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    “Teme-se a possibilidade de uma cheia centenária em Coimbra”, diz Ana Abrunhosa. Autarquia preparada para retirar mais 9.000 pessoas caso pico de cheia se confirme

  • Cheias Mondego. "Algumas pessoas decidiram ficar"

    Presidente da junta de freguesia de São João do Campo, Valter Santos, indica que alguns populares recusaram indicação das autoridades. Diz que margem direita do rio não tem tanta população em risco.

    Cheias Mondego. “Algumas pessoas decidiram ficar”

  • Maria Graça Carvalho publica foto a dar abraço a Ana Abrunhosa: "Nos momentos difíceis a amizade conta"

    A ministra do Ambiente publicou, na noite de hoje, duas fotografias tiradas no teatro de operações, sendo que numa delas surge a dar um abraço à presidente da Câmara de Coimbra, a socialista Ana Abrunhosa, e ao autarca de Montemor-o-Velho, José Veríssimo.

    Na outra imagem, os três surgem, encostados uns aos outros, acompanhados pelo secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha. “Nos momentos difíceis a amizade conta”, escreveu a ministra na sua conta na rede social X.

  • "Vamos passar meses a fazer diagnósticos a pontes estradas e diques", diz autarca de Coimbra

    A presidente da Câmara Municipal de Coimbra alertou hoje que o país vai passar “meses a fazer diagnósticos a pontes estradas e diques”. Ana Abrunhosa falava à RTP depois de uma rotura num dique em Casais ter provocado o desabamento de um troço da A1 que passava sobre o rio Mondego.

    “Estamos a falar de um troço bastante grande entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, que é muito percorrido e que nos coloca aqui um problema que já sofre: que é ser uma cidade de muita passagem”, apontou a autarca.

    Ana Abrunhosa disse que ainda não teve a oportunidade de falar com o ministro das infraestruturas, Miguel Pinto Luz, mas que o fará com a maior brevidade possível. “A conversa com o senhor ministro Pinto Luz não pode ser sobre a A1 e ele sabe disso. E sabemos também da sua disponibilidade e da sua vontade em resolver problemas. Não temos a menor das dúvidas em encontrar soluções rápidas”, acrescentou.

    A autarca sublinhou que o problema “é gravíssimo” e não se resume a Coimbra: “Muitos municípios estão com problemas gravíssimos nas estradas e nas pontes”. “Estou a falar de problemas mesmo muito muito graves. Podem não têm a mesma visibilidade, mas o seu somatório é igualmente grave”, afirmou.

    Com André Certã

  • Troço da A1 cedeu no sentido Norte-Sul, ao quilómetro 191,2, diz comandante da Proteção Civil

    O comandante regional da Proteção Civil de Coimbra, explicou esta noite que o desabamento de um troço na A1 sobre o rio Mondego se deu no sentido Norte-Sul, ao quilómetro 191,2. Em declarações à CNN, Carlos Luís Tavares indicou que o trânsito nessa área foi cortado assim que foi recebida a informação de que o dique em Casais tinha cedido, pelas 17h45. “Em boa hora a tomámos a medida”, sublinhou.

    Segundo o comandante, cedeu um troço no final da ponte. “Quando a ponte termina assenta ali numa parte de talude, essa parte foi comida pela água por baixo, o que acabou por fazer a derrocada”, indicou.

  • Pinto Luz diz que desabamento de troço da A1 foi possível devido à situação "absolutamente extraordinária" no país

    O ministro das Infraestruturas disse hoje que o desabamento de um troço da A1, sobre o dique que cedeu esta tarde em Coimbra, foi possível devido à situação “absolutamente extraordinária” que se vive no país na sequência das sucessivas tempestades.

    Em declarações à SIC, Miguel Pinto Luz explicou que o Governo tomou pelas 16h30 a decisão de encerrar a autoestrada para precaver uma situação assim. “O problema está a ser monitorizado há vários dias com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, sabíamos os riscos”, afirmou. “A situação é absolutamente extraordinária e para situações extraordinária é preciso soluções extraordinária”, sublinhou.

    O governante adiantou que está a caminho de Coimbra: “Com tranquilidade estamos a acompanhar, estamos preocupados e eu estou neste momento a deslocar para o lugar”.

    “Ninguém manda encerrar a A1 ou uma infraestrutura absolutamente crítica para o país sem ter em consciência aquilo que são os riscos que estão calculados”, acrescentou.

  • Mais um episódio de chuva na madrugada de sexta-feira. Depois vem a Oriana, a 15.ª tempestade, que trará o sol a reboque

    Já foi nomeada a 15.ª tempestade desta temporada, que começou em outubro. Chama-se Oriana e sucede à Nils. Portugal vai ser afetado pelo sistema frontal de onde a Oriana vai nascer, depois de o sistema frontal atravessar a Península Ibérica e chegar ao Mediterrâneo.

    Será esse embrião da nova tempestade a causar o próximo, e provavelmente último, episódio de chuva e vento fortes que atingirá o continente na tarde e noite de quinta e ao longo da manhã de sexta-feira, 13. Além disso, a Oriana permitirá a entrada de uma massa de ar frio ártico, que deixará muito frio o dia dos namorados, sábado, 14.

    Mas, e este mas é muito importante, depois a Oriana funcionará como que uma espécie de botão que desligará a chuva, mudará o padrão atmosférico e fará retornar o sol.

    A Oriana, que se formará já no Mediterrâneo e tem nome dado pelo AEMET (instituto de meteorologia espanhol), fará aliás com que o atual padrão atmosférico mude e o sol volte (em definitivo) na próxima semana.

    De quinta para sexta-feira, haverá assim períodos de chuva, por vezes forte, e vento com rajadas até 80 km/h, em quase todo o país. Durante a manhã de sexta-feira ainda se sentirão aguaceiros, que podem ser de granizo e ser acompanhados de trovoadas. Acontecerá durante o período em que Portugal será atravessado pelo tal sistema frontal, mais um, associado a uma região depressionária a norte da Península Ibérica. Toda a depressão se deslocará depois para Espanha, onde a tempestade se irá formar.

    O continente, aliás, está já todo sob alerta amarelo: em Faro e Beja os avisos são para vento, da meia-noite às 21h00 de sexta-feira, e em Bragança, das 3h00 às 21h00. Nos restantes 15 distritos, Setúbal, Évora, Portalegre, Santarém, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Coimbra, Aveiro, Porto, Vila Real, Braga e Viana do Castelo, os avisos são para chuva forte das 00h00 às 3h00 no sul e das 21h00 às 6h00 no norte e centro e para vento das 00h00 às 18h00 a sul e das 3h00 às 21h00 a norte e centro.

    Há ainda agitação marítima, mais ligeira a norte ((aviso amarelo até Aveiro) e mais severa a centro e sul (resto da costa a laranja).

    Para além disso, com o afastamento da Nils para o norte de França (e a formação da Oriana no Mediterrâneo) chegará à Península uma massa de ar frio continental, vinda do Ártico, que trará neve às cotas mais altas: Guarda e Castelo Branco têm avisos de neve desde a madrugada de sexta até à noite de sábado, dia dos namorados.

    Mas depois a Oriana fará a sua ciclógenese explosiva no (quente) Mediterrâneo (a zona de Barcelona e Valência sofrerão com ventos e chuvas intensas, bem como as baleares), ao mesmo tempo o anticiclone dos Açores estará no caminho para se posicionar no seu local habitual e sairá reforçado de todos estes movimentos — desviando logo um novo rio atmosférico —, e o jet stream, o jato polar, subirá para latitudes mais a norte, pondo uma portagem quase insuportável na autoestrada que tem permitido este comboio de tempestades.

    Assim, deste comboio que nos tem chegado desde janeiro, a carruagem 9, que é a Oriana, será mesmo a última. Sábado, 14, fará mais frio (há um preço a pagar), mas já se verá o sol. Teremos aguaceiros até ao Carnaval e quarta-feira de Cinzas, mas depois entramos em tempo mais primaveril.

  • MNE diz que momento é grave, mas desvaloriza impacto na imagem do país

    O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros afirma que a situação que o país vive é grave, com vítimas mortais e desalojados, afetando todos os setores económicos, mas desvalorizou que tenha impacto na imagem do país lá fora.

    À margem do 35.º Congresso Nacional da AHP, organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal, que decorre no Porto, questionado se esta situação poderá vir a tornar-se no futuro um desafio acrescido para o setor do turismo, Paulo Rangel negou.

    “Não. (…) Numa catástrofe desta dimensão e que já provocou muitas vítimas mortais e que tem tantas e tantas dezenas de milhares de famílias – por uma razão ou por outra – ainda em situação muito difícil, evidentemente que afeta todo o país. Isto é, todos os seus setores. Agora, sinceramente, também acho que uma coisa é estarmos preparados para eventos excecionais, outra coisa é julgar que eles se vão tornar a normalidade”, disse aos jornalistas.

  • Amarante-Académica da Liga 3 adiado para data a definir

    O jogo Amarante-Académica, da segunda jornada da fase de apuramento do campeão da Liga 3 de futebol, marcado para domingo, foi hoje adiado devido ao mau tempo em Coimbra, anunciou hoje o emblema daquela cidade.

    “Informamos todos os sócios, adeptos e simpatizantes que, devido à situação de emergência que atravessa Coimbra, o Rio Mondego e as nossas instalações, o jogo frente ao Amarante foi adiado para data a definir assim que possível. A segurança e o bem-estar da nossa comunidade são, neste momento, a prioridade”, pode ler-se numa curta nota hoje divulgada pelos “estudantes” nas redes sociais.

    A Académica agradece ainda à Federação Portuguesa de Futebol, ao Amarante e às autoridades “pela compreensão, solidariedade e disponibilidade” no adiamento da partida em que atuariam na condição de visitante no próximo domingo.

  • Desabou parte da A1 sobre o dique que ruiu no Mondego

    Parte da A1 que está sobre o dique que ruiu no Mondego cedeu esta noite. A informação foi confirmada ao Observador pela Brisa e pela GNR, tendo a polícia explicado que se abriu “uma pequena fenda” na estrada pelas 22h30. A circulação estava cortada desde as 19h00.

    Direitos Reservados

  • Forças Armadas com 3.200 militares em ações de vigilância ou relocalização

    As Forças Armadas empenharam hoje mais de 3.200 militares no apoio às populações afetadas pelo mau tempo, em ações de vigilância de diques em risco de rutura ou de relocalização de pessoas e bens através de meios anfíbios.

    Numa nota, o gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) indicou que durante o dia de hoje, até às 18h00, estiveram empenhados 3.249 militares, 389 viaturas, 22 máquinas de engenharia, 67 embarcações e duas lanchas anfíbias de reabastecimento.

    Entre as ações de apoio às populações afetadas estiveram o reforço na vigilância de diques em risco de rutura, a relocalização de pessoas e bens através de meios anfíbios ou o reforço da capacidade de fornecimento de energia elétrica com recurso a geradores.

    As Forças Armadas realizaram também ações de reforço da capacidade de remoção de escombros e desobstrução de vias e ações de proximidade, pode ler-se no comunicado.

  • União de Leiria assume “impacto significativo” em toda a atividade

    A União de Leiria, cuja equipa de futebol disputa a II Liga de futebol, lamentou hoje “os impactos devastadores” da depressão Kristin, assumindo que toda a atividade desportiva foi severamente afetada pela destruição.

    Numa informação dirigida a sócios e adeptos, o clube reconhece que a tempestade do dia 28 de janeiro teve “um impacto significativo” em todas as modalidades, pela destruição de infraestruturas e equipamentos e perturbação do normal funcionamento da atividade.

    A equipa profissional de futebol, nona na II Liga, foi forçada a adiar o encontro com o Paços de Ferreira, previsto para 1 de fevereiro, depois de o Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa ter sofrido graves danos estruturais.

    “Apesar de ser municipal e de não representar um prejuízo direto para o clube e para a SAD, inviabiliza o regresso do ‘staff’ ao trabalho e a realização dos jogos em casa”, assinalam os responsáveis.

  • Trava os caudais dos rios, pode abrir de forma controlada e a manutenção é essencial. Como funciona o dique que cedeu no Mondego?

    Dique que separa o rio Mondego das margens cedeu cerca das 18h30 junto da A1. Peritos alertam que devia ser construída mais uma barragem para controlar o caudal e impedir as cheias.

    Trava os caudais dos rios, pode abrir de forma controlada e a manutenção é essencial. Como funciona o dique que cedeu no Mondego?

  • Marinha e Autoridade Marítima mantêm meios para resgate “em prontidão imediata”

    A Marinha e a Autoridade Marítima Nacional (AMN) mantêm hoje os meios para resgate “em prontidão imediata” junto às zonas de maior risco de cheias, tendo já resgatado 273 pessoas através das embarcações posicionadas para apoio imediato à população.

    Em comunicado, a Marinha e a AMN informaram que têm neste momento empenhados “cerca de 549 militares, militarizados e elementos da Polícia Marítima, 69 viaturas, 56 embarcações, quatro geradores e 17 drones, a que acresce um helicóptero em prontidão”.

    De acordo com as duas instituições, o dispositivo vai continuar empenhado em prestar apoio à população afetada pelo agravamento das condições meteorológicas e pelas cheias que atingem diversas regiões do país, devido à passagem de depressões em Portugal continental.

    Neste âmbito, mantêm-se os meios “para resgate em prontidão imediata junto às zonas de maior risco”, inclusive a Marinha continua com 47 botes prontos e posicionados para apoio imediato à população nas zonas ribeirinhas com risco de cheias, nomeadamente quatro botes para atuar no rio Lis, em Leiria; 16 para o rio Mondego, posicionados em Montemor-o-Velho, Coimbra e Soure; oito para o rio Tejo, colocados em Tancos; 10 para o rio Sorraia, concretamente em Coruche e em Benavente; oito para o rio Sado, em Alcácer do Sal; e um para o rio Arade, em Portimão.

    Além destes 47 botes, “este dispositivo vai ser hoje reforçado em Montemor-o-Velho, com duas Lanchas Anfíbias de Reabastecimento e Carga (LARC)”.

  • Água que abastece EB 2,3+S de Carrazeda de Ansiães já pode ser consumida

    A água de rede que abastece a Escola Básica 2,3 e Secundária de Carrazeda de Ansiães já pode ser consumida, revelou hoje o município, depois de ter sido proibida a sua utilização, devido à presença de enterococos.

    Na rede oficial do Facebook, o município de Carrazeda de Ansiães informou que o resultado da contra análise, realizado pela Autoridade de Saúde, permitiu o levantamento da restrição.

    “A água pode, assim, voltar a ser utilizada normalmente para consumo humano”, lê-se na publicação.

    O consumo da água estava interdito desde 5 de fevereiro.

  • Força Aérea recolheu cerca de 130 toneladas de bens doados

    A Força Aérea recolheu cerca de 130 toneladas de bens doados, desde produtos essenciais a material de construção, para apoiar as populações afetadas pelas intempéries que assolam o país, revelou hoje este ramo das Forças Armadas.

    Entre as ações de recolha de bens doados, a Força Aérea indicou que um avião KC-390 descolou na terça-feira da Base Aérea N.º 4, nos Açores, com 6,3 toneladas de bens essenciais, e desde o Depósito-Geral de Material da Força Aérea, em Alverca, distrito de Lisboa, seguiram “perto de cinco toneladas” de bens por via terrestre.

    “Os bens foram entregues nas juntas de freguesia de Amor, Maceira, Marinha Grande, Monte Real, Carvide e Vieira de Leiria [todas na região de Leiria], apoiando diretamente as comunidades locais”, indicou o ramo aéreo das Forças Armadas, em comunicado.

  • Transportes de Coimbra condicionados devido ao apoio às evacuações

    Os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) avisaram hoje que a circulação se encontra condicionada em algumas linhas devido à necessidade de apoiar a operação de evacuações preventivas.

    Em comunicado, os SMTUC explicaram que “estão a apoiar a operação de evacuações preventivas em curso no concelho, na sequência do agravamento da situação hidrológica do rio Mondego e das medidas de proteção de pessoas e bens determinadas pelas autoridades de proteção civil”.

    Foram mobilizados “meios e recursos para apoio no transporte e na resposta operacional associada às evacuações, o que está a provocar perturbações no normal funcionamento da rede de transportes urbanos”, sublinhou.

    Segundo os SMTUC, estão temporariamente suspensas as linhas 11, 13, 23C, 201 e 223.

    A circulação está a fazer-se de forma condicionada nas linhas 4, 5, 6, 7, 7T, 14, 14T, 21, 27, 28, 29, 32, 33, 34, 103 e 221, “podendo verificar-se atrasos e alterações de percurso, em função da evolução da operação no terreno e dos condicionamentos de trânsito”, acrescentaram.

  • Mantém-se risco de cheias na região de Aveiro

    O Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro alertou hoje para a continuidade do risco de cheias na região, devido a um possível aumento dos caudais dos rios.

    “Devido à manutenção de condições hidrometeorológicas adversas na área geográfica do distrito de Aveiro, com particular ênfase nos municípios da região de Aveiro, permanece o risco de continuidade das situações de cheia/inundação”, refere um comunicado divulgado ao final da tarde.

    Até ao momento, segundo a mesma nota, não se registaram vítimas mortais ou feridos graves, sendo as ocorrências mais relevantes cortes de via, quedas de árvores e de algumas estruturas/muros de suporte e danos em algumas habitações.

    A nota dá ainda conta da necessidade pontual de realojamento de algumas pessoas, adiantando que todas as situações estão a ser acompanhadas pelos Serviços Municipais de Proteção Civil, agentes de proteção civil e organismos de apoio dos vários patamares.

  • Equipamentos da Justiça afetados por tempestades obrigaram a reaorganização

    Os equipamentos da Justiça na Comarca de Leiria que sofreram danos causados pelas tempestades obrigaram à reorganização da atividade judicial, confirmou uma delegação composta pelo Procurador-Geral da República e o vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura.

    Numa nota hoje divulgada pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM) é referido que a delegação visitou o antigo Liceu de Leiria, que acolhe secções do tribunal judicial e o Palácio da Justiça, edifícios que sofreram destelhamentos, infiltrações e outros danos que obrigaram a reorganizar a atividade judicial.

    Adianta ainda a mesma nota que juízes, magistrados do Ministério Público (MP), oficiais de justiça e equipas administrativas garantiram a continuidade possível do serviço, ficando o tribunal inoperacional apenas no período em que não houve eletricidade nem acesso ao sistema Citius.

    Segundo o CSM, “as decisões de gestão adotadas de imediato permitiram retomar o funcionamento logo que os meios tecnológicos foram restabelecidos”.

  • Batalha aconselha duas famílias a abandonarem habitação por precaução

    O Município da Batalha aconselhou hoje à retirada de dois agregados familiares das suas habitações, por precaução, devido à chuva intensa, disse à Lusa o presidente da Câmara, André Sousa.

    “A chuva está persistente, temos várias estradas cortadas, neste momento, porque estão junto ao rio Lena e já aconselhámos dois agregados familiares a saírem de casa por precaução. Estamos num processo de desmobilização de outro por causa de uma derrocada, que está a comprometer a habitação da própria pessoa”, revelou o presidente da Câmara da Batalha, no distrito de Leiria.

    Segundo André Sousa, a chuva tem causado inundações em várias estradas municipais, estando a ser cortadas “as mais críticas, por precaução”.

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