Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O fotojornalista francês Antoni Lallican perdeu a vida num ataque russo com drones em Druzhkivka, na região de Donetsk, que também deixou gravemente ferido o jornalista ucraniano Heorhii Ivanchenkov. Este incidente ressalta o perigo contínuo enfrentado pelos profissionais de media na cobertura do conflito na Ucrânia.
    • O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, relatou que as forças russas realizaram ataques significativos em infraestruturas energéticas nas regiões de Donetsk, Chernihiv e Sumy, destacando a gravidade das agressões, que incluíram o disparo de mísseis balísticos e o uso de drones, resultando na interrupção dos serviços de energia em várias localidades.
    • O aeroporto de Munique enfrentou uma nova suspensão temporária das operações aéreas devido ao avistamento de drones de origem desconhecida, levando ao desvio de voos e ao fortalecimento das operações de busca para identificar os drones e os seus operadores. Incidentes semelhantes aconteceram em diversos aeroportos europeus, gerando preocupações de segurança.
    • O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) está em negociações com a Rússia e a Ucrânia para restaurar a eletricidade na central nuclear de Zaporíjia, que tem estado a operar com geradores de emergência devido a danos nas linhas de transmissão, salientando a necessidade de melhorar a segurança para permitir reparações.

    [O que realmente se passou nas eleições presidenciais de 1986, as primeiras e únicas decididas a duas voltas? Uma história de truques sujos, acordos secretos, agressões e dúvida até ao fim. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Ouça o primeiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]

  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos deste sábado no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.

    Ataque russo com drones a comboio de passageiros em Sumy provoca 30 feridos

  • Zelensky denuncia ataque russo contra estruturas energéticas em Donetsk

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira que as forças russas atacaram infraestruturas de energia na região de Donetsk e que, agora, estão em curso os trabalhos para restaurar a eletricidade nas cidades de Kramatorsk, Sloviansk e Druzhkivka.

    “Os russos procuram formas de causar mais danos ao nosso povo. Num único ataque contra instalações de gás, foram disparados 35 mísseis, incluindo balísticos. Foi um ataque combinado e apenas metade dos mísseis foram intercetados”, disse Zelensky no seu discurso diário, publicado na rede social X,

    O líder ucraniano acrescentou, ainda, que a situação também é “difícil” nas regiões de Chernihiv e Sumy, após vários ataques das tropas de Moscovo com drones.

  • Aeroporto de Munique com tráfego aéreo suspenso após a denúncia de presença de drones

    O aeroporto de Munique foi novamente obrigado a suspender temporariamente as operações aéreas na noite desta sexta-feira, após a denúncia de um novo avistamento de drones na área.

    “Estamos a investigar uma denúncia. Por motivos de precaução, o controlo de tráfego aéreo suspendeu as operações de voo”, confirmou um porta-voz policial ao jornal alemão Bild.

    A suspensão das operações aeroportuárias já provocou o desvio de pelo menos 17 voos, segundo o Flightradar24.

  • AIEA negoceia com Rússia e Ucrânia para restabelecer de eletricidade na central de Zaporizhia

    O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) disse hoje que está a negociar com a Rússia e a Ucrânia o restabelecimento da eletricidade na central nuclear de Zaporíjia, ocupada pela Rússia.

    A central está há dez dias a funcionar apenas com geradores de emergência.

    “Ambas as partes dizem estar dispostas a realizar os reparos necessários nos seus respetivos lados. Mas, para que isso aconteça, a situação de segurança deve melhorar, para que os técnicos possam trabalhar sem pôr em risco as suas vidas”, afirmou Rafael Grossi, num comunicado daquela agência nuclear da ONU.

    O responsável da OIEA adiantou que está em contacto permanente com responsáveis de ambos os países para encontrar uma solução urgente.

    Desde 23 de setembro, a central opera sem ligação à rede externa, após ter-se desligado a última linha, de 750 quilovolts, devido a danos na zona controlada pela Rússia.

  • Alemanha reforça cooperação com Ucrânia e Israel na defesa contra drones

    A Alemanha vai expandir a cooperação com a Ucrânia e com Israel na proteção contra drones, anunciou esta sexta-feira o ministro do Interior, Alexander Dobrindt.

    De acordo com o jornal alemão Die Welt, a Polícia Federal vai criar uma nova unidade dedicada exclusivamente à defesa contra drones. Os departamentos de investigação e desenvolvimento serão integrados nesta unidade e irão trabalhar em “estreita colaboração com parceiros como Israel e Ucrânia”.

    O anúncio surge no contexto das propostas do primeiro-ministro da Baviera, Markus Söder, que exigiu autorização para que a polícia alemã possa abater drones não identificados, como o Observador deu conta neste mesmo liveblog.

  • Ataque russo em Donetsk mata fotojornalista francês Antoni Lallican. Jornalista ucraniano ficou ferido

    O fotojornalista francês Antoni Lallican morreu esta sexta-feira durante um ataque russo com drone em Druzhkivka, na região de Donetsk, que também feriu gravemente o jornalista Heorhii Ivanchenkov, do Kyiv Independent, relata o Ukrainska Pravda.

    “É com grande tristeza que informamos que o nosso colega, membro da UAPP, Heorhii Ivanchenkov, foi gravemente ferido hoje devido a um ataque de drone FPV. O fotojornalista francês Antoni Lallican estava com ele no carro e foi morto pelo mesmo drone”, anunciou a organização ucraniana de fotógrafos profissionais UAPP nas redes sociais.

  • Orbán diz que estratégia da União Europeia para guerra na Ucrânia "baseia-se num erro"

    O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, considera que a estratégia da União Europeia em relação à guerra na Ucrânia “baseia-se num erro”.

    De acordo com o porta-voz do chefe de governo, que publicou a declaração na rede social X, Orbán referiu: “Todos os dias, morrem centenas de pessoas, gastam-se milhares de milhões e arriscamo-nos a ser arrastados para uma guerra mais profunda”.

    Orbán tem reiterado que as sanções europeias contra Moscovo tiveram um impacto particularmente negativo na economia da Hungria.

  • Receitas da Rússia com petróleo e gás caem mais de 20% em 2025

    As receitas do orçamento russo proveniente do petróleo e do gás caíram 20,6% nos primeiros nove meses de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    De acordo com o Ministério das Finanças russo, citado pelo The Moscow Times, em setembro as receitas energéticas atingiram 582,5 mil milhões de rublos (cerca de seis mil milhões de euros), menos 24,5% do que no mesmo mês de 2024, embora tenham registado uma subida de 15,3% face a agosto.

  • Ministro da Cultura da Lituânia demite-se após não querer responder se Crimeia pertence à Rússia ou à Ucrânia

    O ministro da Cultura da Lituânia, Ignotas Adomavičius apresentou a sua demissão depois de se recusar a responder a uma pergunta sobre o estatuto legal da Crimeia, ocupada atualmente pela Rússia.

    De acordo com a rádio pública lituana LRT, a decisão surgiu após uma forte pressão da primeira-ministra Inga Ruginienė.

    Adomavičius afirmou que não abandona o cargo por “erros pessoais”, mas sim devido a “pressões externas” que colocavam em risco a segurança da sua família.

    A polémica começou quando, numa entrevista, um jornalista lhe perguntou sobre a que país pertence a Crimeia. O ministro classificou a questão como “provocadora” e recusou-se a responder: “Há uma linha que não devemos ultrapassar. É aí que temos de parar”, disse.

  • O que se passou até agora?

    • O ataque russo à infraestrutura energética da Ucrânia envolveu o lançamento de drones e mísseis que danificaram instalações críticas para a produção de gás nas regiões de Kharkiv e Poltava.
    • A ONU avisou que se estava a entrar na “fase ainda mais perigosa e mortal para os civis ucranianos do conflito”, que tem resultado num aumento significativo do número de vítimas civis em 2025, em comparação com o ano anterior.
    • Os avistamentos de drones em aeroportos europeus, nomeadamente em Munique esta sexta-feira, geraram preocupações de segurança significativa no aeroporto levando ao encerramento temporário das operações aéreas e afetando milhares de passageiros, lembrando o que aconteceu em Copenhaga no passado dia 22 de setembro. A origem dos drones permanece desconhecida, mas há suspeitas sobre o envolvimento da Rússia, que, entretanto, nega qualquer responsabilidade.
    • Vladimir Putin, durante o fórum de discussão Valdai, questionou o papel da NATO e falou a capacidade dos drones russos de alcançarem capitais europeias, ironizando que não chegava a Lisboa.
    • As tensões entre a Rússia e os EUA podem agravar-se com a eventual entrega de mísseis Tomahawk à Ucrânia, um desenvolvimento que Vladimir Putin advertiu que poderia piorar as relações bilaterais, apesar de minimizar o impacto direto no campo de batalha. Porém, a Reuters avançou que a entrega destes mísseis é improvável devido ao inventário disponível dos sistemas nos Estados Unidos.

  • O que se passou até agora?

    • O presidente russo, Vladimir Putin, durante um encontro do fórum Valdai, respondeu aos comentários de Donald Trump sobre a Rússia ser um “tigre de papel”. Putin desafiou a avaliação, questionando o que a NATO representava, ao mesmo tempo que fez comentários provocativos sobre drones russos atingirem todas as capitais europeias, com exceção de Lisboa, enfatizando que a Rússia não tem objetivos na Europa.
    • Os sistemas energéticos da Ucrânia foram alvo de um ataque massivo por parte da Rússia, envolvendo mísseis e drones que danificaram infraestruturas energéticas críticas em várias regiões do país. O Ministério da Energia da Ucrânia mencionou que as regiões de Kharkiv e Poltava, importantes para a produção de gás, foram particularmente afetadas.
    • O tráfego aéreo no aeroporto de Munique foi suspenso devido ao avistamento de drones de origem desconhecida, resultando no cancelamento de vários voos e no desvio de outros para aeroportos próximos. Embora a operação tenha sido retomada mais tarde, as autoridades báváras ainda não conseguiram identificar a origem dos drones. Esta situação insere-se num contexto mais amplo de avistamentos de drones na Europa, com suspeitas de envolvimento russo, embora negadas por Moscovo.
    • O Serviço de Inteligência da Dinamarca alertou para uma guerra híbrida em curso com a Rússia, destacando um risco elevado de sabotagem contra as suas forças armadas. A primeira-ministra Mette Frederiksen classificou recentes incursões de drones que levaram ao encerramento de aeroportos como parte de um ataque híbrido, reiterando a tensa situação entre a Dinamarca e a Rússia.

  • Guerra na Ucrânia já com 50 mil vítimas entrou numa “fase ainda mais perigosa”

    A invasão russa da Ucrânia, que já provocou mais de 50 mil vítimas entre mortos e feridos, incluindo três mil crianças, “entrou numa fase ainda mais perigosa e mortal para os civis ucranianos”, alertou hoje a ONU.

    Segundo o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, essa fase está a alastrar com “bombardeamentos contínuos contra escolas, hospitais e abrigos”.

    Nos primeiros oito meses de 2025, o número de vítimas aumentou 40% face a 2024, indicou Turk, adiantando que os três anos e meio de conflito já causaram a morte de cerca de 15 mil civis ucranianos, enquanto outros 35 mil ficaram feridos.

    “Esta guerra tem de acabar, o custo humano para os civis, para os soldados e para as suas famílias é enorme e devastador”, afirmou Turk num debate sobre a Ucrânia no Conselho de Direitos Humanos da ONU, onde advertiu que todas as negociações e iniciativas de paz “devem dar prioridade à proteção dos civis”.

    O alto comissário austríaco sublinhou que este ano continuaram os ataques ao longo da linha da frente e os bombardeamentos aéreos intensos sobre a Ucrânia, muitos deles em áreas povoadas, incluindo o maior de todo o conflito, ocorrido na noite de 06 de setembro, quando a Rússia lançou 810 drones de longo alcance e 13 mísseis.

    Turk acrescentou que a Rússia também comunicou vítimas civis na sequência de ataques ucranianos no seu território, ainda que em número bastante inferior e não verificado pelas Nações Unidas.

    O alto comissário acusou as autoridades russas de continuarem a perpetrar violações generalizadas e sistemáticas dos direitos humanos contra civis nos territórios ocupados no sul e no leste da Ucrânia, incluindo execuções extrajudiciais, tortura e violência sexual contra detidos e prisioneiros de guerra.

    Segundo Turk, os residentes em zonas ocupadas pela Rússia na Ucrânia “enfrentam uma pressão crescente” para obter a cidadania russa para “aceder a serviços básicos, sob pena de sofrerem intimidação, deportação e a confiscação dos seus bens”.

    O responsável da ONU acusou Moscovo de impor, nos territórios ocupados, uma educação de cariz patriótico e militar, além de intensificar a vigilância e a censura, “num esforço deliberado para suprimir a dissidência e a identidade ucraniana”.

    O chefe de direitos humanos das Nações Unidas manifestou ainda preocupação com os recentes avistamentos de drones militares russos em países vizinhos da Ucrânia, “o que recorda o perigo que esta guerra representa para toda a região”.

  • Líder regional da Baviera diz que polícia deve poder abater drones "imediatamente"

    O presidente regional da região alemã da Baviera, Markus Soder, defendeu que a polícia possa “abater drones imediatamente”, depois do incidente com drones na capital regional de Munique.

    Para Soder, este incidente mostra “a grande pressão” que está a ser colocada em toda a Alemanha

    “A partir de agora, deve prevalecer o seguinte: abater em vez de esperar! E de forma consistente!”, disse o líder ao jornal Bild.

    “O Iron Dome para a Alemanha tem de chegar. Precisamos finalmente de uma proteção eficaz para toda a nossa infraestrutura e instalações militares”, apelou ainda.

  • Envio de mísseis Tomahawk dos EUA para a Ucrânia é improvável por falta de inventário

    O envio de sistemas de mísseis Tomahawk dos EUA para a Ucrânia é improvável, avançou a Reuters, citando um funcionário norte-americano e fontes familiarizadas com o assunto.

    Segundo essas fontes, os inventários atuais deste sistema nas forças armadas estão alocados à marinha norte-americana. Porém, o oficial indicou que, ainda assim, não há escassez destas armas.

  • Drones ucranianos atacaram grande fábrica de químicos a 1.700 quilómetros para lá da fronteira com a Rússia

    A grande fábrica de químicos Azot, na cidade de Berezniki na região russa de Perm Krai, foi atacada por drones ucranianos de acordo com o governador Dmitry Makhonin no Telegram.

    Segundo o responsável, o ataque causou uma quebra “breve” na produção da empresa mas que a fábrica já estava a funcionar normalmente.

    “Um edifício residencial com dois apartamentos foi atingido. Felizmente, não houve vítimas”, disse ainda.

    A fábrica em Berezniki fica a cerca de 1.700 quilómetros da fronteira russo ucraniana e produz químicos como “amoníaco, ureia e nitrato de amónio, bem como nitrito de sódio alifático e cristalino superior”, noticiou o jornal Kyiv Independent, que disse ainda que mais de 2,3 milhões de toneladas destes bens foram produzidos nessa instalação.

  • Putin responde a Trump: "Se nós somos um 'tigre de papel', o que é então a NATO?"

    No decurso da sua presença no grupo de discussão Valdai, Vladimir Putin aproveitou para discordou da expressão “tigre de papel” usada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, para definir a Rússia, sustentando que as forças do seu país não estão apenas a combater na Ucrânia, mas também com a NATO.

    “Um tigre de papel. O que se segue então? Vá, então lidem com este tigre de papel, reagiu. “Se estamos em guerra com todo o bloco da NATO e estamos a avançar, a avançar, com confiança, seremos apenas um tigre de papel? O que é então a NATO? O que é que ela realmente representa?”, questionou.

  • Ministério da Energia ucraniano denuncia ataque russo "maciço" às infraestruturas energéticas do país

    “Esta noite, o inimigo lançou ataques com mísseis e drones contra uma série de instalações energéticas em várias regiões, incluindo instalações de infraestrutura de transporte de gás”, lê-se num comunicado intitulado “A Rússia atacou massivamente a infraestrutura energética da Ucrânia” no canal de Telegram do Ministério da Energia da Ucrânia.

    “Atualmente, equipas de resgate e energia estão a trabalhar no local para lidar com as consequências o mais rápido possível e estabilizar a situação”, termina.

    De acordo com a agência Reuters, Moscovo lançou 381 drones e 35 mísseis contra a infraestrutura energética nas regiões de Kharkiv e Poltava, no leste da Ucrânia, onde estão localizadas as principais instalações de produção de gás ucranianas.

  • Dinamarca diz estar sob ameaça de sabotagem por travar guerra híbrida com a Rússia

    O Serviço de Inteligência da Dinamarca anunciaram esta sexta-feira que a Rússia está a travar uma guerra híbrida contra o país assim como contra o Ocidente, adianta a Reuters.

    O aviso foi dado pelo diretor desta agência, Thomas Ahrenkiel, que acusa a Rússia de “usar meios militares, inclusive de forma agressiva, para pressionar-nos sem cruzar a linha para um conflito armado”.

    Por isso mesmo, Ahrenkiel diz existir um alto risco de sabotagem contra as forças armadas da Dinamarca. Estas declarações foram feitas após a conjunto de incursões de drones na semana passada ter levado ao encerramento temporário de seis aeroportos militares e civis dinamarqueses, no que a primeira-ministra Mette Frederiksen classificou como um ataque híbrido à nação.

  • Putin alerta que entrega de mísseis Tomahawk a Kiev agravará relações com EUA, mas "não mudará em nada a situação no campo de batalha"

    O Presidente russo alertou esta quinta-feira que a eventual entrega de mísseis norte-americanos Tomahawk à Ucrânia, uma arma que descreve como poderosa, constitui uma ameaça para o seu país e irá agravar as relações com os Estados Unidos.

    “Já não é tão moderna, mas é potente e representa uma ameaça (…). Os Tomahawks podem causar-nos danos? Podem. Mas vamos desenvolver os nossos sistemas de defesa aérea, não em nada a situação no campo de batalha”, declarou Vladimir Putin durante um discurso no grupo de debate Valdai, em Sochi.

    “Será que vai prejudicar as nossas relações [com os Estados Unidos], onde há uma luz ao fundo do túnel? Claro que sim”, continuou.

    O líder do Kremlin referiu que “é impossível utilizar os Tomahawks sem a participação direta dos militares norte-americanos” e que o seu fornecimento a Kiev “marcará uma nova etapa qualitativamente nova na escalada” relacionada com a guerra na Ucrânia, “incluindo nas relações entre a Rússia e os Estados Unidos”.

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