Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, fechamos aqui este artigo em direto, continuamos a seguir os incêndios em Portugal e no estrangeiro nesta outra ligação.

    “Risco extremo de incêndio”: várias áreas interditas em França

    Continue connosco, até já.

  • O que aconteceu até agora

    • A Grécia foi devastada por incêndios desde o final de julho, com mais de 18 mil hectares já destruídos, afetando áreas como Ática Ocidental, Creta, Paros e sul da Beócia. A Proteção Civil grega emitiu alerta vermelho para várias regiões devido ao risco elevado de incêndio, incluindo Ática e as ilhas de Évia, Lesbos e Chios.
    • Em França, a região de Drôme está a ser atingida por incêndios florestais que já consumiram 150 hectares e continuam a preocupar devido à dificuldade de acesso. Além disso, a Provença-Alpes-Côte d’Azur decidiu fechar o acesso a montanhas devido ao risco extremo de incêndio.
    • A Comissão Técnica Independente de Portugal destaca a falta de investimento político contra incêndios rurais. Desde os incêndios de 2017, nenhuma medida eficaz foi implementada, resultando numa resposta insuficiente aos fogos recentes. O relatório propõe 20 recomendações, com ênfase na gestão integrada e formação operacional.
    • Lionel Messi demonstrou solidariedade através de uma doação de 80 mil euros para a reconstrução de Sierra Oeste, em Madrid, devastada por incêndios. A presidente da Comunidade de Madrid expressou gratidão e esperança de receber Messi em breve para demonstrar reconhecimento.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Incêndios em Girona desvendam 400 projéteis e munições da Segunda Guerra Mundial

    Durante o incêndio que assolou Girona, em França, a vila de Porge registou explosões que foram ouvidas em toda a localidade. As autoridades locais acabariam por explicar que os sons ouvidos correspondiam a projéteis e munições que datam da Segunda Guerra Mundial, referem os órgãos de comunicação social franceses, como o Ouest-France e o Le Fígaro. As operações de desminagem estão em curso.

    “Com o passar do tempo, as conchas ficam mais sensíveis, e o mesmo acontece com o calor”, explica ao Ouest-France o chefe do centro de desminagem de Bordeaux.

    Como consequência da operação, os habitantes não puderam regressar a casa devido ao perigo de morte até ontem, segundo a presidente do departamento da Nova Aquitânia e Gironda, no X.

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  • Mais de 400 pessoas foram detidas em conexão com os incêndios na França

    Foram detidas em França 402 pessoas devido a conexão com os incêndios no país, 156 delas menores de idade e 36 sob custódia judicial. A informação é avançada por Laurent Nuñez, ministro francês da Administração Interna, citado pelo Le Monde.

    “Desde o início da temporada [de incêndios], tivemos 14.540 focos de incêndio ou novos focos”, refere o ministro, correspondendo a “120.000 hectares”.

    A situação “está a melhorar”, mas as autoridades mantêm-se vigilantes, sobtetudo na costa mediterrânea, no oeste e no Vale do Ródano.

  • Troço do IP2 cortado no concelho de Castro Verde devido a fogo em área agrícola

    O troço do Itinerário Principal 2 (IP2) junto à povoação de Entradas, no concelho de Castro Verde, está cortado ao trânsito devido a um incêndio que deflagrou hoje à tarde numa área agrícola, informou a Proteção Civil.

    Em declarações à agência Lusa, o segundo comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, José Horta, explicou que a via foi cortada ao trânsito por uma das frentes do fogo estar a progredir em direção ao IP2.

    Segundo o responsável, o incêndio, para o qual foi dado alerta às 15h39, eclodiu numa área agrícola do Monte do Paraíso.

    Às 17h00, o combate às chamas mobilizava um total de 106 operacionais, apoiado por 35 veículos e dois aviões médios.

    “O incêndio está a evoluir com grande intensidade devido ao pasto fino e ao vento”, realçou o segundo comandante, salientando que estão ativas duas frentes, a que progride em direção ao IP2 e outra que se dirige para Albernoa, já no concelho de Beja.

    José Horta referiu que, para já, não há casas em perigo, assinalando que os bombeiros estão a tentar impedir que o fogo chegue perto de um aglomerado de animais em cerca.

  • Acesso proíbido a sete cadeias montanhosas na região francesa de Provença-Alpes-Côte d'Azur por risco muito elevado de incêndio

    O executivo da região francesa de Provença-Alpes-Côte d’Azur vai proibir, a partir de amanhã, o acesso a sete cadeias montanhosas do departamento de Bocas do Ródano por risco muito elevado de incêndio, avança o governo regional no X.

    Fica proibida a circulação, acesso e presença de todos os visitantes às cadeias montanhosas de Sainte-Victoire, Étoile, Arbois, Côte Bleue, Collines de Gardanne, Montaiguet e Regagnas.

    O departamento de Bouches-du-Rhône é “o mais exposto ao risco de incêndios florestais na França metropolitana”, refere o Le Monde, sendo que o executivo regional explica que o perigo muito elevado prende-se com as altas temperaturas e à intensificação do vento, mas também à “secura dos solos e baixa humidade, que tornam a vegetação vulnerável ao menor foco de incêndio”.

  • Comissão Técnica Independente alerta para falta de investimento político

    Portugal enfrenta há décadas um problema de incêndios rurais sem “investimento político” proporcional à sua gravidade, alertou a Comissão Técnica Independente criada pelo parlamento para avaliar os incêndios de 2025, propondo 20 recomendações que considera prioritárias.

    “Portugal tem desde há décadas um problema de incêndios rurais muito superior a qualquer outro país europeu, sem que tenha havido até hoje um investimento político proporcional à importância e à gravidade do problema”, precisa o relatório da Comissão Técnica Independente (CTI) que avaliou os incêndios rurais de agosto de 2025 e a evolução do sistema desde 2017.

    No documento, entregue na semana passada no parlamento, os 12 especialistas que analisaram a resposta aos fogos de 2025 apresentam 20 recomendações “assumidas como prioritárias e exequíveis”, considerando que “de pouco serve aumentar mais o investimento em gestão de combustíveis, se o dispositivo de supressão não souber aproveitar devidamente as oportunidades criadas por esse investimento”.

    Entre as recomendações, a CTI propõe que o Governo, com acompanhamento da Assembleia da República, aprove um programa de execução dos três princípios-base do Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais (PNGIFR) — “a aproximação da prevenção e do combate, a profissionalização e qualificação e a especialização na intervenção -, centrado em medidas concretas com repercussão a nível operacional”.

    Os especialistas defendem igualmente que a estrutura operacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) “evolua de um modelo assente predominantemente em cargos de nomeação para um modelo de carreira” e uma revisão do modelo de formação e qualificação exigido para o acesso a quadros de comando.

    O relatório concluiu que a reforma introduzida depois dos incêndios de 2017 falhou, demonstrando que o país não teve capacidade para responder aos grandes fogos do ano passado.

  • Incêndios na Grécia consumiram mais de 18 mil hectares desde final de julho

    Os incêndios que estão a afetar a Grécia desde final de julho consumiram mais de 18 mil hectares, com destaque para os fogos de Ática Ocidental, Creta, Partos e sul da Beócia. Esta é a estimativa provisória da World Wide Fund for Nature (WWF, sigla inglesa), citada pelo Kathimerini.

    Espera-se que os números finais ascendam aos 20 mil hectares, visto que há zonas em que não foram feitas as avaliações finais dos danos.

    Os incêndios provocaram mais de 10 mil deslocados.

  • Incêndio em casa no concelho de Ponte de Sor deixa quatro pessoas desalojadas

    Quatro pessoas, incluindo uma menina de 1 ano e meio, ficaram hoje desalojadas na sequência de um incêndio que deflagrou na casa onde viviam, no concelho de Ponte de Sor, distrito de Portalegre, revelou a Proteção Civil.

    Contactada pela agência Lusa, fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo indicou que o fogo, para o qual foi dado alerta às 12:38, eclodiu numa vivenda localizada no lugar de Lavachos, na zona de Montargil.

    Segundo a mesma fonte, as chamas provocaram danos estruturais na habitação e destruíram mobiliário e eletrodomésticos.

    Além da criança, ficaram desalojadas duas mulheres, de 26 e 53 anos, e um homem, de 54, precisou, adiantando que os quatro desalojados vão ficar em casa de familiares.

    As operações de socorro mobilizaram os Bombeiros de Ponte de Sor e a GNR, com um total de 24 operacionais, apoiados por sete veículos.

  • Imagens do incêndio em Psatha durante o dia de hoje

    O incêndio que está a assolar a região grega de Ática Ocidental tem deixado um rastro de destruição, sobretudo em Psatha, a cerca de 34 quilómetros de Atenas.

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  • Governo alerta que continua a haver “muito fogo que nasce da responsabilidade humana”

    O secretário de Estado da Proteção Civil alertou hoje na Guarda que, em Portugal, continua a haver “muito fogo que nasce da responsabilidade humana, seja por dolo ou por negligência”.

    “O recente relatório da Comissão Técnica Independente dos Incêndios de 2025 diz que o problema é que temos muitas ignições, muito fogo que nasce da responsabilidade humana, seja por dolo ou por negligência. E o nosso grande objetivo e desafio é, primeiro, que não haja ignições e, depois, que consigamos manter e melhorar o ataque inicial, cuja taxa de sucesso é neste momento de 93 a 94%”, disse Rui Rocha à agência Lusa.

    O governante falava no final da reunião de balanço do incêndio que deflagrou no Rochoso, no concelho da Guarda, em 27 de julho, e que alastrou aos municípios de Almeida, Pinhel e Sabugal.

    O secretário de Estado da Proteção Civil apelou ainda “ao sentido de responsabilidade” dos cidadãos, “sobretudo nestes dias mais críticos, para que se possa ter todo o máximo cuidado”.

    Aquele fogo rural foi dominado na madrugada de dia 29 e terá consumido cerca de 5.000 hectares de mato, pastagens e terrenos agrícolas. A evolução das chamas levou ainda ao corte da autoestrada A25 e da Estrada Nacional (EN) 16.

    Uma semana depois, proteção civil, bombeiros, autarcas e o secretário de Estado da Proteção Civil analisaram como decorreu o combate às chamas, que chegou a mobilizar mais de 700 operacionais e onze meios aéreos.

  • França. Incêndio de Drôme ainda não está "contido"

    O fogo perto de Bellegarde-en-Diois, na região francesa de Drôme, continua a avançar, com o número de hectares ardidos subir para 150.

    De acordo com um comunicado divulgado pela Câmara Municipal às 13h locais desta terça-feira, o número de bombeiros deverá aumentar de 328 para aproximadamente 400″ durante o dia.

    “Neste momento, o incêndio ainda não está controlado”, pode ler-se na nota, citada pelo jornal Le Monde.

    O facto de o incêndio estar localizado numa região montanhosa, de difícil acesso, tem dificultado o trabalho dos bombeiros.

  • Mais de 100 hectares consumidos pelo fogo nos Países Baixos

    O incêndio na província holandesa de Limburg, que começou por volta das 12h de segunda-feira, continua hoje ativo, com centenas de bombeiros presentes no local esta tarde.

    As autoridades avançaram que mais de 100 hectares da reserva natural de Boschhuizerbergen já foram consumidos pelas chamas, tendo o nível de alerta sido elevado para o nível 3, informou o jornal Dutch News.

    O fumo do incêndio, localizado no sudeste holandês, está a chegar às províncias de Frísia e Drente, no norte do país.

  • Messi doa 80 mil euros para a reconstrução de Sierra Oeste, em Madrid

    O jogador argentino Lionel Messi doou 80 mil euros para a reconstrução de Sierra Oeste, em Madrid, fustigada pelos incêndios das últimas semanas.

    “Quero agradecer e dizer-lhe que os madrilenos esperam recebê-lo brevemente para lhe dar o aplauso que merece”, sublinhou Isabel Díaz Ayuso, presidente da Comunidade de Madrid, no X.

    O incêndio que assolou Sierra Oeste consumiu mais de 19 mil hectares, refere o El País, e que motivou a elaboração de um plano de reconstrução por parte da Comunidade de Madrid, segundo o ABC.

  • Reacendimentos na frente de Psatha

    Foram registados reacendimentos na frente de Psatha do incêndio que está a afetar a região grega de Ática Ocidental, refere o Kathimerini.

    Esta é a área que está a suscitar mais preocupação das autoridades, devido às constantes reignições.

    O incêndio, que começou no dia 31 de julho, está a ser combatido por mais de 500 bombeiros, 140 viaturas e 15 meios aéreos, tendo já consumido 13.290 hectares.

  • Emitido alerta vermelho para quatro áreas na Grécia, incluindo Ática

    A Proteção Civil grega emitiu alerta vermelho para Ática, e para as ilhas de Évia, Lesbos e Chios, avança a autoridade no X. O alerta entra em vigor amanhã, por se prever um risco de incêndio muito elevado.

  • Incêndios em Ática Ocidental consumiram entre 43% a 45% da floresta nos últimos oito anos

    Desde 2018, seis grandes incêndios florestais consumiram entre 43% a 45% de toda a área florestal da região, correspondente a 48 mil hectares, avança o Observatório Nacional de Atenas, citado pelo jornal grego Kathimerini.

    “O nosso maior medo é Parnitha e Kapandriti, porque são o último pulmão verde que não queimou na Ática”, refere Nikos Georgopoulos, engenheiro florestal e pesquisador do Laboratório de Gestão Florestal e Sensoriamento Remoto da Universidade Aristóteles de Tessalônica, citado pelo jornal, que manifesta preocupação com reacendimentos nos locais que já arderam.

    O incêndio em Ática Ocidental, que começou no dia 31 de julho, está a preocupar as autoridades, que mobilizaram mais de 500 bombeiros, 140 viaturas e 15 meios aéreos.

  • Julho foi o mês mais quente alguma vez registado em França

    Com uma temperatura média de 24,9°C, França registou o mês mais quente de sempre, desde o início das medições, em 1900, anunciou a Météo-France esta terça-feira.

    Um défice de chuvas de quase 70% causou ainda níveis de seca nunca antes registados nos solos franceses.

    A combinação de ambos os fatores criou condições propícias aos incêndios, que atingiram um número recorde este ano. Segundo o Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (EFFIS), mais de 71 mil hectares arderam em 2026 quase o dobro do registado no ano anterior.

  • 40 bombeiros envolvidos no combate ao incêndio na cidade de Kilkis, na Grécia

    Um novo incêndio deflagrou na zona florestal em Kilkis. O alerta foi dado por volta das 13h10 locais.

    Às 11h45, estavam no local 40 bombeiros, apoiados por 15 veículos. A Câmara Municipal de Paionia também está a apoiar a operação com camiões-cisterna, informou o jornal Kathimerini.

    Por enquanto, não há nenhuma casa ameaçada pelo fogo.

  • Incêndio no Monte Pelion, na Grécia, dominado

    Deflagrou mais um incêndio na Grécia, agora em Pelion, na região da aldeia de Agios Lavrentinos. Segundo o Corpo de Bombeiros de Tessália, a situação já está controlada.

    Às 11h10, 30 bombeiros, oito veículos e três meios aéreos estavam presentes no combate às chamas, na tentativa de impedir que o fogo chegasse à povoação.

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