Histórico de atualizações
  • Bom domingo!

    Damos por encerrado este artigo em direto que acompanhou todas as notícias sobre a guerra entre a Ucrânia e a Rússia ao longo deste sábado. Pode seguir este liveblog para ler todas as novidades deste domingo sobre o conflito.

    Dois mortos em ataque com drones a carros de civis

  • "Trumpista", eurocrítico e anti-imigração: Andrej Babis vence legislativas na Chéquia com mais de 35% dos votos

    Abertamente “trumpista”, anti-imigração e eurocrítico, o magnata agro-industrial Andrej Babis venceu este sábado as eleições legislativas na Chéquia, com mais de 35% dos votos.

    “Trumpista”, eurocrítico e anti-imigração: Andrej Babis vence legislativas na Chéquia com mais de 35% dos votos

  • Zelensky promove mais sanções à Rússia

    Volodymyr Zelensky assinou três decretos que formalizam novas sanções à Rússia — que visam, especialmente, a indústria russa da Defesa e o setor petrolífero.

    “Assinei hoje várias novas decisões de sanções que abrangem várias áreas”, disse o Presidente da Ucrânia no discurso diário partilhado este sábado no Telegram.

    O primeiro decreto representa uma extensão de sanções anteriores que estavam a expirar e que dizem respeito a empresários russos com ligações ao Kremlin. O segundo afeta a indústria da Defesa (produção de drones e peças para armamento). O último promove sanções a empresários e empresas associadas ao setor petrolífero.

    “Continuaremos a coordenar [as sanções] com os nossos parceiros. Estamos a contar com a articulação das sanções com os nossos parceiros. Também estamos à espera de novas sanções da União Europeia — o 19.º pacote — e algo semelhante dos Estados Unidos da América”, disse Zelensky.

    Acusou ainda Vladimir Putin de querer travar uma guerra com “métodos terroristas”. “A Rússia deve sentir a resposta. A Europa, a América, o G7 e o G20 têm o poder de lidar com qualquer terrorista”, rematou.

  • Ucrânia acusa China de fornecer dados de satélite à Rússia para lançar ataques

    Kiev afirma que Moscovo tem usado informações fornecidas por satélites chineses para escolher alvos estratégicos, incluindo fábricas de investidores estrangeiros destruídas em ataques de mísseis.

    Ucrânia acusa China de fornecer dados de satélite à Rússia para lançar ataques

  • Ucrânia acusa China de fornecer dados de satélite à Rússia para lançar ataques

    A Ucrânia acusa a China de fornecer dados de satélite à Rússia que lhe permitem lançar ataques com mísseis contra o país.

    Em declarações à agência de notícias Ukrinform, o chefe do Serviço de Informações Externas da Ucrânia, Oleg Alexandrov, disse haver “factos que demonstram um alto nível de interação entre a Rússia e a China na realização de reconhecimento por satélite do território da Ucrânia, com o objetivo de identificar e explorar adicionalmente alvos estratégicos” para a destruição do país.

    “Como vimos nos últimos meses, esses alvos podem pertencer a investidores estrangeiros”, afirmou.

    Em 21 de agosto, um ataque russo com mísseis destruiu a fábrica norte-americana Flex Electronics em Mukachevo, na Transcarpátia, no sudoeste da Ucrânia.

    Até agora, os serviços de informações ucranianos recusaram-se a revelar mais detalhes sobre as instalações que teriam sido atacadas pela Rússia através de dados de inteligência de satélite chineses.

  • Ataque russo com drones a comboio de passageiros em Sumy deixa dezenas de feridos

    Um ataque com drones russos atingiu este sábado a estação ferroviária da cidade de Shostka, na região de Sumy, no norte da Ucrânia, ferindo dezenas de pessoas e destruindo carruagens de passageiros.

    De acordo com o Kyiv Independent, pelo menos 30 pessoas ficaram feridas, entre elas três crianças, segundo confirmaram o presidente Volodymyr Zelensky e a companhia ferroviária estatal Ukrzaliznytsia na rede social X.

    Segundo a mesma publicação, tratou-se de um ataque em “dupla investida”: o primeiro drone atingiu um comboio estacionado e, poucos minutos depois, quando já decorria a evacuação dos passageiros, um segundo drone atingiu uma locomotiva elétrica. “Foi um ataque covarde destinado a interromper a ligação com as nossas zonas da linha da frente”, acusou a Ukrzaliznytsia, a companhia de caminhos de ferro ucraniana, equivalente à CP em Portugal.

    O Ukrinform, citando a Procuradoria-Geral da Ucrânia, reportou inicialmente oito feridos hospitalizados e confirmou que foram abertas investigações por crimes de guerra ao abrigo do artigo 438 do Código Penal ucraniano. A Procuradoria acrescentou que a cidade estava sob um ataque massivo no momento em que os comboios foram atingidos, por volta das 11h50 locais.

    Oleh Hruhorov, chefe da administração militar de Sumy, disse que as forças russas “deliberadamente” atingiram um comboio de passageiros que se preparava para partir de Shostka com destino a Kyiv. Já Zelensky sublinhou, na rede social X, que “os russos não podiam desconhecer que estavam a atacar civis” e classificou a ação como “terror que o mundo não pode ignorar”.

  • Autoridades ucranianas devolvem às famílias 22 menores que foram levados por russos

    A Ucrânia devolveu 22 crianças e adolescentes ucranianos de territórios ocupados pela Rússia às suas famílias, declarou Andriy Yermak, chefe de gabinete do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

    “No âmbito da iniciativa ‘Tragam as Crianças de Volta para a Ucrânia’ do Presidente, 22 crianças e adolescentes ucranianos foram resgatados de territórios temporariamente ocupados” pela Rússia, afirmou Yermak na rede social Telegram.

    Segundo Yermak, entre os menores devolvidos está um rapaz de 10 anos, “que foi forçado a estudar de acordo com o currículo russo e ameaçado de ser enviado para avaliação na Crimeia [península ucraniana ocupada] com um diagnóstico psiquiátrico fabricado”.

    Um rapaz de 16 anos também foi devolvido juntamente com o seu irmão mais novo.

    De acordo com Yermak, a sua família sofreu perseguições na aldeia por se recusar a solicitar um passaporte russo e a trabalhar na escola ocupada pela Rússia.

    Uma rapariga de 14 anos, que “sofreu humilhações constantes por causa da sua origem ucraniana” na escola russa, também foi devolvida.

    A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022. Os russos ocuparam áreas no leste da Ucrânia, nomeadamente na região do Donbass.

  • Moscovo ataca instalações elétricas durante a noite

    Tal como a Ucrânia, também a Rússia lançou ataques com drones durante esta noite.

    Moscovo teve como alvo várias instalações elétricas na região de Cherníguiv, no Norte da Ucrânia, deixando cerca de 50.000 pessoas sem energia.

    Numa publicação na rede social Facebook, a elétrica Chernihiv Oblenergo precisou que um ataque, durante esta madrugada, danificou importantes instalações elétricas.

    E acrescentou que os trabalhos de restabelecimento do fornecimento de energia já foram iniciados.

    Só nas últimas 24 horas, as defesas áreas ucranianas abateram 73 drones russos nas regiões Norte e Leste do país. Outros 36 não foram intercetados e, juntamente com três mísseis, atingiram 21 locais.

  • Tráfego aéreo retomado gradualmente em Munique após alertas de drones

    O tráfego aéreo foi retomado “progressivamente” hoje de manhã no aeroporto de Munique, sul da Alemanha, após atrasos causados por novas observações de drones confirmadas pela polícia local, informou o segundo maior aeroporto da Alemanha.

    O aeroporto acrescentou que se “preveem atrasos ao longo de todo o dia”, depois de ter suspendido o tráfego aéreo na sexta-feira à noite pela segunda vez, perturbando dezenas de voos e afetando cerca de 6.500 passageiros.

    Estes incidentes acontecem após a incursão de drones russos também na Polónia e na Roménia, além da aproximação de caças russos ao espaço aéreo da Estónia.

    A infraestrutura de Munique foi forçada a encerrar devido a relatos de avistamento de drones e na sequência do cancelamento de mais de 30 voos no dia anterior.

    Já na quinta-feira à noite, o aeroporto de Munique se vira obrigado a encerrar, tendo o tráfego aéreo sido reaberto na sexta-feira de manhã.

    O ministro da Defesa belga, Theo Francken, confirmou que vários ‘drones’ foram detetados a sobrevoar um campo de treino militar no leste da Bélgica, perto da fronteira com a Alemanha.

    No domingo passado, as Forças Armadas da Dinamarca anunciaram ter avistado drones sobre instalações militares do país, pelo segundo dia consecutivo, depois de várias violações do espaço aéreo europeu por aeronaves russas nos últimos dias.

    O surgimento de drones levou o aeroporto de Copenhaga a encerrar o tráfego aéreo durante cerca de quatro horas em 22 de setembro, causando atrasos a aproximadamente 20 mil passageiros.

    As autoridades dinamarquesas suspeitaram de possíveis ligações à Rússia, mas Moscovo negou estar envolvido.

  • Ucrânia atacou uma das maiores refinarias de petróleo russas com drones

    A Ucrânia atingiu uma das maiores refinarias de petróleo da Rússia, perto de São Petersburgo, com recurso a drones, avançaram os meios de comunicação locais citado pelo Kyiv Independent.

    O ataque — que ainda não foi reivindicado por Kiev — provocou um incêndio que foi entretanto extinto.

    “As forças de defesa aérea [russa] destruíram sete drones nos céus sobre Kirishi. O incêndio na zona industrial foi extinto”, escreveu o governador regional Alexander Drozdenko no seu canal de Telegram.

    Segundo o Kyiv Independent, a refinaria atacada (que está a mais de 800 quilómetros da fronteira com a Ucrânia), é uma das maiores da Rússia e é onde se produz 6,6% do volume total de refinação de petróleo russo.

  • Bom dia. Retomamos aqui a cobertura do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

    Pode rever todos os acontecimentos da passada sexta-feira no liveblog que agora encerramos. Obrigada por estar connosco.

    Ataque russo com drones em Donetsk mata fotojornalista francês Antoni Lallican. Jornalista ucraniano ficou ferido

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