Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump e Vladimir Putin tiveram uma prolongada conversa telefónica com o objetivo de discutir as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia. A conversa durou cerca de duas horas e foi descrita como informativa e franca. Ambos os líderes expressaram interesse em organizar um encontro futuro, assegurando que este seja produtivo e bem preparado para alcançar uma resolução significativa do conflito.
    • Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, anunciou que Kiev está pronta para negociações diretas com a Rússia e propôs a criação de uma equipa nacional permanente para facilitar as conversações. Reafirmou ainda que a Ucrânia está disposta a um cessar-fogo total e incondicional, sublinhando a importância de uma abordagem diplomática e de uma paz justa e duradoura.
    • Os líderes europeus, incluindo Ursula von der Leyen, Emmanuel Macron e outros chefes de governo, mantêm comunicação constante com Trump e Zelensky, expressando apoio aos esforços de paz e reforçando a necessidade de sanções adicionais à Rússia caso esta não se comprometa seriamente com o cessar-fogo e as negociações de paz. A União Europeia e o G7 também consideram propostas de novas sanções.
    • A Finlândia anunciou planos para fornecer munições à Ucrânia, utilizando receitas provenientes de ativos russos congelados, no âmbito de um esforço conjunto europeu para reforçar a capacidade de defesa da Ucrânia contra a agressão russa. Este movimento integra-se numa estratégia mais ampla de sanções e apoio militar coordenado pela União Europeia.

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  • Bom dia.

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    Pode continuar a acompanhar os mais recentes desenvolvimentos da guerra na Ucrânia neste outro artigo em direto.

    Kremlin recusa prazo para acordo de cessar-fogo. Maioria dos norte-americanos defende mais sanções à Rússia

  • Bruno Cardoso Reis: "Conversa de Putin e Trump não fez diferença nenhuma”

    Bruno Cardoso Reis admite que conversa entre Trump e Putin foi uma mão cheia de nada. O historiador diz que objetivo de Trump é manter uma boa relação com a Arábia Saudita.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    Bruno Cardoso Reis: “Conversa de Putin e Trump não fez diferença nenhuma”

  • Trump recusa impor mais sanções à Rússia por haver "uma hipótese" de progresso

    Donald Trump disse ainda na Sala Oval que recusa aplicar novas sanções a Moscovo por achar que pode vir a dificultar a evolução nas negociações com a Rússia.

    “Acho que há uma hipótese de chegarmos a alguma coisa e, se impusermos, também podemos piorar muito a situação. Mas pode haver uma altura em que isso vai acontecer “, disse Trump, citado pela CNN enquanto falava sobre sanções aos jornalistas.

  • Donald Trump admite afastar-se das negociações "se nada acontecer"

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, admitiu vir a afastar-se das negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia se Putin não decidir acabar com a guerra na Ucrânia.

    “Acredito que ele quer acabar com ela”, disse Trump, citado pela CNN enquanto falava aos jornalistas na Sala Oval.

    “Disse-lhe: ‘Quando é que vamos acabar com este derramamento de sangue, com este banho de sangue?’”, acrescentou, admitindo que pode vir a sair das negociações.

    “Digo-vos, há grandes egos envolvidos, mas acho que alguma coisa vai acontecer. E se nada acontecer, eu afasto-me e eles vão ter de continuar”, disse ainda.

  • Zelensky rejeita exigência russa de retirada militar de zonas que Kiev controla

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, rejeitou hoje retirar tropas de regiões sob controlo de Kiev e cuja soberania a Rússia tem reivindicado nos contactos bilaterais, aguardando que Moscovo apresente condições para um cessar-fogo.

    “Ninguém vai desistir das nossas terras, dos nossos territórios, do nosso povo”, disse Zelensky numa conferência de imprensa, após uma chamada telefónica entre os Presidentes russo, Vladimir Putin, e norte-americano, Donald Trump.

    “Se a Rússia estabelecer condições para a retirada das nossas tropas do nosso território, isso significa que não quer um cessar-fogo e não quer que a guerra termine”, acrescentou.

    Zelensky afirmou ainda que a próxima reunião entre delegações da Ucrânia e da Rússia, e talvez com a presença de outros países, poderia realizar-se no Vaticano, na Suíça ou na Turquia, referindo que espera conhecer as condições de Moscovo para um cessar-fogo.

    O Presidente ucraniano afirmou ainda que novas sanções norte-americanas impostas à Rússia “seriam decisivas” para a sua capacidade de continuar a invasão da Ucrânia.

  • Zelensky diz que se vive um "momento decisivo" nas negociações e mostra disponibilidade da Ucrânia

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, diz que se está a viver “um momento decisivo” nas negociações na Guerra na Ucrânia, numa publicação feita na rede social X em que falou sobre como Kiev está pronto para obter um fim da guerra e uma paz justa e duradoura.

    “O mundo pode agora ver se os seus líderes são verdadeiramente capazes de garantir um cessar-fogo e alcançar uma paz real e duradoura”, disse o líder ucraniano, que falou também no rescaldo da chamada entre Donald Trump e Vladimir Putin.

    “No início da nossa conversa bilateral, reafirmei ao Presidente Trump que a Ucrânia está pronta para um cessar-fogo total e incondicional, como foi referido, nomeadamente pelos Estados Unidos”, lê-se na publicação, na qual pediu “sanções mais fortes” para a Rússia caso não ponham “termo aos assassinios”.

    “A pressão sobre a Rússia empurrá-la-á para uma verdadeira paz — isto é óbvio para todos em todo o mundo”, acrescentou, mostrando-se também pronto para falar já com Moscovo.

    “Reiterei também que a Ucrânia está pronta para negociações diretas com a Rússia em qualquer formato que permita obter resultados. A Turquia, o Vaticano, a Suíça – estamos a considerar todos os locais possíveis”, disse.

    “Não é necessário convencer a Ucrânia, e os nossos representantes estão preparados para tomar decisões efetivas nas negociações. O que é necessário é que a Rússia se mostre disposta a encetar conversações significativas”, sublinhou ainda.

  • Itália "pronta" para ajudar "a facilitar contactos e trabalhar para a paz" na Ucrânia, diz Meloni

    A primeira-ministra italiana, Georgia Meloni, anunciou que os trabalhos de negociação estão “em curso” para “iniciar imediatamente negociações entre as partes” da guerra na Ucrânia

    Num comunicado citado pelo The Guardian, Meloni espera que as conversações “possam conduzir a um cessar-fogo o mais rapidamente possível e criar as condições para uma paz justa e duradoura na Ucrânia”.

    Meloni chamou ainda “positiva” à disponibilidade do Papa ser anfitrião das negociações no Vaticano.

    “A Itália está pronta a fazer a sua parte para facilitar os contactos e trabalhar em prol da paz”, sublinhou.

  • Trump diz que chamada com Putin resultou em "alguns progressos"

    Donald Trump diz que a chamada feita com o Presidente russo, Vladimir Putin, resultou em “alguns progressos”.

    Falando num evento na Casa Branca para promulgar uma lei contra pornografia usando deepfakes, Trump disse ainda que falou com os líderes europeus “para tentar resolver o assunto”, referindo-se à guerra na Ucrânia.

  • Trump e Putin terão falado "emocionalmente" sobre perspetivas "impressionantes" para a relação EUA-Rússia

    Durante a chamada desta tarde, Vladimir Putin e Donald Trump terão falado “detalhadamente” sobre “o futuro das relações” entre EUA e Rússia e as perspetivas de futuro de ambas, contou o assessor Yuri Ushakov, citado pelo The Guardian.

    Trump, que terá falado de forma “emocionada”, sublinhou “especificamente que as perspetivas das relações bilaterais após a resolução do conflito ucraniano são impressionantes e que, enquanto Presidente dos Estados Unidos, considera a Rússia um dos parceiros mais importantes da América em matéria comercial e económica”.

  • Von der Leyen elogia "boa conversa" com Trump, Zelensky e aliados

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, elogiou a “boa conversa” tida com Donald Trump, Volodymyr Zelensky e os líderes de Itália, França, Alemanha e Finlândia sobre o que foi discutido entre o líder norte-americano e o Presidente da Rússia, Vladimir Putin.

    “Quero agradecer ao Presidente Trump pelos seus esforços incansáveis para conseguir um cessar-fogo na Ucrânia. É importante que os EUA se mantenham empenhados”, escreveu a presidente na rede social X, que garantiu que os europeus continuarão “a apoiar Volodymyr Zelenskyy para alcançar uma paz duradoura na Ucrânia”.

  • Encontro entre Rússia, Ucrânia, União Europeia, EUA e Reino Unido está em cima da mesa, diz Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou que um encontro que junta Moscovo com Kiev e os aliados dos Estados Unidos, da União Europeia e do Reino Unido está a ser considerado.

    Falando aos jornalistas e citado pelo jornal britânico The Guardian, Zelensky disse que esperava que a reunião acontecesse assim que possível e apontou que a Turquia, a Suíça ou mesmo o Vaticano possam ser anfitriões.

  • Merz diz que "Europa vai aumentar a pressão sobre Moscovo" com sanções, apesar do "caminho para um cessar-fogo"

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, diz que os europeus vão acompanhar “de perto a Ucrânia no caminho para um cessar-fogo”, subindo a pressão ao Kremlin através de sanções.

    Merz publicou no X depois da chamada dos líderes com Donald Trump, que se seguiu ao contacto com o Presidente russo, Vladimir Putin.

    “A Europa vai aumentar a pressão sobre Moscovo através de sanções”, revelou Merz na rede social X, que contou ainda que chegaram “a acordo sobre isto” com o líder norte-americano.

    “A Europa e a América estão muito unidas nesta matéria”, disse depois.

  • Durante a "longa" chamada, Trump e Putin trataram-se pelo nome e nenhum deles queria "desligar", conta Ushakov

    Duas horas e cinco minutos. Foi quanto demorou a chamada desta segunda-feira entre Donald Trump e Vladimir Putin, de acordo com o assessor do Presidente russo, Yuri Ushakov, que falou sobre a cordialidade vivida entre os líderes.

    À RIA Novosti, Ushakov contou que os Presidentes se trataram por “Donald e Vladimir” durante toda a chamada, que terá começado com o russo a dar os parabéns a Trump pelo nascimento da sua neto, na terça-feira passada.

    “Vladimir, podes telefonar a qualquer momento, terei todo o gosto em atender, terei todo o gosto em falar contigo”, terá dito o líder norte-americano a Putin.

    Mesmo depois de mais de duas horas de chamada, ambos queriam continuar a falar, revelou ainda Ushakov.

    “É raro ter conversas tão longas em que nenhum dos Presidentes queria terminar a conversa. Não queriam, se é que posso dizer assim, desligar”, disse.

  • Putin e Trump querem um encontro e falaram disso na chamada, diz assessor do Kremlin

    Yuri Ushakov, assessor do Presidente russo, contou que foi discutido um futuro encontro na chamada entre Donald Trump e Vladimir Putin feita esta segunda-feira.

    Falando à RIA Novosti, Ushakov diz que “ficou a impressão clara de que ambos os presidentes estavam interessados nessa reunião, mas também de que ambos estavam interessados em garantir que essa reunião não fosse vazia, mas sim produtiva”.

    “Ambos os presidentes concordam que esta reunião deve ser bem preparada e de forma abrangente”, acrescentou o assessor, que sublinhou ainda que “é necessário trabalhar minuciosamente, e essas tarefas serão atribuídas às equipas relevantes, o conteúdo substantivo de uma possível cimeira, incluindo no que diz respeito à obtenção de acordos”.

    Os Presidentes dos EUA e da Rússia, conta ainda Ushakov, “ainda não concordaram também quando seria realizada e “ainda não indicaram um possível local” para o encontro.

  • Ucrânia e Rússia vão iniciar "imediatamente" negociações para um cessar-fogo, diz Trump depois de chamada com Putin

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, contou que a Rússia e a Ucrânia vão começar a negociar “imediatamente com vista a um cessar-fogo e, mais importante ainda, a pôr fim à guerra”, depois da chamada que fez esta tarde com o homólogo russo, Vladimir Putin.

    “Penso que correu muito bem”, disse o Presidente norte-americano sobre a chamada numa publicação na rede social Truth Social, revelando que “o tom e o espírito da conversa foram excelentes”.

    Donald Trump disse ainda que concorda que a Rússia volte a “fazer comércio em grande escala com os Estados Unidos” depois do fim do “catastrófico ‘banho de sangue’” na Ucrânia e que o Kremlin quer que isso aconteça.

    “A Rússia tem uma enorme oportunidade de criar grandes quantidades de emprego e riqueza. O seu potencial é ilimitado. Do mesmo modo, a Ucrânia pode ser um grande beneficiário do comércio, no processo de reconstrução do seu país”, acrescentou.´

    Trump disse ainda que falou ao telefone com Volodymyr Zelensky e os líderes dos aliados europeus, incluindo a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, o Presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Friedrich Merz, a primeira-ministra italiana, Georgia Meloni, e o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb.

    “O Vaticano, representado pelo Papa, declarou que estaria muito interessado em acolher as negociações. Que comece o processo!”, concluiu.

  • Zelensky anunciou a criação de uma "equipa nacional permanente e expandida de negociações" com a Rússia

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou a criação de uma “equipa nacional permanente e expandida de negociações” dedicada às conversações com a Rússia numa publicação no Facebook esta manhã.

    “A Ucrânia não teme conversações diretas com a Rússia e é importante que os dirigentes russos não prolonguem a guerra”, disse o líder, que insistiu ainda “na necessidade de um cessar-fogo total e incondicional, a fim de salvar vidas humanas e de estabelecer as bases necessárias para a diplomacia”.

    “Esse cessar-fogo deve ser suficientemente longo e incluir a possibilidade de prorrogação. A nossa proposta, partilhada pelos nossos parceiros, é de 30 dias — estamos prontos para isso”, acrescentou.

  • "Estamos no bom caminho", diz Putin. Chamada entre os dois líderes foi "útil"

    A chamada telefónica entre Donald Trump e Vladimir Putin chegou ao fim após cerca de duas horas.

    Segundo a imprensa estatal russa, o líder do Kremlin considerou a chamada “informativa, franca e muito útil”, acrescentando que o país está, de forma geral, no “bom caminho” para chegar a um entendimento com a Ucrânia. Putin avança, ainda, que a Rússia está pronta para trabalhar com Kiev num memorando sobre um futuro tratado de paz.

    Por seu turno, Donald Trump afirmou que a Rússia é a favor de uma resolução pacífica do conflito, apesar de Moscovo ter lançado unilateralmente a invasão e de ter enviado apenas uma “delegação de baixo nível” a Istambul, na última sexta-feira.

  • Terminou a conversa entre Trump e Putin

    A chamada telefónica entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e Vladimir Putin, seu homólogo russo, terminou, avança a agência estatal TASS.

    Os dois líderes conversaram durante cerca de duas horas. Putin considerou a conversa “informativa, franca e muito útil”, relata a RIA Novosti.

  • Trump falou com Zelensky antes da chamada telefónica com Putin

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou, esta segunda-feira, “durante alguns minutos” ao telefone com Volodymyr Zelensky, o seu homólogo ucraniano, avança a agência Reuters.

    Este contacto surge antes do telefonema de Trump com o líder do Kremlin, Vladimir Putin.

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