Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Putin exige plano de defesa até 2036 que incorpore experiência na Ucrânia e novas armas
- Rússia é a principal fonte de ameaças para todos os países do sudeste da Europa, diz Zelensky
- "Ainda estão a 10-15 quilómetros". Ucrânia desmente entrada de forças russas na região de Dnipro
- Sobe para quatro o número de mortos no ataque russo a Kharkiv
- "Estamos prontos para os ouvir e ver como os podemos ajudar". Sérvia reforça apoio à Ucrânia
- Países do Sudeste Europeu condenam invasão russa e reiteram apoio à proposta de adesão da Ucrânia à NATO
- Ucrânia realizou ataque que atingiu fábrica de pólvora na região central de Tambov, na Rússia
- Zelensky pede para União Europeia ser "mais forte" nas sanções a aplicar contra a Rússia
- Ucrânia recebe mais de dois mil milhões de euros do Reino Unido para comprar armas, anuncia primeiro-ministro ucraniano
- NATO deixa cair adesão de Kiev? "Papel dos EUA"
- O que se passou até agora
- União Europeia disponibiliza 18 milhões de euros para programas de eficiência energética da Ucrânia
- Noruega pretende fornecer 14 caças F-16 à Ucrânia
- Finlândia convoca diplomata russo após alegada violação do espaço aéreo
- Governador da região de Kherson pede para que habitantes se preparem para "apagão prolongado"
- Político da oposição russa em prisão domiciliária depois de apelar ao fim da guerra na Ucrânia
- Ucrânia recupera corpos de 1.200 militares mortos, como acordado em Istambul
- NATO retira adesão da Ucrânia à NATO e apoio de 40 mil milhões de dólares de declaração da cimeira
- Número de mortos em Kharkiv sobe para três. Zelensky diz que ainda decorrem operações de resgate
- Novo embaixador russo nos Estados Unidos diz que duas partes se vão reunir em Moscovo "muito em breve"
- Ataque russo em Kharkiv mata duas pessoas e faz 60 feridos, incluindo nove crianças
- Conselheiro de Vladimir Putin diz que guerra na Ucrânia é "um conflito entre dois irmãos"
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia continua a ser a principal fonte de ameaças para os países do sudeste da Europa, citando tensões anteriores nos Balcãs e tentativas de manipulação na Roménia. Durante a cimeira no porto de Odessa, Zelensky destacou que a Rússia não vê a Ucrânia como uma nação soberana e que Vladimir Putin não deseja terminar a guerra, procurando manter o seu domínio político na região.
- Vladimir Putin, Presidente da Rússia, exigiu a criação de um Plano de Defesa do Estado até 2036, que irá incorporar a experiência da guerra na Ucrânia e as tendências globais de armamento. Este plano incluirá o desenvolvimento de novos sistemas de armas, com especial atenção à tríade nuclear, considerada fundamental para a soberania russa e o equilíbrio global.
- A Ucrânia sofreu um ataque devastador em Kharkiv, resultando na morte de quatro pessoas devido a ações russas, como relatado pelo chefe da administração regional, Oleg Synegoubov. O ataque com drones deixou pelo menos 64 pessoas feridas, incluindo nove crianças. Zelensky renovou o apelo a uma maior pressão internacional sobre a Rússia, criticando especialmente os Estados Unidos pela falta de ações mais decisivas para conter as operações russas.
- A Noruega anunciou planos para fornecer à Ucrânia 14 caças F-16 e 20 carros blindados, demonstrando um aumento significativo no apoio militar ao país. A expansão do apoio militar norueguês acontece em simultâneo com uma maior mobilização europeia e americana de recursos financeiros e materiais para reforçar a defesa ucraniana, incluindo uma ajuda financeira considerável do Reino Unido para sistemas de defesa aérea.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 4.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]
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Bom dia. Terminamos aqui a cobertura do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.
Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta quinta-feira no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.
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Putin exige plano de defesa até 2036 que incorpore experiência na Ucrânia e novas armas
O Presidente russo, Vladimir Putin, exigiu esta quarta-feira a criação de um Plano de Defesa do Estado até 2036 que aproveite a experiência de guerra na Ucrânia e as tendências do desenvolvimento global do armamento para o futuro.
“A nossa tarefa hoje é desenvolver um novo programa a longo prazo para toda a gama de sistemas de armas, incluindo os mais avançados, aproveitando ao máximo a experiência de operações militares especiais, diversos conflitos regionais e as tendências globais no desenvolvimento de tecnologias militares”, sublinhou Putin.
O Presidente russo, que falava numa reunião dedicada ao desenvolvimento do setor militar-industrial, elogiou o facto de, entre 2008 e 2010, terem sido tomadas medidas para impulsionar o desenvolvimento do armamento russo, o que permitiu à Rússia atingir o seu nível atual.
“Isto permite-nos hoje produzir o volume necessário de armas e de equipamento”, observou.
O chefe de Estado russo anunciou que, a partir de hoje, serão realizadas uma série de reuniões de trabalho para analisar “os parâmetros-chave de um novo programa de armamento para o período de 2027 a 2036”.
“Deve ser dada especial atenção à tríade nuclear, que foi e continua a ser a garante da soberania da Rússia e desempenha um papel fundamental para garantir o equilíbrio de forças a nível global”, salientou.
Putin também realçou que “a força dominante nas guerras modernas, de qualquer escala e intensidade, continua a ser as forças terrestres”.
“E é necessário aumentar as suas capacidades de combate o mais rapidamente possível, criar condições sólidas para o seu desenvolvimento e garantir a criação de sistemas de armas avançados, com as mais elevadas características táticas e técnicas e passíveis de modernização”, vincou.
Para o governante russo “é importante avaliar as necessidades com antecedência e preparar as infraestruturas para a implantação de novos sistemas de armas, incluindo bases, arsenais, aeródromos e outros”.
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Rússia é a principal fonte de ameaças para todos os países do sudeste da Europa, diz Zelensky
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse hoje que a Rússia é a principal fonte de ameaças para todos os países do Sudeste da Europa. As declarações foram feitas numa cimeira com líderes de países do sudeste europeu no porto de Odessa, no Mar Negro.
“Infelizmente, nossa região é um dos principais alvos da Rússia. Já vimos isso antes – nos Balcãs, onde a Rússia alimentou tensões étnicas, sabotagem e até tentativas de golpe. Testemunhámos tentativas de manipular a opinião pública na Roménia, com o envolvimento de Moscovo”, disse Zelensky, citado pela Putin não quer acabar com esta guerra. Ele acredita que, enquanto puder lutar e dominar seus vizinhos, ele permanece politicamente vivo., na cimeira, que contou com a presença do recém-eleito presidente romeno Nikosor Dan.
O chefe de estado ucraniano disse que a Rússia não vê a Ucrânia como uma nação soberana, mas “apenas como uma fonte de recursos e um trampolim para suas novas invasões”. “Putin não quer acabar com esta guerra. Ele acredita que, enquanto puder lutar e dominar os seus vizinhos, vai permanecer politicamente vivo”, garantiu.
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"Ainda estão a 10-15 quilómetros". Ucrânia desmente entrada de forças russas na região de Dnipro
A Ucrânia nega que as forças russas tenham entrado na região de Dnipropetrovsk a partir da região vizinha de Donetsk.
“Ainda estão a cerca de 10 a talvez 15 quilómetros de distância”, disse o porta-voz das Forças de Defesa do Sul da Ucrânia, Vladyslav Voloshyn, citado pela agência de notícias Ukrinform.
“Para que o inimigo chegue à fronteira administrativa das regiões de Dnipropetrovsk e Zaporíjia, no setor de Novopavlivka, eles ainda precisam de passar por várias localidades, incluindo Zelene Pole, Novopil, Vilne Pole e Novosilka”, disse o responsável.
Recorde-se que, há três dias, a Rússia reclamou a entrada de forças na região de Dnipropetrovsk, uma das regiões com mais recursos minerais da Ucrânia.
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Sobe para quatro o número de mortos no ataque russo a Kharkiv
Subiu para quatro o número de mortos na sequência do ataque russo a Kharkiv, informou o chefe da administração regional, Oleg Synegoubov, citado pelo Le Monde.
Antes deste novo balanço, o número de mortos neste ataque fixava-se em três, como o Observador deu conta neste mesmo liveblog.
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"Estamos prontos para os ouvir e ver como os podemos ajudar". Sérvia reforça apoio à Ucrânia
O Presidente sérvio, Aleksandar Vučić, reiterou o apoio à Ucrânia durante o seu discurso na cimeira dos países do Sudeste Europeu na cidade ucraniana de Odessa.
“Gostaria de escolher uma ou duas cidades ou regiões que poderíamos ajudar a reconstruir. Acho que isso seria muito claro e visível para o povo ucraniano, para que pudesse receber apoio concreto”, afirmou Vučić, citado pelo Ukrainska Pravda.
O Presidente da Sérvia acrescentou que a Ucrânia pode “sempre contar” com a ajuda humanitária e o apoio político do país para a integridade territorial.
“Estamos prontos para os ouvir e ver como os podemos ajudar”, concluiu.
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Países do Sudeste Europeu condenam invasão russa e reiteram apoio à proposta de adesão da Ucrânia à NATO
Vários líderes do Sudeste Europeu condenaram, esta quarta-feira, a invasão russa da Ucrânia durante a cimeira regional em Odessa.
“Condenamos com a maior firmeza a guerra de agressão brutal levada a cabo pela Rússia contra a Ucrânia”, pode ler-se na declaração conjunta citada pelo Le Monde, publicada pela presidência ucraniana e assinada pelos líderes da Roménia, Moldávia, Bulgária, Croácia e Grécia e outros representantes dos restantes países dos Balcãs.
Os signatários reiteraram o “compromisso de fornecer apoio global e duradouro à Ucrânia e ao seu povo durante o tempo que for necessário” e apelaram a “todas as nações para que se abstenham de oferecer qualquer forma de ajuda material ou outra ao esforço de guerra da Rússia”.
Os países signatários apoiam, ainda, “a Ucrânia no caminho irreversível da sua integração euro-atlântica completa, incluindo a sua adesão à NATO” e apelam ao reforço das sanções contra Moscovo.
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Ucrânia realizou ataque que atingiu fábrica de pólvora na região central de Tambov, na Rússia
Drones ucranianos atingiram, esta quarta-feira, vários alvos militares na Rússia, incluindo a Fábrica de Pólvora de Tambov, informou o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, citado pelo The Kyiv Independent.
A fábrica — uma das principais fabricantes russas de pólvora e explosivos para armas pequenas, artilharia e sistemas de rockets — incendiou após o ataque. Os moradores relataram ter ouvido explosões.
O ataque, segundo a mesma fonte, faz parte de uma operação mais ampla para “degradar a capacidade da Rússia de produzir materiais explosivos e munições usadas na guerra em grande escala contra a Ucrânia”.
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Zelensky pede para União Europeia ser "mais forte" nas sanções a aplicar contra a Rússia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta quarta-feira que a União Europeia “pode ser mais forte” no âmbito das sanções a aplicar contra a Rússia.
Zelensky afirmou que o 18º pacote de sanções contra a Rússia “pode ser mais forte, especialmente em termos de medidas que visam os petroleiros russos e o seu setor financeiro”.
“Um limite máximo de 45 dólares por barril é melhor do que 60, isso é claro, isso é verdade. Mas a paz real virá com um limite máximo de 30 dólares. Esse é o nível que realmente mudará as mentalidades em Moscovo”, acrescentou, citado pelo Ukrainska Pravda.
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Ucrânia recebe mais de dois mil milhões de euros do Reino Unido para comprar armas, anuncia primeiro-ministro ucraniano
A Ucrânia deverá receber mais de dois mil milhões de euros do Reino Unido para comprar armas, escreve o The Kyiv Independent, que cita Denys Shmygal, primeiro ministro ucraniano.
O financiamento britânico será usado para “comprar sistemas de defesa aérea Rapid Ranger e mísseis multifuncionais leves Martlet“, afirmou Shmyhal, descrevendo o acordo como um “fortalecimento significativo” da capacidade de defesa aérea ucraniana.
De acordo com Denys Shmygal, o Reino Unido anunciou também uma ajuda recorde para o fornecimento de drones: 350 milhões de libras (412 milhões de euros), o que permitirá a transferência de 100 000 drones para a Ucrânia ainda este ano.
“Agradecemos aos nossos parceiros britânicos pelo apoio extraordinário, que nos ajuda a aproximar a uma paz justa”, escreveu o primeiro-ministro no Telegram.
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NATO deixa cair adesão de Kiev? "Papel dos EUA"
NATO pode deixar cair a adesão da Ucrânia. Vítor Gabriel Oliveira acredita que pode ser o resultado das negociações entre Washington e Mark Rutte. Governo de Netanayahu pode cair, mas tem “várias vidas”.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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O que se passou até agora
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, atualizou o número de vítimas de um ataque com drones russos contra Kharkiv, afirmando que até agora foram registados 64 feridos, incluindo 9 crianças, e três vítimas mortais. Zelensky apelou para uma pressão internacional mais intensa contra Moscovo e criticou os Estados Unidos, enfatizando a necessidade de ações decisivas para dificultar as operações da Rússia.
- A Noruega anunciou a intenção de fornecer 14 caças F-16 à Ucrânia e 20 carros blindados, de acordo com o relatório anual sobre a importação e exportação de armas convencionais. Este gesto evidencia um aumento significativo no apoio militar à Ucrânia, aumentando as expectativas sobre a posição dos aliados ocidentais face ao conflito em curso.
- O Ministério da Defesa finlandês suspeita que um avião militar russo tenha violado o seu espaço aéreo, próximo da costa de Porvoo, a leste de Helsínquia. Esta situação levou à convocação de um diplomata russo para prestar explicações, sendo este o segundo incidente semelhante ocorrido nas últimas semanas.
- A Ucrânia recuperou os corpos de 1.212 militares que estavam em território russo, conforme acordado em negociações em Istambul. Este repatriamento envolveu um esforço conjunto de várias agências ucranianas e é parte de uma troca acordada de prisioneiros de guerra e soldados mortos. A maioria dos corpos foi recuperada de regiões de combate intensivo, incluindo Kharkiv e Donetsk.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 4.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]
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União Europeia disponibiliza 18 milhões de euros para programas de eficiência energética da Ucrânia
A Ucrânia recebeu 18 milhões de euros do Fundo de Eficiência Energética (EEF, na sigla em inglês) da União Europeia e da Iniciativa Climática Internacional (IKI, na sigla em alemão) da Alemanha.
“Esta contribuição reforça o apoio contínuo da União Europeia e da Alemanha à independência energética e à reconstrução ecológica da Ucrânia. O financiamento permitirá ao EEF expandir os seus programas de eficiência energética residencial e alcançar um maior número de beneficiários”, garantiu a delegação ucraniana da União Europeia, citada pelo Ukrainska Pravda.
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Noruega pretende fornecer 14 caças F-16 à Ucrânia
O governo norueguês pretende fornecer 14 caças F-16 à Ucrânia — mais oito do que os que foram oficialmente anunciados.
De acordo com o relatório anual sobre a importação e exportação de armas convencionais, citado pelo Ukrainska Pravda, serão ainda entregues 20 carros blindados.
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Finlândia convoca diplomata russo após alegada violação do espaço aéreo
O Ministério da Defesa finlandês suspeita que um avião militar russo tenha violado o seu espaço aéreo na terça-feira ao largo da costa de Porvoo, a leste de Helsínquia, escreve a agência France Press.
O ministério convocou, esta quarta-feira, o responsável russo para obter explicações sobre a possível violação do espaço aéreo.
O incidente ocorre algumas semanas após um episódio semelhante, que também levou à convocação de um representante da diplomacia russa.
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Governador da região de Kherson pede para que habitantes se preparem para "apagão prolongado"
Numa mensagem no Telegram, Oleksandr Prokudin, governador da região de Kherson, no sul da Ucrânia, afirmou que a Rússia atacou “uma importante instalação elétrica”.
Como consequência, “a situação do abastecimento de energia elétrica é difícil”. Prokudin qu pede aos habitantes da região “que se preparem para um corte prolongado de energia”.
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Político da oposição russa em prisão domiciliária depois de apelar ao fim da guerra na Ucrânia
Lev Shlosberg, político do partido da oposição russa Yabloko, vai ficar em prisão domiciliária depois de ter sido detido na segunda-feira por ter, alegadamente, “desacreditar” a atuação do exército russo.
Shlosberg, líder da secção do Yabloko na região de Pskov, é crítico da guerra e tem vindo a apelar a um cessar-fogo na Guerra da Ucrânia.
O político enfrenta agora a justiça russa, podendo vir a ser condenado a uma pena de prisão que pode chegar aos cinco anos, segundo o The Moscow Times.
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Ucrânia recupera corpos de 1.200 militares mortos, como acordado em Istambul
A Ucrânia recuperou esta quarta-feira os corpos de 1.212 militares mortos que estavam em território russo. Segundo o The Kyiv Independent, o repatriamento foi efetuado através de um esforço coordenado que envolveu o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), as forças armadas, e vários organismo do governo ucraniano.
A devolução dos corpos surge na sequência das conversações russo-ucranianas em Istambul, de 2 de junho, que se centraram na troca de prisioneiros de guerra e soldados mortos.
A maioria dos corpos foi recuperada de várias regiões da linha da frente, incluindo Kharkiv, Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia, Kherson e Sumy.
As autoridades ucranianas estão agora a trabalhar para identificar os corpos no mais curto espaço de tempo possível.
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NATO retira adesão da Ucrânia à NATO e apoio de 40 mil milhões de dólares de declaração da cimeira
Os Aliados vão passar a incluir os seus apoios militares à Ucrânia no seu orçamento de Defesa, segundo um rascunho da declaração final da cimeira da NATO a que a Bloomberg teve acesso. O documento tem apenas uma página e foca-se exclusivamente no aumento dos gastos dos Aliados com Defesa.
A posição é muito diferente da que foi assumida no ano passado, em que o apoio à Ucrânia se assumiu como um dos aspetos centrais da declaração final. Neste sentido, o documento também já não inclui referências à adesão da Ucrânia à NATO ou à promessa de apoio no valor de 40 mil milhões de dólares. Os países da Aliança Atlântica reúnem-se na Haia no final deste mês, altura em que esta declaração deverá ser tornada pública.