Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, sexta-feira.

    Rússia bombardeia Dnipro e atinge prédio residencial, matando duas pessoas e ferindo 12 – incluindo duas crianças

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • EUA aceitam que Hungria compre petróleo russo apesar de sanções

    A Hungria recebeu isenções “gerais” e “por tempo indeterminado” das sanções norte-americanas sobre duas grandes petrolíferas russas, afirmou hoje o primeiro-ministro Viktor Orbán, após uma reunião em Washington com o Presidente Donald Trump.

    “A Hungria continuará a ter os preços de energia mais baixos. Recebemos uma isenção para os oleodutos da Turquia e Druzhba (Amizade)”, declarou Orbán na capital norte-americana à emissora pública M1.

    “Este é um acordo geral sem prazo determinado”, frisou o primeiro-ministro nacionalista húngaro, admirador confesso do Presidente norte-americano.

  • EUA apoiam "totalmente" o uso de ativos russos para apoiar a Ucrânia, noticiou a Reuters

    Os Estados Unidos apoiam totalmente o uso de ativos russos para apoiar a Ucrânia na guerra contra a Rússia, indicou uma fonte norte-americana próxima do assunto à Reuters.

    O plano europeu implica usar cerca de 185 mil milhões de euros em fundos soberanos da Rússia, sem os confiscar.

    Segundo esta fonte, a Casa Branca “apoia totalmente” a União Europeia “e as medidas que está a tomar neste momento para estar em posição de utilizar esses ativos como uma ferramenta”.

  • Britânico condenado a sete anos de prisão por tentar passar informações sobre secretário de Defesa à espionagem russa

    Howard Phillips, de 65 anos, foi condenado a sete anos de prisão por tentar passar informações privadas sobre o antigo secretário de Estado para a Defesa do Reino Unido, Grant Shapps, para os serviços secretos da Rússia.

    De acordo com um comunicado do Serviço de Procuradoria da Coroa — a procuradoria-geral britânica — Phillips estava a tentar arranjar um emprego na Guarda Fronteiriça do Reino Unido quando contactou com “Dima” e “Sasha”, “que ele acreditava serem agentes russos”

    “Ele encontrou-se com eles no London Bridge Hotel e, mais tarde, numa cafetaria Costa, em West Thurrock, onde disse aos agentes infiltrados para usarem a palavra ‘mãe’ em vez de ‘Moscovo’ quando discutissem as suas atividades, acrescentando que esperava que ‘a mãe’ demonstrasse o seu ‘total apreço’ pelo trabalho que ele estava a realizar.”, lê-se.

  • Trump e Orbán concordam que a guerra na Ucrânia vai acabar em breve

    Falando ainda na Casa Branca, o Presidente dos EUA, Donald Trump, diz que ele e Orbán concordam que a guerra na Ucrânia vai chegar ao fim em breve.

    “A questão básica é que eles simplesmente não querem parar ainda. E eu acho que vão parar, acho que isso está a custar muito caro à Rússia”, disse.

  • Hegseth garantiu que os EUA vão manter tropas nos EUA mas diz que vai haver mudanças

    O secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, garantiu que os EUA vão manter tropas na Roménia mas vai haver mudanças sobre como a rotação vai ser feita e quantas tropas vão fazer parte dessa.

  • Trump pergunta se a Ucrânia não consegue ganhar a guerra no terreno. Orbán comenta: "Um milagre pode acontecer".

    Depois de Orbán ter respondido a um jornalista, Trump pergunta-o diretamente se ele acha que a Hungria não consegue ganhar a guerra na Ucrânia.

    “Sabe, um milagre pode acontecer”, comentou Orbán.

  • Orbán diz que a Hungria é o único governo "pró-paz" na Europa

    Após chamar os “grandes esforços de paz” de “esplêndidos” e “muito positivos”, Viktor Orbán diz que não há unidade nestas tentativas, apontando o dedo às instituições europeias.

    “Não estamos unificados porque Bruxelas e os europeus têm uma abordagem diferente quanto à guerra”, afirmou o húngaro. “Os únicos governos pró-paz são o dos Estados Unidos e o da pequena Hungria na Europa”, continuou.

    Orbán disse até que “todos os outros governos preferem continuar a guerra”, já que “muitos deles pensam que a Ucrânia consegue vencer na linha da frente”. “É um mal-entendido da situação”, disse ainda.

  • Orbán diz que Ucrânia é "a questão mais importante" para Budapeste e quer "contribuir para esforços de paz" dos EUA

    Viktor Orbán, falando na Casa Branca, garante que a guerra na Ucrânia é “o assunto mais importante” para Budapeste, querendo discutir o tema com Presidente dos EUA.

    “Gostaríamos de discutir consigo como podemos contribuir para ajudá-lo nos seus esforços de paz”, acrescentou.

  • Trump diz que EUA estão "a ponderar" isentar Hungria das sanções contra petrolíferas

    Questionado pelos jornalistas antes do almoço com Viktor Orbán sobre uma eventual isenção para a Hungria das sanções dos EUA às petrolíferas russas, Trump admitiu que a questão está a ser ponderada.

    “É muito difícil para ele arranjar petróleo e gás natural de outras áreas. Não têm a vantagem de ter mar, não têm portos”, disse Trump, sublinhando que há outros países europeus a comprar petróleo e gás da Rússia.

    Orbán garante que isso vai ser discutido no encontro mais tarde, pretendendo explicar as “consequências para o povo húngaro e a economia húngara” de não receber esses recursos de Moscovo.

    “Estamos abastecidos através de oleodutos. Não é uma questão ideológica ou política. É uma realidade física, porque não temos portos”, disse o húngaro.

  • "Grande líder!" Trump recebe Orbán na Casa Branca

    O primeiro-ministro da Hungria de visita a Washington D.C., acaba de ser recebido pelo Presidente dos EUA, Donald Trump.

    Trump cumprimentou efusivamente Viktor Orbán, exclamando para os jornalistas à entrada da Casa Branca: “Grande líder!”

    Orbán, um dos líderes da União Europeia que é mais hostil ao apoio à Ucrânia e o mais intransigente quanto ao uso de petróleo russo, queria receber Trump e o homólogo russo, Vladimir Putin, num novo encontro na capital húngara, Budapeste.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros húngrao, Peter Szijjartó, também está presente no encontro.

  • Trump ameaça e não faz nada?

    Bruno Cardoso Reis considera que com o presidente americano “a única certeza é a incerteza”. Destaca ainda que as Nações Unidas podiam ter dado mais visibilidade ao conflito Ucrânia – Rússia. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Trump ameaça e não faz nada?

  • Moscovo e Kiev acordam “cessar-fogo localizado” para reparar central nuclear de Zaporíjia

    As autoridades da Rússia e da Ucrânia acordaram hoje um novo “cessar-fogo localizado” em torno da central nuclear de Zaporíjia para se procederem a reparações para evitar um eventual acidente nuclear, indicou hoje a AIEA.

    O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Nuclear (AIEA), Rafael Grossi, disse ter mediado os esforços do cessar-fogo local para se efetuarem as reparações da maior central nuclear da Europa e sob controlo das tropas russas desde 2022.

    “[O cessar-fogo] abre caminho a trabalhos de reparação destinados a reforçar a ligação das instalações à rede elétrica e a evitar um acidente nuclear”, sublinhou.

    O acordo, que permitiu hoje o início das operações de desminagem e outros preparativos junto à linha Feroplavna-1, cortada há seis meses, foi alcançado duas semanas depois de o fornecimento elétrico à central ter sido restaurado, após a reparação do cabo que manteve as instalações às escuras durante um mês.

    Segundo a AIEA, os trabalhos de reparação arrancarão sábado, com o objetivo de voltar a conectar a linha à central “nos próximos dias”, o que dará à instalação acesso a duas linhas de fornecimento elétrico, depois de ter sido reparada, em outubro, a linha Dniprovska.

  • O que se passou até agora

    • O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, expressou a sua confiança de que o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, discutirá questões energéticas com Donald Trump. Esta discussão surge no contexto de Budapeste manter uma posição firme nas questões relacionadas com a importação de petróleo russo, uma situação que tem gerado tensão no âmbito das sanções da União Europeia. Além disso, há expectativas de que Orbán procure realizar um encontro entre Trump e Vladimir Putin em Budapeste, que tinha sido previamente agendado e posteriormente cancelado.
    • O Ministério da Defesa da Rússia anunciou que as suas forças tomaram o controlo da localidade ucraniana de Uspenovka, na região de Zaporíjia. Esta ofensiva é acompanhada por ataques de precisão e uso de drones direcionados contra infraestruturas militares ucranianas, intensificando assim as hostilidades na região. Ao mesmo tempo, o exército ucraniano tem intensificado os seus esforços militares nos arredores de Dobropillia, para aliviar a pressão sobre a cidade estratégica de Pokrovsk.
    • O Kremlin afastou especulações sobre um desentendimento entre o Presidente Vladimir Putin e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov. Relatos de ausência de Lavrov em reuniões importantes e a sua eventual substituição numa cimeira do G20 na África do Sul levantaram suspeitas. Contudo, o porta-voz Dmitry Peskov reafirma que Lavrov continua a exercer o seu cargo e que tais especulações são infundadas.
    • A Alemanha está a reforçar o seu dispositivo militar em resposta às crescentes ameaças percecionadas no contexto internacional, particularmente a ofensiva russa na Ucrânia. O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirma a necessidade de fortalecer as capacidades militares para cumprir com as obrigações da NATO. Além disso, a Alemanha está a criar equipas de resposta rápida para mitigar ameaças de drones, fenómeno que tem sido associado a esforços de guerra híbrida por parte da Rússia.

  • Ministro da Defesa alemão liga incidentes de drones na Bélgica às discussões sobre possível uso de ativos russos para apoiar a Ucrânia

    O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, afirmou que os incidentes recentes de drones a sobrevoar aeroportos na Bélgica estão ligados às discussões sobre o uso de ativos russos detidos pela instituição Euroclear, sediada em Bruxelas, para financiar um empréstimo à Ucrânia.

    Até agora, o governo belga tem rejeitado esse plano, defendido por Kiev e por vários aliados europeus. Porém, como explica a Reuters, a questão ainda não saiu de cima da mesa nas discussões.

    “Sim, todos nós vemos a ligação. Os belgas também. É uma medida destinada a espalhar insegurança, a semear o medo na Bélgica: não se atrevam a tocar nos bens congelados. Não há outra forma de interpretar isto”, indicou o alemão aos jornalistas.

  • Zelensky acredita que Orbán vai abordar "questões energéticas" na reunião com Trump

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse acreditar que o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, irá falar com Donald Trump sobre a situação energética, já que Budapeste tem-se mantido intransigente nas questões da importação de petróleo russo.

    “Todos compreendem as consequências das sanções da União Europeia e, pessoalmente, do Presidente Trump, em relação às campanhas energéticas”, disse o líder em conferência de imprensa.

    Citado pela agência Interfax-Ukraine, Zelensky diz que Orbán também vai tentar concretizar a reunião com Putin em Budapeste, que foi marcada e depois cancelada.

  • Rússia diz que assumiu controlo de localidade em Zaporíjia

    O Ministério da Defesa russo disse esta sexta-feira que as suas tropas assumiram o controlo da localidade ucraniana de Uspenovka, na região de Zaporíjia.

    O ministério destacou também, citado pela agência estatal Tass, que as durante a última semana as tropas russas realizaram sete ataques com armas de precisão e drones contra infraestruturas militares ucranianas.

  • Senador russo critica medida da UE: "Ataque contra os russos comuns"

    O senador Grigory Karasin, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Conselho da Federação, disse à agência TASS que as novas medidas da União Europeia que dificultam a atribuição de vistos para russos são “um ataque contra os russos comuns”.

    “Esta é mais uma tentativa de pressionar o nosso povo, limitando a sua liberdade de movimento. O Ocidente está em guerra contra os russos comuns”, afirmou Karasin, reforçando que considera uma medida pouco eficaz. “Claramente não está funcionando e não produz resultados práticos. Isso é algo que Bruxelas e outras capitais europeias simplesmente não conseguem entender”.

    A União Europeia decidiu esta sexta-feira apertar as regras para a atribuição de vistos a cidadãos russos, que deixam de ter acesso aos de múltiplas entradas e terão de pedir autorização a cada deslocação ao bloco.

  • Kremlin afasta mal estar entre Lavrov e Putin

    O Kremlin descarta que o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, esteja em conflito com Vladimir Putin depois que as tentativas de uma reunião entre o Presidente russo e Donald Trump foram suspensas no mês passado.

    “Não há nada verdadeiro nestas notícias”, reagiu Dmitry Peskov, porta-voz do gabinete da Presidência, às perguntas dos jornalistas esta sexta-feira. Peskov afirmou que Lavrov permanece no cargo. “Absolutamente. Lavrov trabalha como ministro dos Negócios Estrangeiros, como é óbvio”, disse, citado pela Reuters.

    As suspeitas começaram depois que Lavrov esteve ausente de uma importante reunião do Kremlin esta semana, da qual normalmente participaria, e Putin escolheu outra pessoa para participar numa cúpula do G20 na África do Sul ainda este mês. Há duas semanas que o ministério dos Negócios Estrangeiros não divulga a agenda oficial do ministro.

  • Ucrânia intensifica ataques em cidade vizinha a Pokrovsk

    O general ucraniano Oleksandr Syrskyi informou em comunicado que as tropas ucranianas estão a intensificar os ataques contra as forças russas nos arredores da cidade de Dobropillia, no leste da Ucrânia, a cerca de 30 quilómetros de Pokrovsk, cita a Reuters.

    O intuito é aliviar a pressão sobre o centro de Pokrovsk, cidade que é essencial para definir o destino de Donbass. No comunicado, Syrskyi destaca que as forças ucranianas estão amplamente focadas em garantir as linhas de logística e expulsar as tropas russas dos prédios urbanos.

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