Momentos-chave
- EUA aprovam venda de mísseis para a Polónia
- Ministra neerlandesa diz que homens ucranianos asilados no país devem encontrar casa por si próprios
- Primeiro pacote de ajuda militar ao abrigo do PURL chegou à Ucrânia
- Trump diz que EUA vão ajudar a "garantir a paz" na Ucrânia se a guerra chegar ao fim
- Kremlin confirma demissão de Dmitry Kozak, vice-chefe de gabinete de Putin
- Comissão Europeia estará a discutir proposta para parar compra de gás natural liquefeito russo no próximo pacote de sanções
- Três pessoas detidas no Reino Unido por suspeita de espionagem para a Rússia
- Ataque de sabotagem matou 18 soldados russos em Zaporíjia
- Trump confunde Arménia com Albânia ao falar sobre os acordos de paz que já conseguiu mediar
- Putin quer pessoas destemidas e prontas a servir o país para os futuros cargos políticos — e sugere os soldados veteranos
- Força Aérea Portuguesa elevou nível de prontidão e de treino devido a situação internacional
- Starmer quer aumentar pressão sobre o Kremlin e diz que está preparado para "assumir liderança" nos esforços para alcançar paz na Ucrânia
- Trump reitera "desilusão" com Putin e diz que se sente na "obrigação" de resolver o conflito porque já morreram "milhões de pessoas"
- Mais de 700 mil soldados russos estão na "linha de contacto" com a Ucrânia, diz Putin
- "Europa quer continuar o conflito na Ucrânia", diz Lavrov
- Zakharova critica gastos da Ucrânia com a guerra
- Ucrânia recupera mil corpos de soldados mortos
- Ataque russo na região de Donetsk faz cinco mortos
- Ucrânia e Polónia criam task-force para lidar com drones
- Ucrânia confirma ataque a refinaria russa, que foi obrigada a suspender produção
- Ucrânia quer apoio diplomático da África e Brasil para pressionar Rússia a parar a guerra
- Refinaria de petróleo em Volvogrado, na Rússia, atingida por drones
- Rússia aperta o cerco à estratégica cidade de Pokrovsk
- Vice-chefe de gabinete de Putin (que tem posição anti-guerra) está de saída do Kremlin
Histórico de atualizações
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Bom dia,
Arquivamos este liveblog que acompanhou os últimos desenvolvimentos sobre o conflito na Ucrânia. Pode continuar a seguir a nossa cobertura nesta nova ligação.
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EUA aprovam venda de mísseis para a Polónia
Os Estados Unidos anunciaram esta quinta-feira a aprovação da venda de mísseis Javelin e os seus lançadores para a Polónia, membro da NATO que faz fronteira com a Ucrânia. O valor da venda foi de 780 milhões de dólares, pouco mais de 660 milhões de euros, que inclui 2.506 mísseis, 253 unidades de lançamento, rondas de simulação, unidades de bateria, ferramentas, peças sobressalentes, treinamento, assistência técnica, transporte e outros elementos de logística.
“Esta proposta de venda apoiará a política externa e a segurança nacional dos EUA, reforçando a segurança de um aliado da NATO que serve como uma força para a estabilidade política e económica na Europa”, afirmou a Agência de Cooperação em Segurança e Defesa dos EUA (DSCA) em comunicado. O Departamento de Estado dos EUA aprovou a venda, e a DSCA enviou a notificação necessária ao Congresso, que ainda precisa aprovar a transação.
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Ministra neerlandesa diz que homens ucranianos asilados no país devem encontrar casa por si próprios
A ministra neerlandesa para o Asilo e as Migrações, Mona Keijzer, disse que os homens ucranianos que fugiram da guerra para o país devem encontrar casa por si próprios.
A governante respondia a avisos do efeito da falta de abrigos para ucranianos de instituições como a Cruz Vermelha dos Países Baixos, que tem obrigado a que dezenas de pessoas vivam em carros ou mesmo na rua.
Para a ministra, citada pela estação de televisão NOS, “é mais do que razoável” que homens com rendimento encontrem casa sozinhos. “Por exemplo, com familiares que já aqui vivem”, continuou.
“Também poderiam pedir ajuda aos seus empregadores. Os holandeses com emprego também providenciam o seu próprio alojamento”, argumentou, dizendo que o país está nos limites de acolhimento e considerando que não é duro dizer isto a fugitivos da guerra.
Já sobre mães com filhos, Keijzer garante que serão alojadas já que “não se lhes pode dizer: resolvam isso vocês mesmas”.
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Primeiro pacote de ajuda militar ao abrigo do PURL chegou à Ucrânia
A Casa Branca disse que estava para breve e assim foi. Depois de aprovada por Washington, a primeira remessa de ajuda militar aprovada pela administração Trump chegou à Ucrânia. Trata-se de equipamento militar no âmbito do programa Prioritized Ukraine Requirements List (PURL), informou a estação televisiva ucraniana Suspilne com base numa fonte não identificado da NATO.
O acordo PURL entre os EUA e a NATO permite a transferência de armas norte-americanas para a Ucrânia, financiadas por países europeus.
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Trump diz que EUA vão ajudar a "garantir a paz" na Ucrânia se a guerra chegar ao fim
Em entrevista à Fox News esta quinta-feira, 18 de setembro, Donald Trump disse que os EUA vão ajudar a “garantir a paz” na Ucrânia depois de a guerra chegar ao fim. “Depois de a guerra acabar, vamos ajudar a garantir a paz. E acho que isso vai acontecer”, afirmou o Presidente norte-americano, que voltou a afirmar a sua deceção com Vladimir Putin. “O conflito que pensei que seria mais fácil era Rússia e Ucrânia, por causa da minha relação com o Presidente Putin. Então estou dececionado”. -
Kremlin confirma demissão de Dmitry Kozak, vice-chefe de gabinete de Putin
Vladimir Putin assinou a demissão de Dmitry Kozak, o vice-chefe do gabinete da Presidência, confirma a agência russa TASS. A sua saída do cargo já tinha vindo a ser comentada pela imprensa russa desde esta manhã.
O documento assinado pelo Presidente russo diz que Dmitry Kozak “está dispensado dos seus deveres como vice-chefe de gabinete do Presidente russo”. Anteriormente, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, dissera que Kozak havia renunciado.
Kozak trabalhava no Kremlin desde 1999. Entretanto, o vice-chefe de gabinete tinha uma posição contrária à guerra na Ucrânia, o que alguns meios de comunicação social acreditam estar por trás da demissão.
No início de agosto, o The New York Times noticiou que, em 2022, Kozak aconselhou Putin a não invadir a Ucrânia. Já em 2025, terá instado o Presidente russo a iniciar negociações de paz e a fazer reformas internas, propostas que não terão sido acolhidas.
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Comissão Europeia estará a discutir proposta para parar compra de gás natural liquefeito russo no próximo pacote de sanções
A Comissão Europeia está a discutir uma proposta para parar a compra de gás natural liquefeito como parte do próximo pacote de sanções europeias à economia de Moscovo, de acordo com um oficial da UE, citado pela Reuters.
O novo pacote de sanções será apresentado esta sexta-feira e a pressão norte americana está empurrar a Europa a avançar com esta medida já neste conjunto de medidas.
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Três pessoas detidas no Reino Unido por suspeita de espionagem para a Rússia
A Polícia Metropolitana britânica anunciou, esta quinta-feira, a detenção de três pessoas suspeitas de colaborar com serviços de informações russos, noticia o Moscow Times.
Um homem de 41 anos e uma mulher de 35 foram detidos em Londres e um homem de 46 anos foi preso em Grays, no sudeste de Essex.
Nos últimos meses, seis cidadãos búlgaros já tinham sido presos no leste de Inglaterra, acusados de integrarem uma célula de espionagem russa.
Segundo o chefe dos serviços secretos britânicos, Moscovo procura criar “caos” no Reino Unido em retaliação pelo apoio dado à Ucrânia.
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Ataque de sabotagem matou 18 soldados russos em Zaporíjia
18 soldados russos morreram no final de agosto num ataque de sabotagem na região ocupada de Zaporíjia, no sul da Ucrânia, segundo avançou o Kyiv Post.
De acordo com o jornal, desconhecidos terão ateado fogo em mato seco junto a um posto de comando do exército russo. As chamas espalharam-se rapidamente para edifícios e abrigos, provocando uma acumulação de fumo e monóxido de carbono que impediu a evacuação dos oficiais do local.
As forças ucranianas e vários grupos partidários pró-Ucrânia têm realizado ataques contra militares russos e infraestruturas em territórios ocupados.
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Trump confunde Arménia com Albânia ao falar sobre os acordos de paz que já conseguiu mediar
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a cometer um “deslize geográfico” ao falar sobre os seus sucessos diplomáticos.
Durante a conferência de imprensa no Reino Unido, ao lado de Keir Starmer, Trump referiu-se incorretamente à Arménia como Albânia e chamou ao Azerbaijão “Aberbaijão”, enquanto recordava o seu papel na mediação do conflito entre a Arménia e o Azerbaijão.
O líder da Casa Branca afirmou ter “resolvido” o conflito de Nagorno-Karabakh, lembrando que reuniu os líderes dos dois países na Casa Branca, onde assinaram um compromisso para alcançar a paz após décadas de confrontos.
De acordo com a SkyNews, esta é a terceira vez que Trump confunde um dos países nas últimas semanas.
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Putin quer pessoas destemidas e prontas a servir o país para os futuros cargos políticos — e sugere os soldados veteranos
O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou esta quinta-feira que a liderança do país devem ser ocupada por pessoas prontas a servir a Rússia e que não tenham medo de arriscar a vida, destacando que os veteranos da guerra na Ucrânia poderiam ser potenciais sucessores dos atuais políticos, escreve a agência estatal TASS.
“Devemos procurar, identificar e nomear pessoas que não tenham medo de servir a Pátria e que estejam dispostos a arriscar a saúde e vida. Essas são as pessoas que devem ser promovidas a cargos de liderança. Elas serão os nossos futuros sucessores. Precisamos de considerar isto cuidadosamente”, afirmou Putin durante uma reunião em Moscovo com os líderes dos partidos políticos.
O líder do Kremlin acrescentou, ainda, que a integração de soldados veteranos nos partidos políticos, tanto a nível local como nacional, irá contribuir de forma positiva para o trabalho do parlamento russo e de outras instituições governamentais.
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Força Aérea Portuguesa elevou nível de prontidão e de treino devido a situação internacional
Ramo militar cancelou uma série de eventos públicos previstos para as próximas semanas. A situação internacional e na Ucrânia obrigam a FAP a garantir maior capacidade de resposta operacional.
Força Aérea Portuguesa elevou nível de prontidão e de treino devido a situação internacional
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Starmer quer aumentar pressão sobre o Kremlin e diz que está preparado para "assumir liderança" nos esforços para alcançar paz na Ucrânia
Após as declarações de Donald Trump, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que é necessário “aumentar a pressão sobre Putin”.
De acordo o líder britânico, os recentes ataques à delegação da Uniãs Europeia e ao British Council em Kiev demonstram que o Presidente russo “não quer a paz”.
Referindo-se aos drones russos que entraram na Polónia na semana passada, Starmer disse que “Putin mostrou a sua verdadeira face”.
Starmer assegurou, também, que o Reino Unido, em conjunto com os aliados europeus e a NATO, está preparado para “assumir a liderança” em futuros esforços para garantir um acordo de paz.
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Trump reitera "desilusão" com Putin e diz que se sente na "obrigação" de resolver o conflito porque já morreram "milhões de pessoas"
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou que Vladimir Putin o “desiludiu”, acusando o líder russo de ser responsável por elevadas perdas humanas na guerra contra a Ucrânia.
“Ele [Putin] está a matar muitas pessoas e, na verdade, os soldados russos estão a morrer a um ritmo mais elevado do que os ucranianos“, disse Trump durante uma conferência de imprensa ao lado de Keir Starmer em Chequers, no Reino Unido, repetindo que o conflito “nunca teria começado” se estivesse na presidência norte-americana quando a guerra começou, em 2022.
O líder norte-americano acrescentou que “milhões de pessoas já morreram nesta guerra” e que o número de mortos está a atingir “níveis nunca vistos desde a Segunda Guerra Mundial”. Justificou, por isso, que sente “a obrigação de resolver” o conflito.
Trump sublinhou, ainda, que o conflito poderia ter escalado para uma terceira guerra mundial.
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Mais de 700 mil soldados russos estão na "linha de contacto" com a Ucrânia, diz Putin
O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou esta quinta-feira que mais de 700 mil soldados estão atualmente mobilizados na “linha de contacto” com a Ucrânia, relata a Ria Novosti.
As declarações foram feitas em Moscovo, durante uma reunião com os líderes dos partidos políticos.
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"Europa quer continuar o conflito na Ucrânia", diz Lavrov
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou esta quinta-feira que o debate europeu sobre garantias de segurança à Ucrânia, sem a participação de Moscovo, demonstra a intenção de apoiar a continuação da guerra contra a Rússia.
Em entrevista aos meios de comunicação russos, Lavrov acusou a Europa de culpar o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, por rejeitar o diálogo enquanto simultaneamente trabalha em propostas de garantias de segurança para Kiev.
“Se se discutem questões de segurança de um Estado em guerra sem envolver o outro, significa que se pretende formular essas garantias para apoiar a continuação da guerra contra o vizinho”, sublinhou o ministro.
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Zakharova critica gastos da Ucrânia com a guerra
A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que a Ucrânia poderia investir no desenvolvimento interno com os recursos que, segundo ela, são gastos diariamente no conflito, relata a Ria Novosti.
Zakharova citou, esta quinta-feira, declarações do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, Andrii Hnatov, que estimou o custo diário da guerra para Kiev em cerca de 146 milhões de euros.
“Um dia [corresponde a] 146 milhões de euros. Imaginem o que a Ucrânia poderia criar com este dinheiro, em vez de seguir as promessas das sirenes anglo-saxónicas. Mas outra questão é se teriam recebido estes fundos para desenvolver uma Ucrânia pacífica”, disse a porta-voz do MNE russo.
Zakharova acrescentou, ainda, que o financiamento externo é concedido a Kiev não para construir, mas para “destruir a própria Ucrânia”, descrevendo a necessidade de recursos do governo ucraniano como uma “paixão” ou “mania”.
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Ucrânia recupera mil corpos de soldados mortos
A Ucrânia recuperou, esta quinta-feira, mil corpos de soldados mortos no âmbito de medidas de repatriação, anunciou a Sede de Coordenação para o Tratamento de Prisioneiros de Guerra da Ucrânia, citada pelo Ukrainska Pravda.
Segundo a mesma fonte, a Rússia afirmou que os corpos pertencem a militares ucranianos e foram, agora, entregues a instituições estatais especializadas e aos serviços médico-legais do Ministério da Saúde, assim como às autoridades do Ministério da Administração Interna.
Nos próximos dias, os investigadores irão realizar exames forenses para proceder à identificação dos corpos repatriados.
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Ataque russo na região de Donetsk faz cinco mortos
As forças russas lançaram, na manhã desta quinta-feira, uma bomba FAB-250 sobre uma zona de prédios residenciais na cidade de Kostiantynivka, na região de Donetsk. Há registo de, pelo menos, cinco mortos.
Segundo a Procuradoria Regional de Donetsk, citada pelo Ukrainska Pravda, o ataque ocorreu pelas 09h55 e teve como alvo civis. As vítimas, três homens e duas mulheres com idades entre 62 e 74 anos, encontravam-se na rua no momento da explosão. O impacto danificou ainda as fachadas de quatro prédios.
As autoridades ucranianas abriram um processo de investigação por crime de guerra, ao abrigo do artigo 438.2 do Código Penal da Ucrânia.
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Ucrânia e Polónia criam task-force para lidar com drones
A Ucrânia e a Polónia decidiram criar uma task-force para lidar com os veículos não tripulados, nomeadamente drones, que servirá como plataforma para o desenvolvimento de iniciativas conjuntas entre os dois países, anunciou o ministro da Defesa da Ucrânia, Denys Shmyhal.
Shmyhal fez o anúncio numa conferência de imprensa ao lado do homólogo polaco Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, que está de visita a Kiev.
“Integraremos as mais recentes tecnologias de proteção e lançaremos novos projetos com vista fortalecer a proteção do nosso povo e da nossa infraestrutura crítica”, disse o ministro da Defesa da Ucrânia, citado pelo Kyiv Independent.
Kosiniak-Kamysz também confirmou que os ministérios da defesa da Ucrânia e da Polónia estavam a planear assinar um acordo de cooperação focado na melhoria das capacidades de operação de drones.
A criação da task-force e a visita de Kosiniak-Kamysz à Ucrânia ocorrem poucos dias depois de 21 drones russos terem entrado em espaço aéreo polaco, numa incursão sem precedentes de meios russos em território da NATO.