Momentos-chave
- Ataque russo danificou Catedral de Santa Sofia, património mundial da UNESCO
- Zelensky pede redução do preço do petróleo russo para 30 dólares por barril
- EUA vão reduzir financiamento para ajuda militar à Ucrânia, diz secretário de Defesa
- Avião com soldados russos libertados já chegou a Moscovo
- EUA dizem que ofensiva russa contra cidades ucranianas deve "parar imediatamente"
- Finlândia acusa a Rússia de violar o seu espaço aéreo
- Chanceler alemão condena ataques russos a cidades ucranianas: "Atos de terror"
- Ucrânia e Rússia já começaram segunda troca de prisioneiros
- Bruxelas propõe diminuição do preço a pagar pelo petróleo russo e impede utilização do Nord Stream
- Ucrânia confirma que morreu uma pessoa no ataque a Kiev na última noite
- Rússia pode atacar países da NATO? "Russos são demasiado fracos para isso", diz Viktor Orbán
- O que está a acontecer na guerra na Ucrânia
- Ucrânia diz ter intercetado dois mísseis norte-coreanos
- Maioria dos ucranianos não aceita abdicar de territórios em nome da paz
- Zelensky denuncia "um dos maiores ataques a Kiev"
Histórico de atualizações
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Encerramos aqui o liveblog desta terça-feira. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.
Conselheiro de Vladimir Putin diz que guerra na Ucrânia é “um conflito entre dois irmãos”
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Ataque russo danificou Catedral de Santa Sofia, património mundial da UNESCO
Um dos ataques russos desta terça-feira, 10 de junho, danificou a Catedral de Santa Sofia, em Kiev. “Na capital até a Catedral de Santa Sofia foi destruída. Parte da fachada colapsou com a onda de explosão”, disse Volodymyr Zelensky, num vídeo partilhado através do X.
“Todos aqueles que conhecem a história e sentem-se conectados com o cristianismo, mesmo a menor ameaça de destruição da Catedral de Santa Sofia é inaceitável. Na verdade catastrófico”.
A Catedral de Santa Sofia é uma construção do século XI considerada um património mundial da UNESCO.
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Zelensky pede redução do preço do petróleo russo para 30 dólares por barril
Volodymyr Zelensky reagiu através do X ao 18º pacote de sanções anunciado pela Comissão Europeia mais cedo. O Presidente ucraniano afirma-se “grato que este seja focado na energia e nos bancos russos”, contudo diz ser fundamental “manter o preço do petróleo russo abaixo do que possam sustentar”, o que Zelensky garante que os aliados sabem qual é: “não mais do que 30 dólares por barril”.
Today, the Russians have once again used ballistic missiles from North Korea. We are also tracking evidence that Russian-Iranian drone technologies have spread to North Korea. This is extremely dangerous both for Europe and for East and Southeast Asia.
The longer this war… pic.twitter.com/RQXigIwlGb
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) June 10, 2025
O novo pacote de sanções à Rússia inclui uma redução do preço a pagar pelo petróleo russo de 60 dólares para 45 dólares por barril. O pacote ainda inclui o impedimento de utilizar os gasodutos Nord Stream que ligam à Alemanha, além de um alargamento das sanções aos bancos russos.
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EUA vão reduzir financiamento para ajuda militar à Ucrânia, diz secretário de Defesa
Os Estados Unidos da América vão reduzir o financiamento alocado para a ajuda militar à Ucrânia no próximo orçamento de defesa, disse o secretário Pete Hegseth, citado pelo Kyiv Independent. “É uma redução no orçamento”, explicou. “Esta administração tem uma visão bem diferente deste conflito. Acreditamos que um acordo negociado de forma pacífica é do melhor interesse para as duas nações envolvidas, especialmente com todo o interesse ao redor do mundo”.
Entretanto, ainda não foi divulgado um documento oficial a apresentar o orçamento para 2026 e que confirme a redução no financiamento para a Ucrânia. De acordo com o secretário de Defesa, o novo orçamento “coloca os soldados norte-americanos e as suas necessidades em primeiro lugar”.
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Avião com soldados russos libertados já chegou a Moscovo
Já chegou a Moscovo o avião que transportava os soldados russos mantidos prisioneiros pela Ucrânia e que foram libertados esta terça-feira, como parte do acordo firmado a 2 de junho em Istambul. De acordo com a TASS, o o avião tera aterrado um pouco antes das 20h locais, 18h de Lisboa.
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EUA dizem que ofensiva russa contra cidades ucranianas deve "parar imediatamente"
Um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano condenou os ataques russos desta terça-feira contra Kiev, cita a Al Jazeera. “Vimos notícias e estamos a monitorar a situação de perto, incluindo os ataques que atingiram a maternidade em Odesa”, disse o porta-voz. “Os ataques russos contra as cidades da Ucrânia devem parar imediatamente. Condenamos estes ataques e oferecemos as nossas condolências às vítimas e às famílias de todos os afetados”.
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Rússia proíbe exportações de petroléo até fim do ano a países que limitem o preço
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, prolongou até 31 de dezembro a proibição de exportar petróleo bruto para países que apliquem um limite aos preços do petróleo russo, foi hoje anunciado por Moscovo.
O decreto original entrou em vigor em 01 de fevereiro de 2023 e expirava cinco meses depois, mas foi prorrogado várias vezes, a última até 30 de junho deste ano, escreve a agência espanhola de notícias, a Efe, apontando que o documento proíbe o fornecimento de petróleo e hidrocarbonetos russos caso os contratos prevejam, direta ou indiretamente, restrições aos preços do petróleo russo impostas pelos países do G7, da União Europeia e da Austrália, devido à guerra na Ucrânia.
A União Europeia (UE) proibiu a compra de petróleo russo fornecido por via marítima em dezembro de 2022, e os países do G7, a Austrália e os 27 impuseram um limite de 60 dólares por barril ao petróleo russo, uma medida que posteriormente foi alargada aos hidrocarbonetos russos.
Putin classificou estas medidas como “um atavismo colonial”, embora tenha negado que a Rússia vá perder dinheiro com isso.
“Estão habituados a roubar, mas o mundo mudou e dificilmente conseguirão fazê-lo hoje em dia”, afirmou o líder russo, alertando que limitar artificialmente os preços pode “destruir” o mercado energético internacional, porque levaria a uma redução dos investimentos e a um consequente aumento dos preços.
Em resposta às medidas e sanções da UE dos seus parceiros, a Rússia redirecionou os seus fornecimentos de petróleo e hidrocarbonetos para países terceiros, em particular a China e a Índia, aos quais ofereceu preços preferenciais, lembra a Efe.
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Finlândia acusa a Rússia de violar o seu espaço aéreo
Um avião russo terá violado o espaço aéreo da Finlândia, obrigando as autoridades daquele país a abrir uma investigação, informou o ministro da Defesa Antti Hakkanen, de acordo com a Al Jazeera.
A 23 de maio duas aeronaves russas já terão violado o espaço aéreo finlandês, na costa de Porvoo, a sul do país. De recordar que a Finlândia juntou-se à NATO depois do início da guerra na Ucrânia, em 2022. A Rússia e a Finlândia têm uma fronteira comum com 1.340 quilómetros de extensão.
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Segunda troca de prisioneiros entre Rússia e Ucrânia: as imagens dos soldados ucranianos feridos no regresso a casa
Esta terça-feira, realizou-se a segunda troca de prisioneiros acordada entre a Rússia e a Ucrânia nas negociações de 2 de junho em Istambul. É “a primeira etapa” do regresso dos feridos, diz Zelensky.
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Chanceler alemão condena ataques russos a cidades ucranianas: "Atos de terror"
Frierich Merz condenou os recentes ataques russos a cidades ucranianas, classificando a ofensiva como “atos de terror contra a população civil”, em declarações esta terça-feira citadas pelo Le Monde.
Numa conferência de imprensa, ao lado do primeiro-ministro demissionário dos Países Baixos, Dick Schoof, Merz disse que Rússia está a cometer “os mais graves crimes de guerra”, afirmando que os ataques “não foram direcionados a alvos militares mas à população civil”.
O chanceler alemão destacou ainda que é importante “dar um sinal claro à Rússia”, falando ser necessária uma mensagem de “força e dissuasão”. “Infelizmente, é a única língua que a Rússia compreende”, concluiu.
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Ucrânia e Rússia já começaram segunda troca de prisioneiros
A Rússia e Ucrânia realizaram a segunda troca de prisioneiros esta terça-feira. “Continuamos com o regresso do nosso povo, conforme acordado em Istambul. Hoje marca a primeira etapa do regresso dos nossos combatentes feridos e gravemente feridos do cativeiro russo. Todos eles necessitam de cuidados médicos imediatos. Este é um importante ato humanitário”, confirmou Volodymyr Zelensky através de uma partilha no X esta tarde.
“As trocas continuarão. Estamos a fazer tudo o que podemos para encontrar e devolver cada pessoa que está em cativeiro. Estou grato a todos os que estão a contribuir para este esforço”, concluiu o Presidente ucraniano, que publicou fotografias e vídeos do momento em que os soldados foram libertados.
We continue the return of our people, as agreed in Istanbul. Today marks the first stage of the return of our injured and severely wounded warriors from Russian captivity. All of them require immediate medical attention. This is an important humanitarian act.
Warriors from… pic.twitter.com/jzQMGTerzZ
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) June 10, 2025
O ministério da Defesa russo também emitiu um comunicado, citado pela agência TASS, em que confirma que, em “cumprimento dos acordos russo-ucranianos assinados em Istambul a 2 de junho, o segundo grupo de militares russos regressou do território controlado pelo regime de Kiev. Em troca, a Rússia transferiu um grupo de militares ucranianos”.
Ainda de acordo com a TASS, os militares russos permanecem no território da Bielorrússia, onde recebem a assistência psicológica e médica necessária.
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Bruxelas propõe diminuição do preço a pagar pelo petróleo russo e impede utilização do Nord Stream
A Comissão Europeia vai avançar, na quarta-feira, com novo pacote de sanções à Rússia, que inclui baixar o preço a pagar pelo petróleo russo de 60 dólares para 45 dólares por barril.
Será o 18.º pacote de sanções de Bruxelas.
Segundo a imprensa internacional, que já teve acesso à proposta, o tecto ao preço do petróleo russo terá de ser coordenado no G7 que foi quem, inicialmente, lançou a sanção. O G7 reúne-se de 15 a 17 de junho na cimeira anual, que este ano decorre em Alberta, no Canadá.
Para dificultar a venda de petróleo russo, Bruxelas coloca na lista da frota fantasma da Rússia mais 400 petroleiros. E coloca na lista negra, segundo o El País, o capitão de um desses petroleiros, que tem nacionalidade indiana.
Este 18.º pacote ainda inclui o impedimento de utilizar os gasodutos Nord Stream que ligam à Alemanha, segundo o FT.
Ainda haverá um alargamento das sanções aos bancos russos.
Se for aprovado, este novo pacote coloca sob sanções europeias um total de 2.500 pessoas.
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Ucrânia confirma que morreu uma pessoa no ataque a Kiev na última noite
Pelo menos uma pessoa morreu no ataque russo a Kiev na última noite, confirmou um responsável da administração militares da cidade, Timur Tkachenko.
Através da conta no Telegram, o responsável criticou que “os ataques russos estão a atingir não só alvos militares mas, também, mais uma vez, as vidas das pessoas comuns”.
Também em Kiev, houve mais quatro feridos, ao passo que em Odessa dois homens morreram e oito civis ficaram feridos.
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Rússia pode atacar países da NATO? "Russos são demasiado fracos para isso", diz Viktor Orbán
Não faz sentido recear que a Rússia possa atacar os países da NATO, afirma o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán: “Eles são demasiado fracos para isso“.
Em entrevista à televisão francesa LCI, Orbán argumentou que “os russos nem sequer estão a conseguir vencer a Ucrânia, portanto não conseguem atacar a NATO”.
Mais uma vez, Viktor Orbán reiterou a posição da Hungria de que “não é adequado” que a Ucrânia se torne membro da NATO ou, mesmo, da União Europeia.
“Para nós, húngaros, e para toda a União Europeia, não é do nosso interesse estar perante a ameaça [constante] de guerra e de um conflito direto com a Rússia”, defendeu o primeiro-ministro da Hungria.
Em meados de maio, a agência Bloomberg noticiou que a União Europeia estava a discutir formas de tentar impedir a Hungria de bloquear o início das negociações sobre a adesão da Ucrânia ao bloco.
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O que está a acontecer na guerra na Ucrânia
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, denunciou um dos maiores ataques a Kiev alguma vez feitos pela Rússia. Os ataques da última noite, que também incidiram sobre a cidade de Odessa, envolveram o uso de mísseis balísticos e drones. Em Kiev uma pessoa morreu e houve mais quatro feridos, enquanto em Odessa dois homens morreram e oito civis ficaram feridos. Uma maternidade terá sido atingida, deixando várias vítimas.
- Durante o ataque, a Ucrânia conseguiu intercetar com sucesso dois mísseis de produção norte-coreana, identificados como KN-23. Esta informação preliminar foi divulgada pelo porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia.
- Volodymyr Zelensky apelou à comunidade internacional, especificamente aos EUA e à Europa, para que tomem “medidas concretas” contra a Rússia em resposta ao ataque. Zelensky sublinhou a necessidade de uma ação forte e decisiva, em vez de mero silêncio, como forma de pressionar a Rússia a aceitar a paz.
- A maioria dos ucranianos é firmemente contrária à ideia de ceder territórios atualmente ocupados pela Rússia como uma forma de alcançar a paz, de acordo com uma sondagem do Instituto Internacional de Sociologia de Kiev. Cerca de 48% dos inquiridos rejeitam categoricamente tal concessão, enquanto uma menor percentagem está disposta a aceitar o controlo russo de algumas regiões, mas apenas na prática e não como reconhecimento formal.
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Ucrânia diz ter intercetado dois mísseis norte-coreanos
A Ucrânia diz ter abatido dois mísseis de produção norte-coreana durante o grande ataque russo a Kiev esta madrugada.
De acordo com o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Georgy Tykhyi, “informações preliminares indicam que os dois mísseis balísticos utilizados contra a capital da Ucrânia esta noite eram KN-23, mísseis balísticos norte-coreanos”.
Os mísseis “foram abatidos”. “Esta é uma informação preliminar, a informação que recebemos dos nossos militares”, disse o responsável numa conferência de imprensa em Kiev.
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Rússia vai ajudar Coreia do Norte a produzir drones "kamikaze" que podem atingir Coreia do Sul
A Rússia disponibilizou-se para ajudar a Coreia do Norte a produzir drones kamikaze do tipo Shahed, que podem permitir à Coreia do Norte atingir alvos em toda a Coreia do Sul, se quiser fazê-lo. A revelação é feita pelo chefe dos serviços de informação militar da Ucrânia, Kyrylo Budanov.
Numa entrevista à revista War Zone, o responsável disse que esses drones poderão não só chegar a todos os recantos da Coreia do Sul mas, também, evadir as defesas anti-aéreas do país. A ideia é que esses equipamentos sejam produzidos na Coreia do Norte, pelo que também poderão ser entregues à Rússia para utilizar na guerra na Ucrânia.
“É uma questão de transferência de tecnologia”, disse Budanov à War Zone, alertando que o desenvolvimento destes drones na Coreia do Norte é algo que é capaz de perturbar o equilíbrio militar na península coreana no futuro.
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Maioria dos ucranianos não aceita abdicar de territórios em nome da paz
Reconhecer um controlo pela Rússia dos territórios ucranianos atualmente ocupados não é uma cedência aceitável aos olhos de 48% dos ucranianos, que rejeitam “categoricamente” essa hipótese.
Esta é a principal conclusão de uma sondagem feita pela Instituto Internacional de Sociologia de Kiev (KIIS).
Por outro lado, uma percentagem um pouco menor – 43% – diz estar disponível para aceitar que a Rússia passe a dominar várias regiões a leste, mesmo que apenas um controlo na prática (em que se continuaria a considerar os territórios ucranianos).
Já um reconhecimento total de que os territórios passam a ser russos não é um cenário tão aceitável para os ucranianos: apenas 15% estão dispostos a entregar à Rússia não só o controlo administrativo mas, também, a propriedade dos territórios.
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Ucrânia denuncia ataque a maternidade
Autoridades ucranianas indicam que, nos ataques russos desta noite, uma maternidade foi alvo.
Russia has carried out fresh drone attacks on the Ukrainian capital, Kyiv, and the port city of Odesa, killing two people and hitting a maternity hospital, Ukrainian officials said.https://t.co/TfXj7A038f pic.twitter.com/3CsklnpCWt
— AFP News Agency (@AFP) June 10, 2025
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Zelensky apela a resposta dos EUA e Europa após novo forte ataque russo
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou hoje Estados Unidos e à Europa para que tomem “medidas concretas” contra a Rússia, depois de denunciar um novo ataque de Moscovo, que lançou durante a noite mais de 300 drones e sete mísseis.
“É vital que a resposta a este ataque russo, tal como a outros ataques semelhantes, não seja o silêncio do mundo, mas uma ação concreta. Uma ação da América, que tem o poder de obrigar a Rússia à paz. Uma ação da Europa, que não tem outra escolha senão ser forte”, escreveu Zelensky numa mensagem publicada nas redes sociais.