Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está envolvido em negociações de paz com a Rússia, numa tentativa de resolver o conflito na Ucrânia. Recentemente, uma reunião entre os enviados de Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, e o presidente russo Vladimir Putin foi classificada como produtiva, ainda que sem resolução definitiva sobre territórios ocupados. Novas reuniões entre os representantes americanos e ucranianos estão previstas ocorrer na Florida.
    • A ONU aprovou uma resolução exigindo o retorno imediato e seguro de crianças ucranianas que foram transferidas à força ou deportadas para a Rússia. Esta resolução contou com o apoio de 91 países, incluindo Portugal e os Estados Unidos, e foi criticada pela Rússia, que a descreveu como um incentivo à guerra e confronto.
    • A União Europeia avançou com uma proposta para proibir gradualmente as importações de gás russo até 2027. A medida enfrenta oposição da Hungria e de Eslováquia, que anunciaram a intenção de tomar medidas legais contra a proibição, argumentando que sua aceitação ameaçaria seu fornecimento de energia.
    • O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, reafirmou o compromisso da aliança com a Ucrânia, destacando a importância do envolvimento contínuo dos Estados Unidos na busca pela paz. Rutte também destacou a resiliência do povo ucraniano e garantiu que a NATO está pronta para proteger seus cidadãos e território, apesar das tentativas da Rússia de superar a aliança através do cansaço.

  • Encerramos aqui este liveblog.

    Pode continuar a acompanhar os mais recentes acontecimentos da guerra da Ucrânia neste outro liveblog.

    Forças russas apertam cerco a Hulyaipole. Duas crianças ucranianas raptadas foram enviadas para a Coreia do Norte

  • Donald Trump diz que reunião de Putin com Witkoff e Kushner foi "razoavelmente boa" mas que não sabe dizer o que se segue

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira na Casa Branca que o encontro dos seus enviados com Vladimir Putin foi “razoavelmente bom” mas que não sabia dizer o que ia resultar dela.

    “São precisos dois para dançar o tango”, disse, falando aos jornalistas na Sala Oval, sublinhando achar que tinham chegado a “um acordo bastante satisfatório com eles”. “Estou muito satisfeito”, rematou.

  • ONU adota resolução a exigir regresso de crianças ucranianas. Portugal e EUA votaram a favor.

    As Nações Unidas aprovaram uma resolução na Assembleia Geral a exigir “o regresso imediato, seguro e incondicional da todas as crianças ucranianas que foram transferidas à força ou deportadas” para a Rússia, a quem apelam “para que para que cesse, sem demora”, estas práticas.

    91 países votaram a favor da resolução. Portugal foi um dos estados que assinaram a proposta. Entre os países que votaram a favor, destacam-se os Estados Unidos, que têm estado embrenhados nas negociações com a Rússia.

    Entre os estados que votaram contra, destaca-se, naturalmente, a própria Rússia, cuja enviada-adjunta na ONU, Maria Zabolotskaya, criticou a resolução na Assembleia-Geral.

    “Cada voto a favor da resolução é um apoio às mentiras, à guerra e ao confronto. Cada voto contra é um voto a favor da paz”, disse, citada no site das Nações Unidas.

  • Enviados de Trump e conselheiro nacional de segurança da Ucrânia vão voltar a encontrar-se na Florida

    Steve Witkoff e Jared Kushner, enviados do Presidente dos EUA, Donald Trump, e o conselheiro nacional de segurança da Ucrânia, Rustem Umerov, vão-se voltar a reunir no estado norte-americano da Florida, avançou a Associated Press, citando uma fonte sénior na Administração Trump.

    O encontro é o segundo entre estes representantes, que se encontraram no mesmo estado no domingo, antes de ambos estes enviados viajarem para a Rússia onde se encontraram com o Presidente do país, Vladimir Putin.

  • Witkoff e Kushner informaram Trump e Ucrânia após reunião com Putin

    Steve Witkoff e Jared Kushner, enviados norte-americanos que se encontraram com o Presidente russo, Vladimir Putin, na terça-feira, passaram a informação sobre o que foi discutido ao Presidente dos EUA, Donald Trump e à Ucrânia, informou um oficial da Casa Branca à Reuters.

    “Os Estados Unidos e a Rússia participaram numa reunião exaustiva e produtiva. O enviado especial Witkoff e o Sr. Kushner informaram o presidente e os ucranianos após a reunião”, acrescentaram.

  • Conselheiro de segurança da Ucrânia reuniu-se com homólogos europeus para falar das últimas negociações com os EUA

    O conselheiro nacional da Ucrânia, Rustem Umerov, afirmou ter tido uma reunião “produtiva” de várias horas com os homólogos da Alemanha, França, Itália, Polónia, Finlândia e Reino Unido sobre as últimas negociações com os Estados Unidos, em Genebra e na Florida.

    “Apresentei aos meus colegas uma atualização detalhada sobre as negociações em Genebra e na Flórida, bem como sobre os próximos passos no processo diplomático. É importante que a Europa continue a desempenhar um papel ativo neste processo, tanto na procura da paz como na definição da futura arquitetura de segurança”, escreveu Umerov, na rede social X.

  • IL pede ao Governo que antecipe fim de importações de gás russo para o 1.º trimestre de 2026

    A Iniciativa Liberal pediu hoje ao Governo que antecipe o fim das importações de gás russos para o primeiro trimestre de 2026, argumentando que seria uma “afirmação política inequívoca de solidariedade com Ucrânia” e reforçava a credibilidade.

    O projeto de resolução da bancada liberal foi apresentado no dia em que foi alcançado um acordo entre os eurodeputados e os Estados europeus para proibir todas as importações de gás russo para a União Europeia no outono de 2027.

    A IL argumenta que, “apesar dos progressos” a nível europeu, “Portugal continua a integrar o grupo restrito de Estados-membros que ainda importam gás natural russo” e que, “num momento em que a Europa fecha definitivamente a porta à dependência a porta à dependência energética da Rússia”, a antecipação do fim das importações portuguesas de gás russo “deixaria de ser apenas um gesto simbólico”.

    “Passaria a ser uma afirmação política inequívoca de solidariedade com a Ucrânia, de alinhamento com os valores europeus de liberdade e soberania e de coerência com o posicionamento internacional que Portugal reivindica. Reforçaria, igualmente, a credibilidade externa do país, demonstrando que Portugal não se limita a acompanhar a Europa, mas assume liderança quando os interesses estratégicos europeus o exigem”, considera o partido.

    O partido diz ainda que o país “dispõe de vantagens estruturais únicas” como o terminal de Sines que garantem a “capacidade para diversificar fornecedores e assegurar alternativas competitivas e seguras” ao gás importado da Rússia.

  • Polónia denuncia guerra híbrida russa na Europa e pede forte presença dos EUA

    O Presidente polaco denunciou hoje, na cimeira do Grupo de Visegrado, na Hungria, que a Rússia está a conduzir uma “guerra híbrida” na Europa, afirmando que apenas uma forte presença dos Estados Unidos pode garantir a defesa do continente.

    Após o encontro dos chefes de Estado dos quatro países do Grupo de Visegrado – Polónia, Hungria, República Checa e Eslováquia -, Karol Nawrocki afirmou que Moscovo está a atacar infraestruturas e a operar através dos seus serviços de informações no território polaco (vizinho da Ucrânia) e no resto da Europa, segundo a agência húngara MTI.

    O Presidente polaco acrescentou que, perante esta ameaça, apenas um reforço da presença norte-americana pode garantir proteção adequada face às ações russas.

    Nawrocki considerou, por isso, que o aprofundamento da aliança transatlântica serve os interesses do Grupo de Visegrado, tanto no domínio da defesa como no da energia, numa altura em que o agrupamento enfrenta tensões internas provocadas pelas posições do primeiro-ministro húngaro, o ultranacionalista Viktor Orbán, o aliado mais próximo de Moscovo na União Europeia (UE).

  • Rutte pede apoio financeiro mesmo sem consenso para usar ativos russos

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, pediu hoje aos aliados para manterem o apoio financeiro à Ucrânia, mesmo que a União Europeia (UE) não consiga alcançar um consenso sobre a utilização de ativos russos congelados na Europa.

    A utilização dos ativos russos destinar-se-á a um “empréstimo de reparação”, embora Rutte considere que recorrer a esses ativos “facilitaria” o apoio económico a Kiev.

    “A Ucrânia não pode ficar sozinha. Temos de garantir que o dinheiro continua disponível, como temos feito nos últimos anos. Conseguimos obter fundos necessários para a Ucrânia mesmo sem os ativos congelados”, afirmou o responsável político da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) numa conferência de imprensa no final da reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros aliados.

    Segundo Rutte, os aliados europeus estão comprometidos em explorar a utilização dos ativos russos congelados, mas, em todo o caso, alertou para o facto de que, “se isso não acontecer”, será necessário procurar outra forma de financiamento.

  • “Reunião produtiva e útil menos para quem importa”

    Daniela Nunes considera que a reunião entre as delegações dos EUA e Rússia serviu para o “processo de legitimação” do Kremlin e para Washington se posicionar como “árbitro” internacional. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    “Reunião produtiva e útil menos para quem importa”

  • Hungria acusa países europeus da NATO de "fanatismo de guerra brutal"

    A Hungria voltou a criticar os aliados europeus da NATO, afirmando que não enviará armas nem dinheiro à Ucrânia, apesar de declarar apoio total aos esforços de paz do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro, Peter Szijjártó, disse, após a reunião em Bruxelas, que “um fanatismo de guerra brutal tomou conta dos membros europeus da NATO”. Segundo o chefe da diplomacia da Hungria, esses países estão a estragar os esforços de paz liderados por Trump.

    As declarações do ministro húngaro ocorrem poucos dias depois de o primeiro-ministro, Viktor Orbán, se ter reunido com Vladimir Putin em Moscovo.

    Orbán é considerado um dos aliados mais próximos do Presidente russo na Europa e Putin afirmou durante o encontro que reconhece a “posição equilibrada” do líder húngaro sobre a guerra na Ucrânia.

  • Primeira-ministra ucraniana celebra proposta da UE de usar ativos russos imobilizados para financiar a Ucrânia

    Yulia Svyrydenko reagiu positivamente à proposta da UE de usar ativos russos congelados para financiar a Ucrânia a longo prazo. Para a primeira-ministra ucraniana, este é “um passo importante e responsável”, cita o The Guardian.

    “Uma abordagem estável, previsível e baseada na justiça dá confiança ao nosso povo, protege os serviços públicos essenciais e fortalece o caminho da Ucrânia rumo à plena integração europeia”, declarou, acrescentando que a proposta também “reafirma uma verdade fundamental: a agressão nunca deve ser recompensada e a responsabilização deve permanecer central na resposta da Europa”.

    “Aguardamos com expectativa a continuidade da estreita cooperação com todos os Estados-Membros da UE e a aprovação final do Conselho Europeu”, disse ainda a primeira-ministra. “A Ucrânia continua a fazer a sua parte – com firmeza, propósito claro e determinação inabalável. E com a unidade europeia ao nosso lado, temos tanto os meios como a vontade de prevalecer juntos.”

    De recordar que a Comissão Europeia propôs hoje um polémico empréstimo de reparações com base em ativos russos congelados e um crédito de menor dimensão assente no orçamento da União Europeia (UE), para apoiar a Ucrânia em 2026 e 2027.

  • "Putin acredita que nos pode superar pelo cansaço, mas não vamos a lado nenhum", garante Mark Rutte

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou, esta quarta-feira, que a aliança continua firme ao lado da Ucrânia e que não irá ceder à pressão da Rússia. “Putin acredita que nos pode superar pelo cansaço, mas não vamos a lado nenhum”, disse em conferência de imprensa após ter estado reunido com os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países da organização.

    Rutte elogiou a “incrível resiliência” ucraniana no campo de batalha e disse que as ações de Moscovo estão, na prática, a reforçar o apoio da NATO à Ucrânia e a aumentar a pressão internacional sobre a Rússia.

    “Estamos prontos para fazer o que for necessário para proteger os nossos cidadãos e o nosso território”, reiterou, sublinhando que a aliança permanece defensiva.

    O secretário-geral da NATO destacou, também, o papel dos Estados Unidos e do Presidente Donald Trump, afirmando que apenas Trump “foi capaz de romper o impasse” nas negociações. Segundo Rutte, o envolvimento contínuo dos Estados Unidos é “crucial”.

    Questionado sobre um possível “plano B” caso as negociações fracassem e os Estados Unidos deixem de fornecer armas à Ucrânia, Rutte rejeitou a hipótese, afirmando que Washington tem sido “muito consistente” no apoio, assim como os restantes aliados da NATO. Dois terços dos países já se comprometeram a fornecer armamentos à Ucrânia através do mecanismo PURL.

    Mark Rutte esteve reunido, em Bruxelas, com os ministros dos Negócios Estrangeiros da aliança, na sequência das negociações entre os Estados Unidos e Rússia.

  • Rangel admite que "maioria" dos países da UE estão "favoráveis" à utilização dos "ativos imobilizados" da Rússia para pagar apoios à Ucrânia

    À margem da Cimeira da NATO, em Bruxelas, o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, garante que a “grande maioria” dos países da União Europeia manifestaram-se “favoráveis” à utilização dos “ativos imobilizados” russos, em vez de outras opções apresentadas.

    Apesar de conhecer poucos detalhes sobre o plano já desenhado pela UE, Paulo Rangel admite que a “maioria dos objetivos legais” já “terá sido superada”, mas que continua a ser uma ideia de “difícil” implementação, precisamente por ser “extremamente complexa”. Não obstante, reforça que Portugal apoia as duas opções em cima da mesa.

    O responsável pela diplomacia portuguesa reitera também o “princípio que foi aceite em Genebra” nas negociações de paz na Ucrânia: “nada que diga respeito à Europa será acordado sem os europeus”. Nesse sentido, acrescenta que as negociações, nesta etapa, têm permanecido numa “esfera bilateral” e que espera, das consultas realizadas esta terça-feira em Moscovo, a divulgação das principais conclusões nos próximos dias.

  • Proposta de empréstimo à Ucrânia com ativos russos responde às preocupações da Bélgica, diz Von der Leyen

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou esta quarta-feira que a proposta para conceder um empréstimo à Ucrânia financiado por ativos russos congelados contempla “quase todas” as preocupações levantadas pela Bélgica.

    Segundo von der Leyen, o plano inclui fortes salvaguardas para proteger os Estados-membros e reduzir os riscos ao mínimo.

    As declarações da presidente da Comissão Europeia surgem após o ministro dos Negócios Estrangeiros belga, Maxime Prevot, criticar o mecanismo, classificando a opção do chamado “empréstimo de reparações” como “a pior de todas”. Prevot alertou que o projeto envolve “riscos económicos, financeiros e jurídicos significativos” e afirmou que “não é aceitável usar o dinheiro e deixar a Bélgica sozinha a enfrentar os riscos”.

  • Bruxelas propõe empréstimo de reparações ou crédito da UE e pede aval em 2 semanas

    A Comissão Europeia propôs hoje um polémico empréstimo de reparações com base em ativos russos congelados e um crédito de menor dimensão assente no orçamento da União Europeia (UE), para apoiar a Ucrânia em 2026 e 2027.

    Com vista a “reforçar a resiliência financeira da Ucrânia no contexto da contínua guerra de agressão russa”, o executivo comunitário propõe hoje em comunicado “duas soluções para responder às necessidades de financiamento da Ucrânia para 2026-2027”, sendo elas um empréstimo da UE e um empréstimo de reparações. Esta proposta enfrenta a oposição da Bélgica, levantando ainda dúvidas jurídicas e suscitando questões sobre a estabilidade da moeda única.

    Enquanto a primeira opção diria respeito a aproveitar a margem orçamental (headroom) da UE como garantia para Bruxelas ir aos mercados e mobilizar tal montante a favor da Ucrânia, a segunda significaria contrair empréstimos junto de instituições financeiras comunitárias que detêm saldos imobilizados de ativos do Banco Central da Rússia.

    Este último empréstimo seria reembolsado pela Rússia após pagamento de reparações à Ucrânia e, perante as reservas jurídicas da Bélgica (onde está grande parte de tais ativos), seria acompanhada de um mecanismo de solidariedade na União.

  • Hungria e Eslováquia vão tomar medidas legais contra a proibição da UE de importar gás russo

    A Hungria e a Eslováquia vão contestar judicialmente o acordo da União Europeia para a proibição gradual do gás russo até setembro de 2027, anunciou esta manhã Peter Szijjarto, ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungria, citado pela Sky News.

    Szijjarto afirmou que a medida é impossível de aceitar, uma vez que a Hungria não consegue garantir o fornecimento de energia sem fontes russas.

    O executivo europeu tinha optado por uma proposta legislativa em vez de sanções, uma vez que pode ser adotada por maioria qualificada dos Estados-membros. O objetivo seria evitar um veto da Hungria e da Eslováquia, consideradas próximas de Moscovo e firmemente opostas a essas medidas.

  • Decisão da UE de proibir importações de gás russo "terá consequências para a economia europeia", diz Kremlin

    O Kremlin criticou, esta quarta-feira, a decisão da União Europeia de proibir as importações de gás russo até setembro de 2027, afirmando que a medida irá tornar a Europa menos competitiva e irá resultar em preços mais elevados para os consumidores, noticia a Ria Novosti.

    De acordo com o porta-voz presidencial, Dmitry Peskov, “a Europa condena-se a fontes de energia muito mais caras, o que inevitavelmente terá consequências para a economia europeia e para a redução da competitividade da Europa”.

    A decisão do bloco dos 27 acelerará, segundo Peskov, “o processo que se tem vindo a delinear nos últimos anos de perda do potencial de liderança da economia europeia”.

  • Rússia acusa Ocidente de prolongar guerra na Ucrânia para encobrir crises internas

    O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Yury Kokov, afirmou esta quarta-feira que os líderes ocidentais defendem a continuidade do conflito na Ucrânia para esconder a “situação catastrófica” dos próprios países, noticia a agência estatal russa TASS.

    De acordo com Kokov, as “tendências russofóbicas” no Ocidente estão a ser motivadas por crises internas e pelo desejo de desviar a atenção pública de problemas sociais e económicos.

    “Quanto mais graves esses problemas e pior a situação da população nesses países, mais vívida e agressiva se torna a imagem do inimigo externo e mais histérica a retórica sobre uma iminente guerra em larga escala”, afirmou.

    Kokov acusou, ainda, a União Europeia de “cinismo e hipocrisia” por utilizar milhões de euros do orçamento “à custa da própria população” para financiar ações militares na Ucrânia.

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