Momentos-chave
- Medidas que surgem no novo plano de paz podem ser "exequíveis", diz Zelensky
- Bombardeamentos russos cortam eletricidade em bairros de Odessa
- Conselho dos Negócios Estrangeiros reúne-se extraordinariamente por causa do novo plano de paz
- Rússia abate 10 drones ucranianos que se dirigiam para Moscovo
- Território e relação entre NATO, Rússia e EUA: os temas "controversos" que só Zelensky e Trump irão decidir
- Ataque russo na região de Kherson faz pelo menos três mortos
- Montenegro considera que acordo de paz "está longe de ser alcançado" e diz que tem de passar pelos Estados-membros
- Plano inicial dos EUA "já não existe": alguns pontos foram "retirados" e outros "revistos"
- Novo plano de paz poderá não ficar fechado esta semana, diz Rubio
- Limite de 600 mil soldados? Ucrânia diz que EUA cederam: "Não está mais em cima da mesa"
- Plano negociado entre a Ucrânia e os EUA na Suíça tem 19 pontos. "Ficaram poucas coisas da versão original", diz Kiev
- Conselheiro do Kremlin diz que contrapropostas da UE para paz "não funcionam" para a Rússia
- Vinte representantes da diplomacia europeia pedem que se "respeite plenamente integridade territorial, independência e soberania da Ucrânia"
- Starmer elogia "avanços significativos" alcançados em Genebra
- Putin afirma que plano de paz original dos EUA pode "servir de base para um acordo de paz definitivo"
- Chanceler alemão avisa: "A paz na Ucrânia não vai acontecer da noite para o dia"
- Von der Leyen: "Apenas a Ucrânia deve poder fazer decisões sobre as suas forças armadas"
- António Costa: "Assuntos que dizem respeito diretamente à UE precisam do envolvimento total da UE"
- Coligação das Vontades vai reunir-se amanhã
- Suécia não vai reconhecer anexação russa de território ucraniano, incluindo a Crimeia
- Trump sugere que podem existir "grandes progressos" nas negociações entre Ucrânia e Rússia. "Algo de bom pode estar a acontecer"
- Kremlin não recebeu novo plano de paz dos EUA após negociações em Genebra
- António Costa defende que "posição coordenada da UE é fundamental para bom resultado nas negociações"
- Presidente da Finlândia diz que ficaram por resolver "questões importantes" em Genebra
- Zelensky: "Putin quer o reconhecimento legal do que roubou. É muito perigoso"
- Zelensky: "O agressor deve pagar integralmente pela guerra que começou"
- Zelensky pode visitar a Casa Branca esta semana
- Rússia ataca infraestruturas civis em três regiões ucranianas com 162 drones
- Alemanha considera que negociações entre EUA e Ucrânia representam "sucesso decisivo" para a Europa
- Quatro mortos em ataque aéreo russo de larga escala contra Kharkiv
- Trump ameaçou, mas encontro na Suíça foi amigável
- Washington e Kiev anunciam ter desenvolvido “quadro de paz atualizado e aperfeiçoado”
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora
- Durante as negociações de paz em Genebra entre os Estados Unidos e a Ucrânia, foi desenvolvido um novo plano de paz atualizado. O objetivo é alcançar um acordo que respeite a soberania da Ucrânia e garanta uma paz justa e duradoura.
- O plano inicial dos EUA, que consistia em 28 pontos, foi reduzido para 19 pontos, após sugestões e preocupações da Ucrânia terem sido levadas em consideração. Este novo plano foi descrito como mais equilibrado, com a inclusão de medidas prioritárias para a Ucrânia, especialmente em questões territoriais e de segurança.
- O Presidente Volodymyr Zelensky expressou que a Ucrânia não será um obstáculo à paz e que está pronta para trabalhar para a concretização das medidas discutidas. Zelensky também destacou a importância de um acordo que assegure a devolução de todas as crianças ucranianas sequestradas e a libertação dos prisioneiros de guerra.
- O chanceler alemão Friedrich Merz e a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, sublinharam a necessidade de que qualquer plano de paz não comprometa a soberania e a integridade territorial da Ucrânia. Ambos os líderes afirmaram que a Europa deve ter um papel ativo nas negociações, que as decisões sobre a soberania ucraniana dependem exclusivamente da Ucrânia e que a segurança europeia deve ser garantida.
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Bom dia.
Terminamos aqui a cobertura do conflito na Ucrânia.
Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta terça-feira no liveblog que agora abrimos.
Obrigado por estar connosco.
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Rússia ataca Kiev com drones e mísseis. Um prédio foi danificado
As forças russas atacaram a capital ucraniana de Kiev, noticiou o Kyiv Independent, que avançou que as forças de Moscovo lançaram drones e mísseis balísticos contra a região.
Um prédio de vários andares foi atingido na zona de Pecherskyi, indicou o autarca da cidade, Vitaliy Klitschko.
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Uma "lista de desejos" russa ou uma proposta dos EUA? O "caos" em redor das negociações do acordo de paz na Ucrânia
Secretário do Exército eleito por JD Vance apresentou ultimato a Zelensky, mas Rubio tentou acalmar ânimos na Suíça. Senadores afirmaram que acordo era “lista de desejos” russo, mas Casa Branca negou.
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Medidas que surgem no novo plano de paz podem ser "exequíveis", diz Zelensky
Depois das negociações em Genebra este fim-de-semana, “agora a lista de medidas necessárias para pôr fim à guerra pode tornar-se exequível”, disse Zelensky no seu vídeo diário, publicado na rede social X, confirmando que já não são os 28 pontos iniciais.
“Grande parte” do que a Ucrânia definia como prioritário “foi tido em conta neste quadro”, continuou.
E acrescentou que “ainda há trabalho a fazer em conjunto para elaborar o documento final”. “Tudo deve ser feito de forma adequada… Esta é realmente a abordagem correta.”
“A Ucrânia nunca será um obstáculo à paz – este é o nosso princípio, um princípio comum… Faremos tudo por isso, estamos prontos para trabalhar o mais rápido possível”, rematou.
Today our delegation returned from Geneva after negotiations with the American side and European partners. Now the list of necessary steps to end the war can become doable. As of now, after Geneva, there are fewer points – no longer 28 – and many of the right elements have been… pic.twitter.com/bsaKyNXHQH
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) November 24, 2025
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Acordo de paz. Casa Branca diz que ainda há pontos de desacordo com a Ucrânia
Em declarações aos jornalistas à porta da Casa Branca, a porta-voz Karoline Leavitt disse que as conversações a Ucrânia têm sido produtivas, mas admitiu que ainda há alguns pontos de desacordo, escreve a Sky News.
“Há um sentimento de urgência. O Presidente quer ver este acordo concretizado e esta guerra terminada”, disse, acrescentando que ainda não há data para um novo encontro entre Trump e Zelensky esta semana.
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Bombardeamentos russos cortam eletricidade em bairros de Odessa
Vários bairros de Odessa ficaram sem luz esta noite em virtude de bombardeamentos russos, informou o responsável pela administração militar da cidade, Serhi Lyssak, no seu canal de Telegram citado pelo francês Le Monde.
O responsável adianta que a circulação de transportes públicos foi também afetada.
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Conselho dos Negócios Estrangeiros reúne-se extraordinariamente por causa do novo plano de paz
A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Kaja Kallas, convocou uma reunião extraordinária do Conselho dos Negócios Estrangeiros para esta quarta-feira.
O objetivo é discutir o plano de paz para a Ucrânia e o papel que a União Europeia assumirá neste processo, diz fonte próxima do caso citado pelo jornal Pravda Ukrainsk.
A reunião de dia 26 de novembro será realizada online, por vídeochamada.
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Presidenciais: Ventura recusa envio de tropas portuguesas para a Ucrânia
O candidato presidencial André Ventura garantiu hoje que tudo fará para evitar que os jovens portugueses sejam mobilizados para a guerra na Ucrânia, que considerou não ter interesse geoestratégico para Portugal.
“Da nossa parte [Chega] e da minha parte, enquanto candidato a presidente, tudo farei – e acho que nós tudo devemos fazer – para evitar que os portugueses participem num teatro de guerra que lhes é alheio e onde não têm, digamos assim, um interesse geoestratégico como outros países têm”, disse o também líder do Chega, em Setúbal.
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Rússia abate 10 drones ucranianos que se dirigiam para Moscovo
As defesas aéreas da Rússia abateram, nas últimas horas, 10 drones que Kiev enviou para Moscovo, disse o Ministério da Defesa russo citado pela Sky News.
Esta dezena integrou um conjunto de 50 drones ucranianos que terão sido enviado por Kiev rumo à Rússia.
Segundo este Ministério, os 50 drones foram enviados entre as 8h e 20h (hora de Moscovo) e tinham como mira as regiões de Bryansk, Kaluga e Kursk (além de Moscovo).
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Território e relação entre NATO, Rússia e EUA: os temas "controversos" que só Zelensky e Trump irão decidir
No encontro que se realizou domingo em Genebra, as equipas de negociação dos EUA e da Ucrânia assinalaram as questões mais sensíveis.
Sergiy Kyslytsia, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, revelou (também em declarações ao Financial Times) que “as questões mais controversas” desta negociação ficaram assinaladas “entre parênteses“.
Em causa, revelou, estão questões territoriais e a futura relação entre a NATO, Rússia e EUA. Estas serão especificamente decididas por Donald Trump e Volodymyr Zelensky.
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Ataque russo na região de Kherson faz pelo menos três mortos
Pelo menos três pessoas morreram e três ficaram feridas em virtude de um ataque russo na região de Kherson.
“Os investigadores descobriram que as forças russas atacaram terras na região de Kherson usando morteiros, artilharia (em concreto sistema de lançamento múltiplo de foguetes) e drones”, lê-se no jornal Pravda Ukrainsk, que cita o procurador da região.
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Montenegro considera que acordo de paz "está longe de ser alcançado" e diz que tem de passar pelos Estados-membros
O primeiro-ministro defendeu hoje que qualquer acordo de paz para a Ucrânia que diga respeito à União Europeia (UE) e à NATO terá de ser validado pelos respetivos Estados-membros.
“Qualquer consagração num acordo de paz que diga respeito à Europa, à União Europeia ou à NATO, carece naturalmente de uma pronúncia dos Estados-membros da União Europeia e dos Estados-membros da NATO”, afirmou esta tarde Luís Montenegro em Luanda, Angola, após uma reunião do Conselho Europeu.
“Há uma avaliação que é positiva, relativamente à evolução da situação nas últimas 24 horas, com as reuniões que têm acontecido em Genebra, na Suíça, e em que a delegação dos Estados Unidos da América tem interagido com a Ucrânia e tem também interagido com a União Europeia e com vários dos nossos parceiros”, disse o governante, em declarações realizadas à margem da Cimeira União Africana-União Europeia.
Montenegro salientou o caráter informativo da cimeira especial convocada pelo presidente do conselho europeu, o também português António Costa, e na qual se pôde “comprovar que algumas das (…) preocupações (…) começam a ficar salvaguardadas”.
Apontou em concreto a ideia de que “não há um acordo de paz justo e duradouro sem a intervenção da Ucrânia”.
Ainda assim, o primeiro-ministro alertou para “o processo complexo” para se garantir o fim do conflito: “Envolve garantias de segurança, envolve o financiamento para a reconstrução da Ucrânia, envolve várias componentes, cujo desenho final, na minha opinião, ainda está longe de ser alcançado”.
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Plano inicial dos EUA "já não existe": alguns pontos foram "retirados" e outros "revistos"
O plano inicialmente proposto pelos EUA “já não existe”, escreveu Oleksandr Bevz, conselheiro do chefe de gabinete de Zelensky, na rede social Facebook, citado pela Sky News.
Na opinião do ucraniano — que fez parte da equipa de negociações — a Ucrânia levou a cabo “conversas muito construtivas” com os EUA.
Na reunião de Genebra, Kiev e Washington analisaram ponto por ponto o plano proposto pelos EUA. “Alguns pontos foram removidos, outros revistos. E nenhuma das preocupações da Ucrânia ficou por resolver”, garantiu o ucraniano.
De acordo com este conselheiro do gabinete de Zelensky, as decisões finais, sobre “questões mais sensíveis”, serão tomadas por Zelenskyy e Trump.
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Novo plano de paz poderá não ficar fechado esta semana, diz Rubio
As negociações entre EUA e Ucrânia vão continuar nos próximos dias. O prazo proposto por Donald Trump para o fim destas negociações era dia 27 de novembro, quinta-feira.
No entanto, após a reunião em Genebra, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, lembrou que este prazo não é definitivo. E disse, citado pela Bloomberg, que as negociações poderão estender-se à próxima semana.
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“Para Trump, o que importa é voltar a dar-se com Putin”
Bruno Cardoso Reis afirma que Trump quer uma paz a qualquer preço, mesmo que isso signifique “entregar” a Ucrânia ao invasor. E o que se pode esperar da visita do chanceler alemão a Israel?
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Limite de 600 mil soldados? Ucrânia diz que EUA cederam: "Não está mais em cima da mesa"
O limite de 600 mil soldados nas Forças Armadas ucranianas em tempo de paz foi colocado de parte durante as negociações em Genebra entre as delegações da Ucrânia e dos Estados Unidos, adiantou Sergiy Kyslytsya.
“Eles [norte-americanos] concordaram que o número de soldados acordado na primeira versão não está mais em cima da mesa. As Forças Armadas vão continuar a discutir”, disse Sergiy Kyslytsya ao Financial Times.
Sobre a amnistia aos crimes de guerra russos, o governante ucraniano indicou que vai endereçar “o luto daqueles que sofreram com as guerras”.
Sergiy Kyslytsya considera que cabe agora à Rússia demonstrar se está “genuinamente interessada na paz ou vai encontrar centenas de razões para não envolver-se” no processo negocial.
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Plano negociado entre a Ucrânia e os EUA na Suíça tem 19 pontos. "Ficaram poucas coisas da versão original", diz Kiev
Não são 28, mas sim 19. O plano que os Estados Unidos da América (EUA) e a Ucrânia negociaram ontem em Genebra tem 19 pontos, avançou ao Financial Times o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Sergiy Kyslytsya.
“Ficaram poucas coisas da versão original”, detalhou Sergiy Kyslytsya, referindo que foi desenvolvimento um “sólido corpo de convergência” em redor de “algumas coisas” em que pode haver compromissos. “O resto serão decisões que precisarão do aval das lideranças.”
O governante, que esteve presente na reunião na Suíça deste domingo, definiu o encontro como “intenso e produtivo”. O sentimento é, de acordo com Sergiy Kyslytsya, “positivo”.
O mesmo responsável diplomático assegurou que os ucranianos não “foram obrigados” a tomar decisões em redor dos territórios que alegadamente (na primeira versão do plano) teriam de ceder à Rússia.
Sergiy Kyslytsya garantiu que os norte-americanos ouviram com atenção os ucranianos e demonstraram abertura: “Quase tudo o que sugerimos foi tomado em consideração”.
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Conselheiro do Kremlin diz que contrapropostas da UE para paz "não funcionam" para a Rússia
O conselheiro do Kremlin Yuri Ushakov disse hoje que as contrapropostas europeias para um plano de paz na Ucrânia “parecem, à primeira vista, muito pouco construtivas e não funcionam” para Moscovo, segundo noticiou a Reuters.
Ushakov disse ser muito mais favorável ao plano original dos EUA — do qual os norte-americanos parecem já ter evoluído após este ter sido amplamente criticado — entendo que “nem todas, mas muitas das normas deste plano nos parecem bastante aceitáveis”.
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Vinte representantes da diplomacia europeia pedem que se "respeite plenamente integridade territorial, independência e soberania da Ucrânia"
Vinte representantes da diplomacia europeia assinaram hoje um comunicado conjunto onde reafirmam o seu apoio por “uma paz justa e duradoura, baseada no direito internacional e que respeite plenamente a integridade territorial, independência e soberania da Ucrânia”, de acordo com o The Guardian.
A declaração assinala que “a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia — e a paz que se seguirá — moldará a segurança europeia por gerações e afetará os interesses existenciais de todos os europeus”.
“Tal paz não pode ser alcançada cedendo ou recompensando o agressor; requer pressão sustentada sobre a Rússia e apoio inabalável à Ucrânia para que qualquer solução seja bem-sucedida”, lê-se na declaração assinada por 20 representantes de países europeus e instituições como o Parlamento Europeu. Em representação de Portugal, o documento foi assinado pelo ex-secretário de Estados das Comunidades Portuguesas e atual presidente da Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros , José Cesário.
“As negociações genuínas não podem começar com a Ucrânia a ser solicitada a aceitar preventivamente as exigências russas. A era dos impérios terminou e a Europa nunca aceitará como legítima qualquer noção de interesses de segurança russos que se estendam para além das suas fronteiras ou presumam o direito de moldar a ordem de segurança da Europa”, continuam.
Por fim, salienta-se na declaração conjunta a necessidade de garantias de segurança “reais” e “juridicamente vinculativas” para a Ucrânia, sem limites às suas forças armadas ou restrições às suas políticas.