Momentos-chave
Histórico de atualizações
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  • O que se passou até agora:

    • O conselheiro do ayatollah Ali Khamenei, Ali Shamkhani, emitiu uma advertência aos Estados Unidos e a Israel, afirmando que, caso os EUA decidam executar qualquer tipo de ataque militar, haverá uma retaliação imediata que atingirá o “coração de Telavive”. Esta posição do Irão amplifica as tensões com os Estados Unidos, especialmente numa altura em que a problemática do programa nuclear iraniano continua por resolver.
    • Num cenário de crescente confronto, o Presidente dos EUA, Donald Trump, destacou que uma “enorme armada” está a caminho do Irão, reiterando que o tempo para Teerão negociar um acordo nuclear está a acabar. As ameaças de Trump incluem um aviso de que qualquer ataque futuro ao Irão será substancialmente mais devastador que os anteriores.
    • A situação em Kiev é crítica, com cerca de 610 mil pessoas sem eletricidade na sequência de ataques contínuos da Rússia. Esta crise de fornecimento energético afetou gravemente a cidade, levando o Presidente Volodymyr Zelensky a afirmar que Kiev enfrenta “a situação mais difícil” de todo o país.
    • A Coreia do Norte anunciou planos para apresentar a “próxima etapa” do seu programa de dissuasão nuclear no congresso do partido único. Durante um recente teste de mísseis balísticos, o líder Kim Jong-un sublinhou a importância deste desenvolvimento para a melhoria da “dissuasão estratégica” do país, evidenciando a contínua militarização no regime norte-coreano.

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  • 610 mil pessoas não têm eletricidade em Kiev. Zelensky diz que capital vive "situação mais difícil" do país

    610 mil pessoas em Kiev ainda não têm fornecimento de eletricidade, após a ultima ronda de ataques da Rússia, afirmou o ministro da Energia da Ucrânia, Denys Shmyhal.

    Na sua declaração noturna, o Presidente Volodymyr Zelensky contou que “a situação era mais difícil” na capital ucraniana, com “graves problemas de eletricidade” e também de aquecimento.

    “Equipas de muitas das nossas regiões — praticamente de todo o país — foram trazidas para ajudar Kiev, incluindo de zonas da linha da frente e estão prontas a ajudar”, afirmou ainda.

  • França muda de posição e aprova inclusão das Guardas Revolucionárias iranianas na lista de organizações terroristas

    A França decidiu apoiar a inclusão das Guardas Revolucionárias iranianas na lista de organizações terroristas da União Europeia, que já tinha o apoio de países como a Itália e a Alemanha.

    A Reuters noticiou que a França estava a hesitar apoiar a maioria dos estados-membros que lançou esta iniciativa. Porém, esta quarta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, anunciou o apoio.

    “Não pode haver impunidade. A repressão insustentável da revolta pacífica do povo iraniano não pode ficar sem resposta. A sua coragem sem precedentes face à violência que se abateu cegamente sobre ele não pode ser em vão”, escreveu Barrot.

  • República Islâmica pronta para discutir programa nuclear mas tem "o dedo no gatilho", diz Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano manifestou esta hoje disponibilidade para discutir o programa nuclear de Teerão com Washington, ao mesmo tempo que avisou que as forças armadas estão “com o dedo no gatilho” face à ameaça norte-americana de ataque.

    Em simultâneo, o chefe da diplomacia de Teerão afirmou que o Irão “sempre acolheu um acordo nuclear mutuamente benéfico, justo e equitativo”, desde que seja alcançado “em pé de igualdade e livre de coerção, ameaças e intimidação”.

    Na sua mensagem, o ministro iraniano reafirmou o direito da República Islâmica à “tecnologia nuclear pacífica”, que assegure a “ausência completa de armas nucleares”.

    A declaração de Abbas Araghchi surge em resposta ao Presidente norte-americano, Donald Trump, que ameaçou repetidamente usar a força em resposta à violenta repressão dos protestos no último mês no Irão, e que abordou também a questão nuclear.

  • Conselheiro do ayatollah responde a Trump e ameaça: se EUA atacarem o Irão, retaliação atingirá "coração de Telavive"

    O conselheiro do ayatollah Ali Khamenei, Ali Shamkhani, ameaçou hoje o Presidente norte-americano, Donald Trump, e Israel: caso os Estados Unidos da América lançarem mais que não seja um “ataque limitado”, a retaliação atacar o “coração do Telavive”.

    “Um ataque limitado é uma ilusão. Qualquer ação militar dos EUA — de qualquer origem ou qualquer nível — será considerado o início da guerra”, escreveu, no X, Ali Shamkhani.

    O conselheiro do Líder Supremo do Irão prometeu uma “resposta imediata” e “sem precedentes” em resposta a um eventual ataque norte-americano.

    E realçou que esse ataque atingiria o “coração de Tel Aviv e todos aqueles que estão a apoiar o agressor”.

  • Secretário de Estado dos EUA acredita que a Venezuela está numa "melhor situação" que estava há quatro semanas.

    Falando na sua audiência no Senado, Rubio disse que os EUA estavam a “fazer progressos bons e decentes” na Venezuela que iriam ter maior impacto a longo prazo, noticiou a AP.

    “Não vamos conseguir mudar esta situação da noite para o dia”, sublinhou o responsável, que admitiu que estão “certamente em melhor situação hoje na Venezuela do que estávamos há quatro semanas”.

    “Acho, espero e acredito que estaremos em melhor situação daqui a três, seis e nove meses do que estaríamos se Maduro ainda estivesse lá”, acrescentou.

  • 610 mil consumidores em Kiev não têm energia. Zelensky diz que capital vive "situação mais difícil"

    A cidade de Kiev está a viver “a situação mais difícil” em termos de fornecimento de energia e de aquecimento, afirmou o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na sua declaração noturna, onde definiu o fornecimento à capital como uma prioriedade.

    “Equipas de muitas das nossas regiões, praticamente de todo o país, foram chamadas para ajudar Kiev, incluindo das zonas da linha da frente, prontas para ajudar”, disse o líder.

    Já o ministro da Energia, Denis Shmyhal, revelou que cerca de 610 mil consumidores na capital ainda não tinham energia.

  • Dias do regime iraniano estão contados após repressão sangrenta, diz Chanceler alemão

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou hoje que os dias do regime iraniano estão “contados”, um mês após o início de um movimento de contestação reprimido com violência pelas autoridades do Irão.

    “Continuo convencido de que um regime que só se consegue manter no poder recorrendo à violência pura e ao terror contra a sua própria população tem os dias contados”, disse Merz em Berlim, numa conferência de imprensa conjunta com o homólogo romeno, Ilie Bolojan.

    O chanceler acrescentou que esse desfecho “pode contar-se em semanas” e defendeu que o regime de Teerão “não tem qualquer legitimidade para governar”.

    Merz associou-se ainda à posição da Itália, que pretende incluir a Guarda Revolucionária Islâmica, o exército ideológico do Irão, na lista de organizações terroristas da União Europeia.

  • Rubio otimista sobre alcançar "algo positivo" em relação à Gronelândia e fala em reuniões técnicas com Copenhaga e Nuuk

    O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, demonstrou-se otimista sobre a questão da Gronelândia, território ártico em que o EUA têm demonstrado interesse em adquirir, noticiou o The Guardian.

    Falando no Senado norte-americano, Rubio sublinhou que a situação está “numa boa posição no momento”, especialmente após “excelentes reuniões com o secretário-geral da NATO”, Mark Rutte.

    “Na verdade, enquanto falo com vocês agora, haverá algumas reuniões técnicas entre nós e os nossos parceiros na Gronelândia e na Dinamarca sobre este assunto”, acrescentou o secretário, que disse estar confiante que iam “conseguir atingir algo positivo”.

    “Vamos tentar fazer isto de forma a que não pareça um circo mediático cada vez que essas conversas acontecem, porque acreditamos que isso cria mais flexibilidade para ambos os lados chegarem a um resultado positivo. E acho que vamos conseguir”, acrescentou.

  • Hamas diz estar pronto para uma "transferência completa" da governação de Gaza

    O Hamas afirmou esta quarta-feira que está pronto para uma “transferência completa da governação da Faixa de Gaza” para um comité de tecnocratas que foi criado no âmbito do plano de paz norte-americano para o enclave palestiniano.

    “Os protocolos foram preparados, os processos foram finalizados e as comissões estão encarregues da operação para que tenhamos uma transferência completa da governação da Faixa de Gaza, em todas as áreas”, afirmou o porta-voz do grupo extremista palestiniano, Hazem Qassem, à agência de notícias France-Presse (AFP).

    A segunda fase do plano dos Estados Unidos para colocar um fim à guerra em Gaza prevê a criação de um governo tecnocrata palestiniano de transição denominado Comité Nacional para a Administração de Gaza (CNAG).

    Os membros da estrutura tecnocrática para gerir assuntos correntes do enclave palestiniano ficarão sob supervisão de outro órgão também previsto no plano de Washington, o “Conselho de Paz”, liderado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

  • Fico e Casa Branca negam quaisquer preocupaçõe com avançou Politico. Primeiro-ministro eslovaco e Casa Branca já negaram

    O primeiro ministro da Eslováquia, Robert Fico, já reagiu à notícia do Politico que afirmava que o líder tinha ficado preocupado com o “estado psicológico” do Presidente dos EUA, Donald Trump.

    Numa publicação na rede social X, o líder rejeitou “fortemente as mentiras do portal liberal, odioso e pró-Bruxelas Politico” e frisou que não falou na reunião informal sobre qualquer assunto, muito menos sobre a sua viagem aos Estados Unidos.

    “Devo rejeitar enfaticamente as mentiras do portal Politico sobre como avaliei o meu encontro com o presidente dos EUA, D. Trump, numa cimeira informal em Bruxelas. Ninguém ouviu nada, ninguém viu nada, não há testemunhas, mas nada impediu o portal Politico de inventar mentiras”, criticou o chefe do governo eslovaco.

    A Casa Branca também já reagiu, através da porta-voz Anna Kelly, citada pelo próprio Politico. “Isto são absolutamente fake news de diplomatas anónimos europeus que estão a tentar manter-se relevantes”, disse a representante, que insistiu que a reunião entre os líderes foi “positiva e produtiva”.

  • Trump avisa Irão de que "o tempo se está a esgotar" e ameaça com ataque "pior" do que o de 2025

    O presidente dos EUA, Donald Trump, avisou, esta quarta-feira, o Irão de que “o tempo se está a esgotar” e instou mais uma vez Teerão a fazer um acordo com os EUA quanto ao programa nuclear — sob pena de ser lançado um ataque contra aquele país.

    “Esperamos que o Irão se sente à mesa de negociações o mais depressa possível e chegue a um acordo justo e equilibrado – SEM ARMAS NUCLEARES – um acordo que seja bom para todas as partes. O tempo está a esgotar-se, é realmente essencial”, escreveu Trump numa publicação na Truth Social.

    Trump lembrou a operação “Operação Martelo da Meia-Noite”, lançada em junho de 2025 contra instalações militares no Irão, avisando que um eventual novo ataque contra o país será “pior”. “O próximo ataque será muito pior!”, alertou o chefe de Estado norte-americano.

    Trump voltou a frisar que há “uma enorme armada está a caminho do Irão”, salientando que os meios militares norte-americanos se estão a mover “rapidamente, com grande poder, entusiasmo e determinação”.

    “É uma frota maior, liderada pelo magnífico porta-aviões Abraham Lincoln, do que a enviada à Venezuela”, escreveu ainda o presidente dos EUA.

  • Mais de 100 apartamentos atingidos por ataque russo em Zaporíjia

    Mais de 100 apartamentos foram atingidos por um ataque russo à cidade de Zaporíjia na manhã desta quarta-feira, escreve o Ukrainska Pravda. Quatro pessoas ficaram feridas.

    Um edifício residencial e vários carros foram atingidos, adiantou Ivan Fedorov, Chefe da Administração Militar da região de Zaporíjia.

  • Espanha escolta petroleiro da frota sombra da Rússia

    Um navio petroleiro da frota sombra da Rússia estava a ser escoltado esta terça-feira pelas autoridades espanholas até Marrocos, escreve a Reuters, citando a Marinha Mercante da Espanha.

    O navio Chariot Tide, que navegava sob bandeira de Moçambique e até novembro era conhecido como Marabella Sun, está na lista de sanções da UE desde novembro de 2024 por ajudar a Rússia a exportar petróleo “enquanto praticava operações de navegação irregulares e de alto risco”, segundo a União Europeia. Também foi sancionado pelo Reino Unido.

    O Chariot Tide avariou a 22 de janeiro e o barco ficou à deriva, sem propulsão, em águas internacionais, ao largo da cidade de Almería.

    Estima-se que entre 1200 e 1600 navios da frota sombra da Rússia estejam a operar.

  • Chefe da diplomacia da UE defende que NATO “se deve tornar mais europeia”

    A chefe da diplomacia da União Europeia (UE) defendeu hoje que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) “se deve tornar mais europeia” para fazer face às ameaças em termos de segurança e defesa.

    “Estamos todos bem cientes das questões políticas que têm limitado a cooperação, mas especialmente agora que os Estados Unidos estão a voltar as suas atenções para o exterior e para além da Europa, a NATO precisa de se tornar mais europeia para manter a sua força e, para isso, a Europa deve agir”, disse Kaja Kallas, em declarações num evento da Agência Europeia de Defesa, em Bruxelas.

    “Por exemplo, precisamos de garantir que as nossas iniciativas de segurança e defesa continuem a ser complementares às da NATO e, para isso, a bola também está no campo da NATO. Se quisermos utilizar instrumentos da UE, como o nosso poder orçamental e regulamentar, para apoiar e capacitar a NATO, temos de saber quais são essas necessidades e objetivos”, referiu a Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança.

    De acordo com Kaja Kallas, “quanto mais informações a NATO fornecer, melhor é possível alinhar-se” com a UE, já que “os 23 países que são membros de ambas as organizações têm uma responsabilidade especial e um interesse particular em garantir a coerência”.

  • Forças russas voltam a atacar Odessa. Três pessoas ficaram feridas

    As forças russas atacaram Odessa pela segunda noite consecutiva, deixando três pessoas feridas, escreve o Ukrainska Pravda, citando Serhii Lysak, Chefe da Administração Militar de Odessa.

    “A cidade sofreu ataques inimigos pela segunda noite consecutiva, com edifícios residenciais e locais religiosos danificados”, disse o responsável.

    Um homem de 21 anos foi hospitalizado com ferimentos causados por estilhaços.

  • Foto de Donald Trump ao lado de Putin pendurada na Casa Branca

    Uma fotografia de Vladimir Putin e de Donald Trump, os presidentes da Rússia e dos EUA, respetivamente, foi pendurada na Casa Branca, avança a agência russa TASS, citando a correspondente da PBS na Casa Branca, Elizabeth Landers.

    A foto — tirada durante a cimeira entre os dois líderes, que decorreu no Alasca, em agosto — foi pendurada numa zona junto a uma das entradas na ala oeste da Casa Branca.

  • Coreia do Norte revela “próxima etapa” de programa nuclear em congresso

    A Coreia do Norte declarou que vai apresentar “a próxima etapa” do plano de dissuasão nuclear no próximo congresso do partido único, informou hoje a imprensa oficial norte-coreana.

    O congresso “vai clarificar os planos para a próxima etapa destinada a reforçar a força de dissuasão nuclear do país”, afirmou na terça-feira o líder Kim Jong-un, durante um lançamento de um míssil balístico, de acordo com a agência de notícias KCNA.

    Acompanhado por outros responsáveis norte-coreanos, Kim esteve presente durante o teste de um lançador múltiplo de foguetes de grande calibre, durante o qual foram disparados quatro mísseis, noticiou a KCNA.

    Embora reconhecendo que o desenvolvimento do sistema de lançador de foguetes passou por dificuldades, Kim considerou que o teste de terça-feira foi “de grande importância para melhorar a eficácia” da “dissuasão estratégica”.

    Os quatro foguetes disparados atingiram um alvo localizado a mais de 358 quilómetros de distância, ainda de acordo com o líder norte-coreano.

  • Forças russas começam a retirar-se das bases no nordeste da Síria

    As forças russas começaram a retirar-se do nordeste da Síria, numa área ainda controlada por uma coligação liderada pelos curdos, depois desta ter perdido a maior parte do território que detinha numa ofensiva governamental.

    Jornalistas da agência Associated Press (AP) visitaram uma base próxima ao aeroporto de Qamishli, na terça-feira, e encontraram-na sob vigilância de combatentes das Forças Democráticas Sírias (SDF, na sigla em inglês), que disseram que os russos começaram a retirar equipamento nos últimos dias.

    O interior do que antes era o alojamento dos soldados estava praticamente vazio, com alguns objetos espalhados, incluindo equipamentos de exercício, proteína em pó e algumas roupas, escreve a AP.

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