Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou para o aumento dos ataques russos sobre as infraestruturas energéticas na Ucrânia, destacando a necessidade urgente de reforçar a defesa aérea para garantir a estabilidade do sistema elétrico do país. Moscovo continua a direcionar esforços para aumentar o sofrimento da população civil ao privar várias áreas de luz e aquecimento.
    • As forças armadas da Ucrânia realizaram ataques com mísseis e drones na região de Donetsk, tendo como alvo a antiga fábrica Topaz, agora utilizada pelas forças russas. Outros ataques foram registados em cidades industriais da região, fazendo parte de uma resposta contínua às ofensivas russas.
    • A União Europeia está a debater possíveis sanções contra a China devido à sua contínua compra de petróleo e gás russos. Esta medida é vista como uma tentativa de enfraquecer o suporte financeiro à Rússia no contexto do conflito ucraniano, mas enfrentaria a necessidade de apoio unânime dos 27 membros da UE, o que é considerado controverso.
    • As ações de ataque da Rússia resultaram em seis mortos e 21 feridos nas últimas 24 horas na Ucrânia, aumentando a crise humanitária em várias regiões e intensificando as tensões internacionais. O impacto desses ataques continua a ser devastador para as populações civis nas áreas afetadas.

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    Continue a acompanhar toda a atualidade sobre a guerra na Ucrânia neste novo liveblog que agora abrimos.

    Até já.

    Ucrânia confirma 21 mortos em ataque russo a Donetsk durante a madrugada

  • O que se passou até agora

    • A União Europeia está atualmente a debater a possibilidade de impor sanções à China, motivadas pela contínua compra de petróleo e gás russos por parte do gigante asiático, uma tentativa de enfraquecer o suporte financeiro à Rússia em meio ao conflito ucraniano. Estas sanções necessitariam de apoio unânime dos 27 membros da UE, sendo consideradas controversas e exigindo uma estreita coordenação com os Estados Unidos. Este cenário surge num contexto em que já está a ser preparado um 19.º pacote de sanções contra a Rússia.
    • Recentemente, forças russas perpetraram ataques significativos a infraestruturas energéticas na Ucrânia, com o objetivo de aumentar o sofrimento entre a população civil, privando inúmeras áreas de luz e aquecimento. Um ataque a uma central elétrica na região de Kiev resultou em cortes de luz e gás, numa campanha que é parte da estratégia militar russa para desestabilizar o país.
    • As ações agressivas da Rússia no território ucraniano resultaram em seis mortos e 21 feridos nas últimas 24 horas, intensificando a crise humanitária. Estes ataques abrangem diferentes regiões da Ucrânia e continuam a representar uma escalada do conflito, com implicações significativas para a população afetada.
    • O confronto entre os EUA e a Rússia também se intensificou, com Donald Trump a manifestar a sua prontidão para introduzir novas sanções contra Moscovo. Em resposta, o Kremlin desconsiderou a eficácia das sanções passadas e expressou que medidas semelhantes futuras não alterariam a postura russa. A Rússia acusa a Europa e a Ucrânia de tentar atrair Washington para a sua esfera de influência através da implementação destas sanções.

  • Zelensky alerta para novos ataques russos contra infraestruturas energéticas

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou, esta segunda-feira, que Moscovo voltou a concentrar os ataques contra instalações energéticas ucranianas.

    No seu discurso diário, Zelensky anunciou que esteve reunido com o Estado-Maior para debater a proteção das infraestruturas críticas, com destaque para o setor da energia. O líder ucraniano sublinhou que o reforço da defesa aérea e o fornecimento de mísseis continuam a ser prioridades para garantir a estabilidade do sistema elétrico do país.

    “Os russos estão mais uma vez a concentrar os seus ataques nas instalações energéticas. É claro que temos respostas para isto e continuaremos a responder, mas a principal prioridade é a estabilidade do sistema”, pode ler-se na publicação na rede social X.

  • Ucrânia lança ataques contra alvos russos na região de Donetsk

    As Forças Armadas ucranianas realizaram, esta segunda-feira, vários ataques com mísseis e drones contra alvos russos na região de Donetsk, relata o Le Monde.

    Entre os alvos esteve a antiga fábrica Topaz, na cidade de Donetsk, atualmente utilizada pelas tropas russas para armazenar equipamento. O local poderia, ainda, albergar um posto de comando do exército russo.

    Outras cidades industriais da região, como Makiïvka e Yenakiieve, também foram atingidas.

    ❗️A flight of a probable "Storm Shadow" cruise missile in the sky over temporarily occupied Donetsk half an hour ago

    — ????MilitaryNewsUA???????? (@militarynewsua.bsky.social) 2025-09-08T17:51:29.536Z

  • Andriy Yermak e Marco Rubio falaram por telefone sobre "garantias de segurança e apoio na defesa para a Ucrânia"

    O chefe de gabinete de Volodymyr Zelensky, Andriy Yermak, discutiu, esta segunda-feira os ataques russos a alvos ucranianos com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

    Através de uma publicação na rede social X, Yermak afirmou que os dois debateram “garantias de segurança, apoio de defesa para a Ucrânia, fortalecimento de sanções contra a Rússia e coordenação com parceiros”.

    O chefe do gabinete presidencial ucraniano agradeceu, ainda, o apoio de Donald Trump “pela sua liderança na luta para acabar com a guerra da Rússia contra a Ucrânia”.

  • Guterres condena ataques russos a Kiev e alerta para "uma nova escalada do conflito"

    O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou, esta segunda-feira, os ataques da Rússia que mataram e feriram várias pessoas no centro de Kiev no último domingo.

    “O secretário-geral condena veementemente os ataques da Federação Russa, no dia 7 de setembro, que mataram e feriram várias pessoas, incluindo crianças”, indicou o porta-voz de António Guterres, Stéphane Dujarric, em comunicado.

    De acordo com a nota,  ”o ataque a instituições governamentais representa uma nova escalada do conflito. Ataques contra civis e infraestrutura civil violam o direito internacional humanitário. São inaceitáveis ​​e devem cessar imediatamente”. 

    Guterres reiterou, ainda, o apelo para um “cessar-fogo total, imediato e incondicional como um primeiro passo em direção a uma paz justa, abrangente e sustentável na Ucrânia”.

  • Estónia denuncia violação do espaço aéreo por helicóptero russo

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Estónia anunciou, esta segunda-feira, ter convocado o encarregado de negócios da Rússia no país para uma reunião após o Kremlin ter violado o espaço aéreo estoniano com um helicóptero militar russo, escreve o Le Monde.

    O incidente ocorreu no domingo, quando um helicóptero MI-8 entrou na zona de Vaindloo, no golfo da Finlândia. De acordo com as Forças de Defesa da Estónia, o aparelho permaneceu cerca de quatro minutos no espaço aéreo do país, sem plano de voo e sem comunicar com o controlo aéreo.

    Margus Tsahkna, ministro dos Negócios Estrangeiros, classificou o episódio como “grave” na rede social X, recordando que é a terceira ocorrência deste tipo, depois de situações semelhantes em maio e junho.

  • Rutte recebido no Reino Unido esta terça-feira para debater guerra na Ucrânia

    O Reino Unido irá receber o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, esta terça-feira para continuar a debater o conflito ucraniano, escreve a Sky News.

    De acordo com a mesma fonte, Rutte irá participar numa reunião do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia, que junta 56 países apoiantes da Ucrânia.

  • Donald Trump está a ajudar a Rússia a atingir objetivos?

    O presidente russo está confortável com a gestão da administração norte-americana. Putin sai impune e Trump não cumpre ameaças. Ainda a China “líder do campo anti-ocidental”. A análise de Luís Tomé.

    Donald Trump está a ajudar a Rússia a atingir objetivos?

  • MNE húngaro reúne-se com homólogo ucraniano esta semana em Budapeste para discutir relações entre os dois países

    O ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro, Péter Szijjártó, afirmou esta segunda-feira que irá reunir-se com o seu homólogo ucraniano, Andrii Sybiha, esta semana em Budapeste para discutir as relações entre os dois países.

    “Acreditamos no diálogo e estamos sempre prontos para conversas. Mas a bola está do lado da Ucrânia: o progresso real só será possível se os direitos retirados aos húngaros na Transcarpátia forem totalmente restaurados”, escreveu Szijjártó na rede social X.

  • Pelo menos 92 voluntários norte-americanos morreram na Ucrânia desde o início do conflito

    Pelo menos 92 soldados norte-americanos morreram na Ucrânia desde o início da guerra, escreve o RBC, que faz eco de uma notícia do New York Times.

    De acordo com as fontes do jornal norte-americano, há milhares de voluntários — ou mercenários — dos Estados Unidos a participar no conflito ucraniano.

    O New York Times acrescenta, ainda, que a composição dos voluntários tem mudado com o tema. Há cada vez mais pessoas sem experiência militar ou veteranos de guerra a procurar reiniciar carreiras militares.

  • Sanções contra a Rússia "não surtiram efeito", diz porta-voz do Kremlin

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, assegurou, esta segunda-feira, que todas as sanções que foram impostas a Moscovo provaram ser inúteis e não vão forçar a Rússia a abandonar os seus objetivos, escreve o RBC.

    “Este número sem precedentes de sanções impostas ao nosso país nos últimos quatro anos não surtiu efeito”, afirmou o porta-voz presidencial, acrescentando que “nenhuma sanção” será capaz de forçar a Rússia a mudar a sua posição consistente e a abandonar a operação militar na Ucrânia.

    Peskov deixou, ainda, um aviso a Washington: a Europa está a atrair a Casa Branca para a sua órbita de influência. “As sanções são uma agenda que conta com o apoio diligente e constante [da Ucrânia e dos aliados]. Estão a fazer de tudo para atrair Washington para a sua órbita e impor estas sanções”, sublinhou.

  • Tudo indica que os planos de Putin não acabam com a Ucrânia, alerta chanceler alemão

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que tudo indica que os planos imperialistas do Presidente russo não vão terminar com a Ucrânia, mas sim começar por lá, avança a Sky News.

    À medida que a relação com os EUA muda, Merz apelou aos aliados europeus para que reavaliem os seus interesses e procurem agressivamente novas parcerias em todo o mundo: “Nós, na Europa, temos de ajustar os nossos interesses — sem falsa nostalgia”, afirmou.

    Acrescentou ainda que, embora os EUA continuem a ser um parceiro importante, a relação tornou-se menos evidente, uma vez que Washington condiciona os seus laços a determinados interesses e temas.

  • UE deverá propor novo pacote de sanções contra a Rússia até sexta-feira

    A Comissão Europeia deverá propor um 19.º pacote de sanções contra a Rússia até sexta-feira. Segundo o The Guardian, diplomatas avançaram que a UE intensificou as suas listas e já não evita entidades de maior dimensão em países terceiros, podendo também incluir bancos de dois países da Ásia Central neste novo pacote.

  • Ministro russo afirma que o seu país quer cooperar com EUA

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia afirmou hoje que o seu país deseja cooperar em igualdade com todos, incluindo os Estados Unidos, antes do telefonema do Presidente norte-americano, Donald Trump, ao seu homólogo russo, Vladimir Putin.

    “Queremos uma cooperação igualitária com todos os países, incluindo os Estados Unidos, que têm um interesse similar”, declarou Sergei Lavrov, citado pela agência noticiosa oficial TASS, num encontro com estudantes do Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscovo.

    Lavrov acrescentou que existem “perspetivas interessantes” na frente económica, como “a produção de gás natural liquefeito, incluindo no Alasca”.

    “Em geral, o Ártico abre um amplo campo de cooperação, e o espaço também, claro”, disse Lavrov.

    O Ministro russo sublinhou que o diálogo com os Estados Unidos deve ser “honesto e aberto” para “identificar pontos em comum que devem ser traduzidos em ações práticas” e evitar que os desentendimentos se transformem em conflitos.

  • Relatório revela que UE está a discutir sanções contra a China por comprar petróleo e gás russos

    Um relatório do Financial Times revelou que a União Europeia está a discutir possíveis sanções contra a China e outros países que compram petróleo e gás russos. Segundo o jornal, as negociações começaram ontem, antes das discussões entre autoridades da UE e dos EUA que decorre hoje em Washington.

    O relatório aponta que as sanções são controversas e exigiriam o apoio unânime dos 27 membros da UE.

  • Forças russas atacam central elétrica na região de Kiev

    As forças russas atacaram durante a noite uma central elétrica na região de Kiev, provocando o corte de luz e de gás, afirma Ministério da Energia da Ucrânia.

    “O objetivo é óbvio: causar ainda mais sofrimento à população pacífica da Ucrânia, deixar as casas, hospitais, creches e escolas ucranianas sem luz e aquecimento”, escreveu o ministério, citado na Reuters.

    O Ministério da Defesa da Rússia confirmou que atingiu infraestruturas energéticas ucranianas.

  • Enviado da UE está em Washington para discutir as sanções à Rússia

    David O’Sullivan, o enviado da UE para sanções contra a Rússia, está em Washington com uma equipa de especialistas para conversações sobre o novo pacote, avançou a Sky News.

  • Rússia recrutou 280 mil soldados este ano

    Desde o início do ano, a Rússia recrutou cerca de 280 mil soldados, afirmou o vice-chefe da agência de inteligência militar da Ucrânia, que deu ainda conta que, por mês, são recrutados pelo menos 35 mil.

    Citado na Sky News, Vadym Skibitskyi acrescentou que Moscovo deve o sucesso do recrutamento ao forte apoio financeiro e à propaganda, e disse ainda que a Rússia faz “grandes pagamentos” aos soldados contratados, com o primeiro a rondar os 2 milhões de rublos (cerca de 20 838 euros).

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