Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, caro leitor!

    Encerramos aqui este artigo em direto que foi utilizado para acompanhar as novidades sobre a atualidade internacional. Pode continuar a seguir as notícias de hoje sobre o mesmo tema através deste novo liveblog agora aberto.

    Putin e Trump falaram ao telefone por mais de 90 minutos. Presidente russo sugeriu cessar-fogo temporário a 9 de maio

  • “Ainda temos muitas cartas na manga”: Irão exalta Força Aérea e promete "resposta ainda mais esmagadora"

    O Irão garante ainda ter “muitas cartas na manga” para responder a futuras agressões. O Brigadeiro-General Mohammad Akraminia, porta-voz do exército iraniano, elogiou o desempenho da força aérea no conflito, destacando a capacidade do país em penetrar as “várias camadas de defesa” norte-americanas.

    Em declarações à Press TV, Akraminia afirmou que as defesas iranianas já abateram mais de 170 aeronaves inimigas, entre as quais 16 caças de tecnologia avançada.

    O porta-voz concluiu com uma ameaça: perante novas provocações, Teerão promete uma retaliação “ainda mais esmagadora” do que as operações registadas até ao momento.

  • “As instituições financeiras estão avisadas": EUA emitem alerta sobre "bancos paralelos" do Irão

    O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, alertou as instituições financeiras contra o financiamento do “sistema bancário paralelo” do Irão. O aviso surge após o Departamento do Tesouro ter imposto sanções a 35 entidades e indivíduos envolvidos nestas redes ilícitas que sustentam o regime de Teerão.

    “O sistema bancário paralelo do Irão serve como uma tábua de salvação financeira crucial para suas forças armadas, permitindo atividades que perturbam o comércio global e alimentam a violência em todo o Médio Oriente”, escreveu no X.

    “As instituições financeiras estão avisadas: qualquer instituição que facilite ou participe dessas redes corre o risco de sofrer graves consequências”, acrescentou Bessent.

  • Republicanos no Senado dos EUA travam resolução que exigia aval do Congresso para ações militares contra Cuba

    O Senado dos Estados Unidos, de maioria republicana, chumbou hoje uma resolução que visava restringir os poderes do Presidente Donald Trump, impedindo-o de mobilizar tropas contra Cuba sem o aval prévio do Congresso, segundo a imprensa internacional.

    Com 51 votos contra 48, o Senado decidiu arquivar a resolução, sob o argumento de que as forças norte-americanas não estão envolvidas em hostilidades contra a ilha. O desfecho da votação seguiu, quase na íntegra, a disciplina partidária.

  • Irão e Rússia retomam voos após reunião entre Araghchi e Putin, avançam os media iranianos

    Após um hiato de dois meses imposto pelo conflito entre o Irão e o eixo EUA-Israel, os céus entre Teerão e Moscovo voltaram a abrir-se hoje. O anúncio sobre a retoma das ligações aéreas foi feito 24 horas depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, se ter reunido com Vladimir Putin.

    A normalização da rota foi inaugurada pela Mahan Air, cujo primeiro voo partiu da capital iraniana logo pela manhã — confirmado pela agência estatal iraniana IRNA.

  • Países do Golfo condenam ações "ilegais" do Irão no estreito de Ormuz

    Reunidos na Arábia Saudita, os líderes do Conselho de Cooperação do Golfo condenaram formalmente as recentes investidas do Irão no estreito de Ormuz, segundo a AFP. Em declaração conjunta, classificaram como “ilegais” as tentativas de Teerão de encerrar a via ou cobrar taxas de passagem.

    O encontro, presidido pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, defendeu o restabelecimento imediato da segurança marítima aos níveis anteriores ao conflito.

    Como resposta à instabilidade, os países do bloco propuseram uma integração militar mais profunda, que inclui o desenvolvimento de infraestruturas conjuntas e a implementação de um sistema regional de alerta precoce contra mísseis balísticos.

  • Ataque israelita no sul do Líbano mata paramédicos e atinge patrulha militar

    Um ataque israelita contra uma patrulha do exército libanês na cidade de Majdal Zoun, no sul do país, resultou em cinco mortos, entre os quais três paramédicos, e dois soldados feridos. O balanço, avançado pelo Ministério da Saúde do Líbano e citado pela AFP, sublinha o caráter ainda preliminar dos números.

    A ofensiva atingiu uma patrulha que escoltava equipas médicas e maquinaria de resgate durante uma operação de socorro no local de um bombardeamento anterior, segundo o exército libanês e a Defesa Civil. O segundo ataque, ocorrido nas proximidades da cidade costeira de Tiro, deixou vários socorristas soterrados sob os escombros.

  • Presidente de Israel chama Netanyahu e procuradores para acordo no caso de corrupção

    O Presidente de Israel, Isaac Herzog, convocou hoje o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e os procuradores, para intermediar um acordo para pôr fim ao caso de corrupção em curso contra o chefe do Governo.

    O gabinete do Presidente Herzog emitiu o convite dias depois de anunciar que não iria decidir sobre o pedido de perdão de Netanyahu e, em vez disso, instaria as partes a chegarem a um acordo.

    O convite para a ida à residência oficial, assinado pelo conselheiro jurídico de Herzog, refere que o Presidente acredita que os esforços para chegar a um acordo “devem ser esgotados primeiro” antes de poder considerar o pedido de perdão.

    O documento diz que o objetivo é que as discussões decorram “de coração aberto e sincera boa intenção” e pede uma resposta até domingo.

  • EUA solicitam nova autorização para passagem de quatro drones Reaper pelas Lajes, avança a SIC

    Os Estados Unidos solicitaram ao Governo português luz verde para a passagem de quatro drones MQ-9 Reaper pela Base das Lajes, nos Açores.

    Segundo a informação avançada pela SIC, o pedido de autorização estende-se até junho e está a ser analisado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e pela Autoridade Aeronáutica Nacional.

  • Casa Branca partilha fotografia de Trump e Carlos III: "Dois reis"

    “Dois reis”. Foi a descrição escolhida pela página oficial da Casa Branca na partilha de uma foto de Donald Trump e do Rei Carlos III.

    A imagem foi publicada enquanto o monarca britânico discursava no congresso norte-americano.

  • "O empenho e a experiência das Forças Armadas dos EUA e dos seus aliados são a essência da NATO", diz Carlos III

    “O empenho e a experiência das Forças Armadas dos EUA e dos seus aliados são a essência da NATO, empenhados na defesa mútua, protegendo os nossos cidadãos e interesses, mantendo os norte-americanos e os europeus a salvo dos nossos adversários comuns”, afirmou Carlos III aos congressistas norte-americanos.

    “Rezo com toda a força para que possamos continuar a defender os nossos valores, assim como os nossos parceiros na Europa”, acrescenta o monarca.

    “As palavras da América acarretam um peso e significado e isso acontece desde a sua independência. As ações deste país importam ainda mais”, nota ainda Carlos III.

    Donald Trump tem criticado repetidamente a NATO por não se envolver no conflito com o Irão, chegando mesmo a ameaçar retirar os EUA da organização.

  • "É um dia que nunca deverá ser esquecido". Carlos III recorda 11 de setembro

    Carlos III faz também questão de mencionar o 11 de setembro de 2001, uma tragédia cujo “choque” se espalhou pelo mundo”. “É um dia que nunca deverá ser esquecido”, diz o Rei.

    Lembra como o artigo 5º da NATO foi invocado pela primeira vez. “Respondemos à chamada juntos”, assegura.

    “As nossas nações combinam talento e recursos para as tecnologias do amanhã. As nossas parcerias na fusão nuclear e na Inteligência Artificial preveem a possibilidade de serem salvas milhares de vidas”, garante.

  • Rei diz que "laço de amizade e identidade" que une EUA e Reino Unido é "inquebrável" e "insubstituível"

    “O laço de amizade e identidade que nos une é incalculável e eterno, não pode ser substituído e é inquebrável”, acrescenta o monarca britânico.

    “Esta aliança é mais importante do que nunca”, refere também.

    “Os desafios que enfrentamos são demasiado grandes para uma nação os enfrentar sozinha”, afirma.

    “Para muitos aqui e para mim também, a religião cristã é uma âncora firme que nos guia”, acrescenta o monarca britânico, que recebe uma ovação depois da declaração.

    Carlos III diz que é preciso que a “luz ganhe sobre a escuridão”, referindo-se aos vários conflitos bélicos promovidos pelas diferenças religiosas nestes “tempos turbulentos”, ressalvando a importância de respeitar “pessoas que professam todas as fés”.

  • "Podemos concordar que nem sempre concordamos", diz Carlos III sobre relações entre EUA e Reino Unido

    “Quaisquer que sejam as nossas diferenças e discórdias, mantemo-nos unidos no nosso compromisso para proteger a democracia e os nossos povos do mal”, garante o monarca britânico perante o congresso norte-americano.

    “Podemos concordar que nem sempre concordamos, pelo menos numa primeira instância”, diz Carlos III.

    E acrescenta:”Venho aqui hoje com o maior respeito pelo congresso dos EUA que representa a voz de todos os norte-americanos.” Recorda também a intervenção da mãe, a rainha Isabel II, no Capitólio, em 1991.

  • Carlos III condena tentativa de ataque a Trump. "Tais atos de violência nunca vão ter sucesso", diz no congresso norte-americano

    O rei Carlos III já fala ao congresso norte-americano. Após uma longa ovação, o monarca começa por agradecer aos representantes dos norte-americanos pela receção durante a visita oficial. Cita Oscar Wilde, para referir que os destinos os EUA e do Reino Unido têm estado “interligados” há vários anos.

    Refere os momentos de incerteza e guerra na Europa e no Médio Oriente cujo “impacto” se sente tanto nos EUA como no Reino Unido e condena o episódio do tiroteio no jantar dos correspondentes que tinha como alvo o Presidente dos EUA. “Tais atos de violência nunca vão ter sucesso”, garante perante os congressistas.

  • Embaixadora interina dos EUA na Ucrânia deixa cargo por divergências com Trump

    Julie Davis, a embaixadora interina dos EUA na Ucrânia, vai deixar o cargo por divergências com o Presidente Donald Trump. Segundo o Financial Times, que cita três fontes familiarizados com o assunto, a diplomata está frustrada com a redução do apoio norte-americano a Kiev e planeia reformar-se após três décadas de carreira.

    A saída de Davis repete o cenário de abril de 2025, quando a sua antecessora, Bridget Brink, também renunciou por falta de sintonia com a Casa Branca.

    Oficialmente, o Departamento de Estado limita-se a declarar que Julie Davis permanece em funções em Kiev.

  • Visita a Trump. "Carlos III tem de engolir um sapo"

    Reino Unido está preocupado em perder estatuto de parceiro ideal dos EUA depois de críticas de Trump, considera especialista Bernardo Valente: “Carlos III tem de amenizar os ânimos”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Visita a Trump. “Carlos III tem de engolir um sapo”

  • Trump responde a Merz: “Ele não sabe do que está a falar"

    Mesmo com a agenda preenchida pela visita de Estado do Rei Carlos III e da rainha Camilla, Donald Trump encontrou espaço para lançar críticas ao chanceler alemão. Na Truth Social, o Presidente dos EUA acusou Friedrich Merz de incompetência e de subestimar a ameaça nuclear de Teerão, afirmando que o líder alemão “não sabe do que está a falar”.

    “O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, acha que não há problema em o Irão ter uma arma nuclear. Ele não sabe do que está a falar!”, escreveu Trump.

    O Presidente dos EUA foi mais longe, comparando a sua atual estratégia com a passividade de governos anteriores. “Se o Irão tivesse uma arma nuclear, o mundo inteiro ficaria refém. Estou a tomar medidas contra o Irão, neste preciso momento, que outras nações, ou presidentes, já deviam ter tomado há muito tempo”, disparou, concluindo com uma crítica direta à gestão de Merz: “Não admira que a Alemanha esteja a ir tão mal, tanto economicamente como noutros aspetos!”.

    A reação de Trump surge um dia após Merz ter proferido um discurso invulgarmente crítico, onde sugeriu que os Estados Unidos estão a ser “humilhados” pela liderança iraniana.

  • Deixar energias fósseis é necessário para “a independência”, diz comissário europeu do Clima

    O comissário europeu para o Clima advertiu hoje que a saída das energias fósseis é necessária para alcançar “a independência”, apontando o custo da guerra no Médio-Oriente para a economia europeia.

    “Na Europa, (…) estamos a perder 500 milhões de euros por cada dia que dura esta guerra”, afirmou Wopke Hoekstra ao intervir na conferência sobre a saída dos combustíveis fósseis que decorre em Santa Marta, na Colômbia.

    “Já tínhamos um grande motivo para agir em relação às alterações climáticas, fazendo esta transição. Agora temos outro, por razões comerciais e de independência.” “Por isso, vamos em frente”, acrescentou o comissário na primeira conferência internacional sobre o tema.

  • Alemanha exige intervenção da ONU para travar bloqueio no Estreito de Ormuz

    O chefe da diplomacia alemã, Johann Wadephul, apelou ao Irão para que ponha fim ao bloqueio do estreito de Ormuz, alertando para a subida galopante dos preços do petróleo e para o agravamento da economia mundial.

    Através de uma publicação no X, Wadephul defendeu que o Conselho de Segurança da ONU tem de “assumir a responsabilidade e aprovar uma resolução”. “A Alemanha quer assumir responsabilidades e, por isso, está a candidatar-se a um lugar no Conselho de Segurança da ONU. Eu e a minha equipa estamos a trabalhar nisso com todas as nossas forças”, lê-se ainda na mensagem.

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