Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Damos por encerrado este artigo onde foi acompanhada a atualidade do conflito na Ucrânia durante este domingo. Para manter-se atualizado, pode ler este outro artigo onde serão acompanhados os desenvolvimentos da guerra esta segunda-feira.

    Rússia “está a preparar-se para novas operações” em países europeus, diz Zelensky

  • Zelensky quer alinhar Ucrânia com a Europa nas sanções contra o Irão

    O Presidente ucraniano disse que o seu país está a coordenar com os seus parceiros europeus possíveis sanções contra o Irão, que descreveu como “um dos regimes mais brutais do mundo”.

    Zelensky quer alinhar Ucrânia com a Europa nas sanções contra o Irão

  • Hungria diz que EUA levantaram sanções sobre central nuclear com projeto liderado por empresa russa

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungria, Peter Szijjarto, declarou hoje que a administração norte-americana levantou as sanções que o governo de Joe Biden tinha aplicado sobre a central nuclear Paks, no centro do país e que impediu a expansão planeada das instalações.

    As sanções foram impostas pois o projeto de expansão é liderado pela Rosatom, empresa de energia estatal russa, no âmbito das sanções ocidentais à indústria de energia da Rússia. Agora que as sanções foram levantadas, Budapeste promete avançar com a construção dos novos reatores em Paks.

    “A construção das maiores peças de equipamento da central nuclear de Paks está a progredir na Rússia e em França. No local, em Paks, a construção pode agora continuar a um passo mais acelerado”, pode ler-se no comunicado, citado pela Bloomberg.

  • Ucrânia afirma que último ataque russo prova urgência de novas sanções contra Moscovo

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia afirmou hoje que o último ataque massivo russo, no qual os militares da Rússia utilizaram cerca de 500 drones e mísseis de vários tipos, demonstra a urgência de novas sanções contra Moscovo.

    “O último ataque russo utilizou cerca de 500 drones e mísseis. O crescente nível de terror comprova a urgência de novas sanções. A União Europeia (UE) e os Estados Unidos precisam delas, não apenas para a Ucrânia, mas também para si próprios”, expressou o ministro ucraniano Andrii Sybiha, na sua conta na rede social X.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia disse ainda que “desviar recursos da máquina terrorista da Rússia é agora uma questão de segurança transatlântica”.

  • Zelensky assina decreto para retirar Ucrânia da Convenção que proíbe minas antipessoais

    Volodymyr Zelensky assinou hoje o decreto, apresentado pelos conselhos de Segurança Nacional e de Defesa da Ucrânia, para retirar o país da Convenção de Ottawa, que proíbe a produção, acumulação, utilização ou transferência de minas antipessoais, noticia o Kyiv Independent.

    A decisão ainda tem de ser aprovada pelo parlamento pelo que não é claro quando entrará em vigor. A Rússia não ratifica a Convenção de Ottawa, o que foi utilizado como justificação desta decisão pelo secretário do comité de Defesa do parlamento ucraniano. Nas últimas semanas, a Polónia e os três Estados Bálticos — Estónia, Letónia e Lituânia — também retiraram ou iniciaram o processo para abandonar esta convenção.

  • Serviços secretos russos e CIA conversaram sobre interesses dos dois países

    O diretor do Serviço de Informações Externas da Rússia (SVR), Sergei Narychkin, anunciou este domingo que falou com o chefe da CIA norte-americana, John Ratcliffe, numa nova troca oficial de impressões relativas a questões de interesse para os dois países.

    “Tive uma conversa telefónica com o meu homólogo americano e concordámos em telefonar um ao outro em qualquer altura para discutir questões de interesse para nós”, disse Narychkin à televisão estatal russa, sem dar mais pormenores.

    Narychkin, amigo próximo do Presidente Vladimir Putin, e Ratcliffe já tinham falado em 11 de março, o primeiro contacto conhecido desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca, no início do ano.

    Estes dois telefonemas oficiais entre os chefes do SVR russo e da CIA surgem numa altura em que Moscovo e Washington começaram a aproximar as suas relações diplomáticas, apesar da persistência do conflito na Ucrânia, onde os americanos apoiam Kiev.

    No entanto, continuam a existir muitas divergências entre Moscovo e Washington, após muitos anos de extrema tensão.

    Os americanos, por exemplo, continuam a fornecer a Kiev informações essenciais para as forças ucranianas, após mais de três anos de ofensiva em grande escala do exército russo.

    Em março, Sergei Narychkin e John Ratcliffe concordaram em “manter contactos regulares”, de acordo com uma declaração do lado russo, citada pela agência noticiosa russa.

  • Ocidente nunca derrotou a Rússia nem o conseguirá desta vez, diz MNE russo

    O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, afirmou que o Ocidente nunca derrotou a Rússia e que nem o conseguirá desta vez.

    “Estamos a assistir a um confronto sem precedentes entre o nosso país e o Ocidente coletivo que decidiu, mais uma vez, entrar em guerra contra nós e infligir uma derrota estratégica à Rússia, utilizando, de facto, o regime nazi em Kiev como aríete”, disse Sergei Lavrov, citado pela agência de notícias oficial russa TASS.

    O chefe da diplomacia russa falava durante um encontro com o seu homólogo do Quirguistão, Zheenbékov Kulubáyev.

    No encontro, na cidade de Cholpon-Ata, no Quirguistão, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo insistiu que “o Ocidente nunca o conseguiu e não o conseguirá desta vez”, considerando que o Ocidente, “certamente, já está a começar a perceber isso”.

    Lavrov mantém hoje conversações bilaterais com as autoridades do Quirguistão e participa, na segunda-feira, na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), em Cholpon-Ata.

  • Rússia lança ataque noturno em massa: incluiu 537 drones e mísseis e visou região ocidental da Ucrânia

    Os ataques em massa noturnos da Rússia contra a Ucrânia continuam. Esta noite, foram lançados 477 drones e 60 mísseis, entre os quais se incluem 46 mísseis cruzeiro e sete mísseis balísticos. De um total de 537 aparelhos, 249 foram intercetados e 226 desapareceram dos radares, relatou a Força Aérea ucraniana, citada pelo Ukrainska Pravda. O jornal aponta o número como um recorde de capacidades aéreas disparadas numa só noite durante a guerra.

    O Kyiv Independent ressalva que muitas das vagas visaram a zona ocidental da Ucrânia, longe da frente de batalha e que a Polónia também ativou caças e defesas anti-aéreas terrestres, dada a proximidade do ataque com o país.

    Os ataques atingiram os seus alvos em seis locais diferentes. Noutros oito foram registados danos onde os mísseis e drones intercetados caíram. No entanto, os governadores das várias regiões afetadas adiantaram que o rescaldo dos danos materiais e das vítimas dos ataques ainda está a ser feito.

    Já o Presidente Volodymyr Zelensky adiantou que o piloto de um caça F-16 morreu durante a noite, no processo de intercetar o ataque e ordenou uma investigação à sua morte. Numa publicação nas redes sociais, partilhou imagens das várias regiões afetadas e confirmou que os trabalhos de resgate ainda estão a decorrer. O chefe de Estado ucraniano fez ainda um resumo de todos os ataques russos durante esta semana: 114 mísseis, mais de 1.270 drones e 1.100 bombas planadoras. Estes ataques em massa justificam a necessidade de mais apoio internacional à defesa aérea ucraniana, repetiu na publicação.

  • Bom dia!

    Abrimos este liveblog para acompanhar ao minuto a guerra na Ucrânia ao longo deste domingo. Para relembrar todos os desenvolvimentos deste sábado, pode conferir este outro artigo em direto, que agora arquivamos.

    Parlamento ucraniano trabalha em projeto-lei para eleições pós-guerra

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