Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Rússia revela ajuda de Melania Trump no regresso à casa de uma menina russa
- Zelensky acusa Rússia de esperar por mau tempo para atacar rede energética
- França, Alemanha e Reino Unido acordam entrega de ativos russos congelados a Kiev
- Autarca de Kiev avisa habitantes para esperarem novos ataques nos próximos dias
- 423 mil utilizadores já voltaram a ter eletricidade após ataques, segundo autarca de Kiev
- Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia diz que Kiev ainda não recebeu um "não" dos EUA para entrega de mísseis Tomahawk
- Putin disse que Rússia apoia a iniciativa de Trump em Gaza e ofereceu-se para participar do processo de paz em Gaza
- Putin reage à atribuição do prémio Nobel da Paz e diz que decisões do Comité causaram danos à credibilidade da distinção
- Zelensky falou com Lagarde sobre a utilização "justa" dos ativos russos congelados
- Sobe para 44 o número de feridos nos ataques russos de larga escala ao território ucraniano
- Embaixadores do G7 reúnem-se de urgência devido aos ataques russos a infraestruturas energéticas ucranianas
- 270 mil habitantes já têm eletricidade em Kiev, avança ministra da Energia ucraniana
- Ataques de Moscovo à Ucrânia são uma resposta aos ataques de Kiev "contra instalações civis em território russo"
- NATO inicia exercício nuclear anual na segunda-feira no norte da Europa
- Ataques russos a várias regiões da Ucrânia fazem 24 feridos
- Algumas imagens do ataque russo e do seu efeito esta madrugada
- Orbán garante que Hungria vai resistir à pressão de Bruxelas e manterá oposição à adesão de Kiev à União Europeia
- Ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia visita Ucrânia no dia em que Moscovo lançou ataque maciço ao país
- Sobe para sete o número de feridos no ataque russo a Zaporíjia
- Mais de cinco mil casas continuam sem eletricidade em Kiev após ataques russos e há registo de pelo menos 12 feridos
- Inquérito revela que 80% dos cidadãos russos considera que Putin está a fazer um bom trabalho enquanto Presidente
- "A Rússia é pior do que o Hamas", porque "Moscovo continua a guerra sem sentido", diz MNE ucraniano
- Rússia espera que Trump continue a ter "vontade política" para resolver pacificamente o conflito na Ucrânia
- Zelensky diz que ataque russo foi "cínico e deliberado" e pede "ação dos que falam de paz mas não dão passos concretos"
- Criança de sete anos morre em ataque russo na Zaporíjia
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- A Rússia realizou um ataque massivo contra infraestruturas energéticas na Ucrânia, incluindo nas regiões de Kiev, Zaporíjia e Dnipropetrovsk, resultando em cortes de eletricidade e gás. Em Kiev, mais de 5.800 casas estão sem eletricidade e o abastecimento de água também foi comprometido. Durante o ataque, um menino de sete anos morreu na região de Zaporíjia, e diferentes áreas registaram diversos feridos, destacando-se Kiev com 12 pessoas lesionadas.
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, caracterizou este ataque como “cínico e deliberado”, sublinhando que o principal objetivo de Moscovo é afetar o setor energético, numa tentativa de privar os ucranianos de aquecimento durante o inverno. Para além disso, Zelensky apelou à comunidade internacional para uma resposta decisiva, que inclua a entrega de sistemas de defesa aérea e a aplicação de sanções significativas.
- Melania Trump, a primeira-dama dos Estados Unidos, anunciou a criação de um “canal aberto de comunicação” com o presidente russo, Vladimir Putin, tendo facilitado o regresso de oito crianças ucranianas às suas famílias. Esta interação foi reconhecida pelo lado russo como parte de uma cooperação em áreas humanitárias.
- O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, reafirmou a oposição da Hungria à adesão da Ucrânia à União Europeia, acusando Kiev de tentar arrastar a Europa para a guerra e sublinhando que o governo húngaro se recusa a retirar recursos do seu povo para apoiar Kiev e Bruxelas. Orbán também acusou uma aliança entre Kiev e Bruxelas de tentar influenciar a política húngara, posicionando o seu governo como um obstáculo às aspirações ucranianas.
[Há um novo candidato a Belém. Soares fica em choque com o anúncio do amigo que considera irmão. Freitas elege Zenha como principal adversário. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador sobre as Presidenciais de 1986. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir o primeiro episódio aqui.]
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Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.
Pelo menos dois mortos em 679 ataques russos contra Zaporijia em 24 horas
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"Mega acordo" Delegação da Ucrânia vai a Washington para negociar compra de sistemas de defesa aérea
Uma delegação da Ucrânia vai a Washington para negociar “um mega acordo”, incluindo a compra de novos sistemas de defesa aérea e de rockets HIMARS, revelou o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
“O mais importante neste ‘mega acordo’ são os sistemas de defesa aérea”, disse, sublinhando estarem “prontos para comprar” e para usar vários tipos de programas”
“Os parceiros entendem que é preciso alocar dinheiro para sistemas de defesa aérea, principalmente americanos, mas não apenas», acrescentou”, citado pelo Kyiv Independent.
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Zelensky discutiu uso de bens russos congelados com a presidente do Conselho Europeu
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, conversou ao telefone com a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, discutindo como “garantir o uso justo dos ativos russos congelados” para “proteger contra a guerra da Rússia e ajudar a reconstruir a vida na Ucrânia”.
“Deve haver vontade política suficiente na Europa, já que a maioria desses ativos está concentrada lá”, acrescentou, garantindo que “existem soluções para que isso seja feito”.
I spoke with President of the European Central Bank @Lagarde.
Today was a difficult night for Ukraine – yet another Russian attack, another strike on our energy system. Russia launched more than 450 drones and dozens of missiles, including ballistic ones. I informed her about… pic.twitter.com/aGBzKmJwY8
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 10, 2025
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Rússia revela ajuda de Melania Trump no regresso à casa de uma menina russa
Depois de Melania Trump afirmar ter criado um “canal aberto” com Putin e anunciar o regresso de oito crianças ucranianas para as suas famílias, a Rússia confirmou o envolvimento da primeira-dama norte-americana no regresso à casa de uma criança russa. De acordo com Kirill Dmitriev, o enviado especial do Presidente para investimentos e cooperação económica com países estrangeiros, Melania ajudou uma menina russa a regressar para casa vinda da Ucrânia. “A Rússia continua a cooperar com os Estados Unidos em várias áreas, incluindo as humanitárias. Reconhecemos a liderança humanitária de Melania Trump”, destacou o representante russo, citado pela agência TASS.
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Portugal entre sete estados-membros da UE que aumentaram importação de energia russa
Portugal é um de sete estados-membros da União Europeia que aumentaram a importação de energia russa no último ano, noticiou a agência Reuters esta sexta-feira, citando dados da organização não governamental finlandesa Centro para a Pesquisa sobre Energia e Ar Limpo.
Cinco dos sete países mencionados pela agência apoiam a Ucrânia na guerra. Para além de Portugal, incluem-se nesta lista países como a França, os Países Baixos, Bélgica, Croácia e a Roménia.
Nestes, Portugal será o que verificou maior aumento comparado com o ano anterior: um crescimento de 167% face ao ano anterior.
Os outros dois países a aumentar importações foram a Eslováquia e a Hungria, estados cujas posições sobre a guerra tendem a alinhar-se com as do Kremlin e que têm batalhado contra ataques ucranianos a infraestruturas como gasodutos.
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Zelensky acusa Rússia de esperar por mau tempo para atacar rede energética
O Presidente ucraniano Volodymyr Zekensky acusou a Rússia de esperar pelo regresso do mau tempo antes de lançar o ataque desta sexta-feira à infraestrutura energética da Ucrânia em quatro regiões ucranianas.
Segundo o líder, citado pela Reuters, as más condições atmosféricas afetaram a capacidade das defesas aéreas em “algo como 20 ou 30%”, garantindo que o “golpe” sofrido foi “forte”. Mas não é, definitivamente, fatal”, acrescentou.
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França, Alemanha e Reino Unido acordam entrega de ativos russos congelados a Kiev
Num comunicado conjunto, os líderes de França, Alemanha e Reino Unido (conhecidos por E3) acordaram a entrega dos ativos russos congelados na Europa para a Ucrânia, numa chamada telefónica.
Os líderes garantem estar “prontos para avançar” com esta medida, fazendo-a “de forma coordenada” para “apoiar as forças armadas da Ucrânia e, assim, levar a Rússia à mesa de negociações”.
Pretendemos fazê-lo em estreita cooperação com os Estados Unidos da América”, afirmaram, aproveitando para criticar mais uma vez as ações das forças russas.
“Condenamos os ataques crescentes da Rússia na Ucrânia e os ataques sistemáticos a infraestruturas nacionais críticas que continuam a ser vitais para fornecer luz e aquecimento aos civis ucranianos durante o inverno”, acrescentaram.
Aumentaremos a pressão sobre a Rússia, uma vez que o Presidente Putin continua com as suas táticas de protelação e ataques abomináveis em resposta às negociações de paz.
Concordamos em desenvolver mecanismos mais ousados e inovadores para aumentar o custo da guerra da Rússia e intensificar a pressão. Isto inclui impulsionar ações contra a frota paralela russa.
Os nossos países permanecerão firmes no seu apoio à Ucrânia, nomeadamente através da Coligação dos Dispostos.
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NATO não expulsa membros por baixo investimento militar apesar de ameaças de Trump a Espanha
A NATO não tem mecanismos para expulsar membros, a saída de um aliado ocorre apenas de forma voluntária, apesar das ameaças do Presidente norte-americano a Espanha, por rejeitar aumentar a despesa com Defesa até 5% do PIB.
Em declarações conjuntas com o homólogo finlandês, Alexander Stubb, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou Espanha como “país atrasado” em matéria de gastos com a Defesa e disse que deveria ser “expulso” da NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).
Hoje, a organização militar escusou-se a comentar as ameaças de Trump, que insistiu que Espanha “não tem desculpa” para não aumentar a despesa com a Defesa.
Várias fontes aliadas consultadas pela agência de notícias espanhola Europa Press (EP) explicaram que não existem na Aliança Atlântica procedimentos para expulsar um Estado-membro e definiram as declarações do Presidente norte-americano como uma tática para elevar a pressão quanto à necessidade de aumentar os gastos com a Defesa, uma vez que os 32 aliados se comprometeram a investir 5% do Produto Interno Bruto (PIB) no seu orçamento militar no prazo de uma década.
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Dinamarca compra 16 novos caças norte-americanos F-35
A Dinamarca vai comprar 16 caças F-35 aos Estados Unidos para reforçar o seu sistema de proteção militar, anunciou hoje o ministro da Defesa dinamarquês, duas semanas após drones de origem desconhecida terem sobrevoado o espaço aéreo do país.
“Chegámos a um acordo político para adquirir 16 caças F-35 adicionais, (…) para que tenhamos mais caças operacionais no futuro”, avançou Troels Lund Poulsen em conferência de imprensa.
Esta compra, que elevará para 43 o número de caças F-35 na frota dinamarquesa, está avaliada em 29 mil milhões de coroas (3,88 mil milhões de euros).
“Com a aquisição adicional de caças F-35, a nossa capacidade de combate é significativamente reforçada, contribuindo diretamente para a dissuasão e defesa coletiva da NATO”, comentou, pelo seu lado, o chefe do Estado-Maior Conjunto, Michael Hyldgaard.
A Dinamarca vai também adquirir equipamento para combater incursões de drones por cerca de 2,1 mil milhões de coroas (281 milhões de euros).
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Autarca de Kiev avisa habitantes para esperarem novos ataques nos próximos dias
O autarca de Kiev, Vitali Klitschko, avisou os habitantes da cidade para que esperem novos ataques à capital ucraniana nos próximos dias e que se preparem para esse efeito.
“A situação é complicada. E vamos falar a verdade, em vez de nos iludirmos. Porque o inimigo não para”, sublinhou no Telegram, apelando aos habitantes para que “se concentrem ao máximo e ajam de forma pragmática”.
“Façam reservas de água, preparem um kit de primeiros socorros, um conjunto de alimentos, carreguem dispositivos de alimentação autónoma. Preparem roupas quentes. Não ignorem os sinais de alarme”, indicou ainda.
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423 mil utilizadores já voltaram a ter eletricidade após ataques, segundo autarca de Kiev
O autarca de Kiev, Vitali Klitschko, informou que 423 mil consumidores de energia já tiveram o fornecimento de eletricidade restabelecido, depois de cortes devido aos ataques russos a várias zonas da Ucrânia esta sexta-feira.
“O restabelecimento do fornecimento de eletricidade continua, a fim de o restabelecer o mais rapidamente possível a outros consumidores”, acrescentou Klitschko no Telegram.
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Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia diz que Kiev ainda não recebeu um "não" dos EUA para entrega de mísseis Tomahawk
O ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia disse que Kiev ainda não tinha recebido um “não” definitivo dos EUA à entrega de sistemas de mísseis Tomahawk.
“Ouvimos e acolhemos com agrado um sinal positivo dos Estados Unidos relativamente à possibilidade de fornecer esta arma tão poderosa”, disse o porta-voz do ministério, Heorhii Tykhyi, citado pela Ukrinform.
“Gostaria de lembrar que a Ucrânia já tinha levantado a questão da transferência destes poderosos mísseis Tomahawk ainda antes. Na verdade, durante a anterior administração dos EUA. Na altura, a resposta foi ‘não’. Agora, não há uma resposta negativa. Em vez disso, há uma discussão muito detalhada e importante sobre a sua transferência”, sublinhou.
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Putin diz que ameaças de Zelensky de atacar a Rússia com mísseis Tomahawk são "uma forma de exibicionismo" e "ostentação"
Questionado pela imprensa, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, considerou que as ameaças do homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, de atacar a Rússia usando sistemas de mísseis Tomahawk dos EUA eram “uma forma de exibicionismo” e de “ostentação” por parte de Kiev.
Questionado como a Rússia reagiria caso estes sistemas fossem entregues às forças ucranianas, Putin garantiu que iriam reforçar os sistemas de defesa aérea.
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Putin diz que a capacidade de dissuasão da Rússia é "superior à de qualquer outra potência nuclear"
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, alegou que “a inovação” dos “meios de dissuasão nuclear” da Rússia “é superior à de qualquer outra potência nuclear”, noticiou a TASS.
Falando no Tajiquistão, Putin garantiu que esta modernidade está “num nível muito elevado”, garantindo que tudo está a ser desenvolvido “muito ativamente” e agora a ser concretizado.
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Melania Trump diz ter criado "canal aberto de comunicação" com Putin sobre crianças ucranianas. Oito já regressaram, só nas últimas 24 horas
Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos, disse que oito crianças ucranianas tinham voltado para as famílias nas últimas 24 horas, após a criação de um “canal aberto de comunicação” com o Presidente russo, Vladimir Putin, sobre as crianças afetadas pela guerra, noticiou a ABC News.
“Concordámos em cooperar uns com os outros para o benefício de todas as pessoas envolvidas nesta guerra”, disse Melania na Casa Branca.
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Putin diz que não-renovação do Novo Acordo START não seria "grande problema" para a Rússia
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, adiantou que a não-renovação do Novo Acordo START, que limitava o arsenal nuclear de Moscovo e dos Estados Unidos, não seria uma grande preocupação para o Kremlin.
“Serão suficientes estes poucos meses para tomar uma decisão sobre uma prorrogação [do Novo Acordo START]? Acho que será suficiente se houver boa vontade para prorrogar estes acordos. E se os americanos decidirem que não precisam disso, não será um grande problema para nós”, disse Putin, admitindo ainda negociar com os EUA se lhes for “aceitável e útil”.
“Se não [quiserem], então não, mas isso seria uma pena, porque então não restaria nada em termos de dissuasão na área das armas ofensivas estratégicas”, acrescentou.
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Grupo de Arraiolos unânime sobre Ucrânia, Médio Oriente e desafios da IA, diz Presidente da República
O Presidente da República disse que se verificou hoje em Tallin unanimidade sobre os temas da reunião do Grupo de Arraiolos, designadamente a guerra na Ucrânia, o conflito no Médio Oriente e os desafios da Inteligência Artificial.
Relativamente à situação de segurança global, Marcelo Rebelo de Sousa apontou que se verificou unanimidade entre os 11 chefes de Estado presidentes neste fórum informal sobre o “apoio à Ucrânia, o apoio ao povo ucraniano, ao poio em todas as dimensões e a importância do apoio neste momento e nos próximos momentos”.
“Estamos a entrar no inverno e o inverno é um período muito difícil para situações de guerra. É uma guerra muito longa, com efeitos muito extenuantes e saturantes do ponto de vista militar, mas também do ponto de vista humano e psicológico”, observou.
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Putin disse que Rússia apoia a iniciativa de Trump em Gaza e ofereceu-se para participar do processo de paz em Gaza
O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou esta sexta-feira que Moscovo apoia o plano do Presidente norte-americano, Donald Trump, para acabar com a guerra em Gaza.
Afirmou ainda, citado pela Ria Novosti, que poderá haver uma exigência para que a Rússia participe no processo de paz, dado que mantém relações de confiança com os países árabes e, especialmente, com os palestinianos.
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Putin reage à atribuição do prémio Nobel da Paz e diz que decisões do Comité causaram danos à credibilidade da distinção
Vladimir Putin defendeu esta sexta-feira que as decisões do Comité do Prémio Nobel da Paz causaram enormes danos à credibilidade do prémio, questionado sobre o tema por jornalistas.
“Houve casos em que o comité concedeu o Prémio Nobel da Paz a pessoas que nada fizeram pela paz. Na minha opinião, essas decisões causaram enormes danos ao prestígio deste prémio”, afirmou citado pela Ria Novosti.
Nas mesmas declarações, e no seguimento da conversa sobre o Nobel, Putin destacou que Donald Trump se “esforça sinceramente para conseguir” resolver a crise na Ucrânia.