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  • Bom dia.

    Este liveblog será arquivado. Pode continuar a acompanhar os mais recentes desenvolvimentos do conflito entre Israel e o Hamas nesta nova página, que agora abrimos.

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    https://observador.pt/liveblogs/netanyahu-acusa-hamas-de-estar-a-tentar-voltar-atras-e-a-fazer-exigencias-quanto-a-libertacao-de-prisioneiros-palestinianos/

  • Cessar-fogo vai entrar em vigor às 10h15 (hora de Lisboa) de domingo

    O cessar-fogo entre Israel e o Hamas vai entrar em vigor às 12h15 de domingo (10h15 em Portugal). Citando mediadores, a imprensa israelita diz que a operação “Asas da Liberdade”, focada no regresso dos reféns, vai ter início na manhã do dia 19 de janeiro.

    “Até à data, as IDF vai estar a completar as últimas preparações para garantir a segurança dos reféns e da sua chegada aos hospitais em Israel”, escreve o Canal 12.

  • Cinco militares serão as primeiras reféns a regressar a Israel no domingo

    Um oficial norte-americano indicou esta quarta-feira que serão cinco militares israelitas as primeiras a regressar ao país depois da implementação do acordo de cessar-fogo em Gaza. Segundo o jornal Haaretz, as cinco mulheres voltam para Israel já este domingo.

    “Nem tudo correrá bem, mas dispomos de um quadro tão pormenorizado que deixamos muito pouco ao acaso e garantimos que as expectativas são claras para ambas as partes”, disse o responsável norte-americano, sem revelar as identidades das reféns.

  • Ataque israelita faz 12 mortos em Gaza

    Pelo menos 12 pessoas morreram e 20 ficaram feridas na sequência de um ataque israelita que atingiu uma zona residencial em Sheikh Radwan, na cidade de Gaza. De acordo com a Al Jazeera, apesar do anúncio do acordo de cessar-fogo, as forças israelitas continuam a intensificar os seus bombardeamentos no enclave.

  • Cruz Vermelha pronta para facilitar operações de libertação de reféns em Gaza

    O Comité Internacional da Cruz Vermelha declarou que está pronto a contribuir para a implementação do acordo de cessar-fogo e facilitar as operações de libertação dos reféns em Gaza.

    “Estamos também preparados para aumentar massivamente a nossa resposta humanitária em Gaza”, afirmou a Presidente do CICV, Mirjana Spoljaric, no X.

    “Isto só é possível com um compromisso político de todas as partes para colocar a humanidade em primeiro lugar e respeitar as regras da guerra”.

  • Kamala Harris afirma que acordo se deve à liderança de Biden

    Kamala Harris afirma que acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas foi alcançado “graças à liderança” de Joe Biden.

    “Nas minhas muitas conversas com os líderes da região, o meu foco inabalável tem sido acabar com esta guerra de modo a que Israel esteja seguro, os reféns sejam libertados, o sofrimento em Gaza termine e o povo palestiniano possa realizar o seu direito à dignidade, segurança, liberdade e autodeterminação”, lê-se no comunicado partilhado no X.

    “Acredito que este acordo pode ser a base sobre a qual construiremos uma solução de dois Estados que crie um futuro mais pacífico para as populações israelita e palestiniana”, afirmou.

  • Cessar-fogo em Gaza. Trump ou Biden quem fica a ganhar?

    Emissão especial do Gabinete de Guerra. Minutos depois de ser anunciado o cessar-fogo em Gaza, será que está em risco? Nos Estados Unidos, Biden e Trump cantam vitória.

    Ouça aqui o episódio especial do Gabinete de Guerra.

    Cessar-fogo em Gaza. Trump ou Biden quem fica a ganhar?

  • Netanyahu falou com Biden e Trump a agradecer a ajuda no acordo

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, falou em separado com Joe Biden e Donald Trump a agradecer a ajuda de ambos no acordo de cessar-fogo e libertação de reféns.

    Em comunicado, o gabinete do primeiro-ministro avançou que Netanyahu agradeceu a Trump pela “ajuda para fazer avançar a libertação dos reféns e ajudar Israel a pôr fim ao sofrimento de dezenas de reféns e das suas famílias”.

    Netanyahu também agradeceu ao novo presidente dos EUA pelos seus comentários de que Gaza “nunca mais se tornará um porto seguro para os terroristas”. Os dois concordaram em encontrar-se em breve em Washington, avançou o Times of Israel.

  • O que se sabe e o que falta saber sobre o acordo de cessar-fogo em Gaza

    Serão três fases, mas a maior parte dos detalhes conhecidos referem-se às próximas seis semanas, em que reféns serão libertados, a ajuda humanitária irá entrar em Gaza e as IDF começarão a retirar.

    O que se sabe e o que falta saber sobre o acordo de cessar-fogo em Gaza

  • Houthis afirmam que a causa palestiniana continua a ser a principal questão

    Com o acordo de cessar-fogo em Gaza, um porta-voz dos Houthis afirmou que a causa palestiniana “continuará a ser a principal questão” para o grupo. “A invasão israelita de Gaza não deixou ao nosso povo outra escolha senão apoiar, assumindo a responsabilidade para com um povo oprimido”, escreveu Mohammed Abdul Salam numa publicação no X.

    “O inimigo sionista é um perigo para todos e a sua ocupação contínua da Palestina representa uma ameaça para a segurança e a estabilidade da região”.

  • Cessar-fogo é uma "decisão muito difícil", mas "tem de ser aprovada", defende chefe da diplomacia israelita

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, defende que aceitar o acordo de cessar-fogo é uma “decisão muito difícil”, mas que “tem de ser aprovada” pelo gabinete de segurança israelita”.

    “Quando se decide a libertação de tantos terroristas, incluindo assassinos que mataram judeus — e esta não é a única dimensão do acordo — não é uma decisão fácil”, menciona Sa’ar, citado pelo The Times of Israel num discurso em Roma.

  • Pedro Nuno Santos: "Acordo de cessar-fogo é uma boa notícia e um sinal de esperança"

    O secretário-geral do Partido Socialista também se pronunciou sobre o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, afirmando que é “uma boa notícia e um sinal de esperança no futuro”.

    Pedro Nuno Santos alerta que o foco dos governantes deve ser “criar condições para intervir na situação humanitária em Gaza, que é crítica, e libertar os reféns, após longos meses de sofrimento”.

    “A estabilidade regional só será alcançada com uma solução de dois Estados e um respeito escrupuloso pelo direito internacional”, escreve na rede social X.

  • Papel do Hamas em cenário pós-guerra será debatido em reuniões futuras

    Os EUA mantêm-se comprometidos a “garantir que o Hamas não resuma a governação de Gaza”, mas que o papel do grupo num cenário pós-guerra será discutido em futuras negociações.

    Citado pelo The Times of Israel, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano diz que este termo é um “fator decisivo” para Israel, admitindo esperar que o seja também para o povo palestiniano.

  • Luís Montenegro saúda “muito aguardado” acordo de cessar-fogo

    O primeiro-ministro português saudou hoje o “muito aguardado” anúncio de um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, desejando que este passo traga “uma paz duradoura à região.

    “Saúdo o há muito aguardado anúncio de um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, incluindo a libertação dos reféns, a retirada das forças israelitas e o acesso de ajuda humanitária a Gaza. Um passo necessário rumo a uma paz duradoura”, escreveu Luís Montenegro, na sua conta na rede social X.

  • Starmer e Scholz saúdam acordo de cessar-fogo em Gaza

    O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, descreve o acordo de cessar-fogo como “uma notícia esperada há muito tempo” e realça o ataque do Hamas no dia 7 de outubro de 2023 como o “mais mortífero massacre de judeus desde o holocausto”.

    No comunicado publicado na rede social X, Starmer presta homenagem aos reféns que agora são libertados, mas sem vida. Ao mesmo tempo, menciona também as perdas de “palestinianos inocentes”, apelando ao aumento do fluxo de ajuda humanitária a entrar em Gaza.

    O chefe do governo britânico acredita que se devem focar num cenário pós-guerra na região, sempre baseados numa “solução de dois Estados” que garanta “segurança e estabilidade em Israel, juntamente com um Estado Palestiniano soberano e viável”.

    Também na rede social X, o chanceler alemão Olaf Scholz saúda o acordo, reiterando que “deve ser implementado à letra”.

  • Dirigente do Hamas diz que os palestinianos não se vão esquecer do "pior genocídio da história moderna"

    O vice-presidente do gabinete político do Hamas, Khalil al-Hayya, saúda o acordo de cessar-fogo em Gaza, mas diz que os palestinianos não se vão esquecer do “pior genocídio da história moderna”.

    “A bárbara guerra de extermínio que a ocupação israelita e os seus apoiantes levaram a cabo durante 467 dias ficará para sempre gravada na memória do nosso povo e do mundo como o pior genocídio da história moderna”, disse al-Hayya, citado pela Al Jazeera.

    “Em nome dos órfãos, das crianças e das viúvas, em nome das pessoas com casas destruídas, em nome das famílias dos mártires e dos feridos, em nome de todas as vítimas, em nome de cada gota de sangue derramada e em nome de cada lágrima de dor e agonia: Não esqueceremos e não perdoaremos”, acrescenta.

    O dirigente do Hamas afirma também que Israel não conseguiu alcançar “os seus objetivos publicamente definidos” — incluindo o regresso dos reféns através da força e a eliminação total do Hamas.

  • Von der Leyen apela à "implementação integral" do acordo por ambas as partes

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, “congratula vivamente” a chegada a um acordo de cessar-fogo em Gaza, mas apela, tanto a Israel como ao Hamas, à “implementação integral” do acordo, e que o utilizem “como um trampolim para uma estabilidade duradoura na região e uma resolução diplomática do conflito”.

    “Isto traz esperança a toda uma região, onde as pessoas suportaram um enorme sofrimento durante demasiado tempo”, escreve Von der Leyen na rede social X.

  • Famílias de reféns acolhem com “alegria e alívio” acordo de cessar-fogo em Gaza

    As famílias dos reféns do movimento islamita palestiniano Hamas na Faixa de Gaza acolheram hoje com “enorme alegria e alívio” o acordo de cessar-fogo no enclave, que prevê a libertação daqueles que ainda lá se encontram em cativeiro.

    “É um importante passo em frente que nos aproxima do regresso de todos os reféns: os vivos, para reabilitação e os mortos, para um enterro adequado. Mas acompanha-nos uma profunda ansiedade e preocupação pela possibilidade de o acordo não ser cumprido na totalidade, deixando alguns reféns para trás”, afirmou o Fórum das Famílias de Reféns num comunicado.

    Os familiares referem-se à aplicação faseada do acordo, que prevê, numa primeira fase, a libertação de 33 reféns, com prioridade para crianças, mulheres e idosos.

  • Costa: "UE continua empenhada numa paz global, justa e duradoura, baseada na solução de dois Estados"

    O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também reagiu às notícias do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, manifestando a sua esperança que “o sofrimento dos civis acabe, e que aqueles em cativeiro possam regressas às suas famílias”.

    Na rede social X, o antigo primeiro-ministro português menciona também a necessidade da entrada de apoio humanitário em Gaza, de modo a “criar condições para a recuperação e reconstrução” do enclave.

    “A UE continua empenhada numa paz global, justa e duradoura, baseada na solução de dois Estados”, escreve António Costa.

  • Ministro das Finanças de Israel diz que cessar-fogo é um "acordo mau e perigoso"

    O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, acredita que o cessar-fogo apresentado é um “acordo mau e perigoso para a segurança nacional” israelita.

    Num comunicado publicado na rede social X, o ministro defende que, apesar de sentir “grande felicidade e entusiasmo” pelo regresso dos reféns, o acordo “retira muitas conquistas da guerra” e poderá vir a “custar muito sangue”.

    Com isto, Smotrich diz que não ficará em silêncio e é esperado que se oponha à implementação do plano durante a reunião de amanhã do gabinete de segurança israelita.

    “O Primeiro-Ministro e eu temos estado a conversar febrilmente sobre o assunto. Ele conhece em pormenor as exigências do sionismo religioso e a bola está nas suas mãos”, escreve o ministro.

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