Momentos-chave
- Irão adquiriu o poder de controlar o Estreito de Ormuz com a guerra, afirmam serviços secretos norte-americanos
- "Graças a Deus": Papa saúda entendimento entre Estados Unidos e Irão
- Meloni e Trump tiveram reunião de “esclarecimento” à margem do G7
- Al Arabiya divulga mais detalhes do memorando de entendimento. Acordo final deve ser aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU
- Ucrânia: força militar dos EUA pode viabilizar soluções diplomáticas também em Kiev
- Ministério da Defesa britânico confirma que fragata russa disparou tiros a iate para evitar possível colisão
- Zelensky admite novo encontro com Trump na quarta-feira
- Violações ao memorando de entendimento serão respondidas com "uma reação decisiva e esmagadora", promete deputado iraniano
- No G7, Trump diz que sanções ao petróleo russo podem voltar "em breve" e promete focar-se na guerra na Ucrânia
- Irão promete "resposta pesada" a Israel se Telavive continuar ataques no Líbano
- Canal israelita revela possíveis 12 pontos do memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão
- Portugal e Arábia Saudita defendem livre circulação no estreito de Ormuz
- Fontes norte-americanas e iranianas confirmam criação de fundo investimento iraniano de 258 mil milhões de euros
- Chanceler alemão afirma que Trump está "cooperativo" em relação a novas sanções contra a Rússia
- Rússia confirma disparos de fragata a iate britânico para evitar uma colisão
- Fragata russa terá disparado tiros de advertência a iate para evitar uma colisão
- IDF interceta foguetes contra formações do exército israelita no sul do Líbano, alegadamente lançados pelo Hezbollah
- Líderes do G7 concordam em "aumentar a pressão" contra a Rússia
- Irão pode voltar a exportar petróleo e combustível, segundo o memorando de entendimento
- Segunda cimeira entre Reino Unido e União Europeia a 22 de julho em Bruxelas
- Fragata russa dispara tiros de advertência a iate no Canal da Mancha. Ministério britânico da Defesa lança investigação
- Ministro israelita das Finanças afirma que o país passará a controlar a política de planeamento e a construção em Hebron, mas MNE desmente
- Israel volta a bombardear sul do Líbano, avança a Al Jazeera. Não há, para já, registo de vítimas
- Acordo entre EUA e Irão será assinado em Bürgenstock (e não em Genebra) esta sexta-feira
- Trump diz que vai enviar acordo com o Irão ao Congresso e abre caminho a conferência de imprensa para ler documento "palavra por palavra"
- Trump garante que não haverá portagens no Estreito de Ormuz. Detalhes do acordo conhecidos "dentro de um par de dias"
- Petróleo (Brent) abaixo dos 80 dólares por barril pela primeira vez desde março
- Zelensky diz que líderes do G7, incluindo Trump, estão unidos no apoio à Ucrânia
- Parlamento Europeu dá "luz verde" à implementação do acordo comercial UE-EUA
- AIE defende reabertura total do Estreito de Ormuz para superar crise energética
- Mohammad Bagher Ghalibaf, principal negociador iraniano, deverá assinar acordo de paz entre EUA e Irão
- G7. Zelensky ao lado de Trump e Marco Rubio
- Reino Unido vai "aumentar pressão" sobre Putin para travar "máquina de guerra russa"
- Putin convoca eleições na Rússia para 20 de setembro
- Mais de 100 petroleiros com 75 milhões de barris ainda estão retirados em Ormuz
- Trump reúne-se ainda hoje com Zelensky
- Trump aconselha Netanyahu a permitir que Síria gira conflito com Hezbollah e atira: "Sem mim não haveria Israel"
- Trump diz que não gostou do ataque israelita a Beirute antes de acordo entre os EUA e o Irão
- Trump diz que acordo nuclear da Era Obama foi "um dos mais estúpidos" que já viu
- Emir do Qatar considera acordo EUA-Irão "muito importante". Trump agradece a Doha "pela forma como lidou com a situação"
- "A única coisa que importa é que o Irão nunca terá uma arma nuclear. Se a desenvolverem, sofrerão consequências inacreditáveis", diz Trump
- Trump considera que o acordo entre EUA e Irão é "justo" e "bom"
- Merz oferece camisola da seleção alemã a Trump durante encontro do G7. Presidente dos EUA agradece sem se levantar
- Zelensky reivindica ataque a refinaria em Moscovo: "Esta é uma resposta justa aos ataques russos"
- Governo iraniano anuncia que a guerra com os EUA e Israel terminou oficialmente
- Ataque com drones incendeia refinaria de combustíveis em Moscovo
- Trump caminhou ao lado de Macron e Zelensky. Primeira sessão do G7, sobre Ucrânia, já começou
- AIE alerta que fecho de Ormuz mostrou vulnerabilidades energéticas do Sudeste Asiático
- Irão avisa que qualquer ataque israelita no Líbano representará violação do acordo com os EUA
- Trânsito no Estreito de Ormuz levará "semanas" a ser retomado, diz maior empresa de petroleiros
- Principais conselheiros de Trump surpreendidos com anúncio de acordo
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Irão adquiriu o poder de controlar o Estreito de Ormuz com a guerra, afirmam serviços secretos norte-americanos
A guerra no Irão permitiu que Teerão tenha adquirido o poder de controlar o estado do Estreito de Ormuz, de acordo com três fontes dos serviços secretos norte-americanos, citados pela CNN.
“Agora entregamos ao Irão o controlo de facto do Estreito [de Ormuz] — uma arma mais poderosa do que qualquer bomba nuclear“, afirmou uma das fontes ao canal norte-americano, que admite que Ormuz tornou-se uma importante arma de guerra ao dispor de Terrão.
Uma segunda fonte acrescentou que os ataques iraniano às infraestruturas estratégicas dos aliados dos Estados Unidos no Golfo também podem ser usados como uma “ferramenta” no futuro.
As fontes citadas afirma que é “evidente que o Irão adquiriu uma influência significativa com a sua comprovada capacidade de fechar o Estreito“, e alertam para o risco de Teerão utilizar os seus aliados do Iémen, os Houthis, para fechar o Estreito de Bab-el-Mandeb, entre o Iémen e o Corno de África, algo que “destruíria completamente a economia global”.
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"Graças a Deus": Papa saúda entendimento entre Estados Unidos e Irão
O Papa Leão XIV elogiou esta terça-feira o anúncio do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, afirmando que o compromisso foi alcançado “graças a Deus”.
“Ainda haverá vários pontos a serem resolvidos, mas é sempre melhor fazê-lo através do diálogo, através de negociações, e não ao regressar à guerra”, afirmou o Papa, citado pela Reuters, fora da residência do Sumo Pontífice, em Castel Gandolfo, na Itália.
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Meloni e Trump tiveram reunião de “esclarecimento” à margem do G7
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e o Presidente norte-americano, Donald Trump, tiveram uma reunião de “esclarecimento” à margem do jantar de líderes da cimeira do G7, na segunda-feira na localidade francesa de Évian, noticiou a agência ANSA.
Os dois líderes tinham-se desentendido publicamente após Meloni ter repreendido Trump por criticar o Papa Leão XIV pela sua condenação à guerra com o Irão, e também pela não participação da Itália no conflito.
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Al Arabiya divulga mais detalhes do memorando de entendimento. Acordo final deve ser aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU
A televisão saudita Al Arabiya divulgou mais detalhes do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão.
A versão apresentada pelo órgão de comunicação social assenta em 14 pontos e inclui a implementação de um acordo final no prazo de 60 dias a contar da entrada em vigor do memorando. Já o acordo final deverá ser aprovado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Além disso, prevê-se a restauração do tráfego de navios iranianos no prazo de 30 dias a um nível “proporcional ao volume de tráfego pré-guerra”, e da liberdade de navegação no Golfo Pérsico e no Mar de Omã, também num prazo de 30 dias e para o volume pré-guerra.
Como noticiado anteriormente, o canal israelita Channel 12 avançou com um memorando de 12 pontos.
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Ucrânia: força militar dos EUA pode viabilizar soluções diplomáticas também em Kiev
O chanceler alemão afirmou esta terça-feira que utilizou o caso do Irão como exemplo perante o Presidente norte-americano para o convencer de que também na Ucrânia a força militar pode contribuir para alcançar uma solução diplomática e a paz.
“Disse a [Donald] Trump: como vê, uma força militar clara tem a capacidade de facilitar soluções diplomáticas. E se o mesmo se aplicar à Ucrânia, podemos aproximar-nos mais da paz mesmo em dois pontos críticos do globo”, disse Friedrich Merz em declarações à imprensa alemã a partir de Evian, em França, por ocasião da cimeira do G7 (bloco das sete democracias mais ricas).
Merz saudou o acordo-quadro alcançado entre Washington e Teerão e mostrou-se confiante de que este será cumprido, uma vez que, segundo afirmou, todos os sinais que chegam da República Islâmica indicam que esta deve aceitá-lo “porque a superioridade militar dos Estados Unidos (EUA) não lhe deixa outra opção”.
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Ministério da Defesa britânico confirma que fragata russa disparou tiros a iate para evitar possível colisão
O Ministério da Defesa britânico confirmou que a fragata russa que disparou tiros contra a rota de um iate britânico no Canal da Mancha fê-lo para evitar possível colisão. A reação, citada pela Sky News, vem após o esclarecimento do Ministério russo da Defesa que apontava no mesmo sentido.
“Após tentativas de contacto com uma embarcação britânica no Canal da Mancha, a [fragata] Grigorovich disparou tiros de advertência. Esses disparos não foram direcionados à embarcação, mas sim [foram] uma tentativa de evitar uma possível colisão“, confirma o Ministério britânico da Defesa, que considera o caso como um “incidente isolado”.
O departamento do Governo britânico anunciou também que está a prestar apoio à tripulação do iate e que o navio-patrulha birtânico HMS Mersey está a monitorizar a fragata.
Como noticiado anteriormente, uma fragata russa disparou tiros de advertência a um iate com pavilhão britânico no Canal da Mancha.
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Zelensky admite novo encontro com Trump na quarta-feira
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, admitiu que pode reunir-se de novo com Trump já na quarta-feira. A informação é avançada pela televisão pública ucraniana Suspline, que cita as declarções de Zelensky, à margem da cimeira dos G7.
“Acho que nos reuniremos com o Presidente [Trump] novamente amanhã”, afirmou Zelensky, adiantando que as delegações dos dois países também se vão encontrar “em diferentes níveis ao longo do dia”.
Os dois chefes de Estado estiveram reunidos esta terça-feira, à margem da cimeira dos G7, com Trump a admitir a possibilidade de impor novas sanções ao petróleo russo.
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Violações ao memorando de entendimento serão respondidas com "uma reação decisiva e esmagadora", promete deputado iraniano
Ebrahim Azizi, presidente da Comissão do Parlamento iraniano de Segurança Nacional e Política Externa, avisou os Estados Unidos que Teerão irá responder “com uma reação decisiva e esmagadora” a eventuais violação das cláusulas do memorando de entendimento.
“Washington deve provar o seu compromisso ao acabar com a guerra contra o Líbano e cumprir cada cláusula do memorando de entendimento. Qualquer violação será respondida com uma reação decisiva e esmagadora”, alertou Azizi na rede social X.
O deputado também sublinhou que a resistência iraniana levou os Estados Unidos para negociar “nos termos do Irão”.
Iranian resilience forced a strategic pivot: the U.S. came to the table on Iran's terms.
Now, Washington must prove its commitment by ending the war against Lebanon and upholding every clause of the MOU.
Any breach will be met with a decisive, crushing response.The era of…
— ابراهیم عزیزی (@Ebrahimazizi33) June 16, 2026
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No G7, Trump diz que sanções ao petróleo russo podem voltar "em breve" e promete focar-se na guerra na Ucrânia
O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou esta terça-feira que está preparado para restabelecer as sanções às exportações de petróleo russo, no seguimento do acordo de paz preliminar com o Irão e a queda prevista dos preços de crude.
Após reunir-se com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, durante a cimeira do G7 em França, Donald Trump indicou que as sanções poderão ser reintroduzidas “em breve”, embora sem detalhes nem prazo.
Procurando conter a escalada de preços, Washington levantou temporariamente as sanções ao comércio de petróleo russo, dentro das restrições impostas a Moscovo devido à invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022.
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Irão promete "resposta pesada" a Israel se Telavive continuar ataques no Líbano
As Forças Armadas do Irão prometem uma “resposta pesada” a Israel se Telavive “continuar a cometer crimes e massacres ao povo oprimido do Líbano”. A informação é avançada pelos meios de comunicação iranianos, citados pela Al Jazeera.
Um dos pontos invocados por Teerão para a assinatura de um acordo com os Estados Unidos é o fim de todas as hostilidades na região, incluindo a retirada das tropas israelitas do sul do Líbano, que operam na área.
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Canal israelita revela possíveis 12 pontos do memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão
O canal israelita Channel 12 revelou esta terça-feira os 12 pontos — não confirmados — do memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão, que inclui o descongelamento dos ativos iranianos e o levantamento de todas as sanções contra Teerão, após a assinatura de um acordo final.
Os pontos do memorando de entendimento, segundo o Channel 12, serão os seguintes:
- Fim das hostilidades por parte dos Estados Unidos e do Irão em todas as frentes de guerra, incluindo o Líbano.
- O Irão compromete-se em não desenvolver ou adquirir armas nucleares.
- Resolução da eliminação dos resíduos de urânio enriquecido iraniano por parte dos dois países.
- Discussões, entre as duas partes, sobre o enriquecimento de urânio e as necessidades iranianas sobre o nuclear.
- Manutenção do status quo do programa nuclear iraniano durante as negociações.
- Suspensão do bloqueio naval contra os portos iranianos, por parte dos Estados Unidos. O país também se compromete em não aumentar a presença militar na região, nem impor novas sanções contra o Irão.
- Irão terá de garantir a segurança na navegação e a gratuitidade da passagem de navios no Estreito de Ormuz, durante 60 dias.
- Descongelamento dos ativos iranianos por parte dos Estados Unidos para serem usados durante a implementação do memorando de entendimento.
- Saída das forças norte-americanas e suspensão das sanções contra o Irão no prazo de 60 dias, em caso de acordo final entre as duas partes.
- Estabelecimento de um fundo de 300 mil milhões de dólares (258,7 mil milhões de euros) para a reconstrução do Irão, em “qualquer acordo final”.
- Implementação de isenções temporárias às sanções iranianas contra o petróleo por parte dos Estados Unidos durante as negociações.
- O Irão e Omã irão negociar, juntamente com os países do Golfo Pérsico, a definição de “acordos relativos à navegação e serviços marítimos”.
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Portugal e Arábia Saudita defendem livre circulação no estreito de Ormuz
Os chefes da diplomacia de Portugal e Arábia Saudita saudaram hoje em Lisboa o acordo entre Irão e Estados Unidos para pôr fim ao conflito no Médio Oriente e defenderam a livre circulação no estreito de Ormuz, sem taxação.
“Abordámos os desenvolvimentos regionais e internacionais e sublinhamos a necessidade de evitar a escalada”, disse, numa declaração à imprensa, o chefe da diplomacia saudita, Faisal Bin Farham Al Saud, após um encontro com o homólogo português, Paulo Rangel, no Palácio das Necessidades, em Lisboa.
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Fontes norte-americanas e iranianas confirmam criação de fundo investimento iraniano de 258 mil milhões de euros
Já foi criado e enviada a primeira tranche do fundo de investimento iraniano, no valor 300 mil milhões de dólares (258,7 mil milhões de euros). A informação é avançada pela Reuters, citando “uma fonte com conhecimento direto do acordo”.
“O fundo está desenhado para dar a ambos os lados um incentivo económico para concluir um acordo final”, afirmou a fonte anónima, que acrescenta que este será um “veículo de investimento privado, não um programa de reconstrução ou reparações” e não irá incluir dinheiros ou ofertas publicas.
Empresas norte-americanas, do Golfo Pérsico, asiáticas, africanas e sul-americanas terão concordado em financiar o fundo de investimento, que irá injetar capital nos setores da “energia, logísticas, indústria e transportes”.
Uma outra fonte, neste caso, iraniana, adianta também que Terrão terá pedido 400 mil milhões de dólares (345 mil milhões de euros) em compensações, mas que foi recusado por Washington.
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Alemanha está "preparada" para participar na preservação da paz no Médio Oriente, diz Merz
Friedrich Merz, chanceler alemão, afirmou que a Alemanha está “preparada” para participar nos esforços de paz no Médio Oriente, após o anúncio do memorando de entendimento entre Washington e Teerão.
“Sempre dissemos que estamos prontos para fazer a nossa parte”, garantiu Merz, citado pela Reuters, que relembra que o país já enviou barcos e navios caça-minhas para a região.
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Chanceler alemão afirma que Trump está "cooperativo" em relação a novas sanções contra a Rússia
O Chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou, citado pela Reuters, que Trump está recetivo à imposição de novas sanções contra a Rússia.
“Achei [Trump] muito cooperativo e também o vi a ouvir com muita atenção. E, nesse aspeto, mais uma vez, dá-me um certo grau de otimismo de que nós aqui, como europeus e americanos, estamos agora a fazer tudo o que podemos, juntos, para acabar com a guerra”, sublinha Merz.
O chefe do Governo alemão também afirmou que ficou otimista quando Trump afirmou que a Rússia “deve acabar com esta guerra”.
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Rússia confirma disparos de fragata a iate britânico para evitar uma colisão
O Ministério russo da Defesa confirmou no Telegram que a fragata Almirante Grigorovich emitiu disparos contra a rota do iate britânico para evitar uma colisão entre as duas embarcações.
“Em conformidade com o Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar, a tripulação da fragata fez diversas tentativas de contacto com a embarcação civil pelo canal de rádio internacional”, esclarece o Ministério da Defesa.
Na ausência de uma resposta e da mudança de rota do iate, foram inicialmente disparados “sinalizadores e emitidos sinais sonoros” e depois realizados disparos preventivos “com armas leves”, quando a embarcação se encontrava a 150 metros de distância. Este aviso provocou a mudança de rota o iate.
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Fragata russa terá disparado tiros de advertência a iate para evitar uma colisão
A fragata russa Almirante Grigorovich terá disparado tiros de advertência a um iate britânico no Canal da Mancha para evitar uma colisão entre as duas embarcações, avança a Sky News.
“Fontes sublinham agora que foram emitidos alertas e efetuados disparos como aviso para evitar uma potencial colisão”, afirma a cadeia de televisão britânica, que sublinha a fraca visibilidade no momento do incidente.
Como noticiado anteriormente, uma fragata russa disparou tiros de advertência a um iate com pavilhão britânico no Canal da Mancha.
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Presidente egípcio pede que Israel abandone a pretenção de controlar 70% da Faixa de Gaza
O Presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, pediu na reunião dos G7 que Israel abdique do plano de controlar 70% da Faixa de Gaza,
“Deve parar imediatamente” afirmou al-Sisi, citado pelo jornal Asharq Al-Awsat, que lamentou que “apenas 30% da Faixa resta efetivamente para o povo palestiniano” e pediu o cumprimento do acordo de cessar-fogo, negociado em outubro de 2025.
A 28 de maio, Netanyahu ordenou ao exército israelita para assumir o controlo de 70% da Faixa de Gaza para combater o Hamas.
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IDF interceta foguetes contra formações do exército israelita no sul do Líbano, alegadamente lançados pelo Hezbollah
As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) anunciaram esta terça-feira na rede social X que intercetou foguetes, alegadamente lançados pelo Hezbollah, contra formações do exército israelita no sul do Líbano.
“Em pouco tempo, a Força Aérea atacou e destruiu o lançador a partir do qual foram disparados alguns dos foguetes contra as nossas forças no sul do Líbano“, acrescentam as IDF, que também neutralizaram um “veículo suspeito” na área onde as IDF operam na região.
צה"ל תקף את המשגר ממנו נורו רקטות לעבר כוחותינו בדרום לבנון
מוקדם יותר היום, חיל האוויר יירט מספר רקטות ששוגרו על ידי ארגון הטרור חיזבאללה לעבר המרחב בו פועלים כוחות צה"ל בדרום לבנון. על פי מדיניות, לא הופעלו התרעות.
תוך זמן קצר, חיל האוויר תקף והשמיד את המשגר ממנו נורו חלק… pic.twitter.com/6haA3LkRzV
— צבא ההגנה לישראל (@idfonline) June 16, 2026