Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora:

    • A Ucrânia sofreu um ataque massivo por parte da Rússia, que envolveu quase 500 drones e 40 mísseis, levando à morte de pelo menos quatro pessoas em Kiev e 40 feridos em várias regiões, segundo o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Este ataque ocorreu próximo do final da Assembleia Geral da ONU, com Zelensky a sublinhar a necessidade de forte pressão internacional sobre Moscovo.
    • O Kremlin reafirmou que mantém o convite ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para visitar Moscovo, destacando a disposição de Vladimir Putin em encontrar-se com Trump. Segundo o porta-voz Dmitry Peskov, apesar de declarações contraditórias, Trump demonstrou interesse em contribuir para resolver o conflito ucraniano.
    • Em resposta a intrusões aéreas frequentes atribuídas à Rússia, a Dinamarca anunciou a proibição de voos de drones civis durante a semana da cimeira da UE em Copenhaga, reforçando a segurança com apoio das Forças Armadas alemãs. Drones foram novamente detetados sobre instalações militares na Dinamarca, aumentando as tensões regionais.
    • O Reino Unido planeia desenvolver e produzir em massa uma “barreira de drones” com a Ucrânia, visando proteger os países da NATO de ameaças russas. Esta iniciativa insere-se numa estratégia mais ampla para deter incursões aéreas russas e reforçar as defesas da aliança atlântica.

  • Bom dia!

    Encerramos aqui este artigo em direto que acompanhou as notícias sobre o conflito no leste europeu este domingo.

    Pode ler neste liveblog agora aberto todas as novidades sobre a guerra na Ucrânia esta segunda-feira.

    Orbán diz que a “Ucrânia não é um país independente”, nem “soberano” devido à perda de território e dependência de ajuda

  • Rússia usa frota-fantasma de petroleiros para lançar drones sobre a Europa, acusa Zelensky

    A chamada frota-fantasma de petroleiros da Rússia está a ser usada para lançar drones russos sobre cidades europeias, disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, baseando-se em dados dos serviços de informações.

    No seu discurso diário, Zelensky defendeu que o mar Báltico deve ser fechado à navegação da frota-fantasma russa.

    É precisamente nas imediações do Báltico que se tem registado o maior número de incidentes com drones. No último mês, drones violaram o espaço aéreo da Dinamarca, Noruega, Finlândia e Suécia.

    O presidente da Ucrânia, citado pelo Kyiv Independent, disse também que “é especialmente importante que as sanções afetem duramente o comércio de energia da Rússia e toda a infraestrutura da frota de petroleiros russa”.

    A frota-fantasma de navios russos (que tem sido alvo de um número cada vez maior de sanções aplicadas pela União Europeia) inclui centenas de petroleiros mais antigos, muitas vezes sem seguro ou com manutenção precária. Normalmente, operam sob bandeiras de outros países, contornando as sanções.

  • EUA admitem fornecer mísseis de longo alcance Tomahawk à Ucrânia

    Os EUA estão a considerar fornecer à Ucrânia mísseis de longo alcance Tomahawk (que podem ser usados contra alvos até 2500 quilómetros de distância) perante a recusa da Rússia em realizar negociações de paz mediadas por Donald Trump, disse o vice-presidente J.D. Vance este domingo.

    A decisão sobre o envio de mísseis Tomahawk (uma arma que a Ucrânia nunca recebeu e que pode dar às forças ucranianas a capacidade militar para atingir cidades como Moscovo ou São Petesburgo) está agora nas mãos do presidente norte-americano. “É algo sobre o qual o presidente tomará a decisão final. O que o presidente fará é o que for do melhor interesse dos Estados Unidos da América”, disse JD Vance, citado pelo Kyiv Independent, em entrevista à Fox News.

    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu a Trump que fornecesse mísseis de cruzeiro de longo alcance Tomahawk a Kiev durante uma reunião com o presidente dos EUA à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, a 26 de setembro.

    De acordo com o jornal The Telegraph, Zelensky disse a Trump que o fornecimentos deste mísseis poderia ajudar a pressionar o presidente russo a negociar um acordo de paz.

    Na entrevista deste domingo, JD Vance reconheceu que a Casa Branca está a começar a ficar desconfortável com a recusa de Moscovo em negociar. “O que vimos nas últimas semanas é que os russos se recusaram a participar de quaisquer reuniões bilaterais com os ucranianos” e também em “reuniões trilaterais” com a presença de Trump, disse o vice-presidente norte-americano.

  • Número de feridos no ataque a Zaporíjia sobe para 42

    Subiu para 42 o número de feridos na sequência do ataque russo da última noite contra a cidade de Zaporíjia. A notícia é avançada pelo Ukrainska Pravda, que cita a Administração militar daquela região ucraniana.

    As autoridades informaram que seis pessoas foram levadas ao hospital, incluindo três crianças, sendo que não se conhece a gravidade dos ferimentos. As restantes vítimas receberam cuidados no local.

    Um total de 41 prédios de apartamentos, 22 casas e vários edifícios não residenciais foram danificados.

  • Serviços secretos ucranianos mataram quatro operadores de drones russos em cidade ocupada

    Os serviços secretos militares ucranianos, o HUR, mataram pelo menos quatro operadores de drones russos na cidade ocupada de Melitopol, na região de Zaporíjia, escreve o Kyiv Independent, citando aquela agência.

    O HUR adianta que foi atacada uma base militar no campo de aviação de Melitopol, e mortos quatro operadores de drones que estavam dentro de um veículo. O vídeo divulgado pelo HUR mostra a carrinha mas não mostra a explosão.

    A cidade de Melitopol, ocupada praticamente desde o início da guerra, é o quartel-general russo na região de Zaporíjia.

  • Embaixada da Polónia em Kiev ficou danificada depois de ataque russo

    Um fragmento de um míssil provocou danos no edifício onde está a instalada a secção consular da embaixada da Polónia na capital ucraniana, noticiou este domingo a emissora pública da Polónia TVP.

    O incidente ocorreu durante o ataque de larga escala lançado este noite pela Rússia contra várias cidades ucranianas, nomeadamente Kiev.

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Paweł Wroński, confirmou que o prédio foi atingido mas enfatizou que ninguém ficou ferido. “Um fragmento do míssil danificou o telhado, que tinha sido restaurado depois de um ataque anterior. As perdas são pequenas, mas a avaliação ainda está em curso”, disse o responsável.

    Recorde-se que, esta noite, a Rússia lançou mais de 500 drones e 40 mísseis contra várias regiões da Ucrânia. Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas.

  • Forças ucranianas reportam ataque russo com drone na vila de Slatyne, em Kharkiv

    As forças ucranianas relataram que a Rússia atacou este domingo a vila de Slatyne, na região de Kharkiv, com um drone Molniya e dispararam foguetes de artilharia.

    Segundo as informações avançadas pela agência Ukrinform, o ataque causou danos em prédios residenciais e linhas de energia, mas não há até ao momento registo de feridos, de acordo com o chefe da administração militar da cidade de Dergachiv, Vyacheslav Zadorenko.

    “O exército russo lançou vários ataques contra Slatyne. Hoje, por volta das 14h30, os ocupantes atingiram a vila com um míssil Lightning e, às 15h20, lançaram dois ataques com foguetes de artilharia. Todos os ataques atingiram áreas residenciais, danificando pelo menos 6 casas particulares e linhas de energia locais”, revelou no Telegram.

  • Zelensky já falou com secretário-geral da NATO após ataque russo da última madrugada

    Volodymyr Zelensky revelou na rede social X que já falou este domingo com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, na sequência do ataque russo da última madrugada, que mobilizou drones e mísseis, atingindo com particular intensidade as regiões de Kiev e Zaporíjia. “Conversei com Mark Rutte e agradeci-lhe por todo o apoio. Partilhei detalhes do ataque russo de hoje – drones de ataque, mísseis, incluindo mísseis balísticos”, afirmou o Presidente da Ucrânia.

    Um dos focos da conversa foi a iniciativa da NATO no âmbito da Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia (PURL Initiative, em inglês), revelou o líder ucraniano. “Já está a avançar bem. Conversámos sobre como expandi-la ainda mais e como fortalecer o seu conteúdo e o envolvimento de outros países. Esta iniciativa ajuda a Ucrânia a adquirir precisamente as armas que protegem a vida das pessoas”, frisou.

    Também no X, Zelensky adiantou igualmente já ter falado com o Presidente finlandês, Alexander Stubb, e o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Store.

  • Lukashenko promete "resposta imediata" em caso de ataque da NATO a aviões ou drones russos

    Com uma série de episódios envolvendo aviões ou drones russos a entrar no espaço aéreo de diferentes países da NATO, os responsáveis destes Estados-membros admitem atingir estas aeronaves caso os eventos se voltem a repetir. Em resposta, o Presidente da Bielorrússia garante que se esta ameaça da Aliança se concretizar, então “a resposta chegará imediatamente”.

    Em declarações à televisão estatal russa, Alexander Lukashenko refere que viaja muitas vezes perto da fronteira com a Polónia e, assim, questiona: “Também vão disparar contra o helicóptero presidencial ou algum helicóptero militar que esteja a escoltar a viagem?”.

    Lukashenko acusa a NATO de estar a ameaçar a Rússia e a Bielorrússia. “Eles estão preocupados e a ameaçar-nos com um ataque a um país da NATO. Isto quer dizer que eles se vão defender e praticamente atacar-nos. E então, o que é que vamos fazer, ficar sentados e choramingar?”, continua.

    “Vamos deixá-los tentar abater [um avião]. Ou podem abater algo russo sobre Kaliningrado. Aí teremos de, Deus nos livre, claro, lutar, como dizem na Rússia, com todo o nosso dinheiro. Isso é necessário? Não”, responde o Presidente bielorrusso.

  • Kremlin diz que "é melhor nem falar" sobre a possibilidade de Kiev atacar Moscovo. "E todos compreendem isso""

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, questionado sobre a reação russa no caso de um eventual ataque ucraniano ao coração da capital da Rússia, diz que “é melhor nem falar sobre isso”, remetendo para anteriores declarações do Presidente Vladimir Putin. “O nosso comandante das forças armadas, o Presidente, já falou sobre isto. É melhor nem falar sobre isso. E todos compreendem isso”, afirma Peskov, citado pela agência estatal russa TASS.

    Peskov confirma, também, que Putin planeia dar um “discurso relativamente importante” na próxima semana. Sem adiantar grandes detalhes sobre o conteúdo destas declarações ou a própria data, o porta-voz da presidência diz apenas que será “uma semana interessante”.

  • Dinamarca proíbe voos de drones civis na próxima semana na antecâmara de cimeira da UE em Copenhaga

    A Dinamarca vai proibir todos os voos de drones civis na próxima semana, para garantir a segurança da cimeira da UE que reunirá chefes de Governo em Copenhaga, anunciou este domingo o Governo. “A Dinamarca vai receber os líderes europeus na próxima semana e vamos prestar especial atenção à segurança. Portanto, de segunda a sexta-feira, fecharemos o espaço aéreo dinamarquês a todos os voos de drones civis”, declarou o ministro dos Transportes, Thomas Danielsen.

    Os sobrevoos de drones no espaço aéreo dinamarquês desde 22 de setembro levaram ao encerramento de vários aeroportos, com a Dinamarca a sugerir um possível envolvimento russo – Moscovo tem negado qualquer responsabilidade.

    A Dinamarca, que preside neste segundo semestre ao Conselho da União Europeia, acolhe na quarta-feira um Conselho Europeu informal, em Copenhaga, estando prevista a presença do primeiro-ministro português, Luís Montenegro. No dia seguinte, realiza-se, também na capital dinamarquesa, uma cimeira da Comunidade Política Europeia, igualmente com a participação do primeiro-ministro, Luís Montenegro.

    “Não podemos aceitar que drones estrangeiros criem incerteza e agitação na sociedade, como temos experimentado recentemente”, disse ainda o ministro dinamarquês, num comunicado. As autoridades dinamarquesas consideram que esta medida “elimina o risco de drones hostis serem confundidos com drones legais e vice-versa”.

    “Estamos atualmente numa situação de segurança difícil e temos de garantir as melhores condições de trabalho possíveis para as Forças Armadas e a Polícia, que são responsáveis pela segurança durante a cimeira da UE”, disse, por seu lado, o ministro da Defesa, Troels Lund Poulsen.

    Uma violação da proibição pode levar a multas ou prisão até dois anos. A Dinamarca pediu ainda ajuda às Forças Armadas alemãs para garantir a segurança da reunião informal, durante a qual vão deslocar um contingente das suas forças anti-drones para Copenhaga.

  • Kremlin assegura que mantém convite a Trump para visitar Moscovo

    O convite do Presidente russo, Vladimir Putin, ao homólogo norte-americano, Donald Trump, para visitar Moscovo continua em cima da mesa, anunciou este domingo o Kremlin. “O convite mantém-se. Putin está disposto e ficará feliz em encontrar-se com o Presidente Trump”, disse o porta-voz presidencial russo, Dmitri Peskov, à agência de notícias russa TASS.

    O chefe do Kremlin propôs ao homólogo norte-americano reunir-se em Moscovo após o encontro dos dois no Alasca, em agosto. Até agora, Trump não respondeu a essa proposta. Peskov disse ainda que, “apesar das declarações contraditórias” sobre a Rússia, o líder norte-americano “mantém o desejo de contribuir para a solução do conflito ucraniano e a vontade política para o fazer”. E acrescentou: “E isso é o mais importante”.

    Na quarta-feira, o Kremlin considerou “um erro” encorajar a Ucrânia a recuperar os territórios ocupados por Moscovo, como Trump sugeriu esta semana. O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, anunciou no sábado que Moscovo e Washington concordaram em realizar uma terceira ronda de consultas sobre a normalização das relações, que terá lugar este outono.

  • Dinamarca volta a detetar drones sobre instalações militares pela segunda noite seguida

    A Dinamarca voltou a detetar drones sobre instalações militares no país pela segunda noite consecutiva, referiu o exército dinamarquês num comunicado citado pelo jornal The Guardian.

    “As Forças Armadas podem confirmar que drones foram observados em várias instalações das Forças Armadas durante a noite. Várias capacidades foram mobilizadas”, adiantou o exército em comunicado, sem fornecer mais detalhes, numa semana na qual já tinha sido reportada a presença de drones alegadamente provenientes da Rússia junto de aeroportos nacionais.

    Entretanto, a NATO prometeu no sábado reforçar a sua missão no Mar Báltico, em resposta ao agravamento da tensão com as intrusões russas no espaço aéreo de vários países do norte e do leste europeu.

  • Reino Unido vai fabricar 'barreira de drones' para proteger Europa de eventuais ameaças russas

    O ministro britânico da Defesa adiantou este domingo, em entrevista ao The Telegraph, que o Reino Unido vai avançar com uma “barreira de drones” para proteger a NATO de uma eventual ameaça russa.

    John Healey considerou as recentes informações de intrusões russas no espaço aéreo de vários países europeus “imprudentes” e “perigosas”, sublinhando que as mesmas seriam alvo de resposta pelos países da NATO, incluindo novas defesas nas fronteiras. As novas aeronaves não tripuladas de baixo custo, desenvolvidas em colaboração com a Ucrânia, fazem parte de uma nova estratégia para dissuadir os jatos e drones de Vladimir Putin no flanco oriental da aliança.

    Segundo o governante, o Reino Unido produziria em massa os drones usando “técnicas de fabrico modernas” existentes no país e que há disponibilidade para fornecer “milhares deles para ajudar a Ucrânia a se defender”. Além dos dois países, o acordo pressupõe a sua utilização nos países da NATO.

  • Número de feridos sobe para 31 no ataque russo em Zaporíjia

    O número de feridos no ataque russo efetuado na última noite em Zaporíjia subiu para 31, incluindo três crianças, adianta este domingo a agência Ukrinform, citando informações do chefe do oblast, Ivan Fedorov.

    “Já há 31 feridos devido ao ataque matinal do inimigo em Zaporizhia. Dez pessoas estão agora no hospital. Vinte e um ficaram feridos e receberem assistência médica”, refere o relatório, a propósito do ataque desta noite, que danificou 14 prédios altos e nove casas particulares na cidade.

  • Zelensky denuncia ataque russo com 500 drones e 40 mísseis que provocou quatro mortos em Kiev

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou este domingo que a Rússia lançou, durante a noite, quase 500 drones e 40 mísseis contra a Ucrânia, resultando em pelo menos quatro mortos em Kiev e 40 feridos. “Ataques selvagens, terror deliberado, dirigidos contra cidades comuns: quase 500 drones de ataque e mais de 40 mísseis, incluindo mísseis ‘Kinzhal’ [supersónico e com alcance de mais de 2.000 km]”, denunciou Zelensky nas redes sociais.

    Os principais alvos dos ataques russos, além de Kiev e da região da capital — onde o edifício do Instituto de Cardiologia foi danificado, entre outros — foram as regiões de Zaporijia, Khmelnytsky, Sumy, Mykolaiv, Chernigiv e Odessa, no sul, norte e centro do país, afirmou. “Até ao momento, há relatos de quatro mortos em Kiev, incluindo uma menina de 12 anos”, disse Zelensky.

    O chefe de Estado ucraniano acrescentou que pelo menos 40 pessoas ficaram feridas em todo o país, incluindo crianças, enquanto os danos materiais incluem uma panificadora, uma fábrica de pneus, residências e outras infraestruturas civis.

    “Este vil ataque aconteceu praticamente no final da semana da Assembleia Geral da ONU, e é exatamente assim que a Rússia declara a sua verdadeira posição. Moscovo quer continuar a lutar e a matar e merece a mais dura pressão do mundo”, defendeu Zelensky.

    “Continuaremos a contra-atacar para privar a Rússia das suas fontes de receitas e obrigá-la a recorrer à diplomacia. Todos os que desejam a paz devem apoiar os esforços do Presidente [norte-americano, Donald] Trump e travar todas as importações russas”, concluiu.

    As autoridades russas não fizeram ainda qualquer comentário sobre os ataques, que desencadearam também respostas militares na vizinha Polónia, onde caças foram mobilizados esta manhã, já que, de acordo com as Forças Armadas polacas, a Rússia estava a atacar alvos no oeste da Ucrânia.

  • Bom dia.

    Abrimos aqui este artigo liveblog sobre a guerra na Ucrânia, no qual poderá acompanhar as principais informações sobre o tema ao longo deste domingo. Reveja aqui as últimas atualizações sobre o tema nesta ligação.

    Obrigado pela sua companhia.

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