Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • A guerra na Ucrânia continua a ser um foco central de atenção internacional, com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a afirmar que não existe uma solução militar para o conflito, sublinhando a necessidade de negociações para alcançar a paz.
    • Volodymyr Zelensky reforçou a importância da participação dos Estados Unidos no processo de paz com a Rússia, alertando que a influência americana pode pressionar Vladimir Putin a pôr fim à guerra. Ao mesmo tempo, Zelensky agradeceu à União Europeia pela aprovação de novas sanções contra a Rússia, considerando-as um passo na direção certa para aumentar a pressão sobre Moscovo e promover a paz.
    • A relação entre a Ucrânia e os seus aliados tem-se fortalecido, com sanções adicionais impostas à Rússia pela União Europeia e pelo Reino Unido, abrangendo setores estratégicos como o militar, energético e financeiro. Estas sanções visam aumentar a pressão sobre Moscovo e incentivar avanços nas negociações de paz, com a esperança de que uma pressão económica possa levar a mudanças políticas.
    • A situação no terreno permanece tensa, com a Rússia a lançar ataques aéreos significativos contra a Ucrânia, incluindo o uso de drones, que demonstram o potencial de uma escalada militar contínua. A defesa antiaérea ucraniana tem conseguido neutralizar uma significativa parte destes ataques.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 1.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]

  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Zelensky diz que “russos não estão a dar nenhum sinal de cessar-fogo” e quer aumentar pressão

  • Zelensky agradeceu sanções britânicas a Starmer e espera que EUA sigam o mesmo caminho

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o primeiro-ministro, Keir Starmer, do Reino Unido falaram ao telefone esta terça-feira.

    “Agradeci-lhe as novas sanções britânicas, que ajudam a pressionar a Rússia para a paz. Só a coerção funcionará”, disse Zelensky numa publicação na rede social X.

    “Hoje temos uma decisão de sanções do Reino Unido, bem como da UE, e seria bom que os Estados Unidos também ajudassem”, disse ainda.

    O líder ucraniano contou ainda que discutiu “os elementos-chave dos nossos esforços diplomáticos e as reuniões potenciais que poderiam realmente garantir um cessar-fogo e progressos no sentido de uma paz duradoura” com o primeiro-ministro do Reino Unido.

    “Concordámos em manter-nos em contacto estreito, quase diariamente”, concluiu Zelensky.

  • Zelensky e Macron falaram para continuar a preparar "coligação das vontades"

    Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, falou ao telefone com o homólogo francês, Emmanuel Macron, com quem terá tido “uma conversa muito substantiva” para “continuar a preparar decisões dentro da ‘coligação das vontades'”.

    “Tudo está a tornar-se mais prático. Discutimos o apoio ao nosso exército, a cooperação no domínio da defesa e a produção interna de armas na Ucrânia”, acrescentou.

    “É essencial manter uma visão partilhada e a disponibilidade para agir em conjunto”, sublinhou.

  • O que se passou até agora

    • O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, destacou que não existe uma solução militar para a guerra na Ucrânia, afirmando que o conflito terá de ser resolvido através de negociações.
    • Volodymyr Zelensky reforçou a importância da participação dos Estados Unidos no processo de paz com a Rússia, alertando que a influência americana pode pressionar Vladimir Putin a pôr fim à guerra. Ao mesmo tempo, Zelensky agradeceu à União Europeia pela aprovação de novas sanções contra a Rússia, considerando-as um passo na direção certa para aumentar a pressão sobre Moscovo e promover a paz.
    • O Reino Unido e a União Europeia avançaram com novos pacotes de sanções contra a Rússia, visando áreas estratégicas como o setor militar, energético e financeiro, bem como a frota-fantasma da Rússia. Estas medidas refletem um esforço coordenado para isolar economicamente a Rússia e limitar as suas capacidades de financiamento da guerra na Ucrânia.
    • A Rússia lançou um ataque aéreo maciço com 108 drones contra a Ucrânia, dos quais 93 foram neutralizados pela defesa ucraniana. Esta ofensiva intensifica os esforços militares russos em regiões como Sumy, Dnipropetrovsk e Donetsk, enquanto a Ucrânia continua a defender-se com o apoio de sistemas aéreos e unidades antiaéreas.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 1.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]

    o zé faz 25 — imagem para link nos artigos

  • Zelensky quer que "a América continue envolvida no processo de paz"

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sublinhou esta terça-feira a relevância de que os EUA se mantenham ativos no processo de paz com a Rússia, perante sinais de que os norte-americanos podem afastar-se.

    Depois de ter conversado com vários líderes europeus sobre as negociações e a conversa de Trump com Putin, Zelensky, no discurso diário publicado no X, disse que “é importante que a América continue envolvida no processo de paz”.

    “A Rússia teme a América. A influência americana tem o poder de salvar muitas vidas se for usada para pressionar Putin a acabar com a guerra”, acrescentou o líder ucraniano, afirmando ainda que “a diplomacia é mais forte quando estamos unidos”.

  • Hungria diz ter detido mais dois "espiões ucranianos"

    A Hungria anunciou ter identificado “mais dois espiões ucranianos”, anunciou o líder parlamentar do partido do governo Fidesz, Máté Kocsis, citado por Zoltan Kovacs, porta-voz do primeiro-ministro húngaro.

    O governo confirmou que Roland Tseber e István Holló tinham sido os dois detidos. O primeiro, segundo o porta-voz, era “um oficial ilegal dos serviços secretos ucranianos” que terá estabelecido “laços com figuras da oposição”. Já Holló estará “a ser investigado criminalmente por espionagem”.

    O governo acusa Tseber de ter organizado “reuniões com figuras políticas e militares para influenciar a posição da Hungria no conflito na Ucrânia”. Já o outro acusado, diz o porta-voz, “procurou informações militares e energéticas relacionadas com as exigências de guerra da Ucrânia”.

    A atividade dos dois detidos, segundo o líder parlamentar, enquadrar-se-á “numa operação de influência clássica destinada a desacreditar a Hungria a nível internacional e a pressionar o governo a mudar a sua política em relação à Ucrânia”.

  • Rubio diz que Putin não tem "a guerra que pensava que ia ter"

    Marco Rubio, o secretário de Estado dos EUA, disse que Vladimir Putin não está a ter “a guerra que pensava que ia ter”, noticia a Reuters.

    “Quando invadiu a Ucrânia pela primeira vez, penso que previu que o governo entraria em colapso e que seria saudado como um libertador, e não foi isso que aconteceu”, acrescentou no Senado, sublinhando que “a Rússia controla hoje menos território do que controlava nos primeiros dois meses de guerra”.

    Marco Rubio disse ainda que “seria muito benéfico se conseguíssemos concluir a guerra na Ucrânia” para poder focar as atenções de Washington “noutras regiões”.

  • Rubio recusa que Estados Unidos tenham cedido nas negociações com a Rússia

    O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, recusou que os Estados Unidos tenham cedido perante as pretensões de Putin, apontando para a política de sanções.

    “Não foi levantada uma única sanção contra os russos. Todas as sanções que estavam em vigor sob a anterior administração continuam em vigor. Portanto, esta ideia de que cedemos… temos hoje a mesma influência que tínhamos sob a anterior administração”, disse o secretário, citado pela Reuters.

  • Rússia quer "o que não tem direito" e Ucrânia quer "o que não pode recuperar", diz Rubio

    Marco Rubio, ainda a falar no Senado dos EUA, disse que as pretensões opostas de ambas as partes na guerra na Ucrânia constituiam o “desafio fundamental” no conflito.

    “A Rússia quer aquilo que não tem atualmente e a que não tem direito. E a Ucrânia quer o que não pode recuperar militarmente. E esse tem sido o ponto crucial do desafio”, disse o secretário de Estado dos Estados Unidos, citado pela Reuters.

  • Rubio diz que "não há solução militar" para a guerra na Ucrânia

    O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse esta terça-feira Ucrânia só conseguia ser resolvida através de conversações, em vez de no campo de batalha.

    Citado pelo Reuters no Senado norte-americano, Rubio afirmou que “não há solução militar para esta crise”, acrescentando que “terá de terminar com uma solução negociada”.

  • Oficial do Kremlin diz que há 20 mil naturalizados a lutar no exército russo

    20 mil imigrantes de países da Ásia Central naturalizados russos terão sido enviados para a frente de batalha na Ucrânia para combater no exército de Moscovo, de acordo com Alexander Bastrykin, chefe do Comité Investigativo da Rússia, que funciona como uma agência anticorrupção.

    “20.000 ‘jovens’ cidadãos russos, que por alguma razão não gostam de viver no Uzbequistão, Tajiquistão e Quirguistão, já estão na linha da frente”, disse, citado pelo Kyiv Independent.

  • "Passo na direção certa". Zelensky agradeceu novo pacote de sanções da UE a Von der Leyen

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu o novo pacote de sanções aprovado pela União Europeia numa chamada com a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, considerando que era um “passo na direção certa”.

    “É importante impor restrições severas à frota de petroleiros russa, que serve para financiar assassinatos, bem como a todos os esquemas que a Rússia utiliza para construir a sua indústria militar”, escreveu o líder na rede social X.

    “Quanto mais pressão houver sobre a Rússia, mais incentivos Moscovo terá para avançar para uma paz genuína”, acrescentou.

    “Ursula e eu também discutimos os preparativos para o 18º pacote de sanções da UE. O petróleo russo, as infraestruturas de comércio de energia, os bancos e os esquemas financeiros”, contou ainda Zelensky, apontando como “as áreas que mais prejudicam a Rússia e, por conseguinte, que mais contribuem para a paz”.

  • Acordo na Ucrânia? “Processo está a construir-se”

    Para Vítor Gabriel Oliveira, a paz está longe da Ucrânia porque os mediadores estão ainda a aproximar as vontades dos dois lados do conflito. Sobre Gaza, garante: “É evidente a escalada de violência”.

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    Acordo na Ucrânia? “Processo está a construir-se”

  • Rússia rejeita que negociações com a Ucrânia dependam de um cessar-fogo

    A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia rejeitou esta manhã a ideia de que, para que as negociações com a Ucrânia ocorram, tenha de ser acordado primeiro um cessar-fogo no terreno.

    Citada pela agência russa TASS, Maria Zakharova disse que é ideia é uma forma de o Ocidente rearmar a Ucrânia para continuar a lutar contra a Rússia, o que compromete a paz.

    “O que estamos a ouvir do Ocidente, a fórmula que eles estão a promover sobre a impossibilidade de negociações em condições de guerra, tudo isso, é claro, não resiste a nenhuma crítica. Já ouvimos tudo isso antes, e já falámos sobre tudo isso”, disse a porta-voz do MNE russo, na habitual conferência de imprensa diária.

  • União Europeia aprova o 17º pacote de sanções contra a Rússia

    A alta representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança anunciou a aprovação do 17º pacote de sanções contra a Rússia. As novas sanções foram aprovadas esta manhã pelos ministros europeus, em Bruxelas.

    “A UE aprovou seu 17º pacote de sanções contra a Rússia, visando quase 200 navios da frota-fantasma”, escreveu Kaja Kallas, na rede social X, acrescentando que o novo pacote visa também ameaças híbridas e o desrespeito pelos direitos humanos por parte de Moscovo.

    Desde 2022 que a União Europeia e outros países aliados da Ucrânia têm aplicado sanções à frota-fantasma de petroleiros da Rússia, que tentam contornar os preços máximos da venda de petróleo russo impostos.

    “Quanto mais a Rússia apostar na guerra, mais dura será a nossa resposta”, garantiu.

  • Navios-fantasma, mísseis, desinformação. Reino Unido aprova mais um pacote de sanções contra a Rússia

    O Reino Unido aprovou esta manhã mais um pacote de sanções contra a Rússia, com foco nos setores militar, energético e financeiro do país. Ao todo, mais de 100 pessoas e instituições vão ser alvo de sanções, escreve a Sky News.

    Há sanções dirigidas ao fornecimento de armamento, como os mísseis Iskander, que têm sido usados para atacar a Ucrânia.

    Mais 14 membros da Agência de Design Social (SDA), uma agência usada para espalhar desinformação a favor da Rússia e que é financiada diretamente pelo Kremlin, foram incluídos na lista de sanções.

    Na mira de Londres estão também 46 instituições financeiras que o Reino Unido acredita que ajudam a Rússia a contornar as sanções, entre as quais a a Bolsa de São Petersburgo. Também entram na lista mais 18 navios da frota-fantasma da Rússia, usada para transportar petróleo — uma fonte muito importante de receitas para o país.

  • "Status quo não mudou" depois da chamada entre Trump e Putin, diz conselheiro de Zelensky

    O conselheiro presidencial de Zelensky defende que o status quo nos esforços de paz entre Ucrânia e Rússia não se alterou depois da chamada de ontem entre Trump e Putin.

    “Infelizmente, após o telefonema Trump-Putin, o status quo não mudou”, escreveu Mykhailo Podolyak na rede social X, acrescentando que a Ucrânia continua a defender um cessar-fogo imediato e incondicional. “A Ucrânia continua a defender o único caminho realista para sair da guerra — por via de um cessar-fogo imediato e incondicional — abrangente, de longo prazo e vinculativo”, sublinhou.

    No entanto, Podolyak lamentou que a Rússia continue “à procura da guerra, da destruição e da matança”.

  • Ataque russo a autocarro em Kherson faz cinco feridos

    As forças russas atacaram um autocarro de passageiros em Kherson, provocando pelo menos cinco feridos, escreve a agência de notícias Ukrinform, citando a Administração Militar da região.

    Entre os feridos estão quatro homens e uma mulher de meia idade, que sofreram contusões.

    As forças russas lançam ataques diários à zona norte do oblast de Kherson, que é controlada pela Ucrânia.

  • Alemanha acusa Putin de jogar com o tempo sem qualquer intenção de um cessar-fogo na Ucrânia

    O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, acusou esta terça-feira o Presidente russo, Vladimir Putin, de estar a jogar com o tempo, sem ter qualquer intenção, para já, de negociar um cessar-fogo na Ucrânia.

    “As conversações de ontem [segunda-feira, entre Putin e o Presidente norte-americano, Donald Trump] confirmaram mais uma vez que o lado russo está a fazer declarações, mas até agora não há provas de intenções declaradas”, disse Pistorius.

    O ministro alemão afirmou que Putin “continua a não estar disposto a fazer concessões e só fala de um cessar-fogo nos seus termos”, em declarações aos jornalistas à chegada Conselho de Ministros da Defesa da União Europeia.

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