Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, domingo.

    Zelensky e Trump encontram-se esta terça-feira em Nova Iorque

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Lavrov diz que tentativas para interromper o festival russo rival da Eurovisão falharam

    O ministro dos Negócios Estrangeiros russo lamentou hoje as tentativas para interromper o Intervision, competição organizado pela Rússia como alternativa ao Eurovision.

    “Houve tentativas sérias de influenciar alguns participantes e interromper a competição, mas não tiveram sucesso”, garantiu Sergei Lavrov, citado pela agência estatal russa Tass.

  • Força Aérea alemã acompanhou caças russos no Mar Báltico

    Dois caças da Força Aérea da Alemanha acompanharam no domingo de manhã dois aviões da Rússia que entraram no espaço aéreo neutro sobre o Mar Báltico. Os parceiros suecos continuaram depois a seguir as aeronaves russas.

    “Mais uma vez, a nossa força de alerta de reação rápida, composta por dois Eurofighters, foi encarregada pela NATO de investigar uma aeronave não identificada, sem plano de voo ou contacto de rádio no espaço aéreo internacional”, disse a força aérea alemã num comunicado.

  • Trump garante que defenderá a Polónia e os países bálticos em caso de escalada russa

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu hoje que os Estados Unidos participariam na defesa da Polónia e dos países bálticos se a Rússia intensificasse a sua atividade militar na região, dois dias após a incursão de aviões russos na Estónia.

    À pergunta de um jornalista sobre se ajudaria a defender esses quatro países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Nato) caso a Rússia acelerasse ainda mais as suas ações na região, o Presidente norte-americano respondeu: “Sim, eu ajudaria, eu ajudaria”.

    Três caças russos MiG-31 entraram no espaço aéreo estónio sobre o Golfo da Finlândia e permaneceram lá durante cerca de 12 minutos, alertaram na sexta-feira a Estónia e a NATO.

    “Não gostamos disso”, disse hoje Donald Trump, a partir da Casa Branca, citado pela Agência France-Presse.

    A Itália, que assume na NATO uma missão de policiamento do céu báltico, mas também a Suécia e a Finlândia, enviaram aviões para intercetar os três intrusos.

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Estónia anunciou hoje que uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU seria realizada, na segunda-feira, a seu pedido sobre o assunto.

  • Von der Leyen garante que UE “defenderá cada centímetro do seu território”

    A presidente da Comissão Europeia advertiu este domingo que a União Europeia “defenderá cada centímetro do seu território” contra as provocações russas e pediu “maior autonomia e independência” na defesa, numa entrevista publicada hoje no jornal belga Le Soir.

    Von der Leyen insistiu na necessidade de um “pilar europeu” de defesa muito mais forte para garantir a democracia e a prosperidade num mundo mais hostil, após a recente série de incursões de drones e aeronaves russos no espaço aéreo da Polónia, Roménia e Estónia.

    “Estes incidentes, e especificamente o que ocorreu na Polónia, são muito significativos. Embora a NATO deva manter-se no centro da nossa defesa coletiva, precisamos de um pilar europeu muito mais forte”, enfatizou Ursula Von der Leyen, quando questionada sobre o envio de aviões de países europeus — sem o envolvimento dos EUA — para abater drones russos no espaço aéreo polaco.

    A presidente da Comissão Europeia (CE) afirmou que a UE-27 já tem um programa para reforçar a sua “autonomia e independência” na defesa, o chamado “Horizonte 2030”, cuja implementação está a ser acelerada com a mobilização de até 800 mil milhões de euros para o setor.

    Questionada sobre se a União Europeia (UE) está a considerar a criação das suas próprias forças armadas, Von der Leyen afirmou que os Estados-membros “manterão sempre a responsabilidade pelas suas próprias tropas”.

    Defendeu ainda uma dissuasão “forte e fiável” contra o bloqueio dos sinais de GPS no espaço aéreo europeu nas regiões que fazem fronteira com a Rússia, o que afetou inúmeros voos em áreas como o Mar Báltico, incluindo um avião que transportava a própria Von der Leyen no início deste mês.

    “A Rússia parece disposta a aceitar a possibilidade de ocorrerem acidentes fatais a qualquer momento”, afirmou a responsável da Comissão Europeia, que disse que Bruxelas leva estes incidentes “muito a sério”, assim como “todos os ataques híbridos e ciberataques russos contra a União”.

    Estes ataques, segundo Von der Leyen, “mostram claramente que as ambições da Rússia não se limitam à Ucrânia”.

  • Reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU a pedido da Estónia

    O Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se de emergência na segunda-feira, a pedido da Estónia, após a incursão de três aviões russos no espaço aéreo do país, anunciou hoje a diplomacia de Talin.

    Três caças MiG-31 da Federação Russa entraram na sexta-feira no espaço aéreo da Estónia sobre o golfo da Finlândia, onde permaneceram cerca de 12 minutos, segundo alertaram as autoridades estonianas e a NATO.

    A Itália, responsável no quadro da Aliança Atlântica por uma missão de policiamento aéreo no Báltico, fez descolar aviões para intercetar os aviões russos, em conjunto com a Suécia e a Finlândia.

    A Rússia desmentiu a violação do espaço aéreo da Estónia.

    “No dia 22 de setembro (…), o Conselho de Segurança das Nações Unidas realizará uma reunião de emergência em resposta à flagrante violação do espaço aéreo estoniano pela Rússia”, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Estónia num comunicado.

    É a primeira vez, em 34 anos de adesão à ONU, que a Estónia, solicita uma reunião de emergência do Conselho de Segurança, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

    A Estónia é membro da União Europeia e da NATO, e um firme apoiante da Ucrânia, que foi invadida pela Rússia em fevereiro de 2022.

  • Dois civis mortos em ataque ucraniano a região russa, afirma autoridade russa

    Dois civis foram mortos e quatro ficaram feridos na região russa de Belgorod em ataques ucranianos, disse o governador regional, Vyacheslav Gladkov, no Telegram este domingo, reporta a agência Reuters.

    A região de Belgorod tem sido alvo de ataques regulares das forças de Kiev desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022.

  • Reino Unido envia caças à Polónia em sinal de advertência a Putin

    O Reino Unido enviou caças à Polónia num claro sinal de advertência a Vladimir Putin de que as nações ocidentais não tolerarão as repetidas incursões da Rússia no território da NATO. A informação é reportada no jornal The Independent.

    Os caças Typhoon da RAF participaram numa operação da NATO para reforçar a segurança europeia depois de a Rússia ter provocado indignação global quando os seus caças invadiram o espaço aéreo da Estónia na sexta-feira. O secretário de defesa britânico, John Healey, disse que o uso de caças britânicos enviou “um sinal claro: o espaço aéreo da NATO será defendido”.

  • Zelensky denuncia que Rússia ataca com tecnologia dos aliados ocidentais de Kiev

    A Rússia atacou esta semana a Ucrânia com milhares de drones, bombas e mísseis que incorporam tecnologia fabricada na Europa, Estados Unidos, China, Japão e dezenas de outros países, denunciou hoje o Presidente ucraniano.

    “Estamos a defender-nos todos os dias dos ataques da Rússia. Só esta semana houve mais de 1.500 drones de ataque, 1.280 bombas guiadas e 50 mísseis de diferentes modelos”, escreveu Volodymyr Zelensky nas redes sociais.

    Segundo Zelensky, esses sistemas contêm “milhares de componentes — mais de 132.000 — provenientes de diferentes países”, incluindo aliados ocidentais como a União Europeia, o Japão e os Estados Unidos, além da China e de várias outras nações.

    “Todas essas tecnologias permitem à Rússia produzir armamento em larga escala, usado apenas para aterrorizar o nosso povo”, referiu, citado pela agência de notícias espanhola EFE. “E, se não for travada, Moscovo tornar-se-á inevitavelmente uma ameaça para os países da Europa e da região do Pacífico”, advertiu.

    Zelensky apelou para a aplicação de sanções contra quem ajude a Rússia a obter tais tecnologias e defendeu que Moscovo “tem de sentir as consequências das suas ações”. Tal pode ser conseguido através da pressão internacional e do reforço da ajuda às forças armadas da Ucrânia, acrescentou.

  • NATO deve abater jatos russos se necessário, diz presidente checo

    O presidente checo, Petr Pavel, apelou às forças da NATO para que adotem uma postura muito mais firme contra as repetidas incursões da Rússia no espaço aéreo dos Estados-Membros.

    As forças da NATO devem estar preparadas para abater jatos russos, se necessário, afirmou, citado pelo The Independent. “A Rússia perceberá muito rapidamente que cometeu um erro e ultrapassou os limites aceitáveis”, disse Pavel, de acordo com a agência de notícias checa.

  • Vietname venceu o Intervision, o festival russo rival da Eurovisão

    O Vietname foi coroado vencedor do concurso musical Intervision, organizado pela Rússia na madrugada deste domingo. A competição, apoiada pelo presidente Vladimir Putin, é um rival geopolítico e socialmente conservador do Eurovision. Kiev já classificou o evento como “um instrumento de propaganda hostil”.

    O vietnamita Duc Phuc, cuja canção se baseava num conto popular sobre um rei famoso por repelir um exército inimigo, foi coroado o melhor artista por um júri composto por elementos dos países participantes.

  • Ucrânia sanciona figuras pró-Rússia antes das legislativas da Moldávia

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou sanções contra cidadãos moldavos, a quem chamou “propagandistas” do Kremlin, numa tentativa de “combater a propaganda russa”, uma semana antes das legislativas na Moldávia.

    “A Ucrânia impôs sanções a autoridades, empresários e indivíduos envolvidos em violações dos direitos humanos na Crimeia temporariamente ocupada, bem como a propagandistas e figuras pró-Rússia na Moldávia”, informou Zelensky.

    No sábado à noite, o Presidente ucraniano disse que as medidas afetarão “seis propagandistas”, “11 figuras civis e políticas moldavas que promovem a retórica pró-Rússia e justificam a agressão russa”, “66 indivíduos e 13 pessoas colectivas”.

    As eleições na Moldávia acontecem a 28 de setembro e se os partidos pró-russos ganharem e passarem a governar o país, é provável que as negociações de adesão à UE sejam congeladas, como aconteceu com a Geórgia em 2024.

  • Bom dia,

    Bem-vindo ao liveblog do Observador em que atualizamos toda a informação sobre a guerra na Ucrânia.

    Para recuperar os principais desenvolvimentos deste sábado confira este link.

    Três mortos em novo ataque russo contra a Ucrânia com 640 drones e mísseis

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