Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Zelensky e Trump encontram-se amanhã em Nova Iorque

    Volodymyr Zelensky e Donald Trump encontram-se amanhã em Nova Iorque, revelou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. Os Presidentes da Ucrânia e dos Estados Unidos da América vão reunir-se à margem da conferência geral das Nações Unidas que decorre na cidade norte-americana. Esta será a quarta vez que os dois chefes de Estado conversam presencialmente no espaço de um ano.

  • O que aconteceu até agora

    • O Presidente russo, Vladimir Putin, manifestou preocupação com ameaças crescentes à Rússia, sublinhando que o país está equipado para responder com “meios militar-tecnológicos” se necessário. As declarações surgiram num contexto de tensões crescentes com a NATO, após incidentes envolvendo drones russos e violações do espaço aéreo na Estónia.
    • A Polónia afirmou estar preparada para abater aeronaves russas que entrem no seu espaço aéreo, mas apenas com o apoio unânime dos aliados da NATO. A medida visa evitar um escalonamento do conflito, assegurando-se de que não agirá isoladamente.
    • O Conselho de Segurança da ONU esteve reunido em estado de emergência devido à recente violação do espaço aéreo estoniano por aviões russos, a qual foi classificada como uma “escalada perigosa”. A Estónia, com o apoio de 50 países, apelou à Rússia para cessar todas as provocações e ameaças contra a integridade dos seus vizinhos.
    • Autoridades ucranianas relataram que nas últimas 24 horas, ataques russos resultaram na morte de pelo menos oito civis e ferimentos a 21 outros, em locais como Zaporíjia, Kharkiv e Donetsk. Estes ataques causaram danos significativos a infraestruturas civis e industriais, enquanto a Força Aérea Ucraniana derrubou a maioria dos drones enviados por Moscovo.

  • Lavrov vai encontrar-se com Guterres e Rubio em Nova Iorque esta semana

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, vai encontrar-se com o secretário-geral da ONU António Guterres esta quarta-feira, no dia 25 de setembro, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, avança a agência estatal TASS.

    O chefe da diplomacia russa deverá também encontrar-se com o seu homólogo norte-americano em Nova Iorque durante a semana.

  • "Nenhum destes desenvolvimentos foi acidental. Moscovo faz isto de propósito", acusa Ucrânia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, assumiu também a palavra para avisar que a Rússia não se vai limitar pelos episódios recentes, e que provavelmente irá, num futuro próximo, provocar outros países europeus.

    “O que vem a seguir? Que outra reunião de emergência vamos ter de organizar nas próximas semanas? Quem será o próximo país a ter de lidar com as provocações russas?”, questiona retoricamente Andrii Sybiha.

    “Nenhum destes desenvolvimentos foi acidental. Moscovo faz isto de propósito”, continua o chefe da diplomacia ucraniano, referindo que “a Europa não está em guerra com a Rússia, mas que a Rússia está em guerra com a Europa”, apelando à “força e união” como “única forma de salvaguardar a paz”.

  • Polónia lança aviso à Rússia: "Se um míssil ou avião [russo] entrar no nosso espaço sem autorização e for atingido, não se venham queixar"

    Antes da Estónia, a Polónia foi a primeira a denunciar estas incursões russas pelo espaço aéreo da NATO. No Conselho de Segurança da ONU, o ministro polaco dos Negócios Estrangeiros assegura que não “se vão deixar intimidar” pela tentativa da Rússia de “reconquistar a Ucrânia”, e deixa um aviso:

    “Se um míssil ou avião [russo] entre no nosso espaço sem autorização — deliberadamente ou por engano — e for atingido e os destroços caírem em território da NATO, não se venham para aqui queixar. Foram avisados”.

    Neste registo, Radosław Sikorski sublinha que os países da Aliança têm dado um “desconto” à Rússia no passado em circunstâncias semelhantes, e que nunca ouviram um pedido de desculpas, “apenas mentiras”.

    Para a representação russa nas Nações Unidas, acusa-os de “não quererem saber do direito internacional” e de “serem incapazes de viver em paz com os seus vizinhos”. “O vosso nacionalismo insano contém um desejo de dominância que não cessará até que percebam que a era dos impérios já acabou e que o vosso não será reconstruido”, termina o polaco.

  • Kallas: "Não é possível que a Rússia tenha violado acidentalmente o espaço aéreo europeu três vezes nas últimas duas semanas"

    A alta representante da União Europeia — e antiga primeira-ministra da Estónia — Kaja Kallas também teve a oportunidade de participar na discussão no Conselho de Segurança da ONU, referindo que a “violação do espaço aéreo da Estónia não tem precedentes tanto em escala como em imprudência. Foi uma provocação deliberada que poderia ter acabado com resultados devastadores”.

    Em resposta às sucessivas negas que têm sido apresentadas por Moscovo, Kallas riposta: “Não é possível que a Rússia tenha violado acidentalmente o espaço aéreo europeu três vezes nas últimas duas semanas”. Se efetivamente ter sido “acidentalmente”, continua, “já se passou tempo suficiente para a Federação Russa pedir desculpa e dizer que cometeram um erro”.

    Kaja Kallas refere, então, que este comportamento de Moscovo é “um padrão”, que a Rússia está a “testar as fronteiras europeias”. “A Rússia vai continuar a provocar enquanto a deixarmos”, conclui.

  • EUA garantem que "vão defender todos os centímetros de território da NATO". Estónia diz que Rússia é "uma ameaça à paz e segurança global"

    Mike Waltz, o representante da missão norte-americana nas Nações Unidas, aproveitou a sua intervenção no Conselho de Segurança da ONU para relembrar que o órgão esteve reunido há duas semanas, quando surgiram as acusações sobre drones russos terem entrado no espaço aéreo polaco e que, apesar de se ter feito um apelo direto à Rússia nesta ocasião, Moscovo “voltou a violar o espaço aéreo de outro país da NATO”.

    “Os EUA e os nossos aliados vão defender todos os centímetros de território da NATO. A Rússia tem de parar urgentemente com este comportamento tão perigoso”, avisa Waltz, dizendo que espera que Moscovo “procure formas de desescalar, não agravar” o conflito.

    Em resposta direta à intervenção russa no Conselho, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia acusa Moscovo de “mentir novamente”, ao negar qualquer invasão do seu espaço aéreo, referindo que os caças russos em questão estavam “prontos para combate”.

    “A impunidade, o apaziguamento e novas concessões apenas encorajariam Putin e levariam a novos crimes”, continua Margus Tsahkna, que descreve a Rússia como “uma verdadeira ameaça à paz e segurança global”.

  • "Russofóbicas mesquinhas e tacanhas": representante da Rússia na ONU critica Von der Leyen e Kallas e desmente todas as acusações

    Para o representante russo nas Nações Unidas, a Europa que existia durante o Renascimento já “foi-se para sempre”, e que “Voltaire, Rousseau e Kant” se transformaram em “Von der Leyen, Kallas e outros “russofóbicos mesquinhos e tacanhos”.

    Assim, Dmitry Polyanskiy acusa a liderança europeia de instalar um “ódio primitivo” à Rússia, com o objetivo de “pintar Moscovo como a maior ameaça para a segurança pan-europeia”. “Todos os eventos são imediatamente interpretados através de um prisma anti-russo”, acrescenta.

    Olhando para o tema desta reunião convocada de emergência, a representação russa diz que as acusações sobre a invasão de drones em território polaco foram avançadas “sem qualquer prova”, referindo que a narrativa avançada pela Estónia faz parte “do espetáculo chamado ‘culpar a Rússia de tudo’”.

    Insiste, assim, que os caças russos nunca atravessaram o espaço aéreo da Estónia, referindo que se dirigiam até Kaliningrado — um enclave russo no Mar Báltico —, mas que o voo foi feito “de acordo com as regras do espaço aéreo internacional”.

    Dmitry Polyanskiy conclui: “Se querem entrar em histeria, fermentar e continuar a lançar acusações infundadas, vão em frente, mas façam-no sem a nossa participação. Não vamos participar neste teatro do absurdo, e vocês não precisam de nós aqui. Quando decidirem que querem participar numa discussão séria sobre a segurança europeia, sobre o destino do nosso continente comum, sobre como tornar este continente próspero e seguro para todos, estaremos prontos, sabem onde nos encontrar”.

  • Reino Unido avisa que, "se for necessário" está pronto para "enfrentar" aviões que passem pelo espaço aéreo da NATO sem autorização

    Continuam as declarações no Conselho de Segurança da ONU. A ministra dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido menciona que a Rússia continua a “violar as suas obrigações mais básicas à luz da Carta das Nações Unidas” — seja pelos persistentes ataques contra a Ucrânia e pelas “imprudentes” invasões do espaço aéreo da Polónia, Roménia e Estónia.

    “Estes últimos atos são perigosos e imprudentes. Na pior das hipóteses, são uma tentativa deliberada de minar a integridade territorial de nações soberanas e a segurança europeia. Arriscam-se a erros de cálculo e abrem a porta a um confronto armado direto entre a NATO e a Rússia”, afirma Yvette Cooper, citado pelo The Guardian.

    Diz, também, que o compromisso da aliança em “defender a paz e a segurança” é “inabalável”, e que “a força combinada dos países da NATO não tem comparação”. Numa declaração dirigida ao Presidente da Rússia, Cooper avisa que estas ações “potenciam um confronto armado entre a NATO e a Rússia”.

    “A nossa aliança é defensiva, mas não se iludam. Estamos prontos para tomar todos os passos necessários para defender os ceús e o território da NATO. Estamos alerta. Estamos decididos e, se for necessário, enfrentaremos os aviões que estiverem a operar no espaço aéreo da NATO sem autorização”, remata.

  • Conselho de segurança da ONU reunido após Rússia ter invadido espaço aéreo da Estónia. Ação de Moscovo "aproxima toda a região de conflito"

    Depois de a Rússia ter invadido o espaço aéreo da Estónia, na semana passada, a missão diplomática estoniana do país pediu uma reunião de emergência do conselho de segurança das Nações Unidas para discutir o tema.

    Assim, o ministro dos Negócios Estrangeiros Margus Tsahkna, citado pelo The Guardian, refere que esta “quarta violação do espaço aéreo” em 2025 foi “uma escalada perigosa”, e diz que esta ação faz “parte do padrão mais amplo de provocações russas contra os seus vizinhos”.

    “Estamos aqui hoje, porque este incidente preocupa não só a Estónia, mas toda a comunidade internacional”, afirma o chefe da diplomacia estónio, referindo que as ações “imprudentes” de Moscovo representam “uma escalada desestabilizadora que aproxima toda a região de um conflito como nunca se viu nos últimos anos”.

    Assim, acaba a leitura de uma declaração apoiada por 50 países e pela União Europeia, com uma apelo direto à Rússia. “Cessem, sem atraso, a vossa guerra de agressão contra a Ucrânia”, exclama, acrescentando, pedindo também “o fim de todas as provocações e ameaças contra a soberania e a integridade territorial dos seus vizinhos”.

  • Putin diz recear "ameaças" à Rússia e garante que o país está preparado para responder a essas ameaças com "meios militar-tecnológicos"

    O Presidente russo acusou, nesta segunda-feira, o Ocidente de procurar uma superioridade nuclear e garantiu que a Rússia está preparada para responder a qualquer ameaça. Putin mostra-se disponível para que assinar um novo acordo nuclear para substituir aquele que expira em fevereiro de 2026.

    Estas declarações, feitas numa reunião do Conselho de Segurança russo, surgem em plena escalada de tensões com a NATO, após drones russos terem sido abatidos na Polónia e ter havido violações de espaço aéreo na Estónia.

    Putin sublinhou que o expirar do tratado New START, previsto para fevereiro de 2026, irá encerrar o último acordo que limita os arsenais nucleares de Moscovo e Washington. Putin suspendeu a sua participação nesse acordo após a invasão da Ucrânia, mas indicou que iria, mesmo assim, continuar a respeitar os mesmos limites.

    Agora, Putin afirma que a Rússia irá manter os mesmos limites por mais um ano, desde que os EUA façam o mesmo. Entretanto, conforme decorra este processo, a Rússia irá decidir sobre os termos que aceitaria para assinar um novo acordo plurianual.

    O Kremlin reforçou que a resposta russa ao que considerar serem novas ameaças “atuais ou emergente” não será apenas retórica, mas poderá envolver “meios militar-tecnológicos”.

  • Polónia pronta para abater aeronaves russas, mas com apoio da NATO

    O primeiro-ministro polaco declarou hoje que o seu país está preparado para tomar a decisão de abater aeronaves russas, no caso de invasão do seu espaço aéreo, mas apenas com o apoio unânime dos aliados da NATO.

    Donald Tusk admitiu, durante uma conferência de imprensa em Sierakowice (norte), onde inaugurou uma linha férrea, que uma medida tão drástica como abater um caça russo poderia levar a uma “fase mais aguda do conflito” e que tal decisão só seria tomada após a absoluta certeza de que “não estão sozinhos” neste tipo de operação.

  • Kremlin rejeita acusações da Estónia sobre a violação do espaço aéreo

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, reiterou esta segunda-feira que Moscovo não violou o espaço aéreo da Estónia na última sexta-feira.

    De acordo com Peskov, citado pela agência estatal russa TASS, o Governo da Tallin inventou esta violação com o objetivo de criar “um clima de confronto”.

    O porta-voz presidencial russo sublinhou que a Estónia não apresentou nenhuma prova para sustentar a sua acusação, sendo que os pilotos russos operam sempre de acordo com o direito internacional.

    Na sexta-feira, três caças russos entraram no espaço aéreo da Estónia durante 12 minutos. Foi a terceira vez, em duas semanas, que um país membro da NATO viu o seu espaço aéreo violado pela Rússia. Primeiro a Polónia, depois a Roménia e posteriormente a Estónia viram a sua integridade territorial e segurança ameaçadas pelas ações da Moscovo.

    Três caças a cruzar os céus da Estónia e um avião a rasar o espaço da NATO num dia. O que se sabe e falta saber das “provocações russas”

  • Agência Bloomberg revela planos russos para interferir nas eleições da Moldávia

    A agência Bloomberg publicou nesta segunda-feira detalhes sobre um alegado plano russo de interferir nas eleições parlamentares da Moldávia, marcadas para 28 de setembro.

    O objetivo é enfraquecer o partido pró-europeu da presidente Maia Sandu e bloquear o caminho do país rumo à UE.

    Segundo a agência financeira, a estratégia do Kremlin inclui recrutar cidadãos moldavos no estrangeiro para votar, organizar protestos e lançar campanhas de desinformação nas redes sociais.

    Já no domingo, a BBC tinha revelado ter descoberto uma rede secreta financiada por Moscovo que oferecia pagamentos a indivíduos para divulgar propaganda pró-russa e notícias falsas, recrutando apoiantes de partidos de oposição favoráveis a Moscovo.

    A investigação do canal britânico também apontou ligações entre a rede e o oligarca pró-Kremlin Ilan Shor e a sua organização Evrazia.

    Rússia rejeita acusações de planear interferir nas eleições legislativas da Moldávia

  • Ucrânia detém dois alegados agentes secretos russos que compravam cartões SIM para usar em drones

    Dois agentes secretos russos foram detidos na região de Kiev por contrabando de cartões SIM ucranianos, usados para melhorar a comunicação e navegação de drones militares.

    Segundo os serviços secretos da Ucrânia (SSU), citados pelo portal Ukrinform, os detidos, um deles ex-polícia, compravam os cartões na Ucrânia e enviavam-nos para cúmplices na União Europeia, que depois os encaminhavam para fábricas de drones em Tartaristão.

    Além disso, os agentes tentavam recrutar funcionários de operadoras ucranianas para obter informações internas, criando uma rede de espionagem dentro das empresas de telecomunicações.

    Durante as buscas que foram feitas, a SSU apreendeu smartphones com contactos do FSB e registos do contrabando, bem como um lote de cartões SIM pronto para envio.

    Os suspeitos estão acusados de alta traição sob lei marcial e podem receber prisão perpétua com confisco de bens. As investigações prosseguem para identificar outros membros da rede russa operando na Europa.

  • Rússia matou oito civis e feriu 21 pessoas nas últimas 24 horas, diz a Ucrânia

    Ataques russos na Ucrânia nas últimas 24 horas mataram pelo menos oito civis e feriram 21, segundo autoridades ucranianas.

    A Força Aérea terá derrubado 132 dos 141 drones lançados por Moscovo, mas nove atingiram sete localidades diferentes, espalhando destroços em outras sete áreas.

    Por outro lado, mísseis russos atingiram infraestruturas civis e industriais em Zaporíjia, destruindo casas, apartamentos e veículos, matando três pessoas e ferindo duas. Outros ataques provocaram mortes e ferimentos em Kharkiv, Donetsk, Sumy, Dnipropetrovsk e Kherson.

  • Ucrânia destruiu grandes quantidades de drones e munições nos últimos meses

    As forças ucranianas destruíram grandes quantidades de drones e munições russas em ataques realizados entre agosto e setembro nas zonas ocupadas da Ucrânia, além de atingir um sistema de defesa aérea S-400 em Kaluga, na Rússia ocidental.

    De acordo com um resumo feito pelo The Kyiv Independent, no dia 29 de agosto um centro logístico russo para drones foi destruído, eliminando milhares de aeronaves não tripuladas e equipamentos associados. Em Lugansk, um depósito de munições destinado ao 17.º Regimento de Tanques da 70.ª Divisão Motorizada foi, também, atingido, destruindo veículos e armamento.

    Em território russo, drones ucranianos neutralizaram um lançador e um radar do sistema S-400 no dia 5 de setembro. Estes ataques fazem parte da estratégia ucraniana de enfraquecer a capacidade logística e militar de Moscovo, usando drones e mísseis de longo alcance.

  • Ucrânia usa drones para atacar subestação elétrica em Krasnodar Krai

    Um ataque com drones ucranianos, na última noite, provocou incêndios numa subestação elétrica no distrito de Kanevskoy, na região russa de Krasnodar Krai, segundo as autoridades locais citadas pelo The Kyiv Independent.

    Não há registo de vítimas, mas o grau de destruição não foi divulgado.

    Fontes ucranianas afirmam que a instalação foi atingida pelo menos cinco vezes, enquanto o Ministério da Defesa russo diz ter abatido 114 drones, 25 deles sobre Krasnodar.

    O aeroporto de Sochi suspendeu temporariamente as operações, afetando mais de 20 voos.

    Krasnodar, vizinha da Crimeia ocupada, tem sido alvo frequente de ataques ucranianos a infraestruturas militares e energéticas, numa estratégia para enfraquecer a capacidade russa de prosseguir com a guerra.

  • Rússia mata pelo menos três pessoas nas última noite em Kiev, Sumy e Zaporíjia

    A Rússia matou pelo menos três pessoas em vários bombardeamentos realizados na última noite na Ucrânia. Segundo as autoridades ucranianas, citadas pela imprensa local, as forças russas atacaram as zonas de Zaporíjia, Sumy e Kiev, matando pelo menos três pessoas e ferindo outras três.

    Em Zaporíjia, os mísseis russos terão atingido infraestruturas civis e industriais, provocando vários incêndios que destruíram edifícios de apartamentos, casas particulares e veículos. As equipas de resgate do Serviço de Emergência do Estado permanecem no local, de acordo com o governador Ivan Fedorov, citado pelo The Kyiv Independent.

    As autoridades tinham, inicialmente, dado conta da morte de duas pessoas. Mas o corpo de uma mulher de 75 anos foi encontrado mais tarde, em Zaporíjia, elevando o número de mortos para três.

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com a guerra na Ucrânia, ao longo desta segunda-feira.

    Ucrânia sanciona figuras pró-Rússia antes das legislativas da Moldova

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, domingo, que terminou com a informação de que o Reino Unido colocou caças da RAF a sobrevoar a Polónia.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

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