Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com o conflito no Médio Oriente ao longo do dia de ontem, sábado.

    Flotilha com Greta Thunberg e Mariana Mortágua parte dentro de poucas horas de Barcelona em direção a Gaza

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • 77 mortos em ataques israelitas em Gaza este sábado

    77 palestinianos foram mortos em ataques israelitas em Gaza este sábado, avança a Al Jazeera, com base em relatos vindos de hospitais do enclave palestiniano.

    Destes, 47 terão morrido na Cidade de Gaza e 19 morreram ao procurar ajuda na região central e sul da Faixa de Gaza.

  • IDF confirmam que "eliminaram" primeiro-ministro dos houthis em ataque no Iémen

    As Forças de Defesa Israelitas confirmaram numa partilha no X a morte do primeiro-ministro houthi, Ahmed Al-Rahawi, junto com “outros oficiais seniores do regime terrorista”, durante o ataque a Sanna, no Iémen, na passada quinta-feira. “No local estavam oficiais responsáveis pelo uso de força, fortalecimento militar do regime terrorista houthi e avanço dos atos de terror contra Israel”, diz ainda o comunicado dos militares israelitas. “As IDF vão continuar a ter como alvo qualquer ameaça contra os civis israelitas”.

    Mais cedo os rebeldes já tinham confirmado a morte. Num comunicado assinado pelo líder Mahdi al-Mashat, os houthis anunciaram a morte “do combatente Ahmed Ghaleb Nasser Al-Rahawi ao lado de muitos colegas ministros”. “Outros ficaram feridos, alguns dos quais com gravidade, e estão a receber tratamento médico desde quinta-feira à tarde”, prosseguiu o grupo que integra o eixo de resistência montado pelo Irão no Médio Oriente.

  • Governo apresenta condolências à família de luso-israelita e "ao povo de Israel"

    O Governo, através de uma mensagem do Ministério dos Negócios Estrangeiros, apresentou as condolências à família do luso-israelita. Mas também “ao povo de Israel, solidarizando-se com o seu sofrimento”.

  • Recuperado corpo de refém luso-israelita morto a 7 de outubro

    Foi recuperado o corpo de Idan Shtivi, refém luso-israelita que morreu no ataque do Hamas a 7 de outubro de 2023 em Gaza, avança o Haaretz. Idan Shtivi era fotógrafo e tinha 28 anos quando morreu no festival Nova.

    Na passada sexta-feira o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou que as autoridades israelitas recuperaram os corpos de dois reféns na Faixa de Gaza, raptados durante os ataques do Hamas a 7 de outubro de 2023. O outro corpo é o de Ilan Weiss, um israelita de 56 anos.

  • Manifestantes pró-palestina no Festival de Cinema de Veneza

    Centenas de pessoas manifestam-se este sábado diante do Festival de Cinema de Veneza contra a ofensiva israelita em Gaza, escreve o Le Monde, e mostram várias imagens divulgadas nas redes sociais. Os manifestantes carregam faixas a dizer: “Parem o genocídio”, e muitas bandeiras palestinianas.

    O Festival de Cinema de Veneza está na 82ª edição e arrancou na passada quarta-feira, atraindo muitas celebridades internacionais.

  • Israel elimina líderes dos houthis no Iémen. Grupo admite morte do primeiro-ministro e de outros governantes

    Houthis emitiram comunicado a admitir morte do primeiro-ministro e outros governantes após um ataque israelita à capital Sanaa. Israel muda o foco e deixa de atacar apenas infraestruturas no Iémen.

    Israel elimina líderes dos houthis no Iémen. Grupo admite morte do primeiro-ministro e de outros governantes

  • Flotilha parte domingo às 14h de Barcelona

    A flotilha que parte este domingo rumo à Faixa de Gaza e que conta com a presença da deputada Mariana Mortágua e ativista Greta Thunberg, sai de Barcelona às 15h locais, 14h em Lisboa, informou a Global Sumud Flotilla.

    Antes das embarcações saírem, pelas 9h, haverá uma conferência de imprensa com alguns dos integrantes da missão, como Greta Thunberg ou o ativista brasileiro Thiago Ávila. Já Mariana Mortágua deve falar às 9h40, quando vai prestar declarações em frente aos barcos.

    A flotilha parte este domingo de Barcelona e vai empreender uma viagem que durará cerca de duas semanas, levando a bordo uma delegação composta por representantes de 44 países. São várias embarcações onde estará a delegação portuguesa, mas também nomes como os de Greta Thunberg e dos atores Mark Ruffalo ou Susan Sarandon, que têm defendido a causa palestiniana.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês diz que Israel está a "minar a solução dos dois estados"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês disse este sábado, depois de uma reunião informal da União Europeia em Copenhaga, que Israel está a “minar a solução dos dois estados” através das ofensivas contra Gaza, cita a Al Jazeera.

    Lars Lokke Rasmussen disse também que a Dinamarca está pronta para impor sanções a ministros israelitas e suspender acordos da UE e Israel.

  • O que está a acontecer no conflito israelo-palestiniano

    • Os rebeldes houthis confirmaram a morte do primeiro-ministro do seu governo, Ahmed al-Rahawi, em resultado de um ataque israelita a Sanaa, no Iémen. Esta ofensiva de Israel surge como retaliação às ações dos houthis contra alvos israelitas, em solidariedade com Gaza, mas o movimento houthi declarou que continuará a apoiar militarmente os palestinianos.
    • O Governo reiterou que não tem qualquer obrigação ao abrigo do direito internacional de acompanhar e proteger a flotilha em direção a Gaza com a deputada Mariana Mortágua, o ativista Miguel Duarte e a atriz Sofia Aparício. “É algo que me parece inusitado”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.
    • A Cruz Vermelha denunciou os planos de evacuação em massa de civis da Cidade de Gaza por parte de Israel, considerando impossível realizar tal operação de forma segura e digna nas condições atuais. A retirada forçada poderia desencadear um movimento populacional insustentável devido à destruição de infraestruturas e à escassez de bens essenciais na região.
    • A Alemanha declarou que não apoiará sanções da União Europeia contra Israel, afirmando que sanções não teriam impacto na operação militar israelita em Gaza. Em vez disso, a Alemanha propõe restringir as transferências de armas para Israel. Esta posição contrasta com a de países como Espanha e Irlanda, que têm pressionado para a adoção de sanções.
    • Em resposta a tentativas alegadas de espionagem a favor de Israel, o Irão anunciou a detenção de oito pessoas acusadas de trabalharem para a Mossad, no nordeste do país. Esta ação integra-se num contexto mais amplo de tensões regionais entre o Irão e os aliados de Israel, exacerbadas por questões relacionadas com os programas nucleares iranianos.

  • Houthis confirmam morte do primeiro-ministro em ataque israelita a Sanaa

    Os rebeldes houthis confirmaram que o primeiro-ministro do seu governo, Ahmed al-Rahawi, foi morto num bombardeamento israelita contra Sanaa, realizado na quinta-feira.

    A ofensiva israelita surgiu no contexto de uma série de ataques de Israel ao Iémen, em resposta às investidas houthis contra alvos israelitas e navios ocidentais no Mar Vermelho e no Golfo de Áden (em solidariedade com Gaza).

    O exército israelita declarou ter atingido um “alvo militar na área de Sanaa”.

    Mesmo reconhecendo a morte do líder, o movimento houthi, contudo, já avisou que as operações israelitas não irão travar a sua ação militar em apoio aos palestinianos.

  • Israel estima que apenas 10 mil civis deixaram o norte de Gaza, longe da meta de evacuação

    As autoridades israelitas admitem que a retirada de civis do norte de Gaza está a decorrer muito mais lentamente do que o previsto. Três semanas após o anúncio da intenção de esvaziar a cidade antes de uma ofensiva do exército, apenas cerca de 10 mil pessoas terão seguido para o sul, segundo dados avançados pelo Canal 12.

    Israel calcula que ainda permaneçam na zona cerca de um milhão de civis, apesar dos repetidos apelos à evacuação.

  • União Europeia pede a Estados Unidos que reconsiderem rejeição de vistos para autoridades palestinianas

    A União Europeia pediu aos Estados Unidos da América que reconsiderem a rejeição dos vistos das autoridades palestinianas, que iam participar na Assembleia Geral das Nações Unidas.

    União Europeia pede a Estados Unidos que reconsiderem rejeição de vistos para autoridades palestinianas

  • Cruz Vermelha afirma que retirada em massa da população da Cidade de Gaza é impossível

    A presidente do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) denunciou hoje os planos israelitas de evacuação em massa da Cidade de Gaza, sublinhando que é “impossível” retirar toda a população de forma “segura e digna”.

    “É impossível realizar uma evacuação em massa da Cidade de Gaza de forma segura e digna nas condições atuais”, disse Mirjana Spoljaric em comunicado.

    “Tal retirada desencadearia um movimento populacional massivo que nenhuma área da Faixa de Gaza é capaz de absorver, dada a destruição generalizada das infraestruturas civis e a extrema escassez de alimentos, água, abrigo e assistência médica”, acrescentou.

  • "Não vamos desencadear guerra contra Israel." Governo reafirma que não tem obrigação de proteger flotilha humanitária rumo a Gaza

    O Governo esclareceu hoje que não tem qualquer obrigação ao abrigo do direito internacional de acompanhar e proteger a flotilha em direção a Gaza com a deputada Mariana Mortágua, o ativista Miguel Duarte e a atriz Sofia Aparício.

    “É algo que me parece inusitado”, disse à Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, esclarecendo que o Estado português “não tem nada que proteger, nem acompanhar” a flotilha humanitária que vai tentar levar apoio humanitário à Faixa de Gaza e romper o cerco israelita que bloqueia a entrada de qualquer assistência ao enclave palestiniano.

    Enquanto decorria uma reunião ministerial informal, no âmbito da presidência dinamarquesa do Conselho da União Europeia, em Copenhaga, Paulo Rangel explicou que a iniciativa é da sociedade civil e que “o Estado português não organizou esta missão, o Estado português não está vinculado a esta missão”.

    “Não vamos agora pôr a frota da Armada Portuguesa a acompanhar esta flotilha ou a desencadear uma guerra contra Israel, não sei bem o que é que se pretende”, completou o governante, recordando que a imunidade parlamentar da coordenadora do Bloco de Esquerda não dá a Mariana Mortágua imunidade diplomática.

    “A iniciativa com certeza que é louvável, os próprios [integrantes] disseram que tem uma natureza simbólica e isso é compreensível, a situação da catástrofe humanitária em Gaza é realmente terrível e eu compreendo que cada um, à sua maneira, entenda usar os meios que deve, mas é uma iniciativa da sociedade civil”, comentou.

    “Outra coisa diferente, mas isso é devido a qualquer cidadão português, não há aqui nenhuma excecionalidade, nem sequer pela questão de ser deputado ou deputada […], evidentemente que o Estado português usa da proteção consular, havendo algum problema”, acrescentou, assegurando que está garantida para os três portugueses que tentaram penetrar o bloqueio israelita a Gaza.

  • Governo começa esta semana a ouvir partidos sobre reconhecimento da Palestina em setembro

    Governo já consultou o Presidente da República sobre o reconhecimento do Estado da Palestina e vai começar a auscultar os partidos com representação parlamentar. Chega, IL e Livre são os primeiros.

    Governo começa esta semana a ouvir partidos sobre reconhecimento da Palestina em setembro

  • Flotilha a Gaza. MNE espanhol garante que Espanha vai oferecer "toda a proteção diplomática e consular" aos tripulantes

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, José Manuel Albares, assegurou este sábado que o país vai oferecer “toda a proteção diplomática e consular” à flotilha que parte este domingo rumo à Faixa de Gaza e que conta com a presença da deputada Mariana Mortágua e ativista Greta Thunberg.

    Espanha, assegurou o ministro, não vai “permitir nenhuma atuação que viole a legalidade internacional” no que toca à flotilha.

    “Noutras ocasiões, com outras flotilha que houve, temos estado em contacto para o caso de qualquer incidente e concedemos toda a nossa proteção diplomática e proteção consular. Neste caso, vai ser exatamente igual”, disse José Manuel Albares, numa entrevista concedida hoje à rádio catalã, RAC1.

    José Manuel Albares espera, no entanto, que não haja mais “flotilhas” e que sejam abertos todos os “passos terrestres” para que entre ajuda humanitária em Gaza.

    Caso haja detenções na chegada a Gaza, detalha o ministro, Espanha colocará em disposição as “embaixadas espanholas mais próximas”. À de Telavive será mesmo pedido que prepare os “mecanismos de proteção”.

    Por agora, o ministro disse que ninguém do governo de Israel contactou os diplomatas espanhóis sobre a flotilha, que parte este domingo do porto de Barcelona.

    O ministro também “compreendeu” a solidariedade demonstrada por aqueles que decidem ir na flotilha perante a “insuportável” situação que se vive na Faixa de Gaza.

  • Sánchez contesta decisão dos EUA de impedir entrada de palestinianos: "Injusta"

    Tal como o líder da diplomacia francesa, o chefe de governo de Espanha, Pedro Sánchez, veio hoje condenar a ação norte-americana de impedir a entrada de membros da Autoridade Palestiniana nos Estados Unidos para participarem na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Para Pedro Sánchez, a ação norte-americana é “injusta”: “A Palestina tem o direito de que a sua voz seja ouvida nas Nações Unidas e em todos os fóruns internacionais”.

    Este sábado, Pedro Sánchez falou ao telefone com o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas.

  • Alemanha não vai apoiar sanções da UE contra Israel. União Europeia está "dividida", assume Kaja Kallas

    A Alemanha declarou hoje em Copenhaga, durante a cimeira informal dos chefes da diplomacia da União Europeia (UE), que não vai apoiar um pacote de sanções da UE contra Israel.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Johann Wadephul, considera que a aplicação de sanções não teria qualquer influência na operação militar israelita na Faixa de Gaza.

    Para o ministro, a Alemanha prefere restringir as armas que tem entregado a Israel. “Acredito que é uma medida ponderada e precisa que é muito importante e necessária”, defendeu Johann Wadephul, citado pelo Hareetz.

    Pelo contrário, países como Espanha, Dinamarca, Irlanda, Eslovénia ou os Países Baixos, têm feito pressão para que a União Europeia aplique sanções a Israel.

    Além da Alemanha, Itália tem-se oposto à aplicação de sanções contra o Estado judaico.

    A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, também já tinha dito este sábado que a União Europeia estava “muito dividida” neste assunto e que, na cimeira em Copenhaga, não seria tomada qualquer decisão final.

  • Irão acusa França, Alemanha e Reino Unido de agirem em nome dos EUA e Israel

    O Irão acusou a Alemanha, a França e o Reino Unido de agirem em nome dos Estados Unidos e de Israel com o objetivo de tentar reativar as sanções das Nações Unidas contra a República Islâmica.

    “Ao agir em nome de Israel e dos Estados Unidos, o E3 — grupo formado pela Alemanha, França e Reino Unido – decidiu prosseguir maliciosamente uma política de pressão sobre o povo iraniano. Esta insensatez, contra a qual o Irão alertou firmemente, é imoral, injustificada e ilegal”, denunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, na sexta-feira à noite.

    Segundo Araghchi, a decisão dos países europeus “terá graves consequências negativas para a diplomacia”, afetará o diálogo em curso com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) e obrigará a uma resposta do Irão.

    A declaração do ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano refere-se à ativação na quinta-feira pelo E3 — países que faziam parte do acordo nuclear iraniano de 2015 -, do mecanismo que restabelece automaticamente as sanções das Nações Unidas contra Teerão devido ao seu programa nuclear.

1 de 2