Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar agora este liveblog. Continuaremos a acompanhar a situação num novo liveblog que abrimos nesta segunda-feira.

    Incêndio de Vila Real em resolução. Fogos na Covilhã, Tabuaço e Trancoso combatidos por mais de mil bombeiros

    Obrigada por ter estado connosco.

  • Fogo no concelho da Covilhã deverá estar controlado na segunda-feira de manhã

    Mais de 400 operacionais combatem esta noite o incêndio que lavra na orla do Parque Natural da Serra da Estrela e esperam-se ainda “muitas horas de trabalho”, mas as autoridades acreditam que estará controlado na manhã de segunda-feira.

    O presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, disse, declarações à RTP, que “a estratégia está muito bem delineada e montada” e que é esperado que as condições sejam favoráveis “a partir das quatro da madrugada, para que de manhã possa vir a ser controlado o incêndio”.

    O fogo deflagrou a meio da tarde de hoje em Sobral de São Miguel, numa zona “muito longe do centro do concelho” o que fez com que os “primeiros meios demorassem cerca de 30 minutos a chegar”, disse, também à RTP, o comandante de Operações de Socorro, acrescentando que o declive do terreno também dificultou os trabalhos, mas neste momento há “uma estratégia para fechar o incêndio”.

  • Autarca de Vila Real pede reforço de meios no combate ao fogo

    O presidente da Câmara de Vila Real considerou este domingo que os operacionais que estão no combate ao incêndio que lavra no concelho “são insuficientes” e pediu ao Governo um reforço de meios para acabar com a calamidade.

    “Estamos sob um ataque enormíssimo, com prejuízos absolutamente incalculáveis, os meios são claramente insuficientes dada a dimensão daquilo que estamos a viver”, disse Alexandre Favaios à agência Lusa.

    Um incêndio que começou no dia 2 em Sirarelhos, entrou em resolução na quarta-feira, reativou-se no sábado à noite e está este domingo a colocar em risco as localidades de Relva, Borbela e Lordelo, próximas da cidade de Vila Real.

    O autarca lembrou que o distrito de Vila Real esteve este fim de semana sob aviso vermelho por causa do calor e, por isso, seria “expectável que o dispositivo, efetivamente, estivesse no terreno”.

    O presidente da Câmara deixou um agradecimento a todos os que estão a combater o fogo no terreno, mas salientou que “claramente, se percebe que as populações estão a ser profundamente afetadas por este incêndio”.

    “Por isso, apelamos ao Governo para que faça um reforço de meios, porque sem esse reforço claramente esta calamidade não vai terminar”, frisou.

    Alexandre Favaios disse que “seria útil que o Governo tivesse pedido ajuda aos seus parceiros europeus porque, de facto, esta é uma situação absolutamente indescritível”.

  • Dominados os fogos de Ribeira de Pena e do Douro

    Os incêndios de Ribeira de Pena e de Penedono (Douro) encontram-se dominados, segundo o site da Proteção Civil. A lavrar, mantêm-se os fogos da Serra da Estrela, de Trancoso e Vila Real, a serem combatidos por mais de 1.300 bombeiros. Os meios aéreos já não estão a operar.

  • Fogo em Vila Real tem frente “a tocar” aldeias de Relva, Lordelo e Borbela

    A frente do incêndio de Vila Real que causa mais preocupações este domingo é a que está “a tocar” nas localidades de Relva, Lordelo e Borbela, estando a ser feitos, nesta última aldeia, confinamentos pontuais de pessoas por precaução.

    O comandante sub-regional do Douro da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Miguel Fonseca, disse que está a ser dada prioridade à defesa das habitações e que, em Borbela, pelas 20:00, estavam a ser feitas ações pontuais de confinamento de pessoas, que estão a ser acolhidas na sede da Junta de Freguesia.

    O incêndio tem três frentes que ardem com intensidade, mas, segundo Miguel Fonseca, “neste momento está a priorizar-se completamente a proteção das habitações”.

    De acordo com a página da Internet da ANEPC, pelas 20:00 estavam mobilizados para o combate a este fogo 343 operacionais e 103 viaturas.

    O incêndio começou há já uma semana, em 2 de agosto, em Sirarelhos, entrou em fase de resolução na quarta-feira, esteve em conclusão e reativou-se no sábado à noite, pelas 21:06, tendo ganhado dimensão esta tarde devido ao vento forte e às altas temperaturas.

    A serra do Alvão abrange os concelhos de Vila Pouca de Aguiar, Ribeira de Pena, Vila Real e Mondim de Basto, e, no espaço de uma semana já ardeu área dos quatro concelhos, em três incêndios diferentes (Sirarelhos, Pinduradouro e Alvadia), que se traduziram numa área ardida que já ultrapassa os 4.000 hectares.

  • José Luís Carneiro manifesta solidariedade aos bombeiros pelo seu “esforço hercúleo”

    O secretário-geral do PS transmitiu hoje, no Algarve, uma “palavra de solidariedade” a todos os bombeiros do país, reconhecendo o “esforço hercúleo” que fazem no combate aos incêndios.

    “Estamos a viver momentos difíceis nos incêndios florestais e vamos viver momentos difíceis nos próximos dias, e até ao final do verão momentos ainda muito difíceis”, referiu aos jornalistas José Luís Carneiro no final de uma visita ao quartel dos bombeiros voluntários de Lagos, no distrito de Faro.

    O líder socialista, que entre 2022 e 2024 foi ministro da Administração Interna no Governo liderado por António Costa, deixou “uma palavra de solidariedade às mulheres e aos homens que servem nas associações humanitárias por todo o país”.

    “Uma palavra de confiança, de força e de solidariedade neste momento que o país está a atravessar e que certamente irá atravessar até ao final do verão. Bem sabem que eu fui ministro da Administração Interna, conheço bem esta área e sei que é um esforço hercúleo aquele que é feito pelos nossos bombeiros”, considerou.

    Depois de uma visita prolongada à corporação de Lagos, José Luís Carneiro disse ter observado “um bom exemplo para o país de como se deve estruturar uma associação humanitária em todas as suas valências de serviço, quer de busca e salvamento, quer de apoio à zona costeira e de praias, quer no combate aos incêndios florestais”, enumerou.

    Questionado pelos jornalistas, o líder do PS rejeitou fazer, para já, uma avaliação ao trabalho feito pelo Governo na área do combate aos incêndios florestais.

    “Haverá um momento para avaliação. Não é este o momento de avaliação, este momento é para manifestar a minha solidariedade e apoio àqueles que, em nosso nome, combatem as chamas e procuram proteger as pessoas e proteger os seus bens”, frisou.

    O secretário-geral do PS enfatizou ainda a importância da responsabilidade individual “para com a floresta e para com a proteção contra incêndios”, evitando, “nomeadamente em períodos críticos”, o uso do fogo e uso de máquinas que provoquem incêndios.

    “Quando há um conjunto de incêndios, até 120, 130, em simultâneo no país, o dispositivo de proteção civil consegue responder com eficácia. Acima desses números, quando estamos com 140, 150 incêndios em simultâneo, o dispositivo de proteção civil, naturalmente, terá sempre meios limitados para o conjunto das necessidades do país”, enquadrou.

    Segundo José Luís Carneiro, “é nas atitudes e nos comportamentos que está uma parte da solução” para o país conseguir “gerir em segurança os incêndios”.

    “Isto era aquilo que eu dizia quando era ministro e é aquilo que eu digo agora quando estou na oposição”, concluiu.

  • Fogo no Douro combatido por mais de 60 bombeiros

    Um incêndio na Póvoa de Penela, em Penedono (Douro), está a ser combatido por mais de 60 operacionais, apoiados por 16 meios terrestres e 3 meios aéreos.

    Segundo o site da Proteção Civil, o primeiro alerta surgiu cerca das 17h23.

  • Foram registadas mais de 100 ocorrências de incêndio até às 17h, "muito acima do expectável"

    Durante o dia, e até às 17 horas, foram registadas mais de 100 ocorrências de incêndio florestal. ” É muito acima do que seria expectável”, lamentou o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, pedindo cuidado às populações.

  • Há 47 incêndios em curso. Quatro bombeiros e um civil foram assistidos durante o dia

    Neste momento, há 47 outras ocorrência de incêndio em resolução, conclusão e vigilância que empenham um total de 1002 operacionais, 297 veículos e oito meios aéreos, disse o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre.

    Durante este domingo, foram assistidos quatro bombeiros, posteriormente levados a uma unidade hospitalar com ferimentos leves. “Houve também um civil a ser assistido”, acrescentou.

  • Incêndio de Trancoso "esteve fora da capacidade de extinção dos meios" mas condições deverão melhorar durante a noite

    O incêndio que lavra na zona de Trancoso, que mobiliza mais de 500 operacionais, “esteve fora da capacidade de extinção dos meios de combate e houve necessidade de gerir o incêndio”, disse esta tarde o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre. No entanto, as condições esperadas durante a noite deverão ajudar no combate.

    “O incêndio irá propagar-se para leste/nordeste nas próximas horas, na direção das aldeias de Moreira do Rei, Golfar e Souto Maior. Esperamos uma perda de intensidade durante a noite e a janela de oportunidade de combate entre as 0h e as 8h com o aumento da humidade, redução do vento”, explicou Mário Silvestre, em conferência de imprensa na sede da Proteção Civil.

  • Fogo próximo da aldeia de Relva, em Vila Real

    O incêndio que lavra na serra do Alvão, em Vila Real, está a causar preocupações junto à aldeia de Relva, onde as pessoas mais idosas foram retiradas por precaução devido ao incêndio que se reativou no sábado à noite.

    A informação foi avançada pelo presidente da Junta de Freguesia de Borbela e Lamas de Olo, José Armando, que disse à agência Lusa que, pelas 18:15, uma das aldeia que causava mais preocupações pela proximidade do fogo era Relva, localizada na encosta da serra do Alvão.

    Segundo o autarca, pessoas mais idosas e vulneráveis desta aldeia foram retiradas por precaução.

    De acordo com a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 18:15 estavam mobilizados para o combate a este fogo 292, operacionais, 88 viaturas e quatro meios aéreos.

  • Fogo em Sobral de São Miguel, Serra da Estrela, combatido por quase 300 bombeiros

    Um incêndio cujo alerta foi dado pelas 17h02 deste domingo está a ser combatido na Serra da Estrela por 299 operacionais, ajudados por 87 meios terrestres e cinco meios aéreos.

    De acordo com o site da Proteção Civil, o fogo lavra em Sobral de São Miguel, perto da Covilhã.

  • Doze distritos de Portugal continental sob aviso laranja devido ao tempo quente

    Aviso do Instituto Português do Mar e da Atmosfera prolonga-se até terça-feira, dia 12 de agosto. Bragança e Vila Real saem do aviso vermelho.

    Doze distritos de Portugal continental sob aviso laranja devido ao tempo quente

  • Quarta etapa da Volta retomada após neutralização devido a incêndio no Alvão

    A quarta etapa da 86.ª Volta a Portugal em bicicleta foi retomada, depois de ter sido neutralizada e ‘encurtada’ devido ao incêndio que lavra na Serra do Alvão.

    A corrida ‘parou’ ao quilómetro 132,3, após a meta volante de Vila Real, e foi retomada quando faltavam 42 quilómetros para o alto da Senhora da Graça, com a subida à Serra do Alvão, de primeira categoria, a ser anulada.

    Inicialmente, a quarta etapa, que liga Bragança ao alto da Senhora da Graça, deveria ter 182,9 quilómetros, com o ‘desvio’ de percurso a ‘encurtar’ a tirada em pouco mais de oito quilómetros.

    Os ciclistas seguiram atrás do carro do comissário durante os quilómetros neutralizados, com as diferenças registadas no momento da paragem a serem respeitadas no regresso dos ciclistas à estrada.

    Francisco Peñuela (Caja Rural), Caleb Classen (Project Echelon Racing), Jan Kino (Atom 6 Bikes-Decca), Edgar Curto (Illes Balears Arabay) e Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), que tinham mais de três minutos de vantagem para o pelotão, foram os primeiros a retomar a corrida.

  • Etapa da Volta a Portugal em bicicleta interrompida por causa dos incêndios

    A prova deste domingo da Volta a Portugal em bicicleta foi suspensa à chegada a Vila Real. Segundo a RTP, a etapa foi interrompida ao quilómetro 132, na passagem da meta volante de Vila Real.

    Seguia, depois, para a subida da serra do Alvão, o que não vai ser possível devido ao incêndio que lavra em Vila Real. Segundo o Record, a corrida deve ser retomada na Campeã com as diferenças de tempo que se registavam quando houve a paragem.

    Rumará a Mondim de Basto.

  • Fogo de Trancoso aproxima-se de várias aldeias. Está a ser equacionada evacuação

    O reacendimento em Trancoso é “muito forte”, com uma frente que ameaça “três ou quatro aldeias”: Rio de Moinhos, Venda do Cepo, Miguel Chopo, em direção também a Castaíde, indicou à Rádio Observador o presidente da Câmara de Trancoso.

    “Está muito próximo das casas”, informa Amílcar Salvador, dizendo estar a ser avaliada a eventualidade de serem evacuadas.

    Há muito vento e as temperaturas são elevadas.

  • Incêndio de Penacova dado como estando em resolução

    O incêndio de Penacova, que chegou a ter oito meios aéreos a combatê-lo, está já dado como estando em resolução, no site da Proteção Civil.

    Neste momento continua um meio aéreo no loca, além de 206 operacionais e 53 meios terrestres.

  • Oito meios aéreos combatem as chamas em Penacova

    Oito meios aéreos e quase 250 operacionais combatem um incêndio em povoamento florestal em Lorvão, Penacova, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

    Segundo disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-regional da Proteção Civil da Região de Coimbra, “o incêndio é em povoamento florestal e, para já, não há localidades em risco”.

    O alerta aconteceu pelas 11h09 de hoje na localidade de Caneiro, freguesia de Lorvão, no concelho de Penacova, distrito de Coimbra.

    Pelas 12h10, o incêndio mobilizava 242 operacionais apoiados por 57 veículos e oito meios aéreos, segundo indicação da página da Autoridade Nacional da Proteção Civil.

  • Incêndio em Trancoso reacendeu

    O incêndio de Trancoso, que tinha sido dado como em resolução, voltou a reacender, estando novamente ativo, segundo o site da Proteção Civil.

    Indica-se ainda que estão no combate a este fogo 303 operacionais, com 99 meios terrestres e quatro aéreos.

  • Incêndios de Vila Real e Ribeira de Pena lavram em áreas de difícil acesso

    Os incêndios de Vila Real e de Ribeira de Pena estão a lavrar em locais de difícil acesso, podendo aproximar-se de localidades ou população, admitiu José Costa, oficial de operações da proteção civil, à Rádio Observador.

    O incêndio de Sirarelhos, em Vila Real, teve uma reativação às 21h03 de sábado. Tem, segundo o mesmo responsável, duas frentes ativos “em locais de difícil acesso”. Combatem este incêndio 40 veículos, 144 operacionais e seis meios aéreos.

    O de Alvadia, em Ribeira de Pena, teve reativação pelas 7h30 deste domingo. “Arde em locais de difícil acesso”, indica o mesmo oficial, estando a ser “posicionados os meios”. Estão neste incêndio 47 veículos, 126 operacionais e um meio aéreo.

    “Não temos indicações de habitações ou populações em risco, mas os incêndios ativos decorrem em áreas que têm na proximidade aldeias e habitações que poderão ser afetadas pela proximidade frentes de chama. Os operacionais tudo farão com que isso não aconteça”, declara à Rádio Observador.

    Confirma ainda o domínio dos incêndios de Moimenta da Beira, pelas 8h13, e o de Trancoso pelas 7h31.

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