Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui.

    Continue a acompanhar a atualidade internacional neste novo liveblog, que agora abrimos.

    Ministros da UE discutem hoje 20.º pacote de sanções à Rússia. Colonatos na Cisjordânia também sob análise

  • Trump considera ataque inicial direcionado e operação maior para derrubar regime no Irão nos próximos meses

    Se as alternativas diplomáticas desta semana não funcionarem, Donald Trump estará a considerar um grande ataque ao Irão nos próximos meses, com o objetivo de derrubar o regime dos ayatollah, dizem fontes familiarizadas com as negociações entre EUA e Irão ao New York Times.

    De acordo com o jornal, o Presidente norte-americano disse aos seus conselheiros estar inclinado a realizar um ataque inicial direcionado nos próximos dias, com o objetivo de demonstrar aos líderes iranianos que devem estar dispostos a concordar em abdicar da capacidade de produzir uma arma nuclear. Os alvos em consideração variam desde o quartel-general da guarda revolucionária iraniana às infraestruturas nucleares do país responsáveis pelo programa de mísseis balísticos.

    Os negociadores dos Estados Unidos e do Irão deverão reunir-se em Genebra na quinta-feira para o que poderá ser uma última ronda de conversas antes de um potencial conflito militar.

  • Zelensky diz que Putin "já começou" Terceira Guerra Mundial

    Em declarações à BBC, Volodymyr Zelensky disse que Vladimir Putin “já começou” a Terceira Guerra Mundial. “Acredito que Putin já começou. A questão é saber quanto território conseguirá tomar e como impedi-lo… A Rússia quer impor ao mundo um modo de vida diferente e mudar a vida que as pessoas escolheram para si”, disse o Presidente ucraniano à rede britânica.

    “Acredito que parar Putin hoje e preveni-lo de ocupar a Ucrania é uma vitória para todo o mundo. Porque Putin não vai parar na Ucrânia”, diz ainda Zelensky.

    Sobre a exigência da Rússia de que a Ucrânia entregue os 20% da região leste de Donetsk que ainda controla, além de territórios nas regiões sul de Kherson e Zaporizhzhia, Zelensky diz que não vê as zonas “simplesmente como território. Vejo-o como abandono – enfraquecendo as nossas posições, abandonando centenas de milhares de pessoas nossas que lá vivem. É assim que vejo. E tenho a certeza de que esta ‘retirada’ dividiria a nossa sociedade.”

    De acordo com Zelensky, a cedência de territórios “provavelmente satisfaria-o durante algum tempo… ele precisa de uma pausa… mas, uma vez recuperado, os nossos parceiros europeus dizem que isso pode demorar três a cinco anos, na minha opinião, ele poderia recuperar no máximo em dois anos. Para onde iria depois? Não sabemos, mas que ele queira continuar [a guerra] é um facto.”

  • Sistema de mísseis móvel russo pode ajudar Irão a impedir ataque-relâmpago dos Estados Unidos

    O acordo de 500 milhões de euros entre Irão e Rússia terá sido assinado em dezembro, revela Finantial Times. Armamento só deveria ser entregue em 2027 mas pode ter sido antecipado.

    Sistema de mísseis móvel russo pode ajudar Irão a impedir ataque-relâmpago dos Estados Unidos

  • Ucrânia ataca fábrica de mísseis russa com mísseis de longo alcance Flamingo

    A Ucrânia lançou uma operação esta noite com mísseis de longa distância Flamingo contra uma fábrica de mísseis russa.

    “A fábrica do complexo militar-industrial ‘Fábrica de Votkinsk’ foi atingida. Um incêndio foi registado nas instalações. Os resultados estão a ser apurados”, publicou o Estado-Maior da Ucrânia nas redes sociais. De acordo com o canal de notícias independente russo Astra, no Telegram, pelo menos 11 pessoas ficaram feridas em decorrência do ataque.

    A Fábrica de Máquinas de Votkinsk, um importante centro de produção de mísseis na República da Udmúrtia, na Rússia, é uma empresa estatal de defesa estratégica que produz mísseis balísticos de curto alcance Iskander-M, frequentemente usados ​​em ataques contra a Ucrânia, e mísseis balísticos intercontinentais, capazes de transportar ogivas nucleares até os Estados Unidos. Há também suspeitas de que a fábrica produza o novo míssil balístico intercontinental russo Oreshnik.

  • Irão admite novas negociações com EUA quinta-feira em Genebra

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano admitiu hoje reunir-se na quinta-feira com a delegação norte-americana em Genebra para discutir o programa nuclear, foco das divergências entre os dois países.

    “Acredito que quando nos encontrarmos, provavelmente nesta quinta-feira em Genebra, poderemos trabalhar nesses pontos, preparar um bom texto e chegar rapidamente a um acordo”, disse Abbas Araghchi numa entrevista à estação norte-americana CBS.

    As declarações surgiram num momento em que os Estados Unidos admitem atacar o Irão.

  • MNE de Omã confirma nova ronda de negociações entre EUA e Irão na próxima quinta-feira

    O ministro dos Negócios Estreangeiros de Omã, Badr Albusaidi, confirmou que as novas negociações entre os Estados Unidos e o Irão serão na próxima quinta-feira em Genebra.

    “Tenho o prazer de confirmar que as negociações entre os EUA e o Irão estão agora agendadas para Genebra nesta quinta-feira, com um esforço positivo para avançar ainda mais rumo à finalização do acordo”, disse Albusaidi numa publicação nas redes sociais no domingo.

  • Pam Bondi esteve em contacto com Donald Trump após homem abatido em Mar-a-Lago

    A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, passou a manhã em contacto com Donald Trump e a coordenar ações com parceiros federais devido ao homem que foi abatido em Mar-a-Lago, a residência oficial do Presidente norte-americano na Flórida.

    Segundo a BBC, acrescenta que está grata por tanto o Presidente dos EUA como os agentes da lei estarem em segurança.

  • Teerão com boas expetativas para resolver divergências com os EUA

    O chefe da diplomacia do Irão afirmou hoje estar a “trabalhar em elementos” de um acordo com os Estados Unidos sobre o programa nuclear iraniano, acrescentando que havia “uma boa hipótese” de resolver as divergências com Washington.

    “Estamos a continuar as negociações, enquanto trabalhamos nos elementos de um acordo e numa primeira versão do texto”, declarou Abbas Araghchi durante uma entrevista à estação televisiva norte-americana CBS.

    “Acredito que ainda há uma boa hipótese de se chegar a uma solução diplomática vantajosa para ambos os lados”, disse o diplomata, acrescentando que o Irão, “como país soberano, tem o direito de decidir” sobre o enriquecimento de urânio.

  • Jovem abatido em Mar-a-Lago tinha 21 anos. Entrou no local quando convidado saiu

    O homem que foi morto ao entrar na residência de Donald Trump em Mar-a-Lago nos EUA está a ser identificado pela comunicação social norte-americana como Austin T. Martin, tem 21 anos e que era da Carolina do Norte.

    Segundo as autoridades, citadas pela BBC, o homem entrou na propriedade de Palm Beach quando um convidado saiu. Trata-se de Mar-a-Lago, que além de servir como residência oficial do presidente Donald Trump na Flórida, é também um clube privado.

    O jovem foi encontrado por agentes perto do portão norte da residência, que dá para uma estrada pública à beira-mar.

  • EUA prontos para nova ronda de negociações na sexta-feira se Irão enviar proposta de acordo nuclear em 48 horas

    Os EUA estarão prontos para uma nova ronda de negociações na próxima sexta-feira em Genebra se o Irão apresentar uma proposta para um acordo nuclear nas próximas 48 horas, diz uma fonte oficial norte-americana ao site Axios este domingo.

    “Se o Irão apresentar uma proposta preliminar, os EUA estão prontos para se reunir em Genebra na sexta-feira para iniciar negociações detalhadas e verificar se é possível chegar a um acordo nuclear”, disse a fonte.

    Esta será a última chance de Donald Trump antes de iniciar uma operação militar no Irão, que terá como alvo o líder supremo do país, o ayatollah Ali Khamenei, diz a fonte.

  • Witkoff diz que Trump está curioso sobre motivo para o Irão não "capitular"

    Numa entrevista à Fox News este sábado, Steve Witkoff, enviado especial de Donald Trump para as negociações de paz, disse que o Presidente norte-americano ficou “curioso” por saber o motivo para o Irão não “capitular” diante das negociações recentes.

    “Eu não quero usar a palavra ‘frustrado’… porque Trump entende que tem muitas alternativas, mas está curioso para saber por que eles não… Eu não quero usar a palavra ‘capitularam’, mas por que eles não capitularam”, disse Witkoff.

    “Por que, sob esse tipo de pressão, com a quantidade de poder marítimo e naval que temos lá, por que eles não vieram até nós e disseram: ‘Nós professamos que não queremos uma arma, então aqui está o que estamos preparados para fazer”, afirmou ainda o enviado especial de Trump. “E, no entanto, é difícil meio que levá-los a esse lugar”.

  • Quatro aeroportos fechados em Moscovo devido a ataques ucranianos

    Quatro aeroportos em Moscovo terão sido fechados este domingo devido a ataques ucranianos com dezenas de drones, dizem as autoridades russas, citadas pelo Kyiv Independent.

    Os voos foram temporariamente suspensos nos aeroportos de Domodedovo, Sheremetyevo, Vnukovo e Zhukovsky.

    20 drones terão sido abatidos a caminho de Moscovo, afirmou o autarca Sergey Sobyanin, que disse ainda que a capital russa foi atacada ao longo de quatro horas, entre a tarde e a noite deste domingo. Entretanto, não há relatos de vítimas ou danos.

    O Ministério da Defesa russo também informou que 29 drones foram abatidos sobre a região de Bryansk e que vários outros foram intercetados nas regiões de Kaluga, Belgorod, Tula, Kursk e Tver.

  • Irão terá feito acordo de 500 milhões de euros para comprar mísseis à Rússia

    O Irão terá firmado um acordo secreto de 500 milhões de euros com a Rússia para a aquisição de milhares de mísseis portáteis avançados, avança o Financial Times este domingo. O acordo terá sido assinado em dezembro, e prevê entregas entre 2027 e 2029.

    De acordo com o jornal, que ouviu fontes familiarizadas com o processo e acedeu a documentos russos confidenciais, com o acordo a Rússia deve fornecer 500 unidades de lançamento portáteis “Verba” e 2.500 mísseis “9M336” ao Irão durante um período de três anos, a partir de 2027.

  • Bruxelas pede “total clareza” aos EUA sobre tarifas anunciadas

    A Comissão Europeia pediu hoje aos Estados Unidos “total clareza” sobre as medidas tomadas depois da decisão do Supremo Tribunal do país, que invalidou a maioria das tarifas impostas pelo Presidente norte-americano.

    Em resposta à decisão judicial, Donald Trump anunciou uma tarifa global de 15% para todos os países.

    “A Comissão Europeia solicita total clareza sobre as medidas que os Estados Unidos pretendem tomar após a recente decisão do Supremo Tribunal sobre a Lei de Poderes Económicos de Emergência Internacional (IEEPA)”, afirmou o executivo europeu num comunicado.

    A situação atual “não favorece a realização de um comércio e investimento transatlânticos justos, equilibrados e mutuamente benéficos, como acordado por ambas as partes”, indicou a Comissão Europeia.

  • Ataque russo de larga escala em Kiev faz pelo menos um morto

    Um homem morreu depois de um ataque russo em grande escala com mísseis e drones contra a Ucrânia esta madrugada, reporta o Kyiv Independent.

    Cinquenta mísseis e 297 drones kamikaze de longo alcance atingiram o país, a maioria deles na capital, Kiev, e subúrbios. A Força Aérea Ucraniana informou ter abatido 33 mísseis e 274 drones, segundo o mesmo meio.

  • França justifica contactos com Rússia por Europa ser principal apoio da Ucrânia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, justificou hoje os contactos diretos com a Rússia por estar em jogo a segurança europeia e porque a Europa é o principal apoio da Ucrânia.

    Numa entrevista à emissora France Inter, Barrot sublinhou que “França nunca excluiu, por princípio, ter relações com a Rússia”, mas fá-lo “com transparência” em relação à Ucrânia e “desde que seja útil”.

    Segundo o ministro, esta utilidade mede-se quando “está em jogo a (…) segurança” europeia e porque “a Europa se tornou o principal suporte da Ucrânia, sem qualquer comparação possível, o primeiro apoio financeiro, o primeiro apoio militar, e é normal que a Europa possa dispor de um canal independente de contacto com a Rússia”.

    Barrot não quis confirmar, contudo, o encontro no início da semana passada em Moscovo entre Emmanuel Bonne, conselheiro diplomático do Presidente francês, e o homólogo russo, Yuri Ushakov, divulgado pela imprensa francesa.

    Limitou-se a recordar que no verão houve uma conversa telefónica entre o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o russo, Vladimir Putin, e que “há contactos entre diplomatas”, mas sem precisar se está a ser preparada uma reunião entre os dois mandatários, como correm alguns rumores.

  • Homem morto a tiro ao tentar entrar na residência de Donald Trump em Mar-a-Lago

    Um homem baleado mortalmente no momento em que entrou no perímetro de segurança da residência de Donald Trump em Mar-a-Lago, nos EUA, avançaram os serviços secretos, citados pela BBC.

    O homem foi visto perto do portão com aquilo que parecia ser uma espingarda e jerricã de combustível.

    Até ao momento o homem ainda não foi identificado, mas sabe-se que tem cerca de 20 anos e é natural do estado da Carolina do Norte. Foi dado como desaparecido há alguns dias pela família, adiantou a AP.

    O homem terá sido abordado no local por agentes dos serviços secretos e um elemento da polícia de Palm Beach.

    Segundo a BBC, a agenda pública revela que Donald Trump estará este fim de semana na Casa Branca e não em Mar-a-Lago.

    Numa conferência de imprensa, Ric Bradshaw, xerife responsável pela polícia de Palm Beach, revela que as pessoas envolvidas no tiroteio usavam câmaras corporais no momento. Garantiu que o homem encontrava-se “mesmo dentro do perímetro interno” e que lhe foi pedido que largasse os objetos que tinha na mão. Foram as únicas palavras proferidas.

    O responsável exibiu ainda uma fotografia da espingarda do suspeito, com um bidão vermelho de combustível. Ainda não há informações suficientes para se saber se a arma estava carregada e as autoridades não têm a certeza sobre o número de disparos.

  • Papa insiste em cessar-fogo na Ucrânia e diz que paz é “necessidade urgente”

    O Papa Leão XIV fez hoje um apelo para um cessar-fogo e um reforço do diálogo para se alcançar a paz na Ucrânia, depois da oração do Angelus, na Praça de São Pedro.

    “Quantas vítimas, quantas vidas e famílias despedaçadas, quanta destruição, quanto sofrimento indescritível! Toda a guerra é realmente uma ferida infligida à inteira família humana: deixa para trás morte, devastação e um rasto de dor que marca gerações”, disse Leão XIV após a oração.

    O Papa lembrou que a guerra na Ucrânia começou há quatro anos e defendeu que a paz “é uma necessidade urgente” que “não pode ser adiada”.

    “Renovo com veemência o meu apelo: que as armas se calem, que cessem os bombardeamentos, que se chegue sem demora a um cessar-fogo e que se reforce o diálogo para abrir caminho à paz”, acrescentou.

    O líder da Igreja Católica Romana pediu ainda, no primeiro domingo da Quaresma, uma união em oração pelo “martirizado povo ucraniano e por aqueles que sofrem por causa desta guerra e dos outros conflitos no mundo”.

  • Hungria vai bloquear o 20.º pacote de sanções europeias contra a Rússia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro anunciou hoje que irá bloquear a adoção do 20.º pacote de sanções europeias contra a Rússia devido à interrupção das entregas de petróleo russo através do oleoduto Druzhba.

    “Amanhã [segunda-feira], está prevista a reunião do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros para adotar o 20.º pacote de sanções. Vamos bloquear esta decisão”, declarou Peter Szijjarto numa mensagem no Facebook.

    “Enquanto os ucranianos não permitirem o fornecimento de petróleo à Hungria, não autorizaremos a adoção de decisões importantes para eles”, avisou o governante.

    Um dos pontos do oleoduto afetados pelos bombardeamentos russos foi o nó de ligação de Brody, o oeste da Ucrânia, de onde o petróleo é bombeado para a Eslováquia e a Hungria.

    A Hungria e a Eslováquia alegam que o oleoduto já está em condições de retomar o fornecimento de petróleo russo aos dois países da Europa Central, que têm isenções para importar crude de Moscovo.

    O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, anunciou na sexta-feira que irá bloquear o empréstimo de 90 mil milhões de euros da União Europeia à Ucrânia até que Kiev retome o fornecimento de petróleo russo para a Hungria pelo oleoduto Druzhba.

    A Hungria, juntamente com a Eslováquia, é o aliado mais próximo de Moscovo na União Europeia e compra pelo menos 65% do petróleo e 85% do gás à Rússia.

1 de 2