Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, quarta-feira.

    Zelensky participa no 1.º Conselho Europeu presidido por Costa

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Forças russas repelem ataque com 10 mísseis lançados contra Rostov

    Os sistemas de defesa aérea russos repeliram um ataque com 10 mísseis ucranianos lançados contra a região de Rostov, no sul da Rússia, informou o governador regional, Yuri Slyusar, segundo a Reuters.

    Fontes ucranianas afirmam que o ataque visava uma fábrica de produtos químicos que fornecia combustível para os foguetões das forças armadas russas. De acordo com o diretor do departamento de contrainformação do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia, a fábrica Kamensky foi atingida.

  • Zelensky e Macron discutem envio de tropas europeias para a Ucrânia

    Os Presidentes ucraniano e francês estiveram hoje reunidos para discutir a proposta de Emmanuel Macron de enviar tropas europeias para a Ucrânia como forma de ajudar a alcançar uma paz estável na região.

    “Partilhamos uma visão comum: são essenciais garantias fiáveis para uma paz que possa ser verdadeiramente alcançada. Continuamos a trabalhar na iniciativa do Presidente Macron relativa à presença de forças na Ucrânia que podem contribuir para estabilizar o caminho para a paz”, escreveu Volodymyr Zelensky numa publicação no X.

  • Norte-coreanos são "carne para canhão" na frente russa. As dificuldades de comunicação, os erros de organização e o fogo amigo

    Milhares de soldados norte-coreanos já combatem em Kursk. Este sábado, mataram chechenos em fogo amigo. As dificuldades no terreno impõem-se. Kiev faz uma aposta que funcionou antes: na sua deserção.

    Norte-coreanos são “carne para canhão” na frente russa. As dificuldades de comunicação, os erros de organização e o fogo amigo

  • Mísseis atingem fábrica de químicos na Rússia

    Kamensky, uma das maiores fábricas de produtos químicos da Rússia, foi atingida por um ataque de mísseis na região de Rostov, afirmou Andrii Kovalenko, diretor do departamento de contrainformação do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia.

    A fábrica produz combustível para rockets e componentes de munições e explosivos, afirmou Kovalenko, citado no Kyiv Independent.

  • Keith Kellogg diz que Ucrânia e Rússia estão prontas para negociações de paz

    O futuro enviado especial do governo dos EUA para a Rússia e Ucrânia, Keith Kellogg, afirmou em entrevista à Fox News que os dois países estão preparados para avançar para as negociações da paz.

    “Sem dúvida, penso que ambas as partes estão preparadas. Imaginem um combate num ringue. Os dois lutadores estão prontos para desistir. É preciso um árbitro para os separar. E eu acho que o presidente Trump pode fazer isso”, disse Kellogg.

    “Após mil dias de guerra, com 350 ou 400 mil russos mortos e 150 mil ucranianos mortos, ou algo do género, ambos os lados estão a dizer ‘talvez seja altura de recuar'”, acrescentou.

  • Rússia intensifica ataques contra a Ucrânia em Kursk e Donetsk

    Apesar de terem confirmado as primeiras baixas norte-coreanas em Kursk, um comandante do exército da Ucrânia admite que as forças russas intensificaram os ataques na região.

    Para além dos ataques reforçados no território alvo da primeira ofensiva ucraniana em mais de dois anos de conflito, o comandante Oleksandr Syrskyi, citado pela Reuters, refere que a Rússia também aumentou a pressão na frente de Donetsk.

  • Zelensky e Rutte prestam declarações aos jornalistas em Bruxelas

    Antes da reunião formal entre o Presidente da Ucrânia e o secretário-geral da NATO, Zelensky e Rutte prestaram declarações aos jornalistas presentes em Bruxelas, sobre os temas na agenda a discutir durante estes dois dias de reuniões com líderes ocidentais.

    Mark Rutte sublinha que a prioridade destes encontros é garantir que a Ucrânia está na melhor posição possível para entrar em negociações de paz, “no momento em que o decidirem fazer”. Adicionalmente, o secretário-geral da NATO admite que é importante pensar no cenário económico no país após a guerra, admitindo que a Aliança passe a comprar armas produzidas na “grande” indústria militar ucraniana.

    Volodymyr Zelensky, por sua vez, acredita que esta é “uma ótima oportunidade para discutir garantias de segurança”, e maneiras de reforçar as forças militares da Ucrânia. Outro tema que o Chefe de Estado continua a colocar em cima da mesa é a questão dos sistemas de defesa anti-aérea Patriot. Zelensky e a delegação ucraniana têm vindo a reforçar a necessidade de receber 19 destes sistemas, de modo a poder ter uma resposta contra o elevado fluxo de ameaças aéreas vindas da Rússia.

  • Zelensky admite que Ucrânia não tem "força para reconquistar" Crimeia e territórios no este do país

    O Presidente Volodymyr Zelensky admitiu que as forças ucranianas não têm capacidade para expulsar a Rússia dos territórios ocupados na Crimeia e no este da Ucrânia.

    “Não podemos desistir dos nossos territórios. A constituição ucraniana proíbe-nos de fazê-lo. Estes territórios são agora controlados pelos russos. Nós não temos a força para os reconquistar”, disse numa entrevista ao Le Parisien.

    “Apenas podemos contar com a pressão diplomática da comunidade internacional para forçar Putin a sentar-se à mesa de negociações”, concluiu.

  • Governo francês diz que Rússia tem tentado manipular influencers europeus para promover propaganda do Kremlin

    O ministro dos Negócios Estrangeiros francês disse que “a França tem provas de que a Rússia está a tentar manipular influencers em países da Europa”.

    “Investigações estão em curso e apelamos aos criadores de conteúdo e aos seus subscritores para estarem extremamente vigilantes em relação a estas ameaças ao nosso debate público”, disse Jean-Noel Barrot, em declarações citadas pela Sky News.

    Com base numa fonte dos serviços de informação franceses, o Le Monde noticiou hoje que mais de 2 mil influencers europeus foram abordados por personalidades próximas do Kremlin. Entre esses, 20 aceitaram propostas russas para promover propaganda nas redes sociais em troca de remuneração.

  • 200 mil drones entregues às Forças Armadas da Ucrânia em dezembro

    O ministro da Defesa da Ucrânia anunciou, numa publicação no Facebook, que 200 mil drones foram entregues às Forças Armadas ucranianas durante o mês de dezembro.

  • Zelensky chegou a Bruxelas antes de reunião do Conselho Europeu

    O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky chegou a Bruxelas onde se vai encontrar com vários líderes europeus. Amanhã, vai participar na primeira reunião do Conselho Europeu presidida por António Costa.

    “Juntos fortalecemos a Ucrânia e toda a Europa. Estou grato a todos aqueles que nos suportam”, escreveu no X.

  • Primeiro-ministro eslovaco vai reunir com Von der Leyen para discutir trânsito de gás russo

    O primeiro-ministro da Eslováquia Robert Fico vai reunir com a Presidente da Comissão Europeia Ursula Von der Leyen para discutir a possibilidade de continuar a importar gás através da Ucrânia, depois de 2024, avança a Reuters.

    Recentemente, o governo ucraniano rejeitou renovar o acordo de importação de gás com a energética estatal russa Gazprom, que terminará no final de 2024. A Eslováquia, que tem um contrato de longo prazo com a Gazprom, afirma que um acordo alternativo custaria mais 220 milhões de euros. O país recebe cerca de 2 mil milhões de metros cúbicos de gás importado através da Ucrânia, correspondendo quase na totalidade às necessidades do país.

    “Eu reconheço a decisão do governo ucraniano”, disse Fico, “mas isso não quer dizer que nós não possamos importar gás do este [da Europa]”. Contudo, na terça-feira, a Comissão Europeia disse que não apoiava qualquer extensão de contrato que envolvesse a continuação do trânsito de gás russo.

  • Rússia defende ataque de 10 mísseis ucranianos

    A Rússia defendeu um ataque ucraniano com 10 mísseis contra o distrito de Kamensky, na região de Rostov, junto à fronteira com a Ucrânia.

    De acordo com o governador de Rostov Yuri Slyusar, os fragmentos de um míssil intercetado caíram num edifício residencial na aldeia de Malaya Kamenka, causando um incêndio. Não foram resgistadas mortes ou ferimentos, porém o levantamento dos danos do ataque ainda está a ser feito.

  • Ucrânia está "a um passo" de um apagão

    A Ucrânia está “a um passo” de um apagão, após uma série de ataques russos contra a infraestrutura energética do país, de acordo com a deputada ucraniana Kira Rudik, citada pela Sky News.

    Rudik afirma que as populações na Ucrânia recebem energia “entre seis a oito horas por dia e, durante o resto do tempo, é um apagão”. A deputada conta que “não há eletricidade em casa”, afirmando que as famílias têm recorrido a geradores de combustível.

  • Ucrânia sofreu um milhão de baixas desde o início da guerra, afirma chefe das Forças Armadas russas

    O chefe da Forças Armadas russas Valery Gerasimov afirmou que a Ucrânia já sofreu um milhão de baixas (mortos, feridos e desaparecidos) desde o início do guerra, noticia a Sky News.

    De acordo com Gerasimov, ainda que a Ucrânia esteja a receber uma “enorme ajuda” do Ocidente, a Rússia ainda tem a iniciativa no campo de batalha. Assinalou também que, este ano, as forças russas conquistaram 190 postos ucranianos e novos 4.500 quilómetros de território.

    Este mês, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelesnky afirmou que 43 mil soldados ucranianos morreram e outros 370 mil ficaram feridos desde o início da guerra.

    Segundo a mais recente atualização das Forças Armadas da Ucrânia, a Rússia teve, desde o dia 24 de fevereiro de 2022 até hoje, 766.690 baixas. As forças russas não publicam o número oficiais das suas baixas.

  • Chefe das Forças Armadas russo diz que controlo de armamento é coisa do passado

    O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas russas Valery Gerasimov disse que a questão de controlo de armamento “ficou no passado”, devido à deterioração das relações entre Rússia e Ocidente.

    “Voltar a um nível mínimo de confiança é hoje impossível devido aos duplos critérios do Ocidente”, disse Gerasimov, em declarações citadas pela Reuters.

    Durante a guerra fria, foram assinados tratados internacionais para garantir o controlo de armamento, à medida que potências como a Rússia e os Estados Unidos aumentavam os seus arsenais nucleares.

  • Forças Armadas portuguesas monitorizam navio russo

    A Força Aérea e a Marinha portuguesa realizaram missões de monitorização do navio russo Admiral Gorshkov, enquanto este atravessava a Zona Económica Exclusiva de Portugal Continental, no passado domingo.

    Navio russo ADMIRAL GORSHKOV monitorizado pela marinha portuguesa e força aérea 15/12/2024 Força Aérea

  • Rússia está a “queimar rostos” de soldados norte-coreanos para ocultar perdas, afirma Zelensky

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que as forças russas estão a tentar “queimar os rostos” dos soldados norte-coreanos mortos para ocultar as baixas.

    “Enquanto estavam a ser treinados, estavam proibidos de mostrar o rosto. Qualquer prova de vídeo da sua presença foi apagada pelas forças russas”, escreveu o presidente ucraniano no Telegram, reporta o britânico The Telegraph.

    “Agora, depois de batalhas com as nossas tropas, os russos estão até a tentar… literalmente queimar os rostos dos soldados norte-coreanos mortos”, acrescentou.

  • Ucrânia revela laser "Tridente", arma capaz de abater aeronaves a mais de 2 Km

    O comandante das forças de sistemas não tripulados da Ucrânia, Vadym Sukharevsky, revelou que a Ucrânia desenvolveu uma arma laser chamada “Tryzub” (“Tridente”), capaz de abater aeronaves a distâncias superiores a dois quilómetros, reporta o Kyiv Post.

    “Podemos afirmar que, atualmente, a Ucrânia é, se não estou em erro, o quinto país que pode dizer que tem uma arma laser”, disse Sukharevsky. “Já somos capazes de abater aviões a uma altitude superior a 2 quilómetros com este laser”. “Funciona mesmo; existe mesmo”, afirmou.

    Em abril, recorda o jornal The Telegraph, Grant Shapps, antigo Ministro da Defesa britânico, afirmou que o laser “DragonFire”, do Reino Unido, poderia ser utilizado na Ucrânia para combater os drones russos. Na época, o ministro advertiu que a tecnologia laser poderia ter “enormes ramificações” no conflito, acrescentando que as forças armadas estavam a apressar-se para a colocar em funcionamento até 2027.

1 de 2