Histórico de atualizações
  • Encerramos o liveblog deste sábado. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos na guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Zelensky quer alinhar Ucrânia com a Europa nas sanções contra o Irão. Rússia lança ataque aéreo em massa contra a Ucrânia

  • Ucrânia diz ter destruído três helicópteros russos na Crimeia

    Um ataque com drones do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) atingiram o aeródromo militar de Kirovske, na Crimeia, durante esta noite, segundo revelou fonte do SBU ao jornal Kyiv Independent.

    Segundo o SBU, o ataque destruiu três helicópteros, além de um sistema de mísseis e canhões antiaéreos.

  • Ucrânia atinge arsenal russo em Bryansk

    Os serviços secretos militares da Ucrânia atingiram um arsenal de drones e mísseis da Rússia em Bryansk, indica o jornal Kyiv Independent. O ataque terá sido feito com drones e quatro civis ficaram feridos.

  • Parlamento da Ucrânia a trabalhar em lei para eleições pós-guerra

    O presidente do Parlamento da Ucrânia revelou que está a ser preparado um projeto de lei com vista à realização de eleições depois do fim da lei marcial que se vive no país. Contudo, não foram dados detalhes sobre o mesmo ou sobre a data para a sua implementação.

    “Estamos a preparar vários cenários básicos de forma a que as pessoas possam exercer o seu direito fundamental e constitucional de votar. E isto deve acontecer na Ucrânia”, afirmou Ruslan Stefanchuk, citado pelo jornal Kyiv Independent.

  • Ex-chanceler alemão Olaf Sholz diz que Alemanha tirou lições de ataque russo à Ucrânia

    O antigo chanceler alemão Olaf Scholz afirmou hoje que, durante o seu mandato, a Alemanha retirou as lições necessárias do ataque da Rússia à Ucrânia, fazendo de Berlim o principal apoiante de Kiev dentro da União Europeia (UE).

    Num discurso proferido no congresso do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD), que se realiza neste fim de semana em Berlim, Scholz afirmou, sob aplausos, que a invasão da Ucrânia pela Rússia marcou o início de uma “Zeitwende”, ou “era de mudança”, devido à tentativa de Moscovo de mudar as fronteiras à força.

    “Foi correto tirar as conclusões necessárias, mesmo quando não tinham nada a ver com a campanha eleitoral de 2021, e a Alemanha, sob a nossa liderança, é de longe o maior apoiante da Ucrânia na Europa e o segundo maior no mundo, e continuaremos a sê-lo, graças também ao Partido Social-Democrata”, afirmou Scholz.

    O antigo chefe do Governo alemão aludiu à forma como a guerra da Rússia contra a Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, alterou os planos do SPD, que venceu as eleições gerais de 2021 e liderou uma coligação governamental formada com os Verdes e o Partido Liberal.

    Após o início da guerra, Scholz tornou a Alemanha o principal apoiante europeu da Ucrânia em termos de ajuda militar.

    O antigo líder alemão justificou ainda este apoio com base no compromisso de manter as fronteiras europeias de antigos ministros dos Negócios Estrangeiros social-democratas, como Willy Brandt e Helmut Schmidt, numa altura em que os políticos do SPD publicaram um manifesto crítico da liderança do partido na política de rearmamento da Alemanha, que acarreta riscos de confronto com a Rússia.

    “Devemos fazer todos os possíveis para garantir que esta guerra não se torne uma guerra entre a NATO e a Rússia, e isso serviu a minha política desde o início e continua a servir a política do nosso país”, disse Scholz, referindo-se à política do atual governo, liderado pelo conservador Friedrich Merz, que governa em coligação com o SPD.

  • Volodymyr Zelensky recebe homólogo polaco em Kiev

    Os Presidentes ucraniano e polaco encontraram-se hoje em Kiev, nas celebrações do Dia da Constituição. O encontro serviu ainda para discutirem “o aprofundamento das relações entre os dois países” e “possíveis decisões ao nível da UE e em coordenação com os parceiros da NATO”, escreveu Zelensky nas redes sociais, que manteve a esperança que a relação se mantivesse, mesmo depois da saída de Andrzej Duda da presidência — que não foi diretamente mencionada.

    “Agradeci ao Andrzej pessoalmente e ao povo da Polónia pelo seu apoio, a sua assistência de defesa substancial e as decisões conjuntas em nome da nossa liberdade e da vossa”, rematou o chefe de Estado ucraniano.

  • Serviços secretos ucranianos dizem que Rússia está a utilizar tanques soviéticos devido a falta de armamento

    Os serviços secretos ucranianos relataram hoje que as forças russas estão a utilizar tanques T-62, um modelo soviético antiquado, em combate por estarem a enfrentar uma falta de equipamento moderno, informa o Kyiv Independent.

    “Os principais fatores que estão a limitar a habilidade de produzir veículos armados modernos na Rússia são a falta de capacidade industrial e uma escassez de componentes de tecnologia de ponta importados”, declarou a agência de informação militar.

  • Papa Leão XIV expressa dor pela "guerra sem sentido" na Ucrânia

    O Papa Leão XIV expressou a sua dor e proximidade aos ucranianos face a “esta guerra sem sentido” entre a Rússia e a Ucrânia.

    Papa Leão XIV expressa dor pela “guerra sem sentido” na Ucrânia

  • Rússia lança ataque inédito contra Dnipro, mas é intercetado pela Ucrânia

    A Rússia atacou hoje a região de Dnipro com um míssil de precisão Grom-1, um míssil relativamente novo e que foi utilizado hoje pela primeira vez contra Dnipro — aliás, é a primeira vez que uma bomba desta dimensão se aproxima tanto da região. No entanto, as defesas aéreas ucranianas conseguiram intercetar esta munição, relatou o governador Serhii Lysak, citado pelo Kyiv Independent.

    O míssil voou mais de 100 quilómetros, antes de ter sido intercetado, por volta das 11h30 (hora local), o que resultou numa grande explosão. Os destroços dos mísseis estão a ser analisados pelas autoridades ucranianas. O ataque falhado surge ao mesmo tempo que a ofensiva russa em Donetsk se aproxima cada vez mais de Dnipro, o coração industrial da região centro da Ucrânia. As tropas russas chegaram a dizer que já tinham entrado na região, mas o Exército ucraniano negou os relatos.

  • "Gesto de despedida": Presidente polaco, de saída do cargo, visita Kiev como

    O Presidente polaco, Andrzej Duda, chegou esta manhã a Kiev para a celebração do Dia da Constituição da Ucrânia. Foi recebido na estação pelo ministro dos Negócios Estrangeiros Andrii Sybiha, que ressalvou que “o Presidente Duda ficou ao lado da Ucrânia durante os tempos mais difíceis da agressão em larga escala da Rússia”, numa publicação nas redes sociais. “Estamos muito agradecidos a ele e a todos os polacos que mostraram verdadeira solidariedade com a Ucrânia”, acrescentou o ministro ucraniano.

    A deslocação a Kiev foi vista pelos media ucranianos como “um gesto de despedida” de Duda, que não se recandidatou ao cargo e abandona a presidência no início de agosto. Karol Nawrocki, que ganhou as eleições presidenciais de maio, levanta preocupações na Ucrânia — apesar de ter declarado o seu apoio pela defesa ucraniana, também afirmou que Kiev e Varsóvia tem de resolver “divergências históricas” e opôs-se à adesão ucraniana tanto à NATO como à UE, um claro passo atrás da atual posição polaca.

  • Duas pessoas mortas em ataque russo contra a região de Odessa

    A Rússia lançou na noite passada uma vaga de 23 drones contra a região de Odessa. As defesas aéreas conseguiram intercetar 22 dos aparelhos, mas um deles atingiu um prédio residencial de 21 andares e começou um incêndio no sexto, sétimo e oitavo andar.

    Várias pessoas ficaram presas nos seus apartamentos e duas pessoas, um casal, morreram. Outras 17 ficaram feridas, relatou o responsável da administração militar de Odessa, citado pelo Ukrainska Pravda. Os feridos incluem três crianças e seis pessoas que tiveram de ser internadas para receberem cuidados médicos — três das quais se encontram em estado crítico.

  • Bom dia!

    O Observador continua a acompanhar a guerra na Ucrânia neste liveblog. Para relembrar todos os desenvolvimentos no conflito na última sexta-feira, pode conferir este artigo em direto, que agora arquivamos.

    Putin afirma que Rússia planeia reduzir gastos com defesa e nega planos agressivos

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