Histórico de atualizações
  • Encerramos aqui este liveblog.

    Pode continuar a acompanhar os mais recentes acontecimentos no Irão neste outro artigo em direto.

    Trump estuda opções militares para intervir no Irão. Já morreram mais de 500 pessoas em protestos

  • Imprensa estatal iraniana avança detenção de 200 "líderes" dos protestos

    A Press TV, controlada pelo Estado iraniano, avança que foram detidos pelo menos 200 “líderes dos motins no Irão”, escreve a CNN internacional.

    A imprensa estatal relata ainda que foi descoberto um “significativo depósito de armas” numa das casas ligadas aos detidos. A Press TV alega ligações entre estes manifestantes detidos e grupos terroristas.

    Já foram detidas mais de 2.300 pessoas no Irão durante os 13 dias de protestos, relata a associação de defesa dos direitos humanos HRANA. No entanto, o número poderá ser superior, já que o apagão no Irão não permite confirmar os números.

  • Funcionários de três hospitais no Irão dizem que serviços estão sobrecarregados com mortos e feridos dos protestos

    Os funcionários de três hospitais iranianos relatam à BBC que os serviços estão sobrecarregados com feridos e mortos nos protestos que decorrem no Irão.

    Um médico num dos hospitais em Teerão avança que viu ferimentos causados por “tiros contra as cabeças de jovens, contra os corações também”. Outro médico afirma que um hospital oftalmológico na capital recebeu tantos feridos que entrou em modo de crise.

    Dois médicos que falaram à BBC referem que trataram ferimentos causados por munições reais e também por pressões de ar. Num dos casos, o hospital recebeu tanta gente que “nem sequer havia tempo para fazer as manobras de reanimação.

    Os protestos da capital já se propagaram a mais de 100 cidades e províncias iranianas. Há mais de 48 horas que há um apagão na ligação do Irão à internet, impedindo as comunicações.

    A BBC Persia avança que, na sexta-feira à noite, foram levados 70 corpos para o hospital Poursina, na cidade de Rasht. A morgue terá ficado com a capacidade esgotada.

    Um funcionário de um hospital iraniano refere que os mortos serão sobretudo jovens, entre “os 20 e 25 anos”.

  • Irão está offline há dois dias

    O Irão está sem ligação à internet há mais de 48 horas, de acordo com uma publicação feita pela NetBlocks.

    “Entretanto, os líderes do regime continuaram a publicar a sua versão dos acontecimentos online, enquanto o seu interruptor de emergência silencia as vozes de 90 milhões de iranianos”, acrescenta este observatório da internet.

  • Donald Trump diz que Irão aspira à liberdade e que EUA "estão disponíveis para ajudar"

    “O Irão está a olhar para a liberdade, talvez como nunca antes”, diz Donald Trump numa curta mensagem na rede social Truth Social.

    O Presidente norte-americano afirma também que “os EUA estão disponíveis para ajudar”.

  • Homem retira bandeira hasteada na embaixada do Irão em Londres. Polícia deteve duas pessoas

    Um homem — que participava numa manifestação em frente à embaixada do Irão em Londres — invadiu o perímetro da embaixada, retirou a bandeira iraniana e envergou uma outra: a antiga bandeira imperial do país, utilizada antes da revolução islâmica, avança a Sky News.

    Na rede social X, já circulam vídeos que mostram o incidente.

    A polícia metropolitana de Londres enviou reforços para junto da representação diplomática iraniana, situada na zona de Westminster, e deteve duas pessoas: uma por invasão de propriedade agravada e agressão a um profissional de emergência, e outra por invasão de propriedade agravada, informou a polícia nas redes sociais.

    Outra pessoa também está a ser procurada pelas autoridades por um crime de invasão de propriedade.

  • Europa "apoia totalmente" os manifestantes no Irão, diz presidente da Comissão Europeia

    A presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula von der Leyen, diz que a Europa “apoia totalmente” os manifestantes que estão nas ruas do Irão a protestar contra o regime.

    “Nas ruas de Teerão e cidades ao redor do mundo ecoam os passos de mulheres e homens iranianos exigindo liberdade. Liberdade de expressão, de reunião, de viajar e, acima de tudo, de viver livremente“, escreveu a presidente da CE na rede social X.

    A responsável sublinhou que a União Europeia “condena veementemente a violenta repressão” levada a cabo pelo regime contra “manifestações legítimas”.

    Ursula von der Leyen exige a libertação dos manifestantes presos e o restabelecimento do acesso à internet no país.

  • Apagão de internet no Irão dura há 36 horas

    O bloqueio da internet no Irão, levado a cabo pelo regime, dura já há 36 horas, como mostra a monitorização do portal Netblocks.


  • Guarda Revolucionária insta iranianos a "frustrarem os planos do inimigo"

    A Guarda Revolucionária Islâmica — o ramo militar controlado diretamente pelo líder supremo do país — anunciou este sábado que defenderá as infraestruturas críticas do país e pediu aos iranianos para “frustrarem os planos do inimigo”.

    Em comunicado, citado pela France24, a Guarda Revolucionária acusa Israel e “grupos terroristas hostis” de minarem a segurança interna do país e avisa que a segurança pública é uma “linha vermelha”.

  • Marco Rubio diz que EUA apoiam "o bravo povo do Irão"

    O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, recorreu à rede social X para demonstrar apoio aos manifestantes no Irão.

    “Os Estados apoiam o bravo povo do Irão”, escreveu Rubio, reforçando a posição da administração Trump, que tem vindo a demonstrar apoio aos protestos e a lançar avisos ao regime iraniano.

  • Protestos no Irão já fizeram 65 mortos, a maioria manifestantes

    Pelo menos 65 pessoas morreram durante os protestos das últimas duas semanas, de acordo com a Agência de Notícias dos Ativistas dos Direitos Humanos (HRANA), uma entidade que monitoriza de perto os protestos no país.

    Segundo a HRANA, 50 mortos eram manifestantes, 14 eram agentes da autoridade ou forças de segurança e um era um “civil ligado ao governo”. Já foram registados protestos em 180 cidades.

    Também mais de 2300 foram detidas em todo o Irão.

    Só na província de Teerão, nas últimas horas foram detidos 100 pessoas, informou o governador local, citado pela Sky News, à agência de notícias Tasnim.

    Segundo o responsável, os detidos estariam a “perturbar a ordem pública” e a “usar armas de fogo e armas brancas contra a população e as forças de segurança”.

  • Bom dia.

    Abrimos este liveblog para acompanhar a situação política no Irão, com os protestos a persistirem naquele país.

    Pode recordar o que se passou ontem neste outro artigo em direto.

    Filho do último xá do Irão dirige-se a Trump: “Isto é um apelo imediato e urgente para a sua ação”

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