Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Encerramos agora este liveblog sobre a atualidade política nacional.

  • Castro Almeida promete efeitos práticos da reforma do Estado já este ano e diz que "não vai ficar um euro de subvenções do PRR por gastar"

    Ainda em entrevista na SIC, Castro Almeida disse estar “mesmo convencido” de que a reforma do Estado vai avançar. “Seria um fracasso se este Governo não tivesse uma intervenção marcante” nessa área, admitiu, prometendo que pessoas e empresas “já vão sentir este ano” uma diferença e em dois ou três anos sentirão “uma grande diferença”.

    Prometendo que o Governo não vai “provocar despedimentos” na função pública, o ministro explicou que os funcionários públicos que estiverem a cumprir tarefas que se provem — em auditorias que vê com bons olhos que sejam feitas dentro do Estado — “inúteis” serão alocados a tarefas mais úteis.

    Na mesma entrevista, Castro Almeida prometeu que “não vai ficar um euro de subvenções do PRR por gastar” e garantiu que o Governo “está a fazer um ritmo de construção pública como nunca se fez em Portugal”.

    Já sobre as mudanças que o Governo quer fazer na lei da greve, Castro Almeida reafirmou que o Governo não vai “retirar o direito à greve de maneira nenhuma” mas apenas “regular ou proibir alguns abusos: “O país todo sente que há uma desproporção entre a facilidade com que se faz greve, que cria um sarilho monumental (…), e a vantagem retirada por um grupo muito pequeno de cidadãos”.

  • Castro Almeida diz que recessão seria "enorme surpresa" e promete crescimento acima dos 2%. "Não vai ser nenhum drama"

    O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, diz que seria uma “enorme surpresa” se o país entrasse em recessão técnica, prevendo que o crescimento este ano supere os 2% — ainda que não seja garantido que atinja os prometidos 2,4%.

    “Não vai haver recessão”, começou por dizer Castro Almeida em entrevista à SIC, notando que o resultado do produto em cadeira no primeiro trimestre em 2025 foi “mau”, por comparação, porque o do último trimestre de 2024 “foi o melhor desde que há euro”. “Cresceu muito o PIB nessa altura e era muito difícil manter o mesmo ritmo”, explicou.

    Ainda assim, Castro Almeida acredita que nestre trimestre se vai verificar “uma normalização do crescimento” e no final do ano admite que pode não se cumprir o objetivo dos 2,4%, mas será “sempre acima dos 2%”. “Não vai ser nenhum drama”.

    Assumindo que “evidentemente” os conflitos no exterior e a guerra comercial trouxeram “instabilidade”, sendo “impossível Portugal ficar de fora” desses efeitos, o ministro prometeu que o Governo vai “tentar” superar essas dificuldades e afastou o cenário de recessão: “Seria uma surpresa enorme para mim. Acho que não vai acontecer”.

  • Seixas da Costa apoia Seguro e pede ao PS que faça o mesmo: "É o único claro contraponto a Gouveia e Melo"

    O embaixador Francisco Seixas da Costa apoia António José Seguro na corrida à Belém. Apesar de Seguro ter começado por “não assegurar unanimidade do PS”, como continua a acontecer, e de o próprio diplomata aposentado ter chegado a dizer que a sua opção iria “preferencialmente” para outras hipóteses, como estas não se concretizaram o seu apoio irá para Seguro.

    “Não tenho hoje a menor dúvida em afirmar que o meu voto em janeiro de 2026 irá para António José Seguro”, escreve numa nota publicada nas suas redes sociais. “E, com toda a liberdade de quem já não é militante, ouso esperar que o PS se una em torno da sua candidatura”.

    “Vir a ter um Belém um comprovado democrata, uma personalidade equilibrada, íntegra, com forte e comprovada experiência política, nacional e europeia, com uma incontestada capacidade de diálogo e forte conhecimento dos mecanismos políticos do Estado, é algo em que vale a pena apostar”, argumenta Seixas da Costa, recordando que foi colega de Governo de Seguro e que o conhece bem.

    Os dados que hoje existem, argumenta, são suficientes para se decidir por Seguro: primeiro, porque António Vitorino e Augusto Santos Silva decidiram não avançar, revelando “grande sentido de responsabilidade, procurando evitar a divisão da esquerda e do centro-esquerda”. Assim, “ficou hoje claro que o único candidato que se apresenta como um claro contraponto a Gouveia e Melo é António José Seguro”.

  • Ferro Rodrigues apoiaria candidatura de Sampaio da Nóvoa: "Seria um excelente Presidente da República"

    Antigo líder do PS é primeiro socialista a expressar apoio ao antigo reitor que mantém uma reflexão sobre as presidenciais. E quando já há um candidato no terreno que foi líder do PS, Seguro.

    Ferro Rodrigues apoiaria candidatura de Sampaio da Nóvoa: “Seria um excelente Presidente da República”

  • Santos Silva abre porta a Sampaio da Nóvoa. Conversas à esquerda intensificam-se e a "pressão agora é gigantesca"

    Pressão sobre Sampaio da Nóvoa subiu de tom com declaração de Santos Silva. Esquerda tem conversado sobre viabilidade de candidatura e este é visto como o momento para o antigo reitor avançar.

    Santos Silva abre porta a Sampaio da Nóvoa. Conversas à esquerda intensificam-se e a “pressão agora é gigantesca”

  • Assis, Ana Catarina Mendes e Sérgio Sousa Pinto entram no Secretariado Nacional do PS

    Os eurodeputados Ana Catarina Mendes e Francisco Assis, o ex-deputado Sérgio Sousa Pinto e a presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, vão entrar no Secretariado Nacional do PS de José Luís Carneiro, confirmou o próprio à Lusa.

    O novo Secretariado Nacional do PS vai ser votado pelos socialistas na Comissão Nacional de sábado, uma semana depois de José Luís Carneiro ter sido eleito secretário-geral dos socialistas numas diretas sem oposição.

    À agência Lusa, José Luís Carneiro confirmou que convidou para este órgão, convites que foram aceites, nomes como do ex-deputado Sérgio Sousa Pinto, os eurodeputados Ana Catarina Mendes e Francisco Assis e a presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.

    De saída do Secretariado Nacional está a deputada e ex-ministra Mariana Vieira da Silva, confirmou a própria à Lusa, bem como a candidata à Câmara de Lisboa, Alexandra Leitão e o ex-ministro Duarte Cordeiro.

  • PS acusa Governo de "inconseguimentos no estado social", PSD compara 11 meses com 8 anos

    O PS acusou esta quarta-feira o Governo de “vários inconseguimentos” em áreas do estado social e de continuar a “avolumar problemas”, com o PSD a comparar “o estado da arte” de 11 meses da sua governação com oito anos dos socialistas.

    Nas declarações políticas desta tarde no parlamento, o líder parlamentar do PS, Pedro Delgado Alves considerou que “o início da legislatura tem vindo a demonstrar uma clara tendência para o avolumar da escala de problemas herdados do primeiro mandato da Governação da AD”.

    Nos pedidos de esclarecimento, o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, pegou na expressão usada por Pedro Delgado Alves de que há “muitos inconseguimentos” — palavra cunhada pela antiga presidente do parlamento Assunção Esteves — em diferentes áreas do setor social.

    “Quis comparar aquilo que eu creio que é incomparável e muitos dos que nos acompanham devem ter achado mesmo que estavam a ver o canal história. Vamos falar de inconseguimentos e queria lançar-se um desafio que era podermos então comparar o estado da arte 11 meses com 8 anos”, atirou.

  • Ventura e Montenegro vão ter reunião sobre imigração e impostos esta quinta-feira em São Bento

    André Ventura vai encontrar-se com Luís Montenegro esta quinta-feira, às 17h, na residência oficial do primeiro-ministro. Depois de o líder do Chega ter adiantado que teria uma reunião com o primeiro-ministro, fonte do gabinete do primeiro-ministro confirma ao Observador que a reunião se vai realizar “a pedido do líder do Chega”.

    “Espero amanhã [quinta-feira] poder anunciar ao país que, em matéria de descida de impostos e em matéria de imigração, chegámos ao mínimo consenso possível para aprovar já na sexta-feira medidas que entrem em vigor rapidamente no país”, disse Ventura esta tarde, acrescentando que esperava fazer esses anúncios com Montenegro ao lado.

  • Marcelo promete estar atento à constitucionalidade das propostas do Governo

    O Presidente da República prometeu hoje estar atento à constitucionalidade das propostas de lei apresentadas pelo Governo, afirmando que aguardará a versão final aprovada pelo parlamento, sem se referir a nenhuma matéria em concreto.

    Em declarações aos jornalistas, na Cidadela de Cascais, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que já deram entrada no parlamento quatro propostas de lei, relacionadas com a lei da nacionalidade, com o regime de entrada e permanência de estrangeiros, com a criação de uma unidade de fronteiras na PSP e com o IRS — matéria que separou, considerando que exige urgência – que correspondem a prioridades do Governo PSD/CDS-PP.

    Sem se referir a nenhuma proposta em concreto, afirmou que “espera para ver o que é que o parlamento decide” e que “a primeira coisa” que irá fazer quando receber os decretos é analisar se “há alguma dúvida de constitucionalidade ou não”.

    O chefe de Estado admitiu que possa haver “matérias que, provavelmente, não são patentemente constitucionais”, mas em relação às quais “é melhor o Tribunal Constitucional pronunciar-se uma vez por todas, porque, se não, cada tribunal pode ter uma interpretação diferente”.

    “Se for assim, manda para o Tribunal Constitucional. Se entender que não, não há esse risco, não há essa dúvida, não há esse problema, não manda, e promulga”, acrescentou.

    Relativamente à proposta de lei sobre o IRS, o chefe de Estado considerou que “é muito importante promulgar mais depressa” essas alterações, para “os portugueses verem refletidos nos seus bolsos, imediatamente” a redução das taxas.

  • Líder do Chega afirma que decisão sobre declarações de Montenegro terá impacto no futuro

    O presidente do Chega criticou hoje o pedido do primeiro-ministro de oposição à consulta pública da sua declaração de rendimentos e considerou que a decisão do Tribunal Constitucional fará jurisprudência e “vai ter impacto no futuro”.

    “O primeiro-ministro não pode entender nem achar que está acima dos outros no escrutínio. […] A menos que haja alguma razão de sigilo pessoal em algumas matérias, eu não vejo qual é a razão que possa sustentar isso”, afirmou.

  • Ventura espera chegar a entendimento sobre imigração e IRS após encontro com Montenegro

    O presidente do Chega disse hoje que na quinta-feira irá encontrar-se com o primeiro-ministro e espera chegar a um entendimento quanto às alterações à legislação sobre nacionalidade e imigração e também no que toca à descida do IRS.

    “Espero amanhã [quinta-feira] poder anunciar ao país que, em matéria de descida de impostos e em matéria de imigração, chegámos ao mínimo consenso possível para aprovar já na sexta-feira medidas que entrem em vigor rapidamente no país”, disse, indicando que espera poder fazer esse anúncio com o primeiro-ministro, Luís Montenegro.

  • Governo reúne-se esta tarde com Chega e IL sobre imigração. Encontro com PS fica para quinta-feira

    As reuniões que o Governo vai fazer com partidos para negociar as alterações às leis sobre imigração e nacionalidade já estão marcadas. Segundo apurou o Observador junto de fonte do Governo, haverá reuniões esta tarde com Chega às 17h e com a IL às 18h, na sala do Governo, na Assembleia da República. São os dois partidos que até ver mostraram maior disponibilidade para aprovar as propostas do Executivo, e estarão reunidos com o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim.

    Esta quinta-feira deverá existir uma reunião com o PS logo de manhã, mas o horário está por confirmar. José Luís Carneiro avisava esta terça-feira que o PS não aprovará as propostas com os moldes atuais.

    As propostas serão discutidas e votadas na sexta-feira.

  • Santos Silva desdramatiza divisões e diz que em 86 foi "um debate dramático que permitiu que depois todos estivessem unidos com Sares"

    “A divisão combate-se com o debate e não impedindo o debate e com decisões administrativas”, diz ainda Santos Silva.

    Elogia José Luís Carneiro por ter empurrado a decisão para depois das autárquicas e diz que “é altura de se apresentar quem tem condições para se apresentar”.

    Quanto a divisões no PS, diz que já assistiu a “um debate divisivo em 85 e 86 e até dramático que foi justamente o que permitiu que depois todos estivessem unidos no apoio a Soares”.

  • Santos Silva não diz se o independente é Sampaio da Nóvoa. E diz que PS "não está obrigado a apoiar um militante"

    O socialista é questionado sobre a possibilidade de António Sampaio da Nóvoa — e se o preferiria a António José Seguro — e responde que “o PS não está obrigado a apoiar um militante” e “as candidaturas não têm de se formar a partir dos partidos”.

    Recusa falar do nome de Sampaio da Nóvoa, mas repete que há uma candidatura “em falta” para uma área política. Em 2016, Santos Silva apoiou a candidatura do antigo reitor da Universidade de Lisboa.

    Sobre Seguro e se está fora de hipótese apoiá-lo, responde que “não está fora de hipótese nada até porque nas presidenciais há a possibilidade de uma primeira e segunda volta”.

  • Santos SIlva diz que a sua candidatura "seria divisiva" e defende candidatura de um independente

    Santos Silva defende que exista uma candidatura de um “independente, da sociedade civil”. “Para que essa candidatura exista é necessário que abandone” a candidatura, diz: “Abro o espaço para a apresentação de uma candidatura forte, agregadora e independente.”

    A sua candidatura “seria divisiva”, diz depois dos contactos que fez. Mas nega que não tivesse o apoio do PS, até porque o partido atirou essa decisão para depois das autárquicas.

  • Santos Silva não será candidato à Presidência: "Não serei candidato"

    Augusto Santos Silva inicia agora a entrevista à RTP e começa logo pelo assunto esperado: “Não serei candidato”.

    Diz que nos dias de reflexão chegou. “três ideias claras”: as candidaturas que existem “não cumprem as condições para que um vasto campo da política seja representado”; apesar dos “muitos apoios” chegou à conclusão que a sua candidatura “não seria suficiente abrangente” e que o melhor é uma candidatura da sociedade civil.

  • Montenegro quer "maior proporcionalidade" entre o direito à greve e a disponibilização de serviços mínimos

    Montenegro apela a diálogo com parceiros sociais para encontrar equilíbrio entre o direito à greve e os serviços mínimos. Falou da necessidade de “dar novas e boas oportunidades” laborais aos jovens.

    Montenegro quer “maior proporcionalidade” entre o direito à greve e a disponibilização de serviços mínimos

  • Aprovadas audições da ministra da Saúde sobre INEM e dermatologia do Santa Maria

    Sobre o caso do dermatologista que terá recebido, em 2024, mais de 400 mil euros em apenas dez dias, serão ouvidos também os responsáveis do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

    Aprovadas audições da ministra da Saúde sobre INEM e dermatologia do Santa Maria

  • Santos Silva marcou para hoje anúncio da sua decisão

    No final da semana passada, depois de António Vitorino ter anunciado a sua indisponibilidade para se candidatar à Presidência da República, Santos Silva fez saber que entrava numa “nova reflexão” sobre o tema.

    Em causa está o avanço de uma candidatura própria, numa altura em que o socialista que foi presidente da Assembleia da República (entre 2022 e 2024) considera que as candidaturas a Belém já conhecidas “não cumprem os requisitos mínimos”.

    Entre os nomes que já oficializaram candidatura está o do antigo líder do PS, António José Seguro, de quem Santos Silva foi especialmente crítico, dizendo que “se fica pelas banalidades”. Na corrida estão já também Luís Marques Mendes e Henrique Gouveia e Melo.

    Santos Silva faz “nova reflexão” e anuncia decisão sobre candidatura a Belém na quarta-feira

    Santos Silva faz “nova reflexão” e anuncia decisão sobre candidatura a Belém na quarta-feira

1 de 2