Histórico de atualizações
  • Encerramos aqui este liveblog. Pode continuar a acompanhar todos os acontecimentos no Médio Oriente e a ofensiva israelita na Faixa de Gaza ao longo deste domingo neste novo artigo em direto.

    “Vamos fazer o Médio Oriente grande outra vez”, Netanyahu agradece apoio de Donald Trump

  • Israel anuncia morte de comandante do Hezbollah no sul do Líbano

    Um comandante do Hezbollah foi morto durante um ataque israelita com drones no sul do Líbano, reportam as Forças de Defesa de Israel (IDF), segundo o Times of Israel.

    De acordo com os militares, o ataque aconteceu em Mahrouna e tirou a vida Abbas al-Hassan Wahbi, chefe de segurança de uma força de elite do Hezbollah.

    As IDF argumentam que o comandante estava envolvido numa série de esforços para recuperar as forças do grupo terrorista.

  • IDF confirmam morte de fundador do Hamas

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) revelaram ter matado Hakham Muhammad Issa Al-Issa, um dos fundadores do Hamas que consideram ter tido “um papel significativo no planeamento e execução do massacre de 7 de outubro”. A morte ocorreu durante ataques à zona de Sabra, na cidade de Gaza, esta sexta-feira. As IDF adiantam ainda que estaria com a mulher e com o neto durante o ataque.

  • Irão reabre espaço aéreo a passagem de todos os voos internacionais

    A agência noticiosa estatal iraniana, Nour News, informou hoje que o espaço aéreo no centro e no oeste do país já foi reaberto à passagem de voos internacionais. No entanto, o tráfego de e para o Irão continua a ser alvo de restrições.

  • Número de mortos na Faixa de Gaza volta a subir e ultrapassa os 40

    O número de palestinianos mortos por ataques israelitas contra a Faixa de Gaza este sábado mais do que duplicou nas últimas horas e chegou aos 44, relata a Al Jazeera. A maior parte destas pessoas — 23 — foi morta no centro e no norte no enclave, que continua a enfrentar um bloqueio humanitário. Perto da Cidade de Gaza, onze pessoas, incluindo quatro crianças, foram mortas num ataque das forças israelitas. No sul, quatro pessoas foram mortas num ataque aéreo em Khan Younis e outras seis foram mortas por soldados israelitas perto de um centro de distribuição de ajuda humanitária.

  • Fundação Humanitária de Gaza nega que forças israelitas tenham disparado sobre multidão em pontos de distribuição

    A Fundação Humanitária de Gaza (GHF) — a associação norte-americana responsável pela distribuição de ajuda humanitária na Faixa de Gaza — acusou hoje o Haaretz de “relatos noticiosos incorretos”, depois de o jornal israelita ter noticiado que soldados do Exército israelita tinham recebido ordens para disparar deliberadamente sobre as multidões de palestinianos que tentam diariamente receber comida nestes pontos de distribuição. O governo israelita também já tinha negado a informação.

    A GHF nega ainda que pessoas tenham sequer morrido nos locais onde opera e ressalvou, num comunicado enviado ao Haaretz, que as pessoas que procuram ajuda devem seguir à risca as instruções colocadas na página do Facebook, já que o Exército israelita opera fora do perímetro da associação. Na passada terça-feira, as Nações Unidas denunciaram que pelo menos 410 pessoas já foram mortas por soldados israelitas nos centros operados pela GHF.

  • Número de mortos em Gaza hoje sobe para 21. Ofensiva israelita já matou 56.412 palestinianos

    O número de palestinianos mortos na Faixa de Gaza continua a subir. Segundo fontes médicas, desde esta manhã, já foram mortas 21 pessoas (a contagem mais recente apontava para 17). Já o Ministério da Saúde relata que, nas últimas 24 horas, os ataques israelitas mataram 81 pessoas. O gabinete de comunicação revela ainda que 66 crianças já morreram de malnutrição no enclave palestiniano.

    Desde o dia 7 de outubro de 2023, os ataques israelitas contra a Faixa de Gaza já mataram 56.412 pessoas e feriram 133.054. Todos os números das diferentes autoridades foram citados pela Al Jazeera.

  • Oposição israelita aponta violência dos colonos como "a ameaça existencial mais séria"

    Yair Golan, líder do partido de centro-esquerda Os Democratas, condenou hoje a violência dos colonos contra as autoridades israelitas. A declaração foi feita na sequência de confrontos entre as forças israelitas e colonos, que têm atacado de forma cada vez mais frequente e violenta os territórios palestinianos na Cisjordânia — esta noite, colonos israelitas pegaram fogo a uma aldeia palestiniana. Quando chegaram ao local, polícias e soldados foram recebidos com pedras, que danificaram algumas viaturas. O Exército respondeu, matando três pessoas, ferindo outras e fazendo nove detenções, relatou o Haaretz. Na sequência deste ataque, a esquadra da polícia num colonato no local foi vandalizada, tendo a palavra “vingança” sido escrita na fachada.

    Tendo em conta este incidente, Yair Golan declarou que “pode não estar nas manchete, mas a ameaça existencial mais séria ao Estado de Israel não vem do Irão ou do Iémen“, mas “de dentro”. “Este não é um incidente isolado. É uma corrente perigosa que se instalou profundamente”, escreveu o político da oposição, que considera que Israel tem de fazer frente a este problema. “Israel está numa encruzilhada. Continuaremos a ser um Estado judeu e democrático, seguro e forte ou continuaremos a deteriorar-nos num Estado kahanista [que defende a supremacia de judeus sobre os árabes], violento e messiânico, isolado e corrupto?”, questiona Golan.

  • Qatar vê "janela de oportunidade" para cessar-fogo na Faixa de Gaza

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar afirmou ontem, em entrevista à AFP, que o Hamas e Israel se encontram num momento ideal para assinar um acordo de cessar-fogo, que Doha tem estado a mediar.

    “Se não utilizarmos esta janela de oportunidade e este ímpeto, é uma oportunidades perdida entre muitas no passado próximo. Nós não queremos ver isso novamente”, declarou Majed Al-Ansari, acrescentando que os mediadores continuam em contacto com ambas as partes.

  • Senado norte-americano chumba proposta para impedir Trump de atacar o Irão

    O Senado norte-americano chumbou, ontem à noite, uma proposta para impedir Donald Trump de atacar novamente o Irão, com 47 votos a favor (a bancada Democrata) e 53 votos contra (a bancada Republicana).

    A proposta, apresentada pelo senador democrata da Virgínia, pretendia que o Presidente precisasse da aprovação do Congresso para desencadear ataques futuros. Segundo a Constituição, apenas o Congresso pode declarar que os Estados Unidos estão em guerra com outro Estado — os congressistas que votaram a favor entendem que os ataques contra o Irão também deveriam estar sujeitos à mesma aprovação.

  • Forças israelitas intercetaram míssil lançado a partir do Iémen

    As sirenes de defesa anti-aérea soaram esta madrugada no sul de Israel e na Cisjordânia, relatam os meios israelitas. Segundo o Exército, estas foram ativadas por um míssil, lançado a partir do Iémen que foi “provavelmente intercetado pelos sistemas”. Não se verificaram vítimas ou feridos.

  • Ataques israelitas este sábado já mataram 17 pessoas

    Desde a madrugada deste sábado, os ataques israelitas na Faixa de Gaza já mataram 17 pessoas, contabilizam profissionais de saúde, citados pela Al Jazeera. Desse número, onze foram mortos em Khan Younis e outro em Rafah, perto de um ponto de distribuição de ajuda humanitária, no sul de Gaza. Duas pessoas foram mortas no centro do enclave e outras três na região norte.

  • Teerão realiza funerais de cientistas e comandantes mortos na guerra com Israel

    Teerão assiste a esta hora ao maior funeral de Estado em décadas — desde a guerra com o Iraque, assinala a Al Jazeera. Trata-se do funeral de 60 pessoas que foram mortas por ataques israelitas durante a Guerra dos 12 Dias: cientistas nucleares, comandantes militares e as suas famílias. Os caixões seguem em camiões com fotografias das vítimas pelas ruas da capital iraniana, onde milhares de pessoas acorreram.

    As cerimónias fúnebres funcionam ainda como protesto contra a ofensiva israelita, com apoio norte-americano, contra o Irão e ouvem-se gritos de “Morte a Israel” e “Morte à América”, relata o canal qatari.

  • Bom dia!

    Abrimos este liveblog para continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos no Médio Oriente, o rescaldo da guerra entre Irão e Israel e a ofensiva israelita na Faixa de Gaza. Para relembrar tudo o que aconteceu na sexta-feira, pode conferir o artigo em direto que agora arquivamos.

    Um novo cessar-fogo em Gaza? Trump diz que é possível e dentro de uma semana

1 de 1