Momentos-chave
- O que se esperou até agora
- Von der Leyen diz que pressão é "a única linguagem a que a Rússia responde"
- Zelensky reconhece que a Ucrânia depende dos EUA: "É a força da América que a Rússia leva mais a sério"
- Marcelo diz que procura "resultado muito imediato" para a Ucrânia pode criar "problema muito grande"
- Macron revela: Rússia não demonstra qualquer "vontade para discutir" plano de 19 pontos
- Trump: "Penso que estamos muito próximos de chegar a um acordo" na Ucrânia
- Embaixador dos EUA na NATO concede: há "um fundo de verdade" no facto de a Rússia ainda não ter feito concessões
- Casa Branca fala em "tremendos progressos" no acordo de paz, mas ressalva: "Há detalhes delicados" a tratar
- Forças Armadas ucranianas podem ter limite de 800 mil soldados. Questões territoriais discutidas entre Trump e Zelensky
- Starmer sugere que força "multinacional" pode ser enviada para a Ucrânia após cessar-fogo. Reino Unido pode "colocar botas no terreno"
- Delegação dos EUA e da Rússia negociam acordo de paz nos Emirados. Negociações "estão a correr bem"
- Starmer lista condições para a paz e avisa: "Há ainda longo e duro caminho" para percorrer nas negociações
- Após falar com Zelensky, Presidente finlandês garante: "A Ucrânia decide o futuro da Ucrânia, Europa decide o futuro da segurança da Europa"
- Ucrânia dá luz verde a acordo de paz dos EUA para acabar com a guerra. Apenas faltam "pequenos detalhes", avança CBS
- Zelensky relata conversa "muito boa e produtiva" com Starmer e diz que "há resultados sólidos, mas ainda muito trabalho pela frente"
- Moscovo aguarda dos EUA uma nova versão de plano para o acordo de paz na Ucrânia, diz Lavrov
- Rússia continua aberta a negociações para uma solução para o conflito na Ucrânia
- Umerov: Zelensky é esperado nos EUA após delegações terem chegado a um "entendimento comum" sobre o acordo de paz
- MNE ucraniano: "Putin reagiu de forma terrorista às propostas de paz dos Estados Unidos"
- Macron responde ao plano de paz de Trump e diz que só os europeus podem decidir como usar os ativos russos congelados
- Cooperação energética entre Moscovo e Pequim tem "base sólidas" e é uma parceria "mutuamente benéfica", garante Xi Jinping
- Rússia e China cooperam em "projetos de grande importância" no setor energético, diz Putin
- Sobe para seis o número de mortos no ataque russo a Kiev. Há registo de 13 feridos
- Roménia mobiliza caças após violação do espaço aéreo
- Estados Unidos não podem fornecer armas à Ucrânia "para sempre", diz Casa Branca
- Três mortos e oito feridos em ataque ucraniano na região russa de Rostov
- Ataque russo a Kiev provocou dois mortos
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Zelensky reforça ideia de que Ucrânia está totalmente capaz de defender o seu território
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O que se esperou até agora
- A Ucrânia aceitou um novo acordo de paz elaborado pelos Estados Unidos para terminar a guerra no país. No entanto, ainda há alguns detalhes a serem negociados e não está claro se a Rússia aceitará a proposta final. As negociações estão a decorrer em Abu Dhabi, com representantes dos EUA e da Rússia, e perspetivas otimistas foram expressas por ambos os lados.
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enfatizou a importância do apoio contínuo dos EUA e da liderança do Presidente Donald Trump no processo de paz. Zelensky reconheceu que a força dos Estados Unidos é vista de forma séria pela Rússia, indicando a relevância do papel americano nas negociações de paz.
- A Rússia, apesar de se demonstrar aberta a negociações diplomáticas e políticas, manifestou reservas sobre o plano de paz americano e aguarda uma versão atualizada que inclua o envolvimento dos países europeus. O Presidente francês, Emmanuel Macron, destacou que a Rússia não parece interessada em discutir o atual plano de 19 pontos proposto pelos EUA.
- No contexto dos esforços para um cessar-fogo, a possibilidade de enviar uma força multinacional para a Ucrânia após o término das hostilidades está a ser considerada, liderada pelo Reino Unido e França. A proposta visa reforçar o processo de paz e garantir a soberania da Ucrânia num acordo abrangente de segurança.
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Chefe de gabinete de Zelensky diz que espera secretário dos EUA "esta semana"
Andriy Yermak, chefe de gabinete do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, contou que falou com o secretário do Exército, Daniel Driscoll, que Trump nomeou para ir negociar com os ucranianos. No Telegram, Yermak disse que espera o responsável em Kiev ainda esta semana.
“Estamos prontos para continuar a trabalhar o mais rapidamente possível para finalizar as medidas necessárias para pôr fim ao derramamento de sangue”, garantiu.
“Existe uma boa base, estabelecida em Genebra, e o presidente Zelensky e toda a equipa em Kiev estão totalmente empenhados em continuar o trabalho”, acrescentou.
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Von der Leyen diz que pressão é "a única linguagem a que a Rússia responde"
A presidente da Comissão Europeia disse hoje que os aliados da Coligação da Boa Vontade insistiram na importância de continuar a pressionar a Rússia com sanções durante uma reunião que contou com a participação do secretário de Estado norte-americano.
“Já que a pressão continua a ser a única linguagem a que a Rússia responde, vamos continuar a aumentá-la até que haja uma verdadeira vontade para se envolver num caminho para a paz credível”, escreveu Ursula von der Leyen na rede social X após a reunião com Marco Rubio.
Today, the partners of the Coalition of the Willing convened to discuss ongoing negotiations toward a just and lasting peace for Ukraine.
In recent days and hours, we have seen solid and encouraging progress.
We welcomed the presence of US Secretary of State Marco Rubio during…
— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) November 25, 2025
Von der Leyen sublinhou que é necessária uma cooperação transatlântica “forte”. “Considerem o impacto significativo das nossas ondas coordenadas e sucessivas de sanções contra a economia russa. Elas estão a reduzir os recursos que a Rússia possui para travar a sua guerra de agressão”, afirmou.
A presidente da Comissão Europeia garantiu que os países europeus continuam comprometidos com o objetivo de alcançar uma paz “justa e duradoura” na Ucrânia. “A Rússia intensificou ontem à noite os seus ataques contra Kiev, com mísseis e drones a violar o espaço aéreo da Moldávia e da Roménia. É mais uma prova de que a segurança da Ucrânia é a segurança da Europa”, acrescentou.
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Ucrânia aceita nova versão do acordo de paz dos EUA, mas estará Putin disposto a fazer concessões?
Rússia quer explorar vantagem no campo de batalha e Lavrov já veio avisar que Moscovo pode recusar acordo de 19 pontos com o qual a Ucrânia concordou. Trump mantém otimismo em “tremendos progressos”.
Ucrânia aceita nova versão do acordo de paz dos EUA, mas estará Putin disposto a fazer concessões?
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Líderes da Coligação das Vontades declara apoio aos esforços de paz de Trump na guerra na Ucrânia
Os líderes da coligação das vontades, o Presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer e o chanceler alemão Friedrich Merz, declararam apoio aos esforços de paz liderados pelo Presidente dos EUA, Donald Trump.
Os três líderes encabeçaram uma reunião virtual esta terça-feira com os 35 membros da coligação, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky e o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
Em comunicado, os líderes presentes mostraram o seu “apoio inabalável à Ucrânia e a uma paz justa e duradoura” e condenaram os recentes ataques russos.
“Eles reiteraram o seu apoio aos esforços do presidente Trump para pôr fim à guerra e sublinharam que qualquer solução deve envolver plenamente a Ucrânia, preservar a sua soberania, estar em conformidade com os princípios da Carta das Nações Unidas e garantir a sua segurança a longo prazo”, continuaram, sublinhando que foram “claros sobre o princípio que fronteiras não devem ser mudadas à força.
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Zelensky reconhece que a Ucrânia depende dos EUA: "É a força da América que a Rússia leva mais a sério"
O Presidente ucraniano sublinhou hoje no habitual discurso que a equipa de negociações ucraniana esteve todo o dia a trabalhar no documento proposto pelos Estados Unidos da América para acabar a guerra. Volodymyr Zelensky reconheceu que conta com a “contínua e ativa cooperação” dos americanos e do Presidente Donald Trump.
“Há muito que depende dos Estados Unidos porque é a força da América que a Rússia leva mais a sério”, afirmou. O líder ucraniano explicou que o documento que esteve hoje a ser trabalhado poderá ser aprofundado: “É do nosso interesse comum que a segurança seja real”.
O chefe de Estado garantiu que a América e também a Europa e restantes parceiros estão muito ativos. “Todos partilham a mesma agenda, apenas e só Moscovo continua a guerra contra a Ucrânia como a sua prioridade de topo”, apontou.
Zelensky reconheceu que foi um “dia longo e difícil”, depois dos ataques russos da noite passada. “É particularmente cínico que a Rússia lança ataques quando decorrem discussões para pôr fim à guerra”, sublinhou, acrescentando que agora não é o momento de baixar a guarda. “Não podemos perder a nossa unidade, simplesmente não podemos. Temos de nos defender contra os ataques russos”, defendeu.
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Cardeal Américo Aguiar pede oração pela paz contra guerras e "possível capitulação" da Ucrânia
O cardeal Américo Aguiar pediu esta terça-feira aos católicos que rezem pela paz num tempo em que “há uma “Terceira Guerra Mundial aos bocadinhos” e está a ser imposto à Ucrânia um plano que implica a sua “possível capitulação”.
“Enquanto escrevo estas linhas, o mundo assiste à possível capitulação do povo ucraniano”, refere Américo Aguiar, na sua mensagem de Advento, pedindo aos católicos que respeitem o outro num contexto em que muitas pessoas irão passar um Natal de sofrimento.
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Ucrânia. Ceder território "é suicídio"
Era uma das premissas da primeira versão do plano dos EUA: Kiev ceder as terras ocupadas pela Rússia e mais algumas. Mas especialista alerta que esse “não pode ser ponto de partida das negociações”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Trump diz que Witkoff vai a Moscovo e secretário do Exército vai reunir com Ucrânia. Reunião com Putin ou Zelensky só no fim do acordo
O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na rede social Truth Social que o enviado Steve Witkoff vai visitar Putin em Moscovo e o secretário da Guerra, Dan Driscoll, vai “encontrar-se com os ucranianos” para “acabar o plano de paz” para a guerra na Ucrânia.
Trump saúdou o “progresso tremendo” na última semana para “acabar com a guerra entre Rússia e a Ucrânia”, apontando que será informado sobre “todo o progresso feito” nesses encontros.
“Espero ansiosamente poder encontrar-me em breve com o Presidente Zelensky e o Presidente Putin, mas SOMENTE quando o acordo para por fim a esta guerra estiver ACABADO ou em fase final”, sublinhou ainda.
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Marcelo diz que procura "resultado muito imediato" para a Ucrânia pode criar "problema muito grande"
Questionado pelos jornalistas na Fundação Calouste Gulbenkian sobre o processo de paz na Ucrânia, Marcelo Rebelo de Sousa diz que, neste momento, “há vários processos a decorrer em simultâneo”.
“Há contactos entre vários estados, há contactos que envolvem a UE […] E tudo decorre a uma velocidade grande”, disse o Presidente da República, acrescentando que, nestes momentos, gosta de “recordar princípios”.
Todos queremos a paz. Mas queremos a paz que seja duradoura e que respeite princípios internacionais fundamentais”, prosseguiu, apontando que uma paz que não respeite esses “valores e principios, provavelmente nao é uma paz duradoura”.
“Deve-se fazer tudo pela paz mas, não de tal maneira que, para ter um determinado resultado muito imediato, muito imediato, muito imediato, se crie um problema muito grave, muito grave, muito grave, num prazo muito longo”, concluiu.
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Montenegro elogia participação dos EUA e diz que há “ainda muito trabalho pela frente”
O primeiro-ministro português, considerou hoje “muito relevante” a participação dos Estados Unidos no processo com vista à paz na Ucrânia, defendendo que as negociações devem prosseguir com “envolvimento de todos” e que “há ainda muito trabalho pela frente”.
Luís Montenegro participou hoje, por videoconferência, na reunião da chamada “Coligação dos Dispostos” que reúne vários países aliados da Ucrânia.
Numa publicação na rede social X, o primeiro-ministro disse que Portugal reafirmou nessa reunião o pleno apoio à Ucrânia e a sua determinação “em contribuir para uma paz justa, estável e duradoura”.
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Macron revela: Rússia não demonstra qualquer "vontade para discutir" plano de 19 pontos
O Presidente francês, Emmanuel Macron, acredita que “claramente não há vontade russa de chegar a um cessar-fogo” e apela à continuação da “pressão contínua” sobre a Rússia para que negocie.
Em declarações citadas pela imprensa francesa, o Presidente francês acusou a Rússia de nem sequer ter “disposição para discutir” o plano de 19 pontos norte-americano para a Ucrânia.
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Trump: "Penso que estamos muito próximos de chegar a um acordo" na Ucrânia
O Presidente norte-americano disse que não “é fácil”, mas pensa que vai ser feito um acordo para acabar com a guerra na Ucrânia.
Num evento na Casa Branca, Donald Trump disse que os Estados Unidos “estão muito próximos” de um acordo. “Penso que estamos muito próximos de chegar a um acordo.”
“Penso que estamos a fazer progressos”, prosseguiu.
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Embaixador dos EUA na NATO concede: há "um fundo de verdade" no facto de a Rússia ainda não ter feito concessões
O embaixador dos Estados Unidos na NATO, Matthew Whitaker, concedeu hoje, em entrevista à Fox News, que existe um “fundo de verdade” no facto de, durante as negociações, a Rússia ainda não ter feito concessões.
NATO Ambassador Matthew Whitaker admits "there's some truth" to the criticism that Putin hasn't made a single concession during negotiations pic.twitter.com/v0dGVasnkI
— Aaron Rupar (@atrupar) November 25, 2025
“Há alguma verdade” nisso. No entanto, Matthew Whitaker frisou que não há uma “solução perfeita” para acabar com a guerra. “A Rússia invadiu a Ucrânia há quatro anos, tem sido uma guerra de muitas baixas, a matança de parar”.
“Nenhum dos lados vai ter o que quer”, continuou o embaixador da NATO, sublinhando que os russos “têm uma forte posição no campo de batalha” — ao fazer “avanços lentos, mas consistentes”. E é preciso negociar através desta “realidade”.
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“Zelensky está muito dependente do apoio dos europeus”
Madalena Meyer Resende afirma que Ucrânia e Rússia estão no meio de “uma negociação que vai durar ainda muito tempo”. Garante que a Europa tem de avançar ema articulação estreita com Kiev.
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Casa Branca fala em "tremendos progressos" no acordo de paz, mas ressalva: "Há detalhes delicados" a tratar
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, recorreu ao X para destacar que “na última semana” os Estados Unidos fizeram “tremendos progressos” num acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia.
Over the past week, the United States has made tremendous progress towards a peace deal by bringing both Ukraine and Russia to the table.
There are a few delicate, but not insurmountable, details that must be sorted out and will require further talks between Ukraine, Russia,…
— Karoline Leavitt (@PressSec) November 25, 2025
A porta-voz reconheceu, ainda assim, que há alguns detalhes “delicados, mas não intransponíveis” por tratar.
“Vão requerer mais conversas entre a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos”, frisou Karoline Leavitt.
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África agradece apoio russo na libertação, mas defende soberania da Ucrânia, diz Presidente da República angolano
O Presidente angolano afirmou hoje que África está “eternamente” grata à Rússia pelo apoio nas lutas de libertação, mas sublinhou que os países africanos defendem, tal como a Europa, o direito da Ucrânia à soberania e à integridade territorial.
João Lourenço falava numa curta conferência de imprensa no final da 7.ª Cimeira União Africana–União Europeia, em que se juntou ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, para responder a questões dos jornalistas, incluindo o posicionamento sobre o conflito na Ucrânia.
“Os povos africanos estão eternamente gratos à Rússia pelo apoio dado. Não há nada acima da liberdade e da soberania dos povos”, afirmou o chefe de Estado angolano, recordando o apoio russo enquanto vários países africanos permaneciam colonizados por potências europeias.
“O principal país que se levantou em nossa defesa, em nosso apoio, e contribuiu para que pudéssemos alcançar as nossas independências foi, sem sombra de dúvidas, a Rússia”, salientou
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Forças Armadas ucranianas podem ter limite de 800 mil soldados. Questões territoriais discutidas entre Trump e Zelensky
As Forças Armadas ucranianas terão o limite de 800 mil militares em tempo de paz, avança o Financial Times.
Este é uma nova linha do plano de 19 pontos. No anterior de 28 pontos elaborado pelos Estados Unidos com o apoio russo, as Forças Armadas apenas podiam ter apenas 600 mil.
As questões territoriais ainda não são claras — e serão discutidas entre o Presidente norte-americano Trump e o ucraniano Zelensky.
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No meio de negociações de paz, Putin visita o Quirguistão
O Presidente russo, Vladimir Putin, acabou de aterrar no aeroporto de Bishkek, no Quirguistão, noticia a agência de notícias RIA.
No meio das negociações de paz, o Presidente russo manteve a visita oficial — que dura três dias — ao país da Ásia Central.
Vladimir Putin foi recebido no aeroporto pelo presidente do Quirguistão, Sadyr Japarov.