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  • Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador já abriu um novo para continuar a acompanhar ao minuto os desenvolvimentos dos incêndios florestais em Portugal. Pode segui-lo aqui.

    Quatro bombeiros feridos em despiste de veículo em Arouca. Mais de 2 mil operacionais continuam a combater incêndios por todo o país

  • Três principais fogos mobilizavam pelas 23h30 mais de 1.100 operacionais

    Mais de 1.100 operacionais combatiam pelas 23h30 de hoje os três incêndios florestais mais significativos em Portugal continental, em Torre de Moncorvo (Bragança), Arouca (Aveiro) e Santo Tirso (Porto), segundo a Proteção Civil.

    O fogo que deflagrou no sábado em Torre de Moncorvo e alastrou para Carrazeda de Ansiães mobilizava hoje à noite quase 500 operacionais, que tinham como prioridade a proteção de pessoas e bens.

    O segundo comandante regional Norte, Luís Araújo, indicou à Lusa num balanço pelas 22h30 de hoje que a mudança de vento fez com que a frente do fogo ganhasse intensidade, com os difíceis acessos a dificultarem o combate.

  • Fogo em Monção com 3 frentes ativas é o que mais preocupa no Alto Minho

    Um incêndio que deflagrou às 19h25 nas freguesias de Barrocas e Taias, no concelho de Monção, era, às 22h40 o incêndio mais preocupante no Alto Minho, com três frentes ativas.

    Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro do Alto Minho adiantou que o fogo «está a progredir em direção a Santo André», concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo.

    Segundo a mesma fonte, pelas 22h40, «não havia casas em risco, nem vítimas entre a população e os operacionais no terreno».

    Segundo a página oficial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) na Internet, às 23:30 o combate às chamas envolvia 55 operacionais e 15 viaturas.

  • Torre de Moncorvo. Quase 500 operacionais combatem fogo com frente de difícil acesso

    O incêndio que deflagrou no sábado em Torre de Moncorvo e alastrou para Carrazeda de Ansiães mobilizava hoje à noite quase 500 operacionais, que combatiam uma frente ativa de difícil acesso e tinham como preocupação preservar populações e infraestruturas.

    O segundo comandante regional Norte, Luís Araújo, indicou à Lusa num balanço pelas 22h30 de hoje que a mudança de vento fez com que a frente do fogo ganhasse intensidade, com os difíceis acessos a dificultarem o combate.

    Luís Araújo referiu também que a prioridade é a proteção de pessoas e bens e acrescentou que as populações estão alertadas.

    O oficial de Relações Públicas da GNR de Bragança, major Hernâni Martins, destacou à Lusa que a localidade de Seixo de Ansiães, concelho de Carrazeda de Ansiães, é a que representa maior preocupação.

    A mesma fonte explicou que as autoridades têm procurado aconselhar e falar com a população de forma preventiva e antecipada, para que esta mantenha a sua segurança e a dos seus bens.

    Hernâni Martins detalhou ainda que há várias estradas municipais cortadas entre as localidades de Besteiros e Seixo de Ansiães e entre Seixo de Ansiães e Coleja.

    Pelas 23h10 de hoje, o fogo mobilizava 491 operacionais, apoiados por 160 meios terrestres, segundo a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

  • Pavilhão da Secundária de Arouca preparado para descanso rotativo de 450 operacionais

    O pavilhão gimnodesportivo da Escola Secundária de Arouca foi disponibilizado para descanso rotativo dos mais de 450 operacionais destacados para combater o incêndio florestal que lavra desde segunda-feira à noite no concelho, revelou hoje a autarquia local.

    O edifício escolar em causa está localizado a cerca de 12 quilómetros de Bouceguedim, povoado da freguesia de Moldes onde o incêndio deflagrou às 21h50 de segunda-feira, mas, segundo disse à Lusa fonte da Câmara Municipal de Arouca, o espaço revela-se o «mais próximo e seguro» para recuperação adequada dos bombeiros e outros agentes da Proteção Civil que têm estado a combater o fogo nesse concelho do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto.

    «Sabemos que o combate aos incêndios exige um esforço físico e emocional enorme. Por isso, assegurar um espaço adequado para repouso, higiene e recuperação é também uma forma concreta de apoiar quem está na linha da frente», declarou à Lusa a presidente da Câmara de Arouca, Margarida Belém.

  • Incêndio em Ponte de Lima ainda mobiliza 196 operacionais

    Em Ponte de Lima, o comandante dos Bombeiros Voluntários, Carlos Lima, afirmou que o incêndio que começou no domingo, pelas 14h26, na freguesia de Facha, lugar da Senhora da Rocha, entrou em fase de rescaldo cerca das 13h00, mas permaneciam no terreno, às 19h55, 196 operacionais e 67 viaturas.

    Já em Refoios do Lima, o incêndio que deflagrou na segunda-feira, às 16h41, entrou em fase de rescaldo cerca das 18h05.

    No local permaneciam, às 19h55, 36 operacionais, apoiados por 12 viaturas.

  • Quatro meios aéreos e 120 operacionais combatem fogo em Arcos de Valdevez

    O incêndio que deflagrou hoje às 15h40 na freguesia de Rio Frio, concelho de Arcos de Valdevez, mobilizava, às 19h55, três meios aéreos, 120 operacionais e 37 viaturas, disse o presidente da Câmara.

    Contactado pela agência Lusa, Olegário Gonçalves (PSD) adiantou que “durante a tarde chegaram a estar ameaçadas algumas habitações em Miranda, Rio Frio”, mas às 19h55 “não havia esse risco”.

    O autarca de Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo, disse ainda que “o fogo lavra com alguma intensidade”.

    Adiantou ainda não haver registos de feridos entre a população e os operacionais no terreno.

  • Mudança da direção do vento dificulta combate às chamas em Santo Tirso

    A mudança da direção do vento complicou, durante a tarde de hoje, o combate às chamas no incêndio que deflagrou na segunda-feira em Rebordões, no concelho de Santo Tirso, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários Tirsenses.

    O comandante Vítor Pinto explicou que a “mudança de direção do vento” durante a tarde complicou o combate às chamas e “a parte mais calma do incêndio tornou-se a mais ativa”.

    Os operacionais no terreno encontram-se agora a “recolocar os meios” para as zonas mais críticas.

    Pelas 19h00, o incêndio que deflagrou às 17h40 de segunda-feira tinha duas frentes ativas “a arder com intensidade” e no combate às chamas estavam 221 operacionais, apoiados por 71 meios terrestres.

  • Mais de 1.100 operacionais nos três maiores fogos ativos

    Mais de 1.100 operacionais combatiam pelas 18h00 os três maiores incêndios ativos em Portugal, em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca, apoiados por 345 viaturas e 10 meios aéreos, de acordo com a Proteção Civil.

    Segundo a informação disponível no site da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o fogo que deflagrou no sábado em Cabeça Boa, concelho de Torre de Moncorvo, distrito de Bragança, era o que mobilizava mais meios, com 478 operacionais, 148 veículos e seis meios aéreos envolvidos no combate às chamas.

    Já o incêndio que lavra desde segunda-feira em Cabreiros e Albergaria da Serra, no município de Arouca, distrito de Aveiro, concentrava 416 operacionais, com 130 viaturas e três meios aéreos.

    No distrito do Porto, pelas 18h00 continuava ativo o fogo que deflagrou na segunda-feira em Rebordões, no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, mobilizando 215 operacionais, 67 viaturas e um meio aéreo.

    O fogo que começou no domingo na freguesia de Facha, no concelho de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, já está em fase de resolução, ou seja, “sem perigo de propagação”, segundo a ANEPC, mas ainda mobilizava ao final da tarde 199 operacionais e 66 veículos.

    Pelas 18h00, no total, estavam ativos nove fogos rurais que envolviam cerca de 1.380 operacionais e mais de duas dezenas de meios aéreos.

  • Fogo em Arouca “está para durar” e tem quatro aldeias “na linha de fogo”

    O incêndio que lavra desde a noite de segunda-feira em Arouca “está para durar” e às 16h30 tinha quatro aldeias “na linha de fogo”, mobilizando 363 operacionais, disse hoje à Lusa o comandante da corporação local de bombeiros.

    Em causa está o incêndio que deflagrou às 21h50 de segunda-feira em Bouceguedim, na freguesia de Moldes, e que desde essa hora vem obrigando a especial vigilância junto de alguns povoados rurais do concelho do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto.

    “Isto ainda está para durar”, afirmou Sérgio Azevedo, comandante dos Bombeiros Voluntários de Arouca, sobre o incêndio que esta tarde tinha três frentes ativas, envolvia também o apoio de 115 viaturas e passou de nove para três meios aéreos.

    “Temos quatro aldeias na linha de fogo e estamos com meios lá para evitar que ele lhes chegue”, acrescentou o responsável, indicando que as povoações em causa são as de Bouceguedim, Cando, Rio de Frades e Pedrógão.

    Para evitar riscos à população e facilitar a mobilidade dos veículos de socorro, duas vias foram cortadas ao trânsito: a Estrada Municipal entre Ponte de Telhe e Rio de Frades e a chamada Estrada dos Militares, que liga Moldes a Cabreiros, em direção a São Pedro do Sul, no distrito vizinho de Viseu.

    Apesar do reforço de meios humanos que tem sido gradual desde esta manhã, Sérgio Azevedo revelou que os bombeiros da corporação de Vale de Cambra que estavam ao serviço em Arouca foram entretanto reafetados ao incêndio que deflagrou esta tarde naquele concelho vizinho.

    “Foram chamados para combater o fogo lá e, se pudéssemos, também gostávamos de os ir ajudar”, admitiu o comandante de Arouca, explicando que “era sinal de que as coisas aqui já estavam controladas”.

  • Fogo em Aveiro dominado

    O fogo que deflagrou ao início da tarde de hoje em Eixo e Eirol, no concelho de Aveiro, encontra-se dominado desde as 15h18, disse à Lusa fonte da Proteção Civil local.

    Pelas 17h10, o incêndio estava a ser combatido por 85 operacionais, apoiados por 25 meios terrestres, segundo o site da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

    As chamas deflagraram no lugar da Horta e o alerta foi dado cerca das 13h30.

  • Mais de 2500 bombeiros combatem 61 fogos. Incêndio em Torre de Moncorvo é o que mais preocupa

    Os 61 fogos que atingiam Portugal Continental pelas 17h05 estavam a ser combatidos por 2584 operacionais, 25 meios aéreos e 794 meios terrestres. Segundo a Proteção Civil, entre as ocorrências significativas, o incêndio em Torre de Moncorvo era aquele que mais preocupação gerava: à mesma hora, o fogo que começou em Cabeça Boa estava a ser combatido por 463 operacionais, seis meios aéreos e 143 meios terrestres.

    O combate ao fogo em Arouca juntava três meios aéreos, 375 bombeiros e 118 meios terrestres. Em Ponte de Lima, estavam 236 operacionais e 80 veículos de apoio.

    Duzentos e vinte operacionais combatiam as chamas que deflagraram em Rebordões, Santo Tirso, com a ajuda de 68 veículos e um meio aéreo.

  • Área ardida quatro vezes menor este ano, mas número de fogos aumenta

    A área ardida este ano é cerca de quatro vezes menor em relação ao período homólogo em 2025, totalizando até hoje 60.572 hectares, mas o número de incêndios florestais aumentou 13%, ultrapassando os 6.500, indicam dados oficiais.

    Segundo o portal do Sistema de Gestão Integrada dos Fogos Rurais (SGIFR), gerido pela Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), entre 1 de janeiro e hoje deflagraram 6.572 incêndios que consumiram 60.572 hectares de mato e floresta, o quinto pior ano em área ardida da década, depois de 2017, 2025, 2016 e 2022.

    Os dados mostram também que 2026 é o sexto pior ano de incêndios, realçando que as ocorrências de fogo registavam uma diminuição desde 2022, mas este ano esta tendência está a inverter-se ao contabilizar-se o maior número dos últimos quatro anos.

  • Mais de 100 operacionais e três meios aéreos combatem fogo em Aveiro

    Um incêndio que deflagrou ao início da tarde de hoje em Eixo e Eirol, no concelho de Aveiro, estava a mobilizar, pelas 15h00, 130 operacionais, apoiados por 35 meios terrestres e três meios aéreos, de acordo com a Proteção Civil.

    De acordo com fonte da Proteção Civil de Aveiro, apesar de as chamas serem relativamente perto da Autoestrada 1 (A1), “não está para já previsto” o corte desta via.

    A mesma fonte não conseguiu, contudo, indicar o número de frentes do incêndio.

    As chamas deflagraram no lugar da Horta e o alerta foi dado por volta das 13h30.

  • Incêndios mobilizam mais de 2.400 bombeiros. Fogos de Torre de Moncorvo e Arouca mobilizam o maior número de meios

    A informação disponível no site da Proteção Civil dá conta de 2.447 bombeiros envolvidos no combate às chamas, apoiados por 740 meios terrestres. Estão também a ser usados 30 meios aéreos para responder às ocorrências.

    Neste momento, a Proteção Civil coloca sete incêndios na lista de ocorrências significativas: Cabeça Boa (Torre de Moncorvo), Ardãos (Boticas), Facha (Ponte de Lima), Bigorne (Lamego), Rebordões (Santo Tirso), Cabreiros (Arouca) e Seixo de Manhoses (Vila Flor).

    Desta lista, os incêndios de Torre de Moncorvo e Arouca são os que mobilizam o maior número de meios. Estão 451 operacionais em Torre de Moncorvo, com 144 viaturas e seis meios aéreos. Já em Arouca, contam-se 405 bombeiros, 123 viaturas e sete meios aéreos.

  • Arderam já 900 hectares em fogo de Santo Tirso com três frentes ativas

    O incêndio que deflagrou ao final da tarde de segunda-feira em Rebordões, no concelho de Santo Tirso, já consumiu 900 hectares e, pelas 13h30, tinha três frentes ativas, disse hoje fonte dos bombeiros.

    De acordo com o comandante dos Bombeiros Voluntários Tirsenses, Vítor Pinto, o incêndio não tem “uma frente muito severa”, o que dá uma “falsa acalmia”, uma vez que “há vários pontos que vão reativando”.

    Vítor Pinto, em declarações à RTP, explicou que na segunda-feira, pelas 17h40, as chamas deflagraram numa “encosta muito íngreme” e foram-se espalhando por uma área de 900 hectares, o que resultou no “desgaste dos meios”.

    Para além da topografia, o comandante apontou a “meteorologia muito severa, as temperaturas muito altas e os ventos de leste” como os “combustíveis” que dificultaram o combate às chamas.

    Durante a tarde, “vamos continuar muito empenhados em consolidar aquilo que foi o trabalho árduo do dia de ontem [segunda-feira], durante a noite, e de hoje de manhã”, garantiu o bombeiro, que espera que as chamas abrandem durante a tarde de hoje.

    Por volta das 14 horas, estão no terreno 214 bombeiros e 68 meios terrestres.

  • Fogo em Arouca com três frentes ativas

    O combate ao fogo que lavra desde segunda-feira à noite em Arouca passou de quatro para três frentes ativas, revelou a autarquia local.

    Em causa está o incêndio florestal que deflagrou às 21h50 em Bouceguedim, na freguesia de Moldes, e que, durante a madrugada, obrigou a especial vigilância junto a esse povoado e também aos de Cando e Rio de Frades, todos no concelho de Arouca, no distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto.

    Entretanto, o incêndio passou de quatro para três frentes, mas, dada a sua intensidade, a presidente da Câmara Municipal de Arouca adiantou à Lusa: “Haverá um reforço de meios no combate às chamas com mais 100 operacionais, 30 veículos, dois aviões médios e dois helicópteros pesados. Estes meios estão a começar a chegar ao teatro das operações.”

    Às 13h50, estão 354 operacionais e 110 meios terrestres no terreno, apoiados por sete meios aéreos, refere o site da Proteção Civil.

  • Fogo em Torre de Moncorvo com três frentes ativas

    O incêndio que deflagrou sábado em Torre de Moncorvo e que no domingo alastrou para Carrazeda de Ansiães, distrito de Bragança, tem três frentes ativas e mais de 400 operacionais no terreno, indicou hoje fonte da Proteção Civil.

    “Neste momento, mantemos três frentes ativas, duas no concelho de Carrazeda de Ansiães e uma no concelho de Torre de Moncorvo. Todas elas, neste momento, têm meios já a trabalhar ou em progressão, apoiados também com descargas de meios aéreos”, explicou pelas 11h00 o segundo comandante regional de Emergência e Proteção Civil do Norte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Luís Araújo.

    O responsável explicou ainda que estão, igualmente, a planear a estratégia de reforço dos meios aéreos nos sítios onde, de momento, ainda não é possível lá colocá-los por razões de segurança. “Temos toda essa estratégia planeada, os meios estão a ser posicionados”, garantiu.

    Luís Araújo destacou ainda que as condições meteorológicas ao longo do dia, o aumento da temperatura e do vento, podem trazer “fortes reativações”.

    “Vamos tudo fazer com aquilo que temos de capacidades para evitar que essas reativações se transformem em novas frentes ou inovem as frentes que já existem”, sublinhou.

    O segundo comandante regional de Emergência e Proteção Civil do Norte referiu que a orografia é aquilo que está a tornar o combate ao fogo mais complexo.

    “Todas as zonas em que a orografia não era problema conseguimos debelá-las e, neste momento, estão resolvidas, estão em resolução, já a parte em que a orografia nos deixa desafios temos que ter a capacidade de conseguir ultrapassar esses desafios e com estratégia levar a cabo aquilo que é o objetivo final, que é fazer a resolução do incêndio”, vincou.

  • Fogo em Torre de Moncorvo mobiliza mais de 400 bombeiros

    O incêndio em Cabeça Boa, Torre de Moncorvo, no Douro, continua a mobilizar o maior número de operacionais.

    De acordo com a página da Proteção Civil, estão no terreno 412 operacionais, apoiados por 135 viaturas. Estão também a ser usados quatro meios aéreos para o combate às chamas.

    O incêndio deflagrou ao início da noite de sábado.

  • Fogo em Ponte de Lima está em fase de resolução

    O incêndio em Facha, Ponte de Lima, está em fase de resolução, de acordo com a página da Proteção Civil.

    Há ainda 200 operacionais e 72 viaturas neste incêndio, apoiadas por um meio aéreo.

    Este incêndio de mato teve início no domingo, às 14h26.

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