ucrânia, disse hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros da Índia. Há ainda 18 cidadãos do país a servir as forças russas, dos quais 16 foram classificados pela Rússia como desaparecidos, de acordo com a Reuters.

    No ano passado, as autoridades indianas descobriram uma grande rede de tráfico humano que levava jovens indianos para a Rússia com a promessa de bons postos de trabalho e vagas em boas universidades. Os recrutados acabavam por ser forçados a servir as forças russas na Ucrânia.

  • Presidentes da Rússia e Irão assinam acordo de cooperação estratégica

    Vladimir Putin e Masoud Pezeskhian, Presidentes da Rússia e do Irão, assinaram hoje um acordo de parceria estratégica, em Moscovo. O documento firmado aumenta a cooperação bilateral na segurança e na defesa, instituindo que se um dos países for atacado o parceiro não pode ajudar o agressor, de acordo com o The Kyiv Independent. O acordo também cobre as áreas da energia, finança, transportes, agricultura, cultura, ciência, tecnologia e contraterrorismo.

  • Scholz acredita que Trump não vai parar assistência americana à Ucrânia

    Olaf Scholz disse hoje que não espera que os Estados Unidos deixem de apoiar a Ucrânia durante o mandato de Donald Trump. O chanceler alemão afirmou que falou duas vezes com o Presidente eleito duas vezes desde a sua vitória eleitoral e que há um diálogo diplomático “intenso” entre os dois lados.

    “Podemos esperar que a cooperação positiva entre a Europa e os Estados Unidos vá continuar a ter sucesso no futuro, inclusivamente na questão do apoio à Ucrânia”, disse Scholz, citado pela Reuters, numa conferência de imprensa.

  • Kursk. Forças russas retomaram quase dois terços do território conquistado pela Ucrânia

    O exército russo retomou 63,2% do território conquitado pela Ucrânia em Kursk, de acordo com o ministério da Defesa da Rússia, noticia a Reuters. A contraofensiva ucraniana nesta região russa começou no dia 6 de agosto de 2024.

  • Orbán quer fim das sanções à Rússia

    Viktor Orbán exortou a União Europeia a levantar as sanções económicas contra a Rússia, de acordo com a Bloomberg.”Está na altura de atirar as sanções janela fora” e renovar a relação com a Rússia, afirmou hoje numa entrevista na rádio.

    O primeiro-ministro húngaro terá descrito a União Europeia (UE) com estando “numa fase bêbeda” e previu que poderá demorar “alguns meses” até o bloco europeu mudar postura em relação às sanções russas. A UE “devia estar na fase de ficar sóbria”, mas ainda está a “dobrar a aposta” nas sanções, disse.

  • Rússia e Irão assinam acordo "para todas as áreas"

    Putin garante que o Tratado de Parceria Estratégica Global vai dar um impulso à cooperação entre Moscovo e Teerão “em todas as esferas”. Ambas as partes negam aliança militar.

    Ouça aqui A Guerra Traduzida, com os destaques da imprensa russa.

    Rússia e Irão assinam acordo “para todas as áreas”

  • Ucraniano fica viúvo pela segunda vez na guerra

    Imprensa ucraniana dá destaque à história de Ihor, que viu a primeira mulher morrer em Kherson, vítima de ataques russos em 2022, e teve esta semana de enterrar a segunda esposa em Kryvyi Rih.

    Ouça aqui A Guerra Traduzida, com os destaques dos jornais da Ucrânia.

    Ucraniano fica viúvo pela segunda vez na guerra

  • Líder da oposição na Eslováquia em Kiev para "reabrir a porta que Fico fechou"

    O líder da oposição na Eslováquia está em Kiev, a encabeçar uma delegação para negociar o corte de trânsito de gás russo pela Ucrânia. “O nosso objetivo é claro: reabrir a porta que Robert Fico fechou”, disse Michal Simecka numa publicação nas redes sociais.

    A sua visita à capital vem depois de Fico, o primeiro-ministro eslovaco, ter ameaçado limitar a ajuda humanitária à Ucrânia e cortar o fornecimento de eletricidade ao país como retaliação ao país vizinho pelo fim do trânsito de gás russo para a Europa, pelos gasodutos ucranianos.

    Fico foi convidado para se encontrar hoje com Zelensky em Kiev, mas rejeitou. Ontem, disse se podia vir reunir-se com o Presidente ucraniano nos próximos dias.

  • Ucrânia utiliza seis mísseis americanos ATACMS em ataque contra Rússia

    A Ucrânia utilizou ontem seis mísseis ATACMS de fabrico norte-americano num ataque contra a região russa de Belgorod, de acordo com o ministério da Defesa da Rússia, noticia a Reuters. A Rússia afirma que todos os mísseis foram intercetados e que não se registaram vítimas nem danos.

  • 33 drones russos abatidos em ataque noturno à Ucrânia

    A defesa aérea ucraniana abateu 33 de 50 drones lançados num ataque russo da última noite, de acordo com a Força Aérea. Foram também redirecionados, para fora do espaço aéreo da Ucrânia, 9 outros drone. Acredita-se que entraram em território romeno.

    “Ataques hostis de drones atingiram empresas na região de Odessa, e edifícios de instituições e habitações, em Kharkiv. As regiões de Cherkasy e Kiev também foram danificadas com a queda de drones do inimigo abatidos”, lê-se numa mensagem do exército no Telegram.

    Os destroços de um desses drones abatido causaram ferimentos a uma criança, segundo um membro das autoridades regionais de Kiev. Infraestruturas portuárias na região do Danúbio também foram alvos do ataque russo.

  • Pelo menos três mortos num ataque russo na Ucrânia

    Um ataque russo deixou hoje pelo menos três mortos e três feridos na cidade industrial de Kryvyi Rig, no centro da Ucrânia, indicaram fontes locais.

    O ataque atingiu uma “instituição educacional” e edifícios residenciais, sublinhou o governador regional, Serguiï Lyssak, na rede social Telegram, adiantando que, segundo as primeiras informações, “três pessoas foram mortas”, com o presidente da câmara de Kryvyï Rig, Oleksandre Vilkoul, a confirmar também três feridos.

    Um vídeo divulgado por Lyssak mostra vários edifícios danificados e destroços espalhados por uma rua.

  • Estudantes universitários ucranianos vão frequentar curso de treino militar básico

    Os estudantes do ensino superior da Ucrânia vão frequentar, obrigatoriamente, um curso de treino militar básico teórico-prático, a partir de setembro.

    O vice-ministro da Defesa ucraniano Serhiy Melnyk, citado num comunicado do seu ministério, esclarece que a componente teórica do curso, que será lecionada nas próprias faculdades, prevê 90 horas de formação e é obrigatória para “todos os estudantes – homens e mulheres”.

    Já a parte prática será realizada nos “centros das Forças Armadas” e “unidades de formação”, num total de 210 horas. É obrigatória apenas para os estudantes do sexo masculino “aptos para o serviço militar”. As estudantes do sexo feminino poderão participar “por vontade própria” e depois de aprovação médica.

    O governante adianta ainda que os alunos vão aprender a manusear armas e vão ser transmitidos “conhecimentos básicos de treino tático”, bem como sobre “primeiros socorros” e “disciplina militar”.

    No final do curso, os estudantes vão prestar juramento militar e receberão um certificado.

  • Ministros dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia e Eslovénia vão reunir-se em Kiev

    A ministra dos Negócios Estrangeiros da Eslóvenia, Tanja Fajon, está em Kiev e vai reunir-se com o homologo ucraniano, Andrii Sybiha.

    O anúncio foi feito pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros esloveno, na rede social X. ‎No encontro, vão ser discutidos o “apoio contínuo à Ucrânia, a reconstrução do país e a procura de uma solução para a paz”.

    Nos últimos dias, governantes de vários países europeus deslocaram-se à Ucrânia, como o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, ou o ministro da Defesa italiano, Guido Crosseto.

  • Rússia está "preocupada" com acordo entre Ucrânia e Reino Unido

    A Rússia manifestou “preocupação” pela assinatura da parceria de 100 anos entre a Ucrânia e o Reino Unido.

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, citado pela TASS, disse que este acordo representa o “avanço da infraestrutura militar” britânica em direção às fronteiras russas, o que é “bastante preocupante”.

    Ainda assim, Peskov sublinhou que não se trata de uma “disposição que garante a adesão [da Ucrânia]” à NATO.

    A parceria de 100 anos entre Kiev e Londres foi assinada na quinta-feira, durante a visita do primeiro-ministro britânico à capital ucraniana. Em comunicado, Keir Starmer revelou que o acordo contempla “a colaboração militar na segurança marítima, através de um novo quadro para reforçar a segurança do Mar Báltico, do Mar Negro e do Mar de Azov e dissuadir a agressão russa em curso”.

  • Marcelo Rebelo de Sousa teme “acordo explícito ou implícito” da administração Trump com a Rússia

    O Presidente da República teme que a nova administração norte-americana de Donald Trump estabeleça “um como que acordo explícito ou implícito” com a Rússia, assumindo a China como adversário principal, e esqueça a Europa.

    Marcelo Rebelo de Sousa falou sobre a próxima administração norte-americana num vídeo transmitido no início da conferência do 160.º aniversário do Diário de Notícias, que decorre na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

    Depois de felicitar o jornal por 160 anos que “são história” e afirmar que “em boa hora permanece, resiste”, o chefe de Estado considerou que “era bem melhor que este encontro de hoje fosse depois do discurso do Presidente eleito, ou se quiserem reeleito, norte-americano” — Donald Trump, que vai tomar posse na segunda-feira.

    “Porque seria mais claro aquilo que de alguma maneira se verificou no seu primeiro mandato e nos anúncios anteriores ao início do segundo mandato, porque é um novo período, é um novo período nos Estados Unidos da América e na sua liderança, embora com muita semelhança com o período anterior da presidência Trump”, justificou.

    O Presidente da República referiu que agora “há guerras que não existiam”, a que é preciso pôr fim, que “a Europa está diferente e com crise nos sistemas políticos, económicos e sociais” e que “na relação China/Federação Russa inverteu-se a ordem dos fatores, quem lidera é a China, e cada vez mais no futuro, e não a Federação Russa”.

    Quanto ao que fará a nova administração de Trump neste contexto, Marcelo Rebelo de Sousa alertou que “já veio do anterior mandato do Presidente Trump e pode projetar-se no futuro a ideia do adversário principal a China, e portanto de um tratamento que distinga a Federação Russa da China”.

    O chefe de Estado teme “um como que acordo explícito ou implícito com a Federação Russa, e o focar o centro das atenções, não no Atlântico, não na Europa, mas no Pacífico”, o que qualificou como “uma ilusão” e “um equívoco”.

    “É um equívoco porque há uma aliança entre a China e a Federação Russa, e durante bastante tempo o que for bom para uma é bom para a outra. É evidente que a mais preservada é a China, que lucra com o desgaste da própria Federação Russa, mas sobretudo com o desgaste ocidental, de vária ordem. E portanto é uma ilusão esquecer o Atlântico, esquecer a Europa”, argumentou.

  • Ataques russos em Kherson provocam um morto e sete feridos

    As forças russas realizaram, nas últimas horas, vários ataques contra a região ucraniana de Kherson, no sul do país. Há registo de um morto e sete feridos.

    Em Antonivka, um ataque com drone matou um homem, que se encontrava numa paragem de autocarro, segundo adiantou o governador regional, no Telegram.

    Oleksandr Prokudin relatou também outros ataques contra várias zonas residenciais, que provocaram sete feridos. Um prédio, 16 casas e 12 carros ficaram danificados.

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