Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Irão: rascunho de acordo com EUA tem "ambiguidades" que devem ser esclarecidas
- Trump não quer encontrar-se com líder iraniano, mas diz que este tem "boa reputação"
- Trump diz que Hezbollah "não rejeitou" cessar-fogo
- Trump acha "ótima" hipótese de Zelensky e Putin se encontrarem. E diz que EUA têm "muito a ver com isso"
- Zelensky escreve carta a Putin para pedir reunião em que discutam fim da guerra
- Guterres condena morte de soldado da ONU no Líbano e alerta para crimes de guerra
- Putin diz que pode controlar Donbass e fala em falta "catastrófica" de tropas na Ucrânia
- UE envia 100 milhões de euros para apoiar exército libanês no cessar-fogo
- Conselho de Segurança da ONU discute guerra no Médio Oriente
- Agência da ONU sem acesso às instalações nucleares no Irão desde junho de 2025
- Já morreram mais de 3.500 pessoas no Líbano, diz Ministério da Saúde do país
- UE vai dar mais 100 milhões de euros às tropas do Líbano
- Hezbollah considera acordo com Israel "vergonhoso" para o Líbano
- Trump critica "incompetentes" que votaram resolução para pôr fim à guerra no Irão
- Navios de força multinacional da NATO nos Açores
- Os dois soldados da UNIFIL feridos no Líbano são espanhóis
- Líbano diz que acordo com Israel é "última oprtunidade" e pode começar 24h depois da sua aprovação
- Soldado da UNIFIL morto no Líbano era sérvio
- Hezbollah rejeita acordo de cessar-fogo estabelecido entre Israel e Líbano
- Ucrânia. Ataques russos matam pelo menos 16 pessoas e fazem 86 feridos
- Ataques israelitas causam pelo menos oito mortos e 15 feridos em Gaza
- ONU anuncia morte de mais um soldado no Líbano
- Trump admite pôr fim ao cessar-fogo caso o Irão mate soldados americanos
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enviou uma carta a Vladimir Putin propondo um encontro com o objetivo de pôr fim à guerra na Ucrânia. Zelensky acusou Putin de ter iniciado a guerra por decisão pessoal. O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que ficaria contente com um possível encontro entre os dois líderes. Já Putin só mostrou abertura a um acordo se a Ucrânia ceder território no Donbass.
- O Presidente dos EUA, Donald Trump, veio dizer que, quando falou com o Hezbollah, o grupo não “rejeitou” a possibilidade do cessar-fogo, embora já o tenha feito publicamente. Além disso, Trump afirmou que estaria disposto a terminar o cessar-fogo com o Irão caso as suas tropas ataquem soldados norte-americanos.
- A União Europeia reforçou o seu apoio ao exército libanês com 100 milhões de euros para a gestão do cessar-fogo, sublinhando a fragilidade da situação, mas encarando-a como uma oportunidade de estabilização.
- Em paralelo, conflitos intensos continuam no Médio Oriente e na Ucrânia. No Líbano, ataques aéreos de Israel causaram baixas significativas, enquanto na Ucrânia, ataques russos visaram a região de Kherson, resultando em várias mortes e feridos. A ONU está em alerta devido à recente morte de um soldado da UNIFIL no Líbano causada por disparos de morteiros, o que intensifica as preocupações de crimes de guerra na região.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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Fica por aqui o liveblog desta quinta-feira. Pode continuar a acompanhar a situação internacional, com destaque para os maiores focos de tensão, como as guerras na Ucrânia e no Médio Oriente, neste novo artigo em direto.
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Irão: rascunho de acordo com EUA tem "ambiguidades" que devem ser esclarecidas
O rascunho atual do eventual entendimento entre os Estados Unidos e o Irão contém ambiguidades que precisam de ser esclarecidas, disse o conselheiro do líder iraniano Mohsen Rezaei na televisão estatal, citado pela Sky News.
O responsável iraniano diz que Trump está a tentar pressionar o país para que aceite as suas condições, enquanto os EUA mantêm a sua aceitação das condições do Irão num estado “vago”.
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Trump não quer encontrar-se com líder iraniano, mas diz que este tem "boa reputação"
Ainda na Sala Oval, Trump é questionado sobre se se encontraria com o líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, e diz que não quer que isso aconteça — “mas se acontecesse seria uma honra”.
“Se fizermos um acordo, é possível que o conheça”, disse, frisando que não será a “pessoa favorita” do líder iraniano, mas que sabe que este é “profissional” e tem “muito boa reputação”.
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Trump diz que Hezbollah "não rejeitou" cessar-fogo
O Presidente norte-americano, Donald Trump, diz ter falado com o Hezbollah sobre um possível cessar-fogo no Líbano. “Eles não me rejeitaram”, disse aos jornalistas na Sala Oval, em Washington. “Eles ligaram e disseram, ‘e que tal parar’. E acho que vão ver coisas a acontecer lá”.
“Seria muito bom se o Líbano pudesse ter alguma paz”, disse Trump, assegurando que acredita que há algum progresso a acontecer.
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Trump acha "ótima" hipótese de Zelensky e Putin se encontrarem. E diz que EUA têm "muito a ver com isso"
Donald Trump já reagiu à carta que Zelensky enviou a Putin, pedindo uma reunião entre os dois para pôr fim à guerra na Ucrânia. Na Sala Oval, em Washington, o Presidente norte-americano respondeu: “Não sei. Estou contente por talvez estarem a falar do encontro. Acho que tivemos muito a ver com isso”.
“Acho que seria ótimo se se encontrassem — eles deviam resolver isso”.
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Zelensky escreve carta a Putin para pedir reunião em que discutam fim da guerra
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, escreveu uma carta a Putin em que propõe que ambos se encontrem, numa reunião com o objetivo de pôr fim à guerra.
Nesta carta aberta publicada no site da Presidência ucraniana, Zelensky acusa Putin de ter provocado uma guerra por “escolha pessoal” e sem uma “causa verdadeira”.
Zelensky pede a Putin que não tenha “medo de tomar o caminho para fora da guerra” e diz que nenhum exército pode “aguentar este rácio” de perdas, recordando ainda que há muitos países que estariam disponíveis para organizar o encontro entre os dois.
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Guterres condena morte de soldado da ONU no Líbano e alerta para crimes de guerra
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou esta quinta-feira a morte de um soldado sérvio da missão de paz no Líbano (FINUL) e alertou que ataques contra forças da ONU “podem constituir crimes de guerra”.
De acordo com a ONU, o sargento Milovan Jovanivić, membro sérvio das forças de manutenção da paz que servia na Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), perdeu a vida quando um morteiro atingiu a sua posição perto de Marjayoun, no sul do país, na quarta-feira.
Outros dois colegas espanhóis também ficaram feridos no mesmo incidente. O soldado sérvio ficou gravemente ferido durante o incidente na sua área de atuação e foi transferido para Beirute para tratamento hospitalar, onde faleceu.
“O secretário-geral expressa as suas mais profundas condolências à família, amigos e colegas do membro das forças de manutenção da paz falecido, assim como ao Governo e ao povo da República da Sérvia. Deseja uma recuperação plena e rápida aos membros das forças de manutenção da paz feridos”, indicou o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, em comunicado.
O líder da ONU recordou que sete membros das forças de manutenção da paz que prestavam serviço na FINUL foram mortos desde a escalada das hostilidades, que começou a 02 de março deste ano, e vários outros ficaram feridos.
“Os ataques contra o pessoal de manutenção da paz devem parar”, apelou Guterres, enfatizando que tais ações constituem “graves violações do direito internacional humanitário” e “podem constituir crimes de guerra”.
O ex-primeiro-ministro português também instou todas as partes envolvidas no conflito a “respeitarem a cessação das hostilidades” anunciada em 16 de abril e a “garantirem em todos os momentos a segurança do pessoal das Nações Unidas e a inviolabilidade das suas instalações”.
A FINUL ainda não atribuiu o disparo de morteiro a nenhum ator específico, embora tenha ocorrido numa região onde intensos combates estão a acontecer entre as tropas israelitas no sul do Líbano e o grupo xiita libanês Hezbollah.
“Todos os ataques contra forças de manutenção da paz devem ser prontamente investigados e os responsáveis devem ser efetivamente processados e responsabilizados”, apelou Guterres.
A missão de paz da ONU opera na área entre a fronteira de facto com Israel e o rio Litani, uma das zonas mais afetadas pelos confrontos entre as forças israelitas e o Hezbollah.
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Putin diz que pode controlar Donbass e fala em falta "catastrófica" de tropas na Ucrânia
O Presidente russo, Vladimir Putin, está a responder a perguntas de alguns meios de comunicação social ocidentais, à margem do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo, sendo que a Sky News está a citar as respostas.
Questionado pela Associated Press sobre os efeitos da guerra da Ucrânia na economia russa e nos seus próprios índices de aprovação, e se assim sendo ainda é lógica a sua vontade de combater para controlar toda a região do Donbass ou se pode chegar a acordo, Putin sorriu e revirou os olhos.
Depois, Putin disse que pode fazer ambos: “Uma coisa não contradiz a outra”, argumentou, garantindo que as forças russas estão a avançar, que passaram a controlar mais 2440 quilómetros quadrados recentemente em “toda a linha da frente” e que Kiev está a sofrer com uma “falta catastrófica de tropas”.
“Os números deles desceram em 100 mil pessoas”, disse, sem fundamentar esta afirmação. “Só este ano tiveram mais 60 mil desertores”.
Para Putin, “não há dúvida” de que a Rússia está pronta para um acordo, mas nos termos discutidos com Donald Trump (ficando com o controlo do Donbass e forçando a Ucrânia a ceder território).
O Presidente russo foi também questionado sobre a relação do país com a China, depois de ter visitado Pequim no mês passado. Estão em “termos amigáveis” e com interesses “coincidentes”, respondeu.
E acrescentou que os dois países vão “deixar o mercado global de energia feliz” com os seus novos acordos.
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UE envia 100 milhões de euros para apoiar exército libanês no cessar-fogo
A União Europeia decidiu enviar mais 100 milhões de euros em apoio financeiro ao exército libanês para ajudar na gestão do cessar-fogo, disse a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas.
Numa nota partilhada nas redes sociais, Kallas admitiu que o cessar-fogo é frágil mas é uma “oportunidade” para travar o combate militar. “A melhor forma de reduzir a ameaça do Hezbollah é fortalecer o Estado libanês, empoderar as suas instituições, e restaurar o seu monopólio do uso da força”, justificou.
The latest ceasefire between Israel and Lebanon offers a chance to prevent a return to full-scale hostilities.
But the death of a UNIFIL peacekeeper and continued skirmishes underscore the tenuous nature of what was agreed.
The best way to reduce the threat posed by Hezbollah…
— Kaja Kallas (@kajakallas) June 4, 2026
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Conselho de Segurança da ONU discute guerra no Médio Oriente
O Conselho de Segurança da ONU está neste momento reunido para discutir a guerra com o Irão e as suas implicações na região, escreve a SkyNews.
O canal escreve que é expetável que a situação no Líbano (e o acordo de cessar-fogo) sejam tema de discussão.
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Agência da ONU sem acesso às instalações nucleares no Irão desde junho de 2025
A Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) diz ter deixado de ter acesso às instalações nucleares no Irão afetadas pela guerra há cerca de um ano. E manifestou “preocupação em matéria de proliferação”, apelando à cooperação construtiva das autoridades iranianas.
Num relatório confidencial distribuído aos Estados-membros e consultado hoje por agências de notícias internacionais, a AIEA informou que “não pode fornecer qualquer informação sobre a dimensão atual, composição ou localização das reservas de urânio enriquecido no Irão, nem sobre se o Irão suspendeu todas as atividades relacionadas com o enriquecimento”.
A agência referiu que deixou de ter acesso a algumas instalações importantes no Irão desde que Israel, apoiado pelos Estados Unidos, lançou em junho de 2025 uma série de ataques durante 12 dias, em que vários locais nucleares foram atingidos.
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Já morreram mais de 3.500 pessoas no Líbano, diz Ministério da Saúde do país
Pelo menos 3.526 pessoas já terão morrido no Líbano, vítimas de ataques das tropas israelitas, divulgou o Ministério da Saúde Pública libanês, citado pela Al Jazeera.
Este Ministério acrescentou ainda que cerca de 10.733 pessoas ficaram feridas.
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UE vai dar mais 100 milhões de euros às tropas do Líbano
A União Europeia aprovou hoje mais 100 milhões de euros para as Forças Armadas do Líbano.
A informação foi avançada pela própria chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, citada pela Reuters.
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Hezbollah considera acordo com Israel "vergonhoso" para o Líbano
O secretário-geral do Hezbollah, Naim Qassem, reagiu esta manhã ao acordo de cessar-fogo alcançado pelo Líbano e Israel, reiterando uma vez mais que o grupo armado rejeita este acordo e afirmando que Israel não pode ter carta branca para matar pessoas, lê-se no Haaretz.
O representante do Hezbollah pediu ao Líbano que “acabe com a farsa” das negociações diretas com Israel. “O principal objetivo deve ser a soberania libanesa, que só pode ser alcançada através do fim da agressão israelita”, afirmou.
O secretário-geral do Hezbollah descreveu ainda o acordo como “vergonhoso“, absurdo e humilhante para o Líbano.
E acrescenta que desarmar o Hezbollah é destruir o poder do Líbano e um passo em direção à “aniquilação de parte do povo libanês”.
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Trump critica "incompetentes" que votaram resolução para pôr fim à guerra no Irão
A Câmara dos Representantes norte-americana aprovou ontem uma resolução — sobretudo simbólica — que determina a retirada das tropas norte-americanas da guerra com o Irão.
Hoje, Donald Trump criticou estes “incompetentes” que quiseram “limitar os poderes de guerra” do líder dos EUA durante as negociações do acordo de paz com o Irão.
“Quem faria uma coisa tão antipatriótica? Eles sabem em que pé estão as negociações. Preferem que o nosso país fracasse a dar-me mais uma vitória. Deviam ter vergonha de si mesmos”, lê-se na publicação feita na Truth Social. Com Lusa
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Navios de força multinacional da NATO nos Açores
Uma força multinacional da NATO encontra-se nos Açores até sábado, o que evidencia o “papel central” de Portugal na segurança marítima e confirma o “papel estratégico” do arquipélago, revelou a Marinha.
Trata-se de diversos navios de uma das forças navais permanentes da NATO (North Atlantic Treaty Organization), designada por Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG1), que chegaram na quarta-feira a Ponta Delgada, nos Açores.
Segundo a Marinha Portuguesa, os navios encontram-se “no âmbito de uma escala operacional, inserida no plano anual de atividades, treino avançado e interoperabilidade entre aliados”
A escala em Ponta Delgada “enquadra-se no esforço contínuo da NATO para fortalecer a cooperação marítima aliada, promover a segurança no Atlântico Norte e assegurar uma presença naval credível, interoperável e dissuasora”, de acordo com a Marinha.
O SNMG1 é comandado pela Comodoro Maryla Ingham, da Royal Navy, estando-se perante uma força multinacional de “elevada prontidão, composta por navios preparados para responder a um amplo espetro de missões”.
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Os dois soldados da UNIFIL feridos no Líbano são espanhóis
Os dois “capacetes azuis” feridos no sul do Líbano são espanhóis, escreveu o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, na rede social X.
Segundo o governante, o ataque registado na última noite (e que matou um soldado sérvio) teve como alvo a base espanhola Miguel de Cervantes, que foi atingida por quatro morteiros.
“Condenamos absolutamente a violência e damos todo o apoio àqueles que arriscam a vida para defender a paz sob a bandeira das Nações Unidas. Esperamos que todas as partes cumpram integralmente o cessar-fogo anunciado ontem e que as hostilidades terminem”, lê-se na publicação.
En la noche de ayer, el conflicto en Líbano se saldó con cuatro ataques de mortero a la base española Miguel de Cervantes, un casco azul serbio fallecido y dos españoles heridos.
Nuestra condena más absoluta a la violencia y todo nuestro apoyo a quienes se juegan la vida por…
— Pedro Sánchez (@sanchezcastejon) June 4, 2026
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Líbano e Ucrânia: derrota para o Irão ou acordo frágil?
Madalena Meyer Resende destaca que o cessar-fogo no Líbano é uma derrota para o Irão. Afirma também que os ataques ucranianos visam forçar a Rússia a negociar em posição de fraqueza. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Líbano diz que acordo com Israel é "última oprtunidade" e pode começar 24h depois da sua aprovação
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, disse que a implementação do acordo alcançado com Israel ontem (e mediado pelos EUA) pode ter início dentro de 24h assim que for oficialmente aprovado.
As partes interessadas chegaram a um primeiro acordo ontem, mas irão reunir-se novamente no dia 22 de junho.
Segundo o líder, o Líbano propôs que as “áreas piloto” das quais Israel se retiraria (e que ficariam sob controlo exclusivo do Líbano) incluam numa fase inicial a área de Zoutar e o Castelo de Beaufort, tomado pelas tropas israelitas no fim de semana, lê-se no Haaretz.
“O acordo alcançado é a última oportunidade. Caso contrário, todas as partes devem assumir a responsabilidade”, afirmou o presidente libanês. Este acordo é “sustentável”, garante, acrescentando que conta “com o papel do presidente Trump e da sua administração”.