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A questão é difícil.
Eu acho que a sua questão é muito importante.
Eu não lhe vou responder essa pergunta, porque não me apetece.
Ficará eventualmente a pergunta no ar.
É uma boa pergunta, essa.
E esta quinta-feira falamos de tuk-tuks, de um barril de pólvora prestes a rebentar, mas Bruno, começamos por cirurgias. Vão ser todos operados?
Vão ser todos operados. É isso que a direção executiva do SNS espera poder dizer no final do ano e foi essa a indicação dada pelo novo diretor, António Gandra de Almeida, aos hospitais. Até ontem deviam ter marcado todas as cirurgias de doentes não oncológicos, cujo tempo de resposta recomendado já tivesse sido ultrapassado ou cujo tempo máximo de resposta seja atingido até ao último dia do ano. É coisa pouca, apenas 75 mil cirurgias.
Só.
Só.
É um tirinho.
Pochinho. Só há uma pequena dificuldade entre este objetivo ambicioso e a sua concretização, e chama-se esse obstáculo: realidade. Costuma ser um obstáculo.
É uma coisa que às vezes incomoda.
Às vezes. Se uma pessoa conseguir dar um jeitinho e passar pelo lado. Os médicos dizem que é uma meta impossível de alcançar em tão pouco tempo. Os administradores hospitalares partilham da opinião. A direção da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares lamenta que a indicação dada pela direção executiva não tenha vindo acompanhada de um reforço dos meios, nem do aumento da capacidade de resposta aos blocos operatórios. É a velha questão de não haver médicos, nem sequer anestesistas, mas há sempre a possibilidade de se fazer uma ou outra cirurgia a sangue frio, talvez.
Que horror, que ideia. Essa é a ideia.
Não é?
Acho que não. Acho que não passa.
Se calhar não.
É melhor não. Outra pergunta: a morte do líder do Hamas vai fazer rebentar o barril de pólvora do Médio Oriente?
Carla, digamos que não é propriamente uma pomba da paz. Israel terá aproveitado a visita de Ismail Haniyeh a Teerão, onde o líder do Hamas iria assistir à tomada de posse do presidente iraniano, para desferir um ataque que mexe com as peças do tabuleiro no Médio Oriente e, em última análise, até pode derrubar o tabuleiro. Não tanto pela resposta do Hamas, que também já prometeu uma resposta, mas daquilo que resultar da investigação que o Irão está a levar a cabo. O Conselho Supremo de Segurança Nacional daquele país está reunido de urgência e, a confirmar-se a responsabilidade mais do que certa de Israel, estará interessado o Irão em fazer uma demonstração de força, depois de um acontecimento que põe em causa a reputação do país e também a sua capacidade para projetar uma imagem de força na região. Países como a Turquia e a Rússia condenaram o ataque, com a Rússia, um país conhecido por envenenar opositores em países estrangeiros, a considerar a morte de Haniyeh um assassinato político absolutamente inaceitável. Se o barril de pólvora vai rebentar, ainda não se sabe, mas há quem já tenha a caixa de fósforos na mão.
Exatamente. E por cá, a Câmara de Lisboa vai pôr os tuk-tuks na ordem?
É a vontade da autarquia liderada por Carlos Moedas, é de obrigar os tuk-tuks a tirar uma licença para poderem circular na cidade. Ao mesmo tempo, os condutores deverão ter formação profissional. E caso contrário, só poderão levar os turistas a passear, sei lá, por Odivelas. De acordo com a informação saída da reunião realizada ontem e que contou com representantes de empresas do setor, a intenção da Câmara é de reduzir o número de tuk-tuks autorizados a estacionar em Lisboa para 500. Em certas zonas da cidade, só poderão circular veículos elétricos. Carlos Moedas entrou em modo exterminador implacável da confusão criada por estes veículos turísticos que enxameiam a capital e prometeu, disse ele, tolerância zero para algumas das zonas que têm sido fortemente massacradas com uma presença desregulada deste tipo de veículos. Há ainda pormenores a afinar e uma definição conjunta de regras com as empresas turísticas que operam em Lisboa, mas parece que agora é que os tuk-tuks abandonam a segunda fila e vão entrar na linha.
A questão é difícil.
Eu acho que a sua questão é muito importante.
Eu não lhe vou responder essa pergunta, porque não me apetece.
Ficará eventualmente a pergunta no ar.
É uma boa pergunta, essa.
Olá, Rádio Observador. Envio-vos muitas mãos cheias de parabéns e de felicidades.
Muitos parabéns, Rádio Observador, pelos vossos cinco aninhos.
Queria agradecer todos os dias terem programas excelentes, sempre a inovar. Eu sinto-me mesmo informada.
Obrigada pelo vosso profissionalismo, dedicação, principalmente de quem aí trabalha em fazer bem e cada vez melhor.
Obrigado pela companhia que fazem todos os dias, pela vossa retidão e verdade com que transmitem as notícias e o que se passa no nosso país e no mundo. Parabéns a todos, que todos juntos fazemos a rádio. São sem dúvida uma lufada de ar fresco no panorama da rádio em Portugal.
Rádio Observador. Aconteça o que acontecer. Muito bom dia, 07h39. Daqui a pouco temos gabinete de guerra. Antes voltamos a olhar para as principais notícias que marcam esta manhã. Até lá a música com a Madonna. Boa quinta-feira.
If we took a holiday. Took some time to celebrate. Just one day out of life. It would be. It would be so nice. If everybody said the word. We're gonna have a celebration. All across the world. In every nation. It's time for the good times. Forget about the bad times. Oh, yeah. One day to come together. To release the pressure. We need a holiday. If we took a holiday. Took some time to celebrate. Come on, let's celebrate. Just one day out of life. Holiday. It would be. It would be so nice. We can turn this world around. And bring back all of those happy days. Put your troubles down. It's time to celebrate. Let love shine. And we will find. A way to come together. And make things better. We need a holiday. If we took a holiday. Holiday. Took some time to celebrate. Celebrate. Just one day out of life. Just one day. It would be. It would be so nice. Holiday. Holiday. Celebrate. Holiday. Celebrate. If we took a holiday. Oh yeah. Oh yeah. Took some time to celebrate. Come on, let's celebrate. Just one day out of life. Holiday. It would be. It would be